domingo, 25 de setembro de 2016

Ashura: a grotesca festa islâmica do auto-flagelamento


Você já viu algum vídeo mostrando muçulmanos, vestindo-se de branco, cortando suas cabeças, e outras partes do corpo, com espadas, lanças e outros objetos cortantes? Pois bem, acredite se quiser, isto é uma celebração religiosa! Chama-se Ashura.

A Ashura é um dos dias mais sagrados no calendário Xiíta.  Neste dia, centenas de milhares de peregrinos xíitas se juntam na cidade de Karbala, no Iraque, bem como ao redor do mundo, para comemorar a morte do Imã Hussein, bisneto de Maomé, no ano 680, como consequência da luta pela sucessão de Maomé. O pai de Hussein, Ali, era cunhado e primo de Maomé.

A morte do Imã Hussein na Batalha de Karbala, solidificou as tensões entre muçulmanos sunitas e xiítas. Enquanto que os sunitas desejavam escolher um califa dentre qualquer muçulmano, os xiítas aceitavam como califa apenas os descendentes diretos de Maomé. Isso levou a um conflito armado que culminou com o assassinato violento de Hussein, filho de Ali, um descendente de Maomé.

Ali (Ali ibn Abi Talib) se tornou o quarto califa após o assassinato do terceiro califa, Uthman, assassinato este atribuído ao próprio Ali (o assassinato de um califa, para que um outro se tornasse califa, se tornaria um procedimento operacional padrão no mundo islâmico), começa então uma guerra civil (a Primeira Fitna) entre Ali e Mu'awiyah, que leva à morte de Alí. Esta guerra civil marca o começo da ruptura entre xiítas (partidários de Alí) e sunitas (partidários de Mu'awiyah). Com a morte de Alí, Hassan, o filho mais velho de Ali, o califa dos xiítas, fez um acordo com Mu'awiyah, abdicando ao califado sob a condição de que Mu'awiyah não nomearia o próximo califa, e se exilou em Meca (onde seria assassinado). Mas Mu'awiyah quebrou o acordo e nomeou seu filho Yazid como o califa (Yazid I). O irmão de Hassan, Hussein, o Primeiro Imã xiíta, não aceitou esta nomeação, reivindicando o califado para ele próprio por ser descendente de Maomé. Isso gerou um conflito resolvido na Batalha de Karbala (10 de outubro de 680), contra Yazid I, durante a qual Hussein foi morto por degolamento, junto com a maior parte da sua família.

Tensões entre xiítas e sunitas continuam, desde então, pelos séculos. O ódio entre eles criou um vocabulário próprio. Por exemplo, a palavra Safawi é termo ofensivo usado pelos sunitas para se referirem aos xiítas. A palavra os descreve como “perdidos” ou “sem direção.”

Outro fato interessante desta ruptura é que, para os xiítas, fazer uma peregrinação a Karbala vale tanto quanto fazer uma peregrinação a Meca.

A veneração que os xiítas têm para com Hussein é algo muito forte. Tentando fazer uma analogia, eles têm Hussein como uma espécie de "Messias." Do mesmo modo, Fátima, a esposa de Alí (filha de Maomé) tem um papel crucial, como se fosse Maria para os católicos.  Algo também interessante como os xiítas consideram Aisha, a esposa-criança de Maomé. Para os sunitas, Aisha é a "mãe dos crentes." Para os xiítas, Aisha é uma prostituta.

Veja vídeos e fotos abaixo - algumas são gráficas devido à natureza da "celebração religiosa".

https://youtu.be/AGXuuEeEU9o OK
Uma boa revisão da TV européia

Amor a Alá (cenas fortes)

Outros vídeos: aqui, este outro na Inglaterra, ou este outro nos EUA (vá para o minuto 16:45). 

Esta "oração" requer tratamento médico para os fiéis:



Amor pelos filhos (onde estão os direitos das crianças?):

Todas as religiões são iguais, dizem alguns.
Todas as religiões merecem respeito, dizem outros.
Você concorda com isso?
Você quer ter esta "festa religiosa" no seu bairro, e a céu aberto?

Olhe para as fotos abaixo e se pergunte. Será que um grupo que se acostuma a derramar o seu próprio sangue vai fazer alguma consideração com o sangue dos infiéis, káfir, a pior das criaturas? 








PS. Uma leitora compartilhou este verso que eu achei muito interessante e oportuno:
E eles clamavam em altas vozes, e se retalhavam com facas e com lancetas, conforme ao seu costume, até derramarem sangue sobre si.
E sucedeu que, passado o meio-dia, profetizaram eles, até a hora de se oferecer o sacrifício da tarde; porém não houve voz, nem resposta, nem atenção alguma.
1 Reis 18:28,29

O ódio islâmico contra os Bahá'í, "ex-muçulmanos" sob perseguição eterna


O islamismo estabelece que Maomé é o último profeta. Quem não crê nisso é um káfir (descrente da pior espécie) e merece a punição como estabelecida pela lei islâmica. Porém, no século 19, na Pérsia (atual Irã), surgiu um novo profeta, Baha'u'llah, cujos ensinamentos são considerados pelos seus seguidores como tendo cumprido todas as escrituras. Os seguidores de Baha'u'llah são chamados de Bahá'í.
Os Bahá'í são uma minoria religiosa que rejeita a violência, que prega a igualidade entre homens e mulheres, e que, horrror dos horrores, diz que Maomé não é o último profeta. Devido a estes três preceitos religiosos dos Bahá'í, notadamente o último, eles são impiedosamente perseguidos no mundo islâmico, especialmente no Irã xiíta. 
Resumo. Em 1844, na Pérsia, um muçulmano chamado Ali Muhammad Shirāzi se apresentou como sendo o Báb (que significa "porta" ou "porta"), o prometido Twelver Mahdi ou al-Qá'im, apresentando-se mais tarde como o próprio Mahdi, em seguida, como o "Profeta de uma Nova Era", e, finalmente, como a essência de Deus e seu ser. Os Bahá'ís afirmam que o Báb foi também o retorno espiritual de Elias e João Batista, que ele era o Saoshyant referido no Zoroastrismo, e que ele foi o precursor de sua própria religião. Ele escreveu várias cartas e livros confirmando este seu pleito messiânico, definindo seus ensinamentos, que se constituiem em uma "nova sharia." O Báb foi preso em 1846, pelos muçulmanos, sendo executado em agosto de 1850, pelo crime de blasfêmia. O Bahá'u'lláh, o fundador da fé Bahá'í, foi um seguidor do Báb, e afirmou ser o cumprimento da promessa que Deus iria enviar outro mensageiro. Ele foi preso 1862 e deportado para Constantinopla, sob o jugo turco-otomano. Ele morreu no exílio em 1882.

Bahá'u'lláh, em 1868

Muito embora o Báb tenha pego em armas e se revoltado contra o governo persa de então, o Bahá'u'lláh proibiu o emprego da jihad (guerra santa) para espalhar a fé Bahá'í. A postura do Bahá'u'lláh é a postura da fé Bahá'í (o que os torna em "caça mansa" para os xiítas).

Algo muito importante a ser considerado no tocante aos bahá'í é que os muçulmanos os têm como apóstatas (ou seja, acham que os bahá'í são ex-muçulmanos). Portanto, os bahá'í são perseguidos em todo o mundo islâmico, e a eles são oferecidas as mesmas as opções dadas aos apóstatas. Primeiro, serem convidados para que eles voltem a ser muçulmanos. Segundo, os punir, tornando a sua vida insuportável, a tal ponto que apenas voltando a serem muçulmanos eles terão paz (aslim taslam). A terceira opção é a morte dos bahá'í. (Esta é a misericórdia e a tolerância do Islã, submeta-se ou se defronte com a morte).

Curiosamente, a sede Bahá'í está localizada em Haifa, Israel, que é uma ilha de liberdade em uma região caracterizada pela intolerância. Ao terem construído a sua sede no único país que os acolheu (Israel), os baha'i são acusados de traídores e colaboradores dos sionistas, fato que apenas torna mais implacável a sua perseguição.

O "paraíso islâmico" onde existe a maior comunidade bahá'í é o Irã, exatamente onde a perseguição é mais aprofundada. Alguns exemplos:
  • Os bahá'í têm a sua fé criminalizada. Isso mesmo, o governo da República Islâmica do Irã tornou um crime pertencer à fé Bahá'í. 
  • A tentativa de obliterar a fé Bahá'í através do assassinato sistemático dos seus líderes. 
  • Acusar os bahá'í de não serem um grupo religioso, mas sim um grupo político, associado ao antigo Xá do Irã (deposto em 1979!). Esta acusação cai por terra pelo fato dos baha'i não se meterem em política.
  • Acusar os bahá'í de serem espiões. 
  • Serem vítima de detenções arbitrárias e por longos períodos. 
  • Serem objeto de discriminação econômica (dificuldade de acesso a empregos públicos e fechamento de seu comércio por acusações das mais banais).
  • Terem acesso restrito à educação, particularmente o ensino superior.
E, em outros países, a situação não é menos pior. Por exemplo, no Egito, no Afeganistão, no Azerbaijão, na Indonésia e no Marrocos,

Algumas referências sobre a situação dos Bahá'í no Irã:
  1. Discrimination against religious minorities in Iran, International Fed. for Human Rights 2003.
  2. The Specter of Ideological Genocide: The Bahá'ís of Iran, Affolter, Friedrich W., War Crimes, Genocide and Crimes Against Humanity. 1 (1): 75–114, 2005.
  3. Criminalizing the Baha'i faith, Christopher Buck, Iran Press Watch, 15 March, 2009.
  4. Iran is attempting to decapitate its Bahá'í community, Cherie Blair, Guardian, 25 August, 2010.
  5. Grave concern for safety of Iran's imprisoned Baha'i leaders, Baha'i World News Service, 2011.
  6. The Perils of Religious Persecution in Iran, Doug Bandow, CATO Institute, 2013.
  7. End economic discrimination in Iran, Bahá’í International Community, 2015.
  8. Europeans voice concern about the economic oppression of Iranian Baha'is, Bahá’í International Community, 2016.
  9. Iran: Dozens of Bahá’í Students Denied Enrollment in University, Iran Press Watch, 2016. 
  10. Widespread Denial of Education for Baha’is, Iran Press Watch, 2016. 
  11. Iran is tormenting the Baha’i people — is Canada going to do anything about it?, Terry Glavan, National Post, 2016. 
E nos outros países:
  1. The situation of the Baha'i community in Egypt, The Baha'is, 2007.
  2. Afghanistan: International Religious Freedom Report, U.S. State Department. United States Bureau of Democracy, Human Rights, and Labor, 2009.  
  3. AZERBAIJAN: Jailed for sharing faith, "non-constructive teaching" and "creating tensions between family members, Felix Corley, 2004.
  4.  Indonesia: International Religious Freedom Report, United States Bureau of Democracy, Human Rights, and Labor, 2009.
  5. The Ministry of the Custodians 1957-1963, Rabbani, R. (Ed.),  Bahá'í World Centre. pp. 414–419, 1992 (ISBN 0-85398-350-X).  
  6. Concluding observations of the Committee on the Elimination of Racial Discrimination: Morocco, Committee on the Elimination of Racial Discrimination, Office of the High Commissioner for Human Rights. Retrieved, 1994 (paragrafos 215 and 220). 
Websites:

    Iran Press Watch
    Bahá’í International Community


Sede Bahá'í em Haifa, Israel

sábado, 24 de setembro de 2016

Revisão do livro "A Revolução Gramscista no Ocidente"


UMA ANÁLISE DO LIVRO 'A REVOLUÇÃO GRAMSCISTA NO OCIDENTE - A CONCEPÇÃO REVOLUCIONÁRIA DE ANTONIO GRAMSCI EM CADERNOS DO CÁRCERE', DO GENERAL SÉRGIO COUTINHO (Biblioteca do Exército - 2012)

Esta revisão foi feita por Roberto Esteves

Este assunto é pertinente por dois motivos. Primeiro, devido à aliança profana que existe entre a Esquerda e o Islã. Segundo, devido ao fato do islamismo estar usando de estratégia bastante parecidas para conquistar o poder nas sociedades ocidentais, penetrando-as lentamente.

1- O AUTOR

O General-de-Brigada Sérgio Augusto de A. Coutinho foi um estudioso de teorias políticas de tomada do poder, tendo publicado livros e monografias acerca do tema. O livro do qual trata este ensaio foi o resultado de seu esforço pessoal em tornar a obra de Antonio Gramsci, de difícil leitura, acessivel ao público maior. O General Coutinho faleceu em 2011.

Utilizamos a obra 'Dicionário do Pensamento Marxista', de Tom Bottomore (Zahar - 2012) como literatura de apoio.



2- BREVE BIOGRAFIA DE ANTONIO GRAMSCI

Antonio Gramsci foi um ideólogo comunista italiano, condenado nos anos 1920 por atividades revolucionárias em seu país. Durante seu período na prisão, passou para 35 cadernos suas ideias inovadoras acerca do estabelecimento de sociedades comunistas, as quais detalharemos adiante. O conjunto de sua obra é hoje conhecido como 'Cadernos do Cárcere'. Gramsci faleceu em 1937 em liberdade, de causas naturais.


3- O GRAMSCISMO

Após sua fracassada tentativa revolucionária comunista na Itália, promovida através de luta armada, Gramsci entendeu que a implantação deste tipo de regime em uma sociedade ocidental (veja adiante) não poderia ser efetivada da mesma forma que em sociedades orientais não-industrializadas. Isto deveria ser obtido, primeiramente, através de uma reforma ideológica desta sociedade ocidental. O objetivo principal desta reforma seria modificar a mentalidade da sociedade ocidental, de tal forma que esta se tornasse mais complacente e aceitasse o comunismo. O processo como um todo foi denominado por Gramsci como transição para o socialismo.

4- DEFINIÇÃO DE TERMOS

Para que a leitura se torne mais compreensível, procuramos definir convencionalmente alguns termos, dentro do contexto deste ensaio:

Catarse

Gramsci não define precisamente este termo. De acordo com o sentido geral de seu texto, propomos que catarse corresponderia à subjetivização por um arrebatamento coletivo espontâneo dos ideais comunistas pela sociedade civil (veja adiante). Sua ocorrência seria necessária para transformar a sociedade civil em sociedade regulada (veja adiante).

Classe subalterna

Segmento da sociedade composto pelo proletariado, camponeses e demais elementos marginais, cujo destino é ser sociedade civil ou fundir-se a ela.

Consenso

Conformidade espontânea da sociedade civil com as iniciativas do partido (veja adiante), necessária para a fusão da primeira ao Estado.

Espírito de cisão

Fenômeno que consiste na ruptura da sociedade nacional (veja adiante) com seus valores e referências fundamentais, tornando-a então psicologicamente maleável e, esperançosamente, complacente a um regime comunista.

Estado-classe

Estado comunista pleno correspondente à sociedade comunista (veja adiante) (Estado sem Estado).

Hegemonia

A estratégia gramscista de tomada do poder é fundamentada sobre este conceito. Ela pode ser definida como uma condição de supremacia política, cultural e moral da sociedade civil, não coercitiva, sobre a sociedade nacional, ou vice-versa.

Partido

Organização política orgânica comunista, diretora da sociedade civil e do processo de transição para o socialismo.

Partido orgânico

Partido político fortemente centralizado em um núcleo dirigente e que demanda obediência em grau elevado de seus membros. Partidos comunistas são geralmente orgânicos, seu núcleo consistindo de uma direção intelectual.

Sociedade civil

Sociedade de orientação comunista, destinada inicialmente a fundir-se ao Estado e posteriormente a assimilar a classe subalterna e a sociedade nacional.

Sociedade comunista

Tipo de sociedade existente no Estado-classe.

Sociedade nacional

Sociedade de indivíduos com interesses e sentimentos comuns, em que a liberdade e a paz social são garantidas pelo Estado (também denominada 'burguesia'). Pode ser identificada como um tipo de sociedade ocidental.

Sociedade ocidental

Sociedade democrática, livre, capitalista e de orientação religiosa judaico-cristã.

Sociedade regulada

Sociedade auto-regulada (isto é, que já dispensa a existência do Estado), de caráter intermediário no processo de transição para o socialismo.

5- DIFERENÇAS DE ABORDAGEM ENTRE O LENINISMO E O GRAMSCISMO

Tanto o leninismo quanto o gramscismo são movimentos cujos membros compartilham a mesma aderência à idelogia comunista, bem como comprometimento com suas causas. No entanto, sabemos que seus métodos para tomada do poder diferem essencialmente. O leninismo prevê a tomada do poder através de assalto armado frontal, além de táticas políticas e belicistas extremas. A Revolução Russa é o melhor exemplo. Já o gramscismo não prevê a tomada do poder através de meios físicos (pelo menos não nas suas fases iniciais), mas sim por uma penetração política democrática do partido no seio do poder nacional e sua expansão tentacular gradativa através de suas instituições afiliadas.

Não obstante, o objetivo final de ambos os tipos de abordagem é exatamente o mesmo: o estabelecimento de uma sociedade comunista clássica, desprovida de classes e totalmente igualitária.

6- AS FASES DA REVOLUÇÃO GRAMSCISTA

A transição para o socialismo de Gramsci pode didaticamente ser dividida nas seguintes fases e etapas:

a) FASE ECONÔMICO-CORPORATIVA

  • Organização do partido
  • Defesa da democracia

b) FASE DE LUTA PELA HEGEMONIA

  • Guerra de posição
  • Ampliação do Estado

c) FASE ESTATAL

  • Crise sistêmica seguida de ruptura nacional
  • Tomada total do poder
  • Reformas econômicas, políticas e sociais
  • Catarse
  • Fundação do Estado-classe

A seguir detalharemos estas fases e etapas, individualmente.

6.1- Fase econômico-corporativa

Esta fase inicial é marcada pela divisão da sociedade entre sociedade nacional e classe subalterna, com a primeira sendo considerada como a classe dominante. A fase econômico-corporativa pode ser subdividida nas seguintes etapas:

Organização do partido

O partido é criado, organizado e doutrinado nas técnicas revolucionárias gramscistas, objetivando a fundação do Estado-classe em algumas décadas.

Defesa da democracia

Muito embora pareça paradoxal um partido de orientação comunista defender um sistema político consolidadamente democrático, esta medida será necessária para a legitimação a legalidade de sua presença no poder político central, bem como de suas iniciativas de expansão institucional, a serem implementadas nas fases e etapas seguintes.

6.2- Fase de luta pela hegemonia

Nesta fase se implementam as iniciativas de reforma ideológica da sociedade do país, com o objetivo de o partido tomar para si a hegemonia naquela sociedade. Isto deverá manter a sociedade nacional politicamente 'paralisada', já que ela passará a crer que suas crenças e referências ideológicas são moralmente 'erradas' e portanto infundadas e injustificáveis.

A fase de luta pela hegemonia é sudividida nas seguintes etapas:

Guerra de posição

Consiste em uma guerra de atrito psicológica crônica, não declarada, contra a sociedade nacional e contra as instituições estatais (chamadas por Gramsci de 'trincheiras da burguesia'). O objetivo desta etapa é a transferência da hegemonia da sociedade nacional à sociedade civil e ao partido. A guerra de posição tem duas estratégias principais: (1) reforma ideológica da sociedade nacional até o espírito de cisão e (2) enfraquecimento das 'trincheiras da burguesia'. E uma estratégia secundária: elevação da classe subalterna à condição de sociedade civil, através de sua intelectualização socialista.

Na prática, a assim chamada reforma ideológica pode ser obtida através das seguintes iniciativas: (1) subversão dos valores da sociedade nacional (religião, moral, valores cívicos, história nacional) e (2) ataque ao senso comum (relativização de gênero sexual, redefinição de família, vitimização de criminosos/culpabilidade da vítima, descontinuação dos símbolos nacionais, campanhas para promoção do aborto, etc). Táticas úteis serão: (1) constrangimento e patrulhamento ideológico, (2) assimilação ideológica dos intelectuais da sociedade nacional, (3) infiltração de intelectuais do partido nas instituições e meios de comunicação e (4) exigência de 'amplo debate' perante todas as contraposições da sociedade nacional, de tal forma que nunca sejam efetivadas. Ao final, atinge-se o espírito de cisão.

Ampliação do Estado

Esta etapa representa a 'tentaculização' do partido sobre a máquina administrativa estatal (subentende-se que a esta altura, o partido já tenha chegado ao poder central). Ela consiste de dois estágios consecutivos: (1) estabelecimento do consenso e (2) fusão da sociedade civil ao Estado. Neste último estágio, aspectos executivos estatais serão delegados à sociedade civil e ao partido. Isto terá dois significados: (1) o poder público será exercido por indivíduos indicados pelo partido, segundo parâmetros político-ideológicos e (2) fusão do Poder Legislativo ao Poder Executivo (a pessoa que governa é a mesma que faz as leis).

As seguintes transições de natureza executiva deverão ocorrer: (1) de hegemonia para direção, (2) de consenso para coerção e (3) de direção intelectual do partido para comando.

6.3- Fase estatal

O objetivo desta fase é a fundação do Estado-classe, sendo sudividida nas seguintes etapas:

Crise sistêmica seguida de ruptura nacional

Durante esta etapa, promove-se a instabilização nacional de forma intensiva, até a ruptura social, política e econômica daquela sociedade. A inação da sociedade nacional é capital para o seu sucesso. Trata-se da última oportunidade de esta última reverter o processo de transição para o socialismo, de forma  não-bélica. A Venezuela estaria nesta etapa.

Tomada total do poder

O partido promove o aumento das ações ilegais (invasões, bloqueios, saques), bem como ações terroristas estatais. É adotado pela primeira vez o uso ostensivo da força (guerrilha e forças paramilitares). Nesta etapa, se a sociedade nacional desejar interromper o processo de transição para o socialismo, a guerra civil provavelmente será o único modo. O quadro agora torna-se mais parecido com a abordagem leninista de tomada de poder. É estabelecido o partido único hegemônico.

Reformas econômicas, políticas e sociais

Trata-se de um processo gradual, quando será necessário um interlúdio de poder totalitário (ao contário do que se acredita de forma geral, o objetivo do comunismo NÃO é o de estabelecer uma ditadura totalitária, mas tão-somente o de fundar uma sociedade igualitária e sem classes; liberdade e democracia não são de forma alguma considerados incompatíveis com o comunismo, pelo menos na visão de Gramsci). Deverão ocorrer: (1) a assimilação da classe subalterna remanescente pela sociedade civil e (2) a assimilação da sociedade nacional remanescente à sociedade civil, através de sua reforma intelectual e ideológica comunista. Esta seria a etapa na qual o vácuo deixado pelo espírito de cisão deverá ser preenchido.

Catarse

Através da catarse ocorrerá a progressão da sociedade civil em sociedade regulada. 

Fundação do Estado-classe

O processo de transição para o socialismo termina. A sociedade regulada passa a se chamar sociedade comunista. Não há mais classes nem partido. Toda a propriedade é coletiva e a riqueza distribuída de forma equitativa. 'Do mundo da necessidade para o mundo da liberdade', como declarou Gramsci.

No diagrama abaixo ilustramos os processos de transformação da sociedade durante a transição para o socialismo.



7- LIMITAÇÕES DA ESTRATÉGIA GRAMSCISTA

Nunca uma sociedade ocidental foi convertida em uma sociedade comunista através da abordagem gramscista, não tendo ainda portanto esta última estratégia se provado eficaz. Além disto, podemos apontar outras limitações, por fase: 

7.1- Fase de luta pela hegemonia

A percepção pela sociedade nacional de que está travando uma guerra de posição poderá provocar sua reação contra as iniciativas do partido. Se o processo de transição para o socialismo for, por qualquer motivo, interrompido ao espírito de cisão, poderá ser gerada uma nação de 'zumbis ideológicos', isto é, indivíduos desprovidos de qualquer referência moral ou ideológica, comunista ou não.

7.2- Fase estatal

É improvável que a catarse ocorra, sem antes haver uma mudança na natureza humana.

8- O GRAMSCISMO NO BRASIL

Podemos descrever a implementação das ideias de Gramsci no Brasil, de forma cronológica:

Anos 1960

Publicação de 'Cadernos do Cárcere' em Português, inicialmente com baixa frequência de leitura devido ao desconhecimento acerca do seu autor pela comunidade comunista brasileira e à dificuldade de leitura de seu conteúdo.

Anos 1970

'Cadernos do Cárcere' começa a ser estudado de forma eficaz. O Brasil é classificado como sociedade ocidental pela direção intelectual do partido, que decide iniciar a revolução gramscista do zero. O fracasso da abordagem leninista de tomada do poder no Brasil é em parte motivador desta decisão.

Anos 1980

Deflagrada a fase econômico-corporativa, através da abertura política promovida pelo regime militar.

Anos 1990 

Início da fase de luta pela hegemonia. 

Começo do século 21

A fase de luta pela hegemonia entraria na sua etapa de guerra de posição.

Anos 2010 

O partido assume publicamente sua identidade gramscista. Estaria ocorrendo a transição da etapa de guerra de posição para a etapa de ampliação do Estado. Não obstante, com a saída do Partido dos Trabalhadores do poder presidencial, em 2016, tornar-se-iam incertos os rumos do processo de transição para o socialismo promovido pelo partido. Há o risco de sequelas sociais associadas à interrupção deste processo ao espírito de cisão (veja item 7.1).






quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Anúncios na TV alemã e sueca promovem o genocídio e substituição do seu povo


Dois anúncios de TV, lançados na mesma semana na Alemanha e na Suécia, promovem o genocídio cultural e populacional dos alemães e suecos. (Veja os vídeos ao final do artigo)

Alemanha
O anúncio na TV alemã diz que as mulheres alemãs devem se submeter ao islão para provarem que são tolerantes. Neste anúncio, uma mulher coberta por véus está na frente de um texto que explicita "as mulheres turcas usam o hijab". A mulher se vira para a câmera, e ela é uma mulher alemã loira: Charlotte Würdig, uma atriz e moderadora da TV. Ela exclama orgulhosa que "eu visto um hijab, ele é lindo" antes de afirmar o slogan da campanha do anúncio: "Desfrute da diferença, comece a tolerância." Os contribuintes alemães têm de pagar uma taxa obrigatória Teledifusão Estado e de mídia para financiar canais de televisão e rádio da propriedade do governo. Todos os canais privados pertencem a apenas três empresas.

Este particularmente Canal é chamado de "Pro 7" e pertence à Lavena Segurar 4 GmbH, que também possui outros importantes canais de entretenimento e notícias. Toda a rede foi comprada por um bilionário judeu, Haim Sabam e, posteriormente, todos os canais foram infiltrados com uma agenda multiculturalista. Em alguns casos, a propaganda flagrante de canais de propriedade privada é ainda mais ridícula do que a televisão estatal. A campanha publicitária foi financiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

Suécia 
Já o anúncio na TV sueca foi financiado pela organização "IM" (Individual Människohjälp), uma ONG globalista comparável em seus objetivos à Fundação Open Society, de George Soros, lançou um novo vídeo que promove e celebra abertamente o genocídio e substituição dos suecos étnicos no seu próprio país. No anúncio, que poderia facilmente fazer parte do livro 1984, de George Orwell, cidadãos suecos são orientados a aceitarem a "mudança irreversível" de seu país e são ordenados a se integrarem a um "Novo País" moldado pela imigração em massa irrestrita de "novos suecos", que trazem consigo "sua cultura, língua e hábitos."

A abertura do anúncio já traduz toda a mensagem: "Não há como voltar atrás - a Suécia nunca vai ser o que era antes." O anúncio, com música de fundo hipnotisante, na sua esseência, promove o genocídio dos suecos étnicos, chamados de "velhos suecos", que devem dar lugar aos "novos suecos."

De acordo com o anúncio, o pedaço de terra chamado "Suécia" é meramente um "espaço seguro para as pessoas que procuram refúgio."

Genocídio 
Existem pessoas que dizem que o que está acontecendo é um genocídio. A questão é que o que acontece se reflete na Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio, aprovada pelas Nações Unidas de 1948.
Artigo 2.º -  Entende-se por genocídio os actos abaixo indicados, cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, tais como:
a) Assassinato de membros do grupo;

b) Atentado grave à integridade física e mental de membros do grupo;

c) Submissão deliberada do grupo a condições de existência que acarretarão a sua         destruição física, total ou parcial;

d) Medidas destinadas a impedir os nascimentos no seio do grupo;

e) Transferência forçada das crianças do grupo para outro grupo.
Os suecos nativos, supostamente, tem que aprender a se "integrarem" no "Novo País", ou seja, na Utopia Multicultural.

Suecos étnicos perderam o direito de se chamar de suecos. No "Novo País" todos podem ser suecos, "não importa o lugar de nascimento, não importa a raça".

Como esconder um Genocídio
Gregory H. Stanton, do Genocide Watch, redigiu um documento chamado "12 maneiras de esconder um genocídio." Alguns destes items são reformulados e adaptados para a situação da Suécia de hoje (e que pode ser extrapolada para cada país da Europa):

1. Questione e minimize as estatísticas.
Centenas de milhares de jovens, africanos e árabes, do sexo masculino, estão fluindo para a Suécia, um pequeno país de apenas 8 milhões de habitantes, distorcendo severamente a relação entre mulheres e homens nos grupos etários mais jovens. Segundo os marxistas culturais, isso não é nada para se preocupar, uma vez que isso aumenta a "diversidade".

2. Ataque as motivações daqueles que expõem a verdade.
Qualquer um mencionar o genocídio dos suecos étnicos é um racista, xenófobo, islamófobo, sexista e nazista, e está espalhando um discurso de ódio.

4. Enfatize que vítimas são os extrangeiros.
Os brancos são responsáveis ​​pela maior parte do mal do mundo. A civilização ocidental é a razão para a desigualdade e para as coisas horríveis que acontecem ao redor do mundo. A imigração em massa e a extinção dos brancos será a sua redenção.

7. Evite antagonizar os promotores do genocídio.
Qualquer um que sequer mencione alguma ONG, tal como a Fundação Open Society e seus financiadores, principalmente judeus, como George Soros, é um racista anti-semita.

8. Esconda a verdade usando-se de interesses econômicos atuais.
Afirme que a imigração em massa elevada é a única solução para a crise demográfica. As baixas taxas de natalidade de suecos étnicos podem ser compensadas através da imigração em massa.

9. Diga que as vítimas estão recebendo um bom tratamento.
A Suécia é um país rico! Estamos apenas sendo humanitários! Ninguém está dizendo não ser possível ainda existirem suecos étnicos! Os suecos ainda pode ser suecos, mas eles têm que se adaptar às novas tradições muçulmanas!

10. Negue que o que está acontecendo não se encaixa na definição de genocídio.
O ponto mais importante. Ninguém deve mencionar a violação da Convenção de Genocídio da ONU. Quem fizer isso deve ser rotulado como um teórico da conspiração.

11. Culpe as vítimas.
Os suecos são racistas, responsáveis ​​pela escravidão, opressão das minorias, exploradores dos trabalhadores do terceiro mundo e não são suficientemente tolerante. Sua cultura é racista e odiosa. Eles merecem ser substituídos.

12. Diga que a paz e a reconciliação são mais importantes do que culpar pessoas por genocídio.
Ajudar as pessoas necessitadas é mais importante! A paz mundial só pode ser alcançada quando os povos da Europa forem substituídos por uma mistura multicultural e desprovido de suas respectivas identidades nacionais.

Bem-vindo ao distópico "Mundo Novo."

O anúncio da TV alemã: 


O anúncio da TV sueca (e alguns comentários depois dele, dentro do vídeo): 



terça-feira, 20 de setembro de 2016

Divórcio e Poligamia Islâmica: nos dois casos, a mulher se prejudica


José Atento

Neste artigo, eu exploro um caso recente na Índia como motivação para tratar de duas facetas do islamismo e da lei islâmica (Sharia) nefastas para a mulher: o divórcio (talaq) e a poligamia.

(leia mais sobre os " direitos" da mulher segundo a lei islâmica clicando aqui)

Segundo a Sharia, o marido pode se divorciar da esposa através do "talaq triplo." O talaq triplo é quando o muçulmano diz para a esposa (qualquer uma delas) 3 vezes "eu me divorcio." Pronto. O casamento está desfeito. A(s) esposa(s) não tem o mesmo direito.


A Corte Suprema da Índia foi intimada a julgar a validade do talaq triplo, considerado por muitos como inconstitucional. Mas, o grupo islâmico Conselho Muçulmano da Lei Pessoal da Índia (AIMPLB) avisou aos juízes que eles não têm autonomia para julgarem a lei de Alá (Tehelka). Ou seja: muçulmanos desejam sim ter uma sociedade paralela só para eles ... e em qualquer lugar do mundo! (até que se tornem maioria e imponham a Sharia, seja parcialmente ou em sua totalidade, sobre os não muçulmanos ... pois a Sharia estabelece regras sobre os não muçulmanos)

Este mesmo Conselho Muçulmano afirmou que o talaq triplo é melhor do que o marido matar a esposa (FP India). Essa é a lógica tortuosa do islão, que apenas psicopatas apoiam.

Muçulmanas manifestam pelo fim do talaq

A defesa apresentada pelo Conselho Muçulmano junto à Suprema Corte é um festival de misoginia. Abaixo apresentamos 11 pontos da defesa do talaq triplo bem como da poligamia - o grifo é original da referência  (The News Minute):
1. "leis pessoais de uma comunidade não podem ser re-escritas em nome de reforma social."
2. "Seguindo um sistema de patriarcado, embora certas práticas do Islã pareçam ser aparentemente menos favoráveis ao sexo feminino, já que o pai é o chefe da família, a lei pessoal é concebida de tal maneira que os direitos e obrigações são ajustados para criar equilíbrio, por exemplo, quando o Islã confere certos direitos sobre o macho, ela também impõe obrigações sobre ele, e enquanto que as fêmeas recebem menos direitos, não existem obrigações impostas sobre elas, deste modo criando-se harmonia, mesmo sem perturbar o equilíbrio."
Uma das justificativas para Talaq Triplo
3. "... nos casos em que discordâncias sérias se desenvolvem entre as partes e o marido quer se livrar da esposa, compulsões relativas a demoras no processo de separação legal, e as elevadas despesas de tal procedimento, pode impedi-lo de adotar tal curso, e, em extrema casos, ele pode recorrer a formas criminosas ilegais de se livrar dela ao assassiná-la. Em tais casos, o Talaq Triplo, é um recurso melhor em comparação com estes empreendimentos ilegais."
4. "A Sharia concede o direito ao divórcio para o marido porque os homens têm maior poder de tomada de decisão. Eles são mais propensos a controlarem suas emoções e não tomarem uma decisão precipitada."
5. "Defender a separação através do tribunal implica que as fraquezas da outra parte sejam expostas em domínio público. Algumas falhas morais são consideradas mais escandalosas para as mulheres em nossa sociedade. Por exemplo, a acusação contra um homem que ele tem conduta e temperamento ruins pode danificar apenas um pouco as suas perspectivas de um novo casamento. No entanto, a mesma acusação do marido, feita publicamente contra a personalidade da esposa, pode privá-la da possibilidade de um novo casamento. Ela pode ser mais prejudicada do que beneficiada por processos judiciais."
6. "Ao se conceder ao marido o direito ao divórcio, indiretamente se oferece segurança para a esposa. O casamento é um contrato em que ambas as partes não são fisicamente iguais. O homem é mais forte e o sexo feminino mais fraco. O homem não é dependente da mulher para sua proteção."
7. "Se um discórdia séria se devenvolve entre o casal e o marido não deseja mais viver com ela, a demora associada ao processo de separação, e as despesas inerentes ao mesmo, podem impedi-lo de seguir o curso legal. Em tais casos, ele pode recorrer a meios ilegais e criminosos, como assassinar a esposa ou queima-la viva."
Em defesa da poligamia
8. "No entanto, onde as mulheres superam os homens (em número) e a poligamia não é permitida, as mulheres serão forçadas a levar uma vida de uma solteirona. Em resumo, a poligamia não é para gratificar a luxúria dos homens; é uma necessidade social."
9. "Os homens são condenados a penas de longa duração devido aos seus crimes hediondos, crimes estes que mesmo as mulheres desviantes não podem cometer devido à sua fragilidade natural."
10. "A poligamia garante pureza sexual e castidade. Sempre que a poligamia foi banida, a história indica que o sexo ilícito levantou a sua cabeça."
11. "A preocupação e compaixão para com as mulheres estão no cerne da provisão da poligamia. Se uma mulher é cronicamente doente ou se o seu marido está decidido a tomar uma segunda esposa por causa de sua esterilidade, ou qualquer outro motivo, válido ou frágil, e se a opção da poligamia não estiver disponível para ele, ele ou irá se divorciar dela, o que é algo repreensível, ou ele irá se saciar com uma poligamia ilícita. Uma amante ilegal é mais prejudicial para o tecido social do que uma segunda esposa legítima. Pois a amante ilegal o irá chantagear. Em todos os casos acima, a poligamia é uma benção, não uma maldição para as mulheres."
O problema do islamismo é que ele força os muçulmanos a terem que defender o indefensável e o ilógico. E se você discordar você é ofendido ou agredido.

O homem pode tudo! A mulher nada. Vamos usar a mesma linha de argumentação usada no item 11 acima. Imagine uma esposa jovem de um marido velho, que nem Viagra mais funciona, ou o marido está cronicamente doente, ou ele é estéril. A esposa não pode ter um segundo marido! O homem pode, mas a mulher não! Então, ela vai ter um "amante ilegal", o que é "mais prejudicial para o tecido social do que um segundo marido legítimo." Não seria, então, a poligamia feminina (poliandria) uma benção para o marido?

E, adotando a "lógica" do item 10, a poliandria "garante a pureza sexual e a castidade", pois a mulher estaria tendo relações sexuais apenas com os seus maridos. A poliandria, neste caso, não é para gratificar a luxúria das mulheres (que é menor do que a dos homens segundo o sapiencíssimo Alá), mas sim uma necessidade social (conforme o item 8).

O fato é que existem muçulmanos com cérebro e com coragem para lutar contra a Sharia. Por exemplo, no começo deste ano, uma petição online, assinada por 50 mil mulheres muçulmanas da Índia, pediu a abolição do talal triplo e da poligamia (First Post). E um grupo chamado Busca das Mulheres Muçulmanas pela Igualdade (Muslim Women’s Quest for Equality - MWQE) também entrou com recurso na Suprema Corte da Índia pedindo pelo banimento dos tribunais islâmicos e pedindo para que a lei islâmica (Sharia) não seja mais permitida para funcionar como um sistema judiciário paralelo (Independent).

Muitos muçulmanos defendem abertamente a poligamia porque foi assim que Maomé (e o seu alter-ego Alá) definiu. Afinal, Maomé tinha que garantir o seu harém, e impedir que as suas esposas o traíssem com outros homens. As mulheres muçulmanas pagam pelos crimes cometidos por um pervertido sexual do século VII (Maomé).

Muçulmanas (que conhecem a Sharia e têm coragem) dizem não à poligamia
(As muçulmanas idiotas que não conhecem a Sharia a defendem)

Um estudo realizado pela ONG Bharatiya Muçulmana Mahila Andolan, em 10 estados da Índia, constatou que 92,1% dentre as 5 mil mulheres muçulmanas entrevistadas são favoráveis à proibição da prática do talaq triplo. Este estudo envolveu um grupo de mulheres com as seguintes caraterísticas: 78% não possui renda própria, 82% não tem propriedade em seu nome, 55% foi casada antes dos 18 anos e 53% tinha enfrentado violência doméstica (Times of India). Mesmo assim, o estudo mostrou que 91,7% delas é contra que seus maridos se casem pela segunda vez (Times of India).

Além de não terem quase nada, estas mulheres muçulmanas ainda têm contra sí Alá e a lei islâmica (Sharia).

Agora, vejamos. Se adultos, homens e mulheres em posição de igualdade e donos do seu nariz, desejam ter um relacionamento "poliamoroso" isso é um problema deles. O que ocorre no islamismo é que apenas os homens têm este direito, e as mulheres não tem mecanismos de defesa, pois elas estão em um estágio inferior e a lei islâmica é toda favorável aos homens. 

Mulheres muçulmanas que defendem a poligamia, bem como o talaq triplo, não odeiam apenas a sí mesmas. Eles odeiam, principalmente, as outras mulheres.

Mas, enquanto isso, nós aqui no Brasil temos que aturar clérigos islâmicos, como o xeique Rodrigo Rodrigues, o xeique Jihad Hammadeh, e outros, bem como apologistas de todos os tipos, até mesmo de igrejas cristãs, defendendo o islamismo e tentando tapar o sol com a peneira. Não! Não! E Não! Não queremos Sharia no Brasil! 
A Sharia é um sistema legal que é 100% contrário à Constituição do Brasil.  

Para complementar, algumas evidências envolvendo a poligamia, e porque ela é ruim para homens, mulheres, crianças e para a sociedade em geral.
  • A poligamia contribui com o aumento da criminalidade, porque nas sociedades poligâmicas, sempre haverá um grupo de homens jovens solteiros que não têm nenhuma perspectiva de uma parceira, pois não há mulheres suficientes e eles não têm dinheiro ou status suficiente para terem uma esposa. É um fato sociológico bem estabelecido que os homens solteiros tendem a cometer mais assassinatos, roubos e estupros (Pinker 2011, p. 104-105).
  • Nas culturas que permitem os homens a tomarem várias esposas, a competição intra-sexual que ocorre leva a um maior nível de crime, violência, pobreza e desigualdade de gênero do que nas sociedades que institucionalizam e praticam o casamento monogâmico (Henrich, UBC).
  • Pesquisadores descobriram recentemente uma associação significativa entre a prevalência de poligamia e a facilidade de recrutamento de jovens para grupos terroristas (Politico). 
  • O casamento monogâmico precedeu a democracia e os direitos de voto para as mulheres nos países em que foi institucionalizado. Ao diminuir a concorrência por noivas cada vez mais jovens, o casamento monogâmico levou a um aumento da idade do primeiro casamento para as mulheres, diminuiu a diferença de idade entre os cônjuges, e elevou a influência feminina nas decisões domésticas, o que diminuiu a fertilidade total e aumentou a igualdade de gênero (Henrich, UBC).
  • O casamento monogâmico também resulta em melhorias significativas no bem-estar infantil, incluindo taxas mais baixas de negligência infantil, abuso, morte acidental, homicídio e conflitos intra-familiar (Henrich, UBC).
  • A violência contra as mulheres torna-se endêmica no contexto de sociedades polígamas. Tais culturas apresentam taxas de tráfico sexual e violência doméstica contra as mulheres que são o dobro do que as taxas em sociedades de baixa poligamia, enquanto o risco de mutilação genital feminina em sociedades altamente políginas aumenta cem vezes. E quando se trata de crianças, meninos e meninas nas sociedades poligâmicas estão em maior risco de desnutrição e também recebem menos educação, tornando a mobilidade social desafiadora (Politico).
  • Nas sociedades poligâmicas, os casamentos são frequentemente arranjados, é mais provável das mulheres se tornarem viúvas precocemente, o direito de custódia dos filhos favorece o pai, e as mulheres são frequentemente isoladas (NY Times).  
  • Um exemplo deste isolamento vem de um estudo realizado nos Emirados Árabes, que indicou o nível de problemas de natureza emocional sentido pelas mulheres, especialmente quando elas descobriram que o seu marido havia tomado outra esposa. "Os casos graves variam de depressão, ataques de raiva ou até mesmo doenças" (The National).
Referência a dois estudos recentes sobre poligamia:
  1. Rose McDermott e Jonathan Cowden, Polygyny and Violence Against Women, The Polygamy Question, University Press of Colorado, 2015. (disponível em html neste link)
  2. Joseph Henrich, Robert Boyd, PeterJ.Richerson, The puzzle of monogamous marriage, Phil.Trans.R.Soc.B, 2012, 367, pp. 657–669, doi:10.1098/rstb.2011.0290



sábado, 17 de setembro de 2016

Estudioso do islamismo prevê guerra civil na Europa, provocada pela "Geração Jihad"


Gilles Kepel, um professor de ciência política da universidade francesa Sciences Po (Instituto Parisiense de Estudos Políticos), afirmou que a terceira geração de jovens muçulmanos está sendo cada vez mais radicalizada e pode levar o continente a uma guerra civil. Ele afirmou que uma geração inteira se tornou adepta dos movimentos salafistas e wahabistas, cujo objetivo não é o de apenas conquistar a Europa, mas também o de eliminar a oposição islâmica mais moderada.

Em entrevista ao Die Welt, Prof. Kepel prevê que o crescente número de muçulmanos, que estão formando o que ele chama de "Geração Jihad", provavelmente continuará a cometer atos de terror nas cidades européias. Ele afirmou que o objetivo do terror não é o de apenas provocar uma mudança política, mas também o de incitar ódio do resto da sociedade contra os muçulmanos, o que levaria a uma radicalização ainda maior de muçulmanos, atingindo um ponto que levaria a Europa a uma guerra civil total.

O objetivo a longo prazo da Geração Jihad é destruir a Europa através da guerra civil e, em seguida, construir uma sociedade islâmica a partir das cinzas, disse Prof. Kepel. De fato, esta é uma estratégia semelhante a aplicada pelo Estado Islâmico na Síria, Iraque e Líbia, onde a organização islamista se usou do caos da guerra civil para, lentamente, construir suas forças, crescer em poder e ocupar território rapidamente.

O Prof. Kepel diz que a maioria dos muçulmanos não participam ativamente do terrorismo nem estão envolvidos a grupos terroristas. Contudo, o crescimento do salafismo entre os jovens significa que a terceira geração de muçulmanos é muito mais propensa a participar de grupos radicais.

O Prof. Kepel afirma que o salafismo e o wahabismo são ideologias perigosas, ao pregarem, por exemplo, que os ocidentais são "incrédulos", e ao encorajarem um caminho para a violência.

Na entrevista, o Prof. Kepel menciona a questão dos "muçulmanos moderados", notadamente os intelectuais islâmicos, afirmando que eles não estão fazendo o suficiente para combater a ideologia salafista e wahabista. O estudioso afirmou que os imãs tradicionais têm o dever de rejeitar os ensinamentos salafistas e wahabistas, porém, a grande maioria permanece em silêncio sobre o assunto.

Acrescente-se a este fato, o número crescente de jovens imigrantes que entram na Europa à partir do Oriente Médio e Norte da África. Estes jovens, ou trazem consigo os ensinamentos salafistas e wahabistas, ou se tornam facilmente influenciados por estes ensinamentos, ao perceberem que a expectativa de vida fácil na Europa não é satisfeita, o que gera revolta. O fato é que as autoridades policiais alemãs têm flagrado salafistas tentando converter e recrutar imigrantes, até mesmo dentro dos alojamentos para refugiados.

A polícia alemã tem feito operações para prender pregadores salafistas, tais como Sven Lau, o fundador de uma "patrulha islâmica" que tentava impor a Sharia nas ruas Wuppertal. O Die Welt disse, em outra reportagem, que a polícia tem o registro de 45 mil pregadores salafistas, e que vários têm sido presos, porém sem antes cometerem atrocidades, como em um caso onde a comunidade sique de Essen foi atacada por uma bomba caseira.

Na noite de 11 de setembro, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, disse que "ataques são frustrados todos os dias ... incluindo neste momento, enquanto falamos." Valls disse que cerca de 15.000 pessoas na França estão sendo acompanhados, porque eles são suspeitos de estarem no processo de radicalização, enquanto que 1.350 estão sob investigação - 293 deles por supostas ligações com uma rede de terrorismo.

É importante lembrar que apenas muçulmanos, incluindo-se aí os recém-conversos, são afetados por este problema. Não existe risco de não muçulmanos cometerem atrocidades gritando Allahu Akbar.





quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Estudioso muçulmano afirma não existir separação entre Estado e religião no islão


Estudioso muçulmano destaca as diferenças entre o islamismo e o cristianismo e condena o relativismo cultural do Ocidente que defende que todas as religiões são iguais. Segundo ele, o Islã não é simplesmente uma denominação que possa ser incluída no reino livre de uma sociedade pluralista.
O Alcorão é o discurso de Alá, e Alá é imutável e perfeito, então é assim o seu discurso. Questionar a origem divina do Alcorão, então, é questionar o próprio Alá.
No islão, Alá apenas reina de verdade onde a lei islâmica, a Sharia, é praticada como a lei da terra.
(Leia mais sobre a incompatibilidade entre democracia e o Islã clicando aqui)

Em artigo para o jornal americano LA Times entitulado From burkinis to the Koran: Why Islam isn't like other faiths (Do burquíni para o Alcorão: Por que o Islã não é como outras crenças), Shadi Hamid, um membro sênior do Brookings Institution e autor do livro Excepcionalismo Islâmico: Como a luta pelo Islão está a remodelar o mundo, afirmou que suposição ocidental de que todas as religiões são basicamente as mesmas e querem as mesmas coisas é fundamentalmente errada.

Estas diferenças, Hamid afirma, surgem a partir da visão do texto sagrado que conduzem para uma compreensão da natureza do Estado e sua relação com a religião. "Os muçulmanos acreditam que cada palavra do Alcorão vem diretamente de Alá. Se o Alcorão é o discurso de Alá, e Alá é imutável e perfeito, então é assim o seu discurso. Questionar a origem divina do Alcorão, então, é questionar o próprio Alá, e Alá não é facilmente colocado em uma caixa, longe da esfera pública."

Segundo Hamid, "ao contrário do que muitos pensam, não há equivalente cristão do conceito corânico de "infalibilidade", nem mesmo entre os evangélicos de extrema-direita."  

Hamid declara que a diferença entre o cristianismo e o islamismo sobre o Estado advém das diferenças da figura central de cada fé. Enquanto que Jesus pregou dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, Maomé uniu fé e o Estado em sua própria pessoa.

"Ao contrário de Jesus," Hamid afirma, "Maomé foi tanto profeta quanto político. E mais do que apenas um político, ele foi um construtor de um Estado, bem como um chefe de Estado. Não foram só as funções religiosas e políticas entrelaçadas na pessoa de Maomé, elas foram feitas para ser interligadas."

"Defender a separação entre religião e política, então, é argumentar contra o próprio modelo do homem que muçulmanos mais admiram e procuram imitar", argumenta Hamid.

Devido a isso, Hamid conclui que o islão "não se presta facilmente ao liberalismo moderno", o modelo de democracia adotado pelo Ocidente judaico-cristão.

No islão, Alá apenas reina de verdade onde a lei islâmica, a Sharia, é praticada como a lei da terra.

"Eu percebo que alguns dos meus colegas muçulmanos americanos vão ver esses argumentos como inconveniente, retratando o islão de uma forma não tão positiva", escreve Hamid.

"Mas não é o meu trabalho fazer que o Islã tenha uma boa aparência, e não se ajuda a ninguém manter ficções que nos fazem sentir melhor, mas não refletem verdadeiramente o poder e relevância da religião."

As afirmações contundentes de Hamid sobre o Islã, de fato, se encaixam com o que outros estudiosos têm dito há anos, e obriga os ocidentais a olharem mais de perto a relação entre democracias liberais e uma fé que rejeita alguns dos princípios fundamentais que a tornam possível, tal como a separação entre igreja e estado.

Um caso em questão são os escritos de Joseph Ratzinger, que se tornaria Papa Bento XVI, ao refletir bastante sobre relações Igreja-Estado.

Em seu livro de 1996 Sal da Terra, Ratzinger escreveu que "a interação entre a sociedade, a política e a religião tem uma estrutura completamente diferente no Islã" do que no Ocidente. Ele chegou a dizer que muito da discussão de hoje no Ocidente sobre o Islã "pressupõe que todas as religiões têm basicamente a mesma estrutura, que todas elas se encaixam em um sistema democrático com seus regulamentos e as possibilidades oferecidas por estes regulamentos."

No entanto, isto não é consistente com os fatos, ele continuou, mas em vez disso, "contradiz a essência do Islã, que simplesmente não tem a separação da política e da esfera religiosa que o cristianismo tem tido desde o início."

Ao contrário do Cristianismo, o Islã atribui à religião um papel mais amplo, que abrange a vida política ou social, bem como o que é religioso, espiritual ou moral.

"O Islã tem uma organização total da vida que é completamente diferente da nossa; ela abraça simplesmente tudo", escreveu Ratzinger. "Há uma subordinação muito acentuada da mulher ao homem; existe uma lei criminosa muito coesa, na verdade, uma lei que regulamenta todas as áreas da vida, que se opõe às nossas idéias modernas sobre a sociedade."

A conclusão a que ele chegou foi decepcionante. Ele alertou que devemos ter uma compreensão clara de que o Islã "não é simplesmente uma denominação que possa ser incluída no reino livre de uma sociedade pluralista."

Como Hamid sugere em seu artigo do LA Times, o discurso sobre o Islã deve começar com um reconhecimento honesto sobre o que ela ensina e aquilo que os muçulmanos acreditam.

Adaptação de artigo de Thomas D. Williams, Ph.D.



terça-feira, 13 de setembro de 2016

A islamização e erosão da França deve servir de alerta para o Brasil


Veja você. Em 1965 existiam apenas 5 mesquitas na França. Hoje, existem 2359, com a construção de mais 250 à caminho. Proporcionalmente, existem mais mesquitas do que igrejas católicas.

Abaixo veja o crescimento exponencial de mesquitas que foram construídas na França desde 1965. Isto tem ocorrido com a conivência do governo francês (tanto de direita como de esquerda, mas principalmente destes últimos), que burlaram a lei da laicidade de 1905, inclusive financiando a construção de muitas delas. Os governos também falharam ao deixar fluir, sem restrições, o investimento extrangeiro na construção de milhares destas mesquitas, e sem questionar o viés ideológico que estava por detrás disso (wahabismo, salafismo, khomeinismo). O resultado disso é que hoje em dia existem mais de 2300 mesquitas na França, sem contar os centros de "cultura" islâmica, as escolas islâmicas, etc. Nós sabemos bem o papel das mesquitas na jihad e na hégira islâmica.
1965 - 5 mesquitas
1985 - 913 mesquitas
1999 - 1536 mesquitas
2016 - 2359 mesquitas
2020 - ? 
https://youtu.be/fA2YsjKlmAA ok

Alie-se a isso o fato da França aceitar de braços abertos a imigração de milhões que desejam, em última análise, que a Sharia seja a lei da França, ou seja, desejam transformar a nação francesa em uma nação islâmica.

Em persistindo esta tendência, os indícios são de que a França cessará de exitir como nação civilizada e ocidental dentro de mais algumas décadas.

Como reagir a isso? Ou, talvez, existe chance de reagir a isso?

Bem, o ideal é sempre prevenir, não permitindo que o islamismo crie raízes, pois estirpar estas raízes é algo muito difícil. A jihad islâmica, seja armada ou não, é implacável e destruidora de civilizações, incluindo-se a Civilização Clássica (outro exemplo é a Índia).

Em se tratando de islamismo, não existe segunda chance. A história mostra que a jihad islâmica foi revertida apenas duas vezes, e com o emprego de armas, que é algo que ninguém deseja. A situação na França me faz lembrar de algo dito por Winston Churchill:
Se você não lutar por aquilo que é o correto quando você pode vencer facilmente e sem derramamento de sangue; se você não lutar quando sua vitória é certa e não muito cara; você pode se ver defronte a um momento no qual você terá que lutar com todas as probabilidades contra você e com apenas uma chance precária de sobrevivência. Pode até haver um caso pior. Você pode ter que lutar quando não há esperança alguma de vitória, porque é melhor morrer do que viver como escravo.
Que a situação da França sirva de exemplo para nós no Brasil. Querer parecer bonzinho e não reagir enquanto existe tempo é burrice e suicídio.

Mas José, como reagir.

O Tendão de Aquiles do islamismo é o seu fundador, Maomé. Ele foi ladrão, assassino e mandante de assassinatos, pervertido sexual, pedófilo, mercador de escravos e pirata, e senhor da guerra e terrorista. Se as pessoas souberem quem foi Maomé, elas irão naturalmente resistir à propaganda islâmica e terão pena de quem as chamar de islamófobas. Leia um bom resumo aqui: parte 1, parte 2 e parte 3. Um livro sobre a vida de Maomé está disponível clicando aqui.

É importante também saber o que a lei islâmica Sharia prescreve para os não muçulmanos, para os ex-muçulmanos, para as mulheres, para os homossexuais, e que a primeira diretriz do islamismo é impo-la como lei no mundo todo! Leia Lei Islâmica (Sharia) para os não muçulmanos.

E, a nível de governo, o ideal seria que ideologias que últimamente desejam substituir a nossa Constituição com a Sharia (wahabismo, salafismo e khomeinismo) fossem impedidas de entrar no Brasil e o que já existe devidamente monitorado e suprimido.

Leia e compartilhe. Nós não temos os bilhões de dólares dos sauditas, mas temos a verdade.


domingo, 11 de setembro de 2016

Prefeita de Paris criará (múltiplos) campos de refugiados ao redor da cidade



Uma notícia do The Local informa que a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, anunciou a criação de dois campos de refugiados "humanitários" em Paris. A prefeita disse que ambos devem ser abertos até o final de setembro.

"Haverão dois campos de migrantes, um para apenas homens, e um para mulheres e crianças",

Segundo a notícia, nos últimos meses, a polícia de choque em Paris vem limpando campos de migrantes irregulares, incluindo um no início deste mês por baixo dos trilhos da Linha 2 na estação de Metro Juares que foi o lar de 2.500 refugiados.

A notícia termina com a prefeita Hidalgo dizendo que cerca de 80 a 100 novos refugiados e migrantes chegam a Paris todos os dias, muitos deles com a esperança de irem para Calais, de onde eles tentam chegar ao Reino Unido.

Esta decisão da prefeita de Paris é uma atitude de desespero em decorrência da política de portas abertas da União Européia. Não existe infra-estrutura para se acolher milhões em tão pouco tempo. E isso sem falar no fato que a maioria destes "refugiados" são homens jovens e que olham para as mulheres que não se cobrem islâmicamente como "carne exposta" à espera do predador sexual.

A prefeita deseja "limpar" as ruas de Paris. Paris se tornou em uma cidade onde milhares de extrangeiros vivem nas ruas. Retirá-los das ruas resolve o problema estético, mas não resolve o problema de segurança, e nem irá impedir os homens refugiados de irem à caça das mulheres francesas do mesmo jeito que ocorre na Suécia, Alemanha e Áustria.

Estes campos irão aumentar em número pois o número de "refugiados" cresce dia-a-dia. Os campos irão se tornar uma base para organização, seja com o intuíto de migrarem para outros países, como o Reino Unido (objetivo dos "refugiados de Calais"), como base para radicalização e organização da própria jihad. Em breve, estes campos de refugiados irão se tornar em "zonas proibidas" (no-go zones) onde os serviços sociais, ambulâncias, bombeiros, precisam da escolta da polícia para entrarem.

Estes campos de refugiados não resolvem o problema, apenas o agrava.

Pode parecer desumano, mas a única solução é devolver estes "refugiados" para os seus países de origem. Eles não estão fugindo conflitos. Eles são "refugiados econômicos", oriundos do norte da África e Magreb, que buscam viver às custas do serviço social europeu, e tentando impor a ideologia islâmica, que eles consideram perfeita, sobre os europeus nativos, sem, claro, se darem por conta que é exatamente esta ideologia que vem criando os problemas que eles tentam fugir.

A França está pressionando a Grã-Bretanha a aceitar alguns destes "imigrantes", alegando ser para lá que eles desejam ir. Em contra-partida, A primeira-ministra da Grã-Bretanha, Theresa May, respondeu à estas pressões francesas com a construção de um muro, ao custo de  2 milhões de libras. Ou seja, estes "imigrantes" irão ficar na França. E quais as consequências para o povo francês, condenado a uma possível futura guerra civil que eles nunca desejaram? 

Enquanto isso, milhares de migrantes estão potencialmente à caminho, oriundos da Itália, que continua recebendo refugiados, na casa dos milhares por dia!.

Abaixo, dois vídeos que mostra o estágio que Paris se encontra, mostrando os acampamentos à céu aberto que a prefeita deseja limpar.

Paris à noite

Paris de dia


Atualizações em agosto de 2016

Veja o que entrou de novo no blog em agosto de 2016

São João Damasceno e a Heresia dos Ismaelitas (muçulmanos): isso deveria ser ensinado nas igrejas!
Leia o artigo todo clicando aqui.

Apostasia

Irã, relatório de 2014 "Apostasia na República Islâmica do Irã"
(Iran Human Rights

Egito: muçulmano que tinha se convertido para o cristianismo não resiste a prisão e retorna ao islamismo
Este é um exemplo de como a apostasia é um crime no islamismo. Mohammed Hegazy adotou o cristianismo em e, em 2007, pediu para alterar a sua carteira de identidade, o primeiro egípcio a pedir isso. Desde então ele sofreu com assédio, prisão, e até mesmo tortura. Ele se mudou com a família para a Alemanha, mas em 2013 foi preso, ao visitar a família no Egito, sendo acusado do crime de "defamação da religião." (Christianity Today) A Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 18, diz que todos tem o direito de trocar de religião. Mas o islamismo não. Para o islão, direitos humanos são anti-islâmicos.

Paquistão: mãe e filha atacadas por se converterem à facção Ahmadia
Eles pedem proteção à Justiça. (tribune)

A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
Reino Unido: 900 sírios presos por estupro e assédio sexual
Em um período de menos de um ano, a polícia na Inglaterra e no Pais de Gales prendeu 900 sírios por crimes diversos, mas o que mais chamou a atenção é a quantidade de crimes envolvendo estupro e assédio sexual.  É comum ouvir de xeiques, imãs ou mesmo de muçulmanos comuns que as mulheres infíéis são como "carne descoberta." (Express)

Escócia: Imã diz ser aceitável ter escravas sexuais
Imã Ali Hammuda da Mesquita Al-Manar em Cardiff, no Reino Unido diz que é aceitável manter escravas sexuais. Isso está no Alcorão e nas Tradições de Maomé, mas tem gente que tenta esconder isso. Mas, com uma maior presença de clérigos no Ocidente, fica muito difícil esconder isso. Ele explicou um hadice dizendo que no fim dos tempos, existirão muitas guerras, como agora, e os muçulmanos irão ter muitas prisioneiras, e eles podem fazer sexo com elas. É permitido ter relações com uma esposa ou uma escrava. (isso segundo o Alcorão 4:3, 4:24 e 33:50) (Mundo ao Minuto, Express)

Índia: muçulmanos ganham dinheiro para convencer mulheres a se tornarem muçulmanas
Se você é uma dessas brasileiras deslumbradas por um namorado virtual muçulmano indiano, saiba que eles recebem 400 mil rupias por cada católica convertida ao islamismo e 300 mil rupias por cada evangélica convertida. (Indi(a)gestao)

Turquia: Corte Suprema anula lei anti-pedofilia
Ela anulou leis relativas a abuso sexual de menores de 15 anos (Hurriyet) Efeito da islamização imposta por Erdogan?

Rio: o choque entre civilizações mostrado durante jogo de volei de praia
A dupla da Alemanha derrotou a dupla do Egito no volei de praia durante os Jogos Olímpicos. As alemães se vestindo como quem vai à praia enquanto que as egípcias se vestiam como quem tem medo de apanha do marido. A foto ilustra também como o Egito retrocedeu (veja fotos em fotos que falam por sí). O mais triste é ver pessoas comemorando o fato das egípcias serem forçadas a jogaram volei de praia deste jeito. Por que não um maiô? Ou um bermudão? É porque no islamismo o corpo da mulher é considerado aura (órgão sexual) e precisa ser coberto. Todo o corpo! O blog O Reacionário escreveu um artigo interessante sobre isso.

"O progresso social pode ser medido pela posição social das mulheres." -- Karl Marx. 

Indonésia: mulher açoitada em praça pública por namorar
uma ofensa chamada "khalwat" Isso ocorreu na Província de Achem, em frente a mesquita Al Furqon. O namorado também foi açoitado. (Sun)

Suíça: casamentos forçados de meninas menores está aumentado com o aumento da imigração
Os casos atingem imigrantes oriundos do Iraque, Síria, Eritréia, Afganistão e Somália (todos "paraísos islâmicos"). Os 26 casos relatados este ano são um número maior do que todos os casos relatodos no período entre 2005 a 2015.  (Swissinfo)

Arábia Saudita: anúncio da IKEA retira a mulher da fotografia
Ao lado esquerdo como o anúncio é de verdade. Ao lado direito como ele aparece na Arábia Saudita, sem a mãe descoberta.


Itália: mesquitas encorajam a poligamia, no rastro do casamento unisex
Estima-se que 20 mil casamentos polígamos existam no seio da comunidade islâmica na Itália. Eles desejam a poligamia já que o casamento unisex foi recentemente aprovado na Itália. Eles usam do mesmo argumento, dizendo "não existe problema de casamento polígamo se for consensual." Eles também dizem que "poligamia é um direito civil." (Express).

Paquistão: homem matou primeira esposa em um crime de honra, mata a segunda pelo mesmo motivo
O muçulmano desconfiou que a sua esposa, e mãe de seus 3 filhos, o estava traindo. Ele cortou o pescoço dela. Ele havia matado a sua primeira esposa 15 anos atrás. (Tribune)

Paquistão: pai mata suas duas filhas por terem se casado com homens que elas escolheram
Kosar (22 anos) and Gulzar Bibi (28 anos) foram mortas em crimes de honra por terem se casado com os homens que eles escolheram, por amor. O pai queria que elas se casassem com primos. (Business Standard)

Paquistão: Muhammad mata ex-esposa em crime de honra
Muhammad, ex-marido de Shahid, uma mulher paquistanesa residente na Inglaterra e morta no Paquistão no mês passado, confessou que ele a estrangulou Ela estava visitando familiares no Paquistão. A polícia não fez ocorrência contra Muhammad pois a família da vítima não se manifestou. A mulher havia se casado novamente contra a vontade da família. (Tribune)

Alemanha: pedófilos imitam Maomé
Criança de 4 anos de idade, refugiadas, estuprada por um afegão em um centro de asilados (Independent)

Alemanha: clérigos muçulmanos casam menores, e autoridades ficam apenas olhando
Meninas de 9 anos forçadas a se casarem (Express). A mesma idade que Aisha tinha quando Maomé a consumiu sexualmente.

Suécia: uma relação de ataques sexuais prepetrados por "extrangeiros" 
Os extrangeiros são, na sua maioria, oriundos do Afeganistão, Eritréia e Somália, enquadrados como "refugiados menores de idade desacompanhados." Na verdade muitos desses "refugiados" são maiores de idade mas que, sem documentos, alegam terem menos de 18 anos. Muitos destes ataques foram acobertados pelo governo e pela imprensa (Gatestone):
  1. mulheres e meninas foram atacadas durante o festival de música "Nós Somos Estocolmo", em 2014 e 2015.
  2. organizadores do festival de música de Trästocksfestivalen em Skellefteå ofereceram ônibus gratuitos para os "refugiados menores de idade desacompanhados" para irem ao festival." Ao término do festival, a polícia registrou doze casos de ataques sexuais. 
  3. muitos dos perpetradores que abusaram sexualmente das mulheres no festival de música "Putte i parken" em Karlstad usavam a pulseira "Não apalpe". O mesmo aconteceu no festival de Bråvalla. Esta pulseira foi distribuida pelas autoridades para "proteger as mulheres."
  4. Diversos casos de assédio na passagem do Ano Novo, no qual refugiados fizeram ataques em grupo no estilo taharrush gamea.
  5. 123 incidentes de assédio de meninas suécas entre 15 e 16 anos em piscinas públicas.

Esquerda: mulher sendo assediada sexualmente por grupo de "refugiados"; Direita: mulheres se consolam enquanto um assediador é preso pela polícia

Índia: mulher divorciada pelo telefone e sem a posse dos 4 filhos
O homem, muçulmano, tem outras esposas e conseguiu o divórcio em Dubai, onde trabalha. Ele telefonou para ela e disse pelo telefone (3 vezes): eu me divorcio (talaq). Ele está com os quatro filhos e os ameaça se a esposa tentar fazer algo. Ela entrou na justiça da Índia alegando que a Sharia contraria vários artigos da Constituição indiana. (Indian Express)

Arábia Saudita: ONG para promover a poligamia
Segundo o seu fundador e clérigo saudita, Dr. Attalah Alabar, a missão da ONG Multiplicity (Multiplicidade) é a de "encorajar as mulheres a aceitarem a poligamia, para satisfazer os seus maridos, e reduzir a oposição contra o homem ter múltiplas mulheres. Ele disse que "quem quer que se oponha a poligamia desafia a lei Sharia." (Breitbart)


Canadense promete fidelidade ao Estado Islâmico em vídeo
A Polícia Montada canadense liberou o vídeo no qual o jihadista canadense Aaron Driver promete um banho de sangue e diz que o Canadá irá sofrer mesmo tendo deixado a coalizão de países que estão lutando contra o ISIS. Ele foi morto quando a polícia invadiu a sua casa tendo encontrado explosivos. Ele estava em estágio avançado para matar e morrer pela causa de Alá. (Reuters, National Post)

Mulheres brasileiras doutrinadas a serem "escravas de Alá" pregando o islamismo nas ruas do Rio 
Um leitor disse algo verdadeiro: "Mulheres pregando o islamismo seria o mesmo que judeus pregando o nazismo." Pois é. O islamismo tem esta capacidade de lavar o cérebro das pessoas.


Fotos que falam por sí

Irã e o esporte feminino, ontem e hoje
Dentro do espírito dos jogos olímpicos ...



O profeta (a paz esteja com ele) disse: "Se encontrardes alguém fazendo como o povo de Lot fez, matai aquele que faz e aquele a quem a coisa é feita." (Hadice Abu Dawood 38:4447) -- PS. O "povo de Lot" são os homens que aparecem na Bíblia querendo fazer sexo com os homens que se hospedaram na casa de Lot (Gênese 19:4-5)
Turquia: gay estuprado por grupo, degolado e mutilado
Muhammad Wisam Sankary, um gay sírio, um refugiado de verdade, fugindo da mão-de-ferro do islão. Assassinado na Turquia muçulmana tentando fugir do islão. (Speisa)

Suécia: mesquita convida xeique que quer matar os gays
Farrokh Sekaleshfar ficou famoso pelo seu discurso na mesquita do jihadista que matou 49 gays na boate em Orlando na Flórida. O cara é uma sumidade entre os muçulmanos (FriaTider).

Halal - Boicote Halal 

Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.

Reportagem mostra como a Certificação Halal, e apoio estrangeiro, alimentam a islamização do Brasil
A reportagem da Gazeta do Povo mostra claramente os fatos como eles ocorrem. Leia o artigo e assista ao vídeo.

Leia sobre a conexão entre a Zakat (dízimo islâmico), Certificação Halal, e o financiamento da Jihad
Artigo neste link.

Carne oriunda do abate halal faz mal para a saúde
Artigo neste link.

França: supermercado halal é obrigado a vender porco e bebida alcólica
Supermercado Good Price, em Colombe, subúrbio de Paris, tem licença para "vender comida em geral", mas ele só vende halal. A Prefeitura ameaça cortar licença se ela não for cumprida, e uma variedade de produtos, incluindo derivados do porco e bebida alcólica não forem vendidos.  (Telegraph)

EUA: americanos comem carne halal sem saber (e nós no Brasil também)
Uma petição organizada pela ativista Pamela Geller para que o órgão regulamentador da alimentação do ministério da agricultura dos EUA (FSIS) passe a identificar a carne halal (abatida no rito islâmico e sem o atordoamento do animal), foi feita em 2011. Esta petição era acessível no site do FSIS. Porém, ela foi retirada do site. De modo que o FSIS simplesmente ignorou o pedido (WND). O interessante é que a carne consumida pelos judeus (kosher) tem identificação, compra quem quiser. Por que não o mesmo para a carne halal?  Mas a carne halal não tem identificação. Isso é retirar do consumidor o seu poder de escolha. Além disso, é também um desrespeito para outras religiões, por exemplo, os cristãos que desejarem seguir o estipulado no Ato dos Apóstolos estão sendo enganados.
Quanto aos gentios convertidos, já lhes escrevemos a nossa decisão de que eles devem abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual". (Atos, 21:25)
Ao contrário, devemos escrever a eles, dizendo-lhes que se abstenham de comida contaminada pelos ídolos, da imoralidade sexual, da carne de animais estrangulados e do sangue. (Atos 12:20)

História (Arte e Jahiliyya)

O Islã causou a "Idade das Trevas"
Um artigo que discute o mal que a expansão do islão causou sobre a Civilização Clássica.

Estado Islâmico descobre artefatos assírios milenares e os destrói
Quando o grupo Estado Islâmico capturou Tal Ajaja, um dos mais importantes sítios arquelógicos da era assíria, eles descobriram estátuas e tabuletas cuneiformes milenares anteriormente desconhecidas. Eles, então, as destruíram. (Art Daily)


Reportagem mostra como a Certificação Halal, e apoio estrangeiro, alimentam a islamização do Brasil
A reportagem da Gazeta do Povo mostra claramente os fatos como eles ocorrem. Leia o artigo e assista ao vídeo.

Francirosy Barbosa: Todos os muçulmanos são jihadistas 
Professora da USP, muçulmana, e antisionista.

Xeique Jihad se faz de vítima ... mas omite a perseguição contra 'não muçulmanos' no mundo islâmico
Taqiyya em ação no Brasil. Leia neste link.

Padre Bizon e Rabino Mayer participam de vídeo promocional do islão no Brasil
Não precisamos de inimigos tendo religiosos como esses.

Representantes do Islão no Brasil reclamam do governo
Segundo o xeique Abdel Hamid Ali Taha, vice presidente da União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), eles se sentem "discriminados." Dizem que uma muçulmana foi agredida em Copacabana (O Globo). Será? Nos EUA e na Europa muçulmanos inventam "crimes de ódio" para se proclamarem perseguidos. Na maior parte dos casos o "crime de ódio" é invenção. Eles foram reclamar com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. A rigor, o governo federal deveria investigar qual a ligação que existe entre os clérigos brasileiros e o wahabismo/salafismo internacional.

Boxeador marroquino acusado de estupro de camareiras é preso na Vila Olímpica
O boxeador marroquino Hassan Saada foi preso na manhã de hoje, acusado do estupro de duas camareiras brasileiras que trabalham na Vila Olímpica da Rio-2016, na quarta-feira. Ele foi detido por policiais da 42ª DP (Recreio), dentro da Vila. (O Globo)

Justiça nega habeas corpus para boxeador marroquino
O boxeador marroquino não sabe que no Brasil, um país infiél, o testemunho de uma mulher tem peso, ainda mais de duas! Aqui não tem Sharia. Se tivesse, as camareiras é que estariam presas. (O Globo)

Estado Islâmico ameaça jihad no Brasil
Os jogos Olímpicos estão em andamento, mas o interesse deles no Brasil é de longo alcance (Inside Blog on Terrorism)


Antonio ''Ahmed'' Andrade, o fundador do Blog "Por que deixei o cristianismo." 
Agora nós sabemos o motivo. 

Pregação islâmica nas ruas do Rio durante os Jogos Olímpicos
Usando as mulheres como isca, igualando Jesus a Maomé, e publicando notícia até mesmo no jornalzinho do Metrô (O Globo, Metro1, AgênciaBrasil).

Sessão Solene sobre o perseguição aos cristãos e minorias no Oriente Médio
Um relato sobre a sessão solene na Câmara Municipal de São Paulo sobre o perseguição aos cristãos e minorias no Oriente Médio (Câmara)

Neymar e sua faixa na testa: "100% Jesus"
Inacreditável ter existido polêmica com respeito a isso. Pior ainda, tendo gente dizendo que o hijab usado por algumas atletas muçulmanas é uma representação cultural. Isso é o relativismo cultural sendo aplicado no Brasil. O hijab não é um símbolo cultural. Se fosse, todas as mulheres no Egito o usariam o que não é o caso. Apenas uma pequena parcela minoritária de muçulmanas egípcias usa o hijab e por motivos RELIGIOSOS!!!! As iranianas quando saem do Irã, a primeira coisa que fazem é guardar o chador (elas sabem que ao voltarem elas são OBRIGADAS PELO GOVERNO a o usarem).




França sofre com as consequências da política de aproximação ao mundo árabe iniciada com Charles de Gaule nos anos 70
O Presidente Charles de Gaulle criou a "política árabe da França", um sistema de alianças com algumas das piores ditaduras árabes-muçulmanas do mundo, na crença de que a França iria recuperar seu poder graças a este sistema (Gatestone).

França: secularismo abre as portas para o islão
Exemplos: (a) governo impõe "Carta de secularismo" em todas as escolas banindo o cristianismo do sistema educacional; (b) após ataques terroristas, governo respondeu ao fundamentalismo islâmico com um ridículo "Dia do Secularismo" a ser comemorado todo dia 9 de dezembro; (c) Esse secularismo tacanho também impediu a França de apoiar abertamente os cristãos orientais oprimidos pelos islamistas.  (Gastestone)

França: governo esconde que vítimas da jihad no Bataclan foram torturadas antes de serem mortas
Vocês se lembram da jihad islâmica no clube Bataclan, em Paris, quando 89 pessoas foram mortas pela causa da Alá? Pois bem, o governo francês escondeu um fato importante que acabou sendo revelado nos relatórios do ataque. Dezena de vítimas foram torturadas antes de serem mortas. As torturas incluiram castração dos homens e arrancar os olhos de outras vítimas. E a sessão de torutra foi gravada pelos jihadistas. (Mail)

França: parque aquático quer promover "Dia do Burquíni"
O parque aquático Speed Water Park, perto de Marselha (25% muçulmana), quer programou um dia no qual apenas mulheres vestidas com o burquíni (peça de banho que cobre o corpo todo, até mesmo a cabeça) poderão entrar. As reclamações são tamanhas que o conselho municipal está tentando convencer os donos do parque a cancelarem o evento (Valleursactuallite)

França: Riviera Francesa proíbe o "burquíni"
Cannes and Villeneuve-Loubet, na Riviera Francesa, proibiram o uso do burquíni, um maiô ridículo que as "muçulmanas liberais" usam para ir a praia.

França: Córsega proibe o burquíni após muçulmano atacar banhistas em topless
A população se rebelou após o incidente, seguido de arruaça promovida pelos muçulmanos. O prefeito tenta acalmar os ânimos (BBC)

França: corte suprema revoga banimento do burquíni
O Conselho de Estado, a corte suprema da França, revogou o banimento do burqíni. Grupo de direitos humanos ligados a organizações islâmicas contestaram que o banimento fere a liberdade das pessoas de decidirem como se vestirem nas praias. O governo francês vê o burquíni como algo que vai contra a laicidade da França (Fox).

Itália: ministro diz que banir burquíni irá provocar atentados terroristas
Alguém, por favor, avise ao Ministro do Interior Angelino Alfano que o islão é a religião da paz. Quem ele pensa que é, um islamófobo? (Politico)

França: Charlie Hebdo satiriza muçulmanos indo a praia
A Revista Charlie Hebdo fez uma sátira sobre a polêmica do burquíni (veja imagem abaixo). e, claro, recebeu ameaças de bomba de adeptos da religião da paz. (Express)


Canadá: Polícia Montada adota o hijab como peça de uniforme
Esta iniciativa faz parte da linha de governo do primeiro-ministro Justin Trudeau que deseja tornar a força policial "inclusiva." É importante ressaltar que a adoção do hijab como uniforme se deu sem que existisse qualquer demanda para que o uniforme fosse alterado. Isto significa que o próprio governo canadense está inserindo a Sharia sobre a sociedade em doses homeopáticas. (RT)

Escócia: polícia introduz o hijab como parte do seu uniforme
A Sharia entra lentamente, um passo após outro, até tomar conta de tudo (tvi24)

França: exército francês protege o Santuário de Lourdes contra ataques jihadistas
O exército francês sendo obrigado a proteger um santuário cristão dentro do seu próprio país. 
Esta imagem traduz bem o resultado da islamização de um país. Nada será o mesmo na França. (Express)

Soldados franceses guardam o Santuário de Lourdes

Itália: milionários do Lago Como reclamam dos imigrantes
Dentre eles está o ator estadunidense George Clooney, que diz para os outros aceitarem imigrantes, mas agora reclama quando eles se instalam no seu quintal (Mail).

Grã-Bretanha: piscina pública promove segregação entre sexos
Na cidade de Luton. Organização a cargo de grupo chamado "O Fiel Forte" e as aulas de natação segregadas se chamam Natação Allamdulliah (obrigado Alá). (Daily Mail).

Grã-Bretanha: xeique Anjam Choudary condenado a 10 anos de prisão. Sua esposa também está na mira.
Ele é o maior incitador de jihadistas no Reino Unido, e foi condenado a 10 anos por associação com o Estado Islâmico. Que este xeique tenha demorado mais de 10 anos para ser preso diz muito do estágio que a Europa se encontra (Expresso). E a sua esposa também está sob investigação (Daily Mail). Isso é crime em família.

Grã-Bretanha: prefeito (islâmico) de Londres cria força tarefa para prender aqueles que "ofendem" a fé islâmica
E usando o dinheiro do contribuinte a um custo de 1.7 milhões de libras (Breitbart). Pois é, a professora Francirosy está correta: todo muçulmano é um jihadista.

Alemanha: governo manda população estocar alimentos e água
O estoque deve ser suficiente para no mínimo dez dias, pois caso o país viva um conflito armado ou seja alvo de atentado terrorista, os cidadãos poderão se manter sem a necessidade de ajuda estatal. Fontes do governo disseram que isso não tem ligação alguma com os recentes atentados islâmicos vividos no país. (Frankfurter Allgemeine)

Alemanha: briga generalizada em centro de refugiados
Isso ocorreu no centro de registro na Huckarder Strasse, em Dortmund. A briga envolveu refugiados, homens e mulheres, entre 14 e 37 anos de idade (Youtube)

Alemanha: Crise de Estupro está Fora de Controle
A supressão de dados sobre estupros cometidos por migrantes é um "fenômeno que ocorre em toda a Alemanha." (Gatestone)

Suécia: governo dá 5 mil euros para "refugiados" deixarem o país
De um total de 160 mil requerentes de asilo ano passado, apenas 500 buscaram emprego. Frente a este fracasso, o governo sueco está oferencendo 5 mil euros para que os "refujihadistas" deixem o país. Uns 5 mil deles aceitaram a oferta. O restante permanece sendo custeados pelo governo  (Independent).

EUA: ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, recebeu 5.6 milhões de dólares da maior firma de educação da lei Sharia
Ele recebeu esta quantida da empresa GEMS, baseada no Dubai, e que opera mais de 100 escolas no Oriente Médio, Ásia e África. Bill Clinton foi diretor honorário da GEMS de 2011 a 2014.  (Daily Caller)

EUA: Arábia Saudita financiou 20% da campanha de Hillary Clinton
Ligações entre a Arábia Saudita e a família Clinton, inclusive com a campanha de Hillary, são bem documentadas. Em 2008, foi revelado que o reino do Golfo havia doado entre 10 a 25 milhões de dólares para a Fundação Clinton, uma instituição de caridade criada pelo marido de Hillary, o ex-presidente norte-americano Bill Clinton. (Speisa)

EUA: Futura Chefe de Gabinete dos EUA foi editora de jornal islamista radical
Muito tem se falado sobre Huma Abedin, a assessora e confidente de Hilary Clinton por 10 anos, incluindo o períodio no qual Hilary foi Secretária de Estado do governo Obama. Mas agora se descobriu que ela foi editora de um jornal islâmico radical (redundância) que era contra os direitos das mulheres como definidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, e a favor da Sharia. Se Hilary Clinton for eleita, Huma Abedin será Chefe de Gabinete, que é quem toma conta da Casa Branca e da agenda do presidente. (NYPost). A sociedade ocidental está muito porosa, pois os islâmicos se infiltram em todos os lugares.

Canadá: importante imã diz que a humanidade é o problema; o islão é a solução
Iqbal al-Nadvi é o chefe do Conselho de Imãs do Canadá. Ele disse que os muçulmanos vem para o Canadá para propagar o islão. "O Alcorão diz: vocês são as melhores pessoas trazidas por Alá." (cijnews)

Italianos se rebelam contra a construção de uma mesquita ao lado da Torre de Pizza
Um abaixo-assinado levou a prefeitura a convocar um plebiscito para decidir sobre a construção desta mesquita. (Express)

Quirguistão: presidente teme a "arabização" do país
Almazbek Atambayev, presidente do Quirguistão, disse que o uso de roupas muçulmanas, tais como o hijab, o niqab e a burca, conduz a radicalização e ao terrorismo. Ele chegou a dizer que mulheres que usam mini-saia não se vestem com bombas para explodir os outros. O Quirguistão é um país de maioria muçulmana (mas sem denominação), mas tem um legado socialista por ter sido uma das repúblicas da União Soviética. O traje tradicional é o "elchek" usado apenas em celebrações culturais. O presidente Atambayev luta contra a "arabização" do país, e contra a crescente influência do salafismo/wahabismo.
Cartaz do governo diz: "Pobres pessoas. Para onde eles estão indo?"



Declarações do Papa no seu retorno da Polônia
Eu estou intrigado com o Papa Francisco, que continua oferecendo folhas de oliveira para o Islão. Ele fez isso, novamente, durante entrevista no avião retornando da Polônia, onde ele se reuniu com 2,5 milhões de jovens católicos durante o Encontro Mundial da Juventude. Neste evento, o Papa também disse que não irá estar presente no próximo Encontro Mundial da Juventude daqui a dois anos, no Panamá. O Papa anteriormente havia dito que sua vida seria encurtada. Será que ele sabe algo que nós não sabemos? Os leitores do blog e desta página sabem que eu tenho sido crítico da postura do Papa quanto ao islão, mas o Papa vem, ao longo do seu pontificado, oferecendo folhas de oliveira, tentando construir pontes e derrubar muros, apenas para ver os seus esforços (ingênuos, do meu modo de ver) recusados por parte dos islâmicos. Qual a lição que podemos aprender quando o líder da maior religião do mundo* (o cristianismo) tem seus esforços de paz sistemáticamente rejeitados pelo islamismo?
* Desculpe se algum protestante não gostar desta afirmação, mas o fato é que o único lider do cristianismo cuja voz tem alcance mundial é o Papa. Eu espero que vocês compreendam o contexto deste texto.
"A ideia de conquista é inerente à alma do Islã, é verdade" 
(Papa Francisco, em entrevista ao jornal francês "La Croix")

Estado Islâmico responde ao Papa: nossa religião é da guerra e nós te odiamos 
“Esta é uma guerra divinamente garantida entre a nação muçulmana e as nações dos infiéis.” (Aletéia

Padre Bizon e Rabino Mayer participam de vídeo promocional do islão no Brasil
Não precisamos de inimigos tendo religiosos como esses.

Austrália: grupo invade igreja anglicana de pastor pró-islã e simula oração
O grupo protestava contra o pastor traidor e contra a islamização da Austrália (Gospel Prime)

EUA: protestantes coletam dinheiro para financiar a construção de uma mesquita
Eles fazem parte da Primeira Igreja Congregacional, em Winona, Minesota (News8000).

Jihad – lista de atentados

Leia sobre a conexão entre a Zakat (dízimo islâmico), Certificação Halal, e o financiamento da Jihad
Artigo neste link.

Grã-Bretanha: somáli esfaqueia e mata em Londres
A polícia diz que o muçulmano tinha problemas mentais. Nós concordamos. (Daily Mail)

Bélgica: argelino gritando "Allahu Akbar" fere duas políciais com um facão
Isso aconteceu na cidade de Charleroi. (Speisa) Ele é um imigrante ilegal que as autoridades tentaram deportar duas vezes (Express).

Paquistão: jihadistas atacam hospital, 93 mortos, dezenas de feridos
Um homem-bomba jihadista. A "Religião da Paz" ensina que morrer matando infiéis é o modo mais seguro para entrar no paraíso (Business Standard).

República Centro-Africana: jihadistas matam 64 na base do facão
A  chacina foi perpetrada pelo grupo islâmico Forças Democráticas Aliadas, baseado em Uganda. (Daily Mail)

Turquia: 51 mortos (22 crianças) e dezenas de feridos
Homem-bomba se explodiu perto de casamento, em Gaziantep, perto da fronteira com a Síria (SIC Notícias, Mail)

Os ataques do Estado Islâmico em números
Um estudo da Universidade de Maryland calcula 33 mil pessoas mortas, 41 mil feridos e 11.000 sequestrados.

Austrália: turista francês, gritando Allahu Akbar, assassinou a punhaladas uma jovem britânica
em um hostel, em Queensland. Mia Ayliffe-Chung, de 21 anos, não resistiu e morreu. Ele também apunhalou outros hóspedes do hostel, um em estado crítico, e matou um cachorro. Ele tinha 29 anos. (DN)

Afeganistão: jihadistas matam 16 dentro de universidade em Cabul
Dez horas de pânico na Universidade Americana de Cabul (France 24).


EUA: imã assassinado em disputa de cartel; muçulmanos se fazem de vítima
Um imã foi assassinado por um "hispânico" em um crime que a polícia está descrevendo como guerra entre gangues. Mas os muçulmanos gritam e se fazem de vítima (CarbnotedTV).



França: 20 mesquitas são fechadas por incitar ódio (serem islâmicas)
O governo disse que mais serão fechadas pois não se pode tolerar aqueles que incitam ódio dos púlpitos. Outras 120 estão na mira por serem dominadas por salafistas (France24)

"Mesquitas são o cancro do Islã e devem ser fechadas"
Essa foi a reinvidicação do deputado italiano na União Européia Magdi Allam. Magdi Allam é um jornalista, nascido egípcio e com cidadania italiana, muçulmano convertido ao cristianismo. "Se os governos muçulmanos advertem que as mesquitas são" antros de terrorismo ", não podemos tolerar mais concessão cega aos militantes islâmicos. É tempo do nosso governo parar de perseguir a quimera de patrocinar mesquitas de um" Islã moderado. A verdade é que há apenas um Islã porque há apenas um Corão e um Maomé." Magdi Allam rejeitou as alegações de que deportar terroristas reduziria o terror, pois as mesquitas produzem substituições para cada terrorista deportado: "As mesquitas são tocas terroristas" e a raiz do problema. Ele se referiu a mesquitas como a "fábrica de horror que começa a partir do ódio pregado em mesquitas e locais onde a guerra santa islâmica é promovida, a prática de lavagem cerebral que transforma os fiéis em robôs da morte, leva a alistamento e treinamento para um ataque de terror." (Express)

"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Lista de eventos ocorridos no mês de abril "Cristãos inúteis, tratados como animais"
Compilados por Raymond Ibrahim (Gatestone Institute).

A Tradição Turca de Assassinar Cristãos (lista de eventos)
Na Turquia são as "pessoas comuns" que matam ou atacam cristãos, depois o judiciário ou o sistema político, de alguma forma, encontra uma maneira de permitir que os criminosos se safem sem que sejam responsabilizados pelos seus atos. A maioria desses crimes não aparece na mídia internacional e a Turquia nunca é responsabilizada. (Gatestone Institute)

Iraque: bispo diz "cristãos sentem que ninguém se interessa por eles"
A verdade é que eles estão esquecidos sim. Warduni, ex-bispo caldeu de Bagdá, relata que os cristãos perderam tudo, foram expulsos, e não tem futuro. Eles continuam sem ajuda dos governos do Ocidente, sem acesso a visto, e até mesmo passando fome. (Christianity Today)

Síria: cristãos em Alepo sob sítio dos rebeldes apoiados pelos EUA
Os cristãos que se encontram nas áreas ocupadas pelos rebeldes (apoiados pelo EUA de Obama) além de estarem sob os horrores da guerra civil, ainda são perseguidos por serem cristãos. O Padre Ibrahim Alsabbagh disse que sob as áreas ocupadas pelo governo sírio, os cristãos, pelo menos, têm liberdade de culto (Militant Church).

Bélgica: padre esfaqueado por refugiado após ajudá-lo
No domingo, um homem bateu na porta do Padre Jos Vanderlee, de 65 anos, pedindo asilo. O padre o recebeu e ele pediu para tomar um banho. Ao sair, ele pediu dinheiro e esfaqueou o padre. (Militant Church)

Egito: bispo copta diz que cristãos são atacados a cada dois dias
Em entrevista reveladora, o Bispo Makarious, de al-Minya, diz que ele teme que elementos do governo podem retaliar se os cristãos reclamarem abertamente. O Bispo reclama da imprensa que procura caracterizar com conflitos, o que sugere dois lados em disputa, quando na verdade um lado (muçulmanos) ataca o outro (cristãos). Sobre isso, ele diz "Dentro de minutos [do início de um dos ataques], 100 muçulmanos apareceram instantaneamente, totalmente armados, como se estivessem prontos para a guerra." O Bispo também disse que os agressores muçulmanos nunca são punidos. A polícia apenas aparece depois que o estrago tenha sido feito, nunca à tempo de evitá-lo. Mesmo quando presos, os agressores muçulmanos acabam sendo soltos em seguida. Esta impunidade incentiva novos ataques (Raymond Ibrahim).

Nigéria: novo líder do Boko Haram promete perseguir cristãos e poupar os muçulmanos
Ele promete continuar atacando as igrejas, mas irá parar de atacar mesquitas (Yahoo).

Holanda: adolescen grita em parque "Ó, Alá, extermine os cristãos"
Vídeo gravado, na cidade de Verviers, mostra o menino rezando "Ó Alá, erradique os terríveis cristãos. Ó Alá, mate-os todos. Não deixe que um único deles sobreviva." Isso não é nada demais, apenas o que está contido no Alcorão e é recitado nas mesquitas e madrassas. (Friatider). Vídeo no MEMRI TV: http://www.memritv.org/clip/en/5604.htm

Paquistão: cristã surdo-muda forçada a se converter, escapa cativeiro e agora vive sob ameaças
Asma Masih foi seqüestrada cerca de cinco meses atrás, e forçada a converter por seu sequestrador depois de ser obrigada a se casar com ele. Os pais dela alegam que ela foi levada por seu vizinho Ghulam Hussain, que goza de um status influente na localidade. Ela conseguiu fugir, e agora, está sendo ameaçada de morte. (Christians in Pakistan)

Estado Islâmico: jihadista ex-cristão ameaça: todos os cristãos devem morrer
Um jihadista original da Trindade e Tobago deu uma entrevista para a Revista Dabiq, do Estado Islâmico. A sua resposta à pergunta "que mensagem você gostaria de dirigir aos cristãos?" ele disse: "Para os cristãos que eu digo, você sabe que você se desviou dos verdadeiros ensinamentos de Abraão, Moisés e Jesus. Seu livro foi corrompido há muito tempo por seus líderes. Siga o mensageiro final, Maomé, pois fazendo assim você vai estar seguindo todos os profetas. Se você se recusar, em seguida, oferecemos-lhe a opção de pagar jizya e viver sob a autoridade do Islã na humilhação. Se você se recusar, então a única coisa entre você e nós é a espada. (Daily Express)

França: exército francês protege o Santuário de Lourdes contra ataques jihadistas
O exército francês sendo obrigado a protegem um santuário cristão dentro do seu próprio país.
Esta imagem traduz bem o resultado da islamização de um país. Nada será o mesmo na França. (Express)


França: muçulmanos vandalizam igreja e deixam foto do assassino de Nice no altar
Na Igreja de St. George em Vivonne, em 27 ou 28 de julho, durante a missa para a alma do padre Hamel (degolado por jihadistas), o pároco disse aos fiéis presentes que o Sacrário tinha sido roubado e no seu lugar fora colocado uma foto do terrorista Nice, o islamita Mohamed Lahouaiej Bouhlel. Os vândalos foram presos e serão examinados por uma junta médica para diagnostica "problemas mentais." (Christianophobie)

Sudão: líderes cristãos em fase de julgamento
Veja o caso de Hassam e Kuwa, dois líderes cristãos. O crime deles é denunciar a perseguição que o governo (repito, o GOVERNO) sudanês promove contra os cristãos ... seguindo a Sharia. (EVM)

"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Rio, Olimpíadas: delegação do Líbano se recusa a compartilhar ônibus com a delegação israelense
A Olimpíada não era para Celebrar as Diferenças? Exceto no que se toca aos israelenses. (UOL, BBC)

Rio, Olimpíadas: judoca egípcio se recusa a cumprimentar israelense
O judoca egípcio recebeu a vai da sua vida por parte do público carioca (O Globo).

Rio, Olimpíadas: judoca saudita abandona as olimpíadas para não lutar contra israelense
A mídia social em árabe a festeja como herói (Palinfo)

Rio, Olimpíadas: COI homenageia isrealenses mortos por jihadistas nas Olimpíadas de 1972
Isso foi feito pela primeira vez, e no Rio de Janeiro. Emocionante. (O Globo)

Israel: sinagoga de 1500 anos é descoberta
Trabalho arquelógico a descobriu. Presença judáica mesmo após a destruição do Segundo Templo e a expulsão dos judeus pelos Romanos. (Ynetnews)

Vários países se usam de muros para se proteger
Muito é falado sobre o muro que Israel e os EUA construíram, porém, se omite que existe outros muros, faz tempo. Este artigo trata disso. (Mídia sem Máscara)

Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, mate os idólatras onde quer que você os encontre, e capturai-os, e cerque-os, e arme ciladas para eles usando de todos os estratagemas (da guerra); mas caso eles se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [ou seja, se tornem muçulmanos], abra o caminho para eles. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo. (Alcorão 9:5)
Jihadistas dizem "nós matavamos todos que eram infiéis. É a nossa religião." 
Os jihadistas, presos, disseram isso durante entrevista. Mas, de onde eles tiraram esta idéia? Do Alcorão 9:5. (Muslim Issue)


Punições Islâmicas (sob a lei islâmica)

Irã enforca 20 sunitas em um único dia
Pena de morte bate record no país. Qual é mesmo a diferença entre o Irã e o Estado Islâmico? (RFi Brasil)


Fatwa contra Pokemon na Arábia Saudita e na Índia
Clérigos consideram o jogo anti-islâmico. (Reuters, Times of India)

França: muçulmanos atacam banhistas que estavam de topeless na ilha de Córsiga
De início, a pensava-se que os muçulmanos não gostaram que banhistas tirassem fotos deles e de suas mulheres que vestiam burquínis (na verdade, elas vestiam hijab) (Telegraph). Mas o relatório do promotor revelou o que aconteceu de verdade. Eles queriam ter a praia só para eles e atacaram banhistas em topless, causando uma reação dos homens. A confusão se deteriorou até a chegada da polícia. Mais tarde, muçulmanos queimaram carros e quatro pessoas foram hospitalizadas, uma delas ferida por um arpão. (Clarion)

Jordânia: cartunista preso por desenho anti ISIS
Nahed Hattar fez um desenho mostrando um jihadista conversando com Alá no paraíso ao lado de duas mulheres. Mostrou Alá? Foi preso. (Clarion)