terça-feira, 30 de setembro de 2014

Califa ordena Jihad global; alguns muçulmanos obedecem e degolam infiéis nos EUA


O Califa Abu Bakr al-Baghdadi convocou os muçulmanos ao redor do mundo para promoverem Jihad. E isto está de acordo com a lei islâmica (Sharia) que diz:
(o9.0). Jihad não é apenas um dever individual do muçulmano, mas também é o principal dever do chefe de Estado muçulmano (o Califa):
"Ao califa  muçulmano é confiado a tarefa de levar o seu povo para a guerra e o comando ofensivo e agressivo da Jihad. Ele deve organizar a Jihad contra qualquer governo não-muçulmano que impeça a dawah (pregação para espalhar o Islão) em sua terra." (o25.0 – o25.9).
Sharia o25.9 diz:
"(Quando o califa nomeia um governante em uma região, o dever deste governante inclui) se a área tem uma fronteira adjacente às terras inimigas, (ele irá) empreender a Jihad contra os inimigos, dividindo os despojos da batalha entre os combatentes e deixando de lado um quinto para destinatários merecedores. "
E também:
"O Califa faz guerra contra os judeus, cristãos e zoroastas até se tornarem muçulmanos ou então até aceitarem pagar o imposto do não-muçulmano, desde que eles tenham primeiro sido convidados para entrarem no Islã ou paguem a Jizya, o imposto dos não-muçulmanos, (de acordo com a palavra de Alá Altíssimo – 9: 29). "
Um vídeo de 42 minutos postado esta semana na internet traz uma ameaça clara do Estado Islâmico (EI) aos cristãos, ateus, ... a todos os kafir em geral. Ela conclama os muçulmanos a fazerem jihad!
Matem os ateus de qualquer forma e ataquem os civis. 
Vamos conquistar o Roma, quebrar suas cruzes, e escravizar suas mulheres, com a permissão de Alá, o Altíssimo. 
Se puder, mate um infiel americano ou europeu, especialmente franceses, australianos, canadenses ou qualquer um que promova a guerra infiel, incluindo todos que aderiram à coalizão contra o Estado Islâmico. Mais uma vez confiaremos em Alá e mataremos de qualquer maneira que for possível. 
Quebre a cabeça deles com uma pedra, ou mate-os com uma faca, ou atropele-os com seu carro, ou derrube-os de um lugar alto, ou sufoque-os, ou envenene-os… você pode destruir tanto seu sangue quanto sua riqueza.
A mensagem está cheia de ameaças de assassinato, auto-glorificação e citações do Alcorão. Mesmo apenas uma leitura superficial do texto mostra o absurdo de se afirmar que a ideologia do Estado Islâmico não tem nada a ver com o Islão.

Pois bem, as degolas começaram. Em Oklahoma, nos EUA.

Alton Nolen se converteu ao islamismo na prisão, adotando o nome de Jah’Keem Yisrael. Em 2011, ele foi condenado por porte e uso de drogas e resistência à voz de prisão. Recentemente, sua página no Facebook incluiu imagens de Osama bin Laden, de combatentes do Estado Islâmico (a quem ele se refere como "meus irmãos") e uma decapitação. Ele também se mostra, em uma imagem, fazendo o sinal da mão característico de um lutador da ISIS, e acrescentou citações do Alcorão e exortações a seus irmãos muçulmanos para serem mais rigoroso e corretos em sua observância do ritual islâmico e moralidade, dizendo que a Sharia está chegando.

O açougueiro de Oklahoma

Foi relatado recentemente que Nolen tentou converter os colegas de trabalho ao Islão. Após Nolen voltar para a fábrica Vaughn Foods, de onde ele havia sido suspenso, ele decapitou Colleen Hufford, de 54 anos,  antes de esfaquear Traci Johnson, um colega de trabalho de 43 anos. Ao ver isso, responsável pelo setor, Mike Vaughn, que tem licença de porte de arma de fogo, parou assassino com um tiro. A delegacia de polícia local chamou Mike Vaughn de herói, pois ele salvou a vida de Traci Johnson, como a vida dos demais trabalhadores. Fox informou que o suspeito e a segunda vítima estão em hospitais em condição estável.

O "bravo jihadista" estava gritando "frases islâmicas" enquanto ele despejava a sua fúria sangrenta sobre as vítimas.

E qual a reação dos muçulmanos? Durante a entrevista à imprensa muçulmanos estavam lendo em voz alta trechos do Alcorão. Após a entrevista, policiais foram cercados por muçulmanos gritando "Louvado seja Alá."

O governo dos EUA se recusa a chamar as degolas de Jihad. 

 Muçulmanos cercam a polícia em Oklahoma

E uma outra degola quase acontece ...

Jacob Mugambi Muriithi, um muçulmano do Quênia, foi preso depois que ele ameaçou decapitar um colega de trabalho na Bellevue Nursing Home. Muriithi disse ao colega que ele "representava o ISIS e que ISIS mata cristãos".





Fontes:

http://noticias.r7.com/internacional/em-nova-mensagem-estado-islamico-pede-que-ateus-sejam-mortos-22092014

http://noticias.gospelprime.com.br/estado-islamico-quebrar-cruzes/

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2771940/Fired-Muslim-convert-store-worker-beheaded-female-colleague-lost-job-argument-stoning-women.html

http://www.thegatewaypundit.com/2014/09/breaking-muslims-shouting-praise-allah-surround-ok-police-following-press-conference-on-beheading/

http://www.thefederalistpapers.org/us/second-oklahoma-muslim-threatens-to-behead-coworker-claims-he-represents-isis

A transcrição da mensagem do EStado Islâmico está neste link:

https://ia801400.us.archive.org/34/items/mir225/English_Translation.pdf

http://www.jihadwatch.org/2014/09/islamic-state-we-will-conquer-your-rome-break-your-crosses-and-enslave-your-women-by-the-permission-of-allah

domingo, 28 de setembro de 2014

Islamização do Brasil através da imigração maciça, dos refugiados e da falência da cidadania


Enquanto dormimos, o Brasil se islamiza. E como a islamização está acontecendo? Do mesmo jeito que na Europa, nos EUA, no Canadá, na Austrália ... uma mistura de imigração crescente, intimidação daqueles que têm a coragem de denunciar a Sharia, aumento do controle da produção e distribuição de alimentos através da "certificação halal", aumento da influência política (notadamente junto as setores mais à esquerda no espectro político), aumento da influência no setor econômico-financeiro através da "Sharia financeira", propaganda e doutrinação nas escolas, e construção de mesquitas (mesmo onde não existam muçulmanos) como uma forma de promover a "cultura islâmica", mostrando uma imagem água-com-açucar e omitindo os aspectos políticos e ideológicos do islão no tocante as direitos das mulheres, direitos dos homosexuais, direitos dos não muçulmanos (kafir) e dos ex-muçulmanos (apóstatas) que tenham o azar de viver sob o jugo do islão, e das prescrições relativas a conquista e dominação de territórios e populações.
E isso sem falar que a mesquita se torna um pólo de trabalho nas prisões visando "converter" os presos, "ação social" junto a populações carentes e negras com o intuito de conversão, e visar as mulheres brasileiras a se casarem com homens muçulmanos (jihad demográfica) inclusive se valendo de assédio via internet.
Este artigo trata da imigração islâmica para o Brasil, e como ações do governo brasileiro, sejam apenas coincidência ou sejam propositais, estão facilitando-a. 
E lembre-se: em 1970, antes da crise do petróleo, o número de "muçulmanos devotos" (do tipo que quer a lei islâmica Sharia implementada em todos os lugares do mundo) vivendo na Europa era insignificante. Uma imigração maciça desde então (aparentemente atendendo a pressão dos sauditas em troca de acesso ao petróleo) levou a um número estimado hoje de 50 milhões, com projeções para se tornarem majoritários em algumas décadas e poderem, através do mesmo processo democrático que a Sharia condena, tomar o poder, e transformar a Europa, de uma vez por todas, em um "paraíso islâmico." Este processo tem sido uma invasão, pois não me muda dezenas de milhões de pessoas por acidente. 
Veja aqui o que eles pensam.
(PS. Leia atualização no final deste artigo, um exemplo de crescimento do islamismo via imigração de ganeses.)

O nosso artigo Islamização da Europa, o mesmo pode acontecer no Brasil? discutiu o processo de islamização na Europa, e temos procurado apresentar neste blog iniciativas semelhantes ocorrendo no Brasil (veja lista sendo constantemente atualizada em Islamização do Brasil - Exemplos). O Brasil está na mira por ser considerado uma "país chave" na América Latina, e dentro do Brasil existem alguns lugares que têm sido centro de concentração, notadamente Foz do Iguaçu, São Paulo e diversas localidades no Rio Grande do Sul.

O grande plano do bloco de 57 países que compõe a Organização da Cooperação Islâmica é o de facilitar, por meios diplomáticos, uma imigração maciça de muçulmanos para os países ocidentais, de modo que estes imigrantes sejam o núcleo de uma população muçulmana que tenha taxas de crescimento maior do que o da população nativa que os hospeda, de modo que, em um futuro próximo, os muçulmanos tenham força política para implementar a lei islâmica (Sharia). E, não se iluda, a maioria dos muçulmanos deseja a Sharia.

O Censo do IBGE disse que existiam, em 2010, 35.167 muçulmanos no Brasil. Já o Pew Research Center dizia existirem 250 mil, enquanto que a Federação Islâmica Brasileira dizia existirem 1.5 milhões de muçulmanos.

Vamos ver o que o Censo de 2014 nos diz, e comparar com os dados do Censo de 2010. Uma das coisas que eu tenho curiosidade em ver é a origem dos imigrantes. A Figura 1 apresenta um percentual da imigração mostrando os principais países de onde imigrantes se originaram. A destacar que enquanto que os imigrantes dos EUA e de vários outros países eram brasileiros retornando ao Brasil, a maioria do imigrantes da Bolívia, por exemplo, eram bolivianos. Espero que o Censo de 2014 separe os brasileiros que retornam dos extrangeiros que vem. Será que algum país islâmico vai se destacar como um principal foco da imigração?

Figura 1 - Principais países de origem dos imigrantes (2005-2010)

Não podemos contudo, desmerecer a força do capital dos paises sauditas (Arábia Saudita, Qatar, EAU) que vem financiando a construção de mesquitas e "centros culturais" (madrassas) ao redor do mundo, inclusive no Brasil. E existe também o alinhamento do governo brasileiro, nos últimos 12 anos, com os interesses árabes, a ponto da Presidente Rousseff denunciar a "islamofobia dos países Europeus" (ver vídeo) mesmo quando se sabe que 80% dos imigrantes muçulmanos na Europa vivem de bolsas dos governos europeus (Muslim Statistics), ou seja, a maioria dos muçulmanos vive da generosidade do contribuinte europeu.

Dilma Rousseff critica a islamofobia durante a 3ª Cúpula América do Sul - Países Árabes, em 2 de outubro de 2012, em Lima/Peru (Leia mais sobre a peculiar visão de mundo da Presidente Rousseff)

E também devemos levar em consideração os conflitos no Oriente Médio, notadamente aqueles gerados a partir da "Primavera Árabe", que resultou em um alarmante aumento de refugiados naquela região. Isso tem levado o governo brasileiro a abrir as portas para populações oriundas desta região.

Em que pese que, em termo proporcionais, as maiores vítimas destes conflitos têm sido as minorias, por exemplo, os cristãos nativos do Oriente Médio, a imigração beneficia o grupo majoritário, ou seja, os muçulmanos, que vem para o Brasil como refugiados.

Uma notícia recente do O Dia tratou exatamente desta questão. A matéria, intitulada Brasil desponta como nova rota de refugiados, fala dos refugiados sírios que chegam às centenas todas as semanas, e que são recebidos pela mesquita da Juventude Islâmica do Brasil, no Pari, área central de São Paulo. Existem 1.378 refugiados sírios reconhecidos pelo governo federal, o que corresponde a um aumento de 60.5% com respeito ao mesmo período do ano passado. "Mas o comerciante Amer Muhamad Masarani, à frente dos sírios que ajudam os refugiados, projeta uma população bem mais numerosa."

Fonte: O Dia

Associe a isso a notícia do Estadão intitulada Brasil vai oferecer cidadania a pessoas que não tem nacionalidade. É isso mesmo que você leu.

O governo brasileiro vai oferecer cidadania a pessoas que não tenham direito a nenhuma nacionalidade, os chamados apátridas. O Brasil é um dos 65 países signatários da Convenção sobre o Estatuto dos Apátridas, aprovado pela ONU, e irá incorporar em sua legislação mecanismos para cumprir este Estatuto.

O projeto determina que o Brasil irá conceder cidadania a todas as pessoas consideradas apátridas assim que elas desejarem, direito extendido a toda a sua família. A medida exclui aqueles documentadamente criminosos.

A Agência da ONU para refugiados estima que existam 10 milhões de apátridas no mundo. Dez milhões.

E quem seriam estes apátridas? Os palestinos seriam um dos principais grupos, incluindo-se aí os refugiados que vivem no Líbano, Síria e Jordânia e que, mesmo tendo nascido nestes países, nunca tiveram cidadania reconhecida. Os palestinos são joguetes nas mãos dos ditadores do Islão, mas é possível que uma parcela acabe sendo atraída para vir para o Brasil. Outros apátridas seriam originários do Saara Ocidental, que é um território disputado desde que a Espanha se retirou em 1975. Outros apátridas seriam oriundos da parte norte do Chipre, ocupada pela Turquia desde 1974. O que estes lugares têm em comum: sao majoritáriamente islâmicos.

De modo que é de se esperar, de um modo ou de outro (ou dos dois) um aumento acentuado na imigração de muçulmanos para o Brasil.

Existe um aspecto importante, que diz respeito à cidadania. A cidadania implica o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na constituição. Um cidadão pode diferir de um outro em aspectos de tendência política, opiniões, etc, mas todos devem ter em mente o bem comum e serem brasileiros em primeiro lugar. Este conceito, contudo, se dilui no universo islâmico, pois, segundo a lei islâmica, o muçulmano deve ter fidelidade à nação do Islão, chamada de umah.  E é o desejo majoritário a implementação da lei islâmica (Sharia) (fonte):
  • 74% dos egípcios;
  • 79% dos paquistaneses; 
  • 53% dos indonésios; 
  • 76% dos marroquinos; 
  • 65% dos palestinos.
É de se esperar que a maioria dos muçulmanos no Brasil também venham a desejar a implementaçao da Sharia.

Um dos lugares mais atraentes para os muçulmanos é o Rio Grande do Sul, que é visto como uma espécia de "Escandinávia Brasileira." A cidades de Chuí, Caxias do Sul e Uruguaiana exercem um facínio especial e têm cada vez mais imigrantes, sendo que em Chuí a população maometana chega aos 3%, em Barra do Quaraí são 2%, e em Caxias do Sul, só com a imigração, já são mais de 10 mil, incluindo-se 200 ganeses recém-chegados (Sul21).

Uma das atividades econômicas que mais trás muçulmanos do exterior para morarem no Brasil é o abate halal, pois a degola dos animais só pode ser feita por muçulmanos. Este é o exemplo do Município de Dois Vizinhos, no Paraná, onde, todos os dias, "570 mil aves são abatidas em nome de Alá" (National Geographic).

Com este aumento, que tende a se acelerar, entra em jogo a estratégia da Jihad Demográfica. A taxa de fecundidade das brasileiras está despencando. No último censo ela ficou em 1.9%, algo que nos rivaliza com a Europa. A Figura 2 mostra o quando que a taxa de fecundidade caiu desde 1960. Isso é alarmente, pois diz-se que uma população é estável se ela tem uma taxa de fecundidade mínima de 2.1%.


Figura 2 - Variação da Taxa de Fecundidade do Brasil desde 1960 a 2012 (dados do Banco Mundial)

Comparando-se a média nacional com outros países pode-se ver bem a situação onde o Brasil se encontra em termos demográficos (Figura 3). Os países com mais alta taxa de fecundidade são países islâmicos, sendo que nos países ocidentais esta taxa cai tremendamente. Porém, enquanto que a média de filhos por família composta por nativos europeus é pequena, ela é maior junto a família de muçulmanos. Soma-se a isso a questão da poligamia. Mesmo sendo proibida na Europa, ela é praticada abertamente pelas populações muçulmanas. Só na Inglaterra, estima-se que existam 20 mil casais polígamos (Mail). Muitas das esposas são nativas inglesas, o que faz com que menos filhos sejam criados em famílias com cultura inglesa, e mais sob a influência da Sharia.  

Figura 3 - Taxa de Fecundidade em alguns países do mundo em 2010 (dados do IBGE e ONU)

A divisão da taxa de fecundidade por unidade da federação é mostrada na Figura 4. 

Taxa de Fecundidade no Brasil em 2010 por Unidade da Federação (dados IBGE) 

Então, os fatos indicam que vai existir um fluxo crescente de muçulmanos para o Brasil, sejam imigrantes, refugiados ou apátridas. Se a tendência de comportamento no Brasil for semelhante ao da Europa, a população muçulmana irá ter uma taxa de fecundidade maior do que a da população nativa brasileira, devido ao maior número de filhos bem como devido a prática da poligamia. Isso irá acarretar um crescimento percentual maior da população muçulmana levando ao desaparecimento das diversas culturas que formam o Brasil, e uma arabização, estilo islâmico, do Brasil. 

Eu creio que dificilmente o governo federal irá fazer algo para proteger as culturas que formam o Brasil de hoje. O que resta é a população tomar a dianteira e impor o seu padrão cultural e de comportamento, dizendo não a todas as iniciativas que já tem surgido de impor a lei islâmica (Sharia). Por exemplo, exigir que fotografia para documentos mostrem o rosto todo, não permitir segregação entre sexos nas piscinas e nas atividades escolares, não permitir que as crianças sejam doutrinadas pela propaganda islâmica, e boicotar a venda de alimentos halal. Lembrem-se, a cada concessão, a lei islâmica se torna mais forte.

(É importante também saber quem foi Maomé e o que a lei islâmica prescreve. Ensine isso para os seus filhos.) 

E quanto aos cristãos, que tomem ciência que ficar discutindo entre sí não vai levar a lugar algum e que partam para uma evangelização maciça dentro nas nossas próprias fronteiras. 

Termino com o vídeo abaixo, que versa sobre a islamização do mundo através da Jihad Demográfica.



Vídeo que discute a Jihad Demográfica


Atualização: Ganeses ocupam 80% da Mesquita Palestina de Crisciuma

De acordo com o líder, Sheikh Adil Ali Pechliye, foram os próprios imigrantes que procuraram o espaço
A Mesquita Palestina de Criciúma aumentou o público de fiéis no último mês. Este aumento é consequência da migração de dezenas de ganeses para Criciúma nas últimas semanas. Conforme o líder da Mesquita, Sheikh Adil Ali Pechliye, o espaço está pequeno para receber todos os seguidores da religião. Para Pechliye, a chegada dos estrangeiros foi algo positivo, pois reforçou a religião na região.
“Em cada encontro, percebo que a mesquita está mais cheia. Isso fortaleceu a religião e me deixou feliz. Antes, não se via essa quantidade de fileiras para fazer a reza. Eram no máximo duas. Agora, as fileiras não cabem mais aqui dentro, sendo que 80% dos fiéis são ganeses”, salienta Pechliye.
Conforme o líder, o espaço está pequeno para receber todos os seguidores da religião. “Estamos pensando em ampliar o local. Temos um espaço para as mulheres, que fica separado por uma cortina. Mas como o público feminino não se faz presente, vamos abrir para os homens”, ressalta Pechliye.
Por causa da falta de espaço, alguns fiéis fazem suas rezas na rua. Mas isso não é problema para eles. Conforme o ganês, Ahmed Adams, que mora a pouco mais de um ano no Brasil, a estrutura da mesquita e as preces da religião, são as mesmas em qualquer lugar do mundo. “Não muda nada. Se é religião islã e se o líder faz a leitura do Alcorão (livro sagrado da religião), é a mesma filosofia”.
O ganês Abass Aniadu, que chegou há um mês em Criciúma, ainda não encontrou emprego, mas está feliz por ter encontrado sua religião. “Estou procurando emprego. Quanto a mesquita, gosto de vir toda sexta-feira. No nosso país, como há muitos mulçumanos, é comum frequentar a mesquita na sexta-feira. Mas aqui eu sei que é diferente. As empresas não liberam”, comenta.
Antes dos ganeses chegarem a mesquita tinha pouco mais e 10 frequentadores, Hoje está acima de 300.
Eles moram em casas próximas, e normalmente vivendo com 7 a 10 pessoas no mesmo ambiente. O que acontece acontece na Europa em situações como essa é que eles vão querer praticar a Sharia e intimidar os moradores em torno da mesquita para se converterem ao islão ou se mudarem, de modo a que mais muçulmanos possam morar perto da mesquita.

Agradecimento ao leitor anônimo que chamou a atenção para o que se passa em Crisciuma.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A Presidente Dilma e a sua peculiar visão de mundo (e do Estado Islâmico)


A presidente Dilma, e por conseguinte a relação internacional do Brasil de hoje, tem uma visão bastante peculiar de mundo.

Primeiro, ela condenou a "islamofobia dos países europeus" quando na verdade a Europa tem demonstrado um nível exageradamente alto de tolerância ao acolher dezenas de milhões de imigrantes muçulmanos, mesmo sob o risco do ressurgimento na Europa de problemas sociais que tinham sido erradicados.

Depois, ela condenou Israel ao chamar o embaixador brasileiro, tomando partido em um conflito onde a melhor contribuição que o Brasil pode dar deve ser pautada na neutralidade.

E agora, ela, após ficar calada frente às atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico, condena os ataques que visam enfraquece-lo. Ela está do lado de quem?

Se o Brasil está preocupado com a validade de ataques dentro do território sírio, que ela diga isso explicitamente, e dentro de um linguajar diplomático. Além do mais, do ponto-de-vista prático, a porção da Síria que foi ocupada pelo Estado Islâmico, pode não pertencer ao Estado Islâmico de direito, mas pertence de fato. Imaginem só os aliados na Segunda Guerra Mundial pedindo permissão para bombardear a Polônia ocupada pelos nazistas? Não faz sentido.

Parágrafo de notícia do Metro1:
Em Nova York para participar do 69ª Assembleia Geral das Organização das Nações Unidas (ONU), a presidente Dilma Rousseff lamentou os ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos na Síria, medida adotada para destruir o grupo radical Estado Islâmico (ISIS em inglês). "O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, é o acordo e a intermediação da ONU", afirmou a presidente nesta terça (23) em entrevista a jornalistas brasileiros. "O Brasil é contra todas as agressões."
A presidente Dilma disse ainda que ela (ou seja, o Brasil) perferiria que o conflito fosse resolvido através de negociações, ou como ele disse, "diálogo, acordo e intermediação da ONU." . 

Que negociações seriam estas? Seria possível que os jihadistas do Estado Islâmico abandonassem as armas e voltassem para suas casas ao redor do mundo sem que nada tivesse ocorrido, ou como se eles tivessem apenas dado um passeio no bosque? Como ficam as atrocidades, os assassinatos, as execuções em massa, o exílio de comunidades inteiras nativas da região, a venda de mulheres como escravas sexuais, o casamento de crianças sequestradas com jihadistas, o estupro sistemático e grupal de mulheres que não tiveram tempo de fugir dos jihadistas, a crucificação de pessoas acusada-as de terem cometido crimes que na verdade são direitos humanos, o espetáculo grotesco do degolamento de pessoas e o prazer quase orgásmico de mostrar as cabeças decepadas, e mesmo usa-las como bola de futebol? Todas estas atrocidades aos gritos de Aláhu Akbar (Alá é o maior) e sendo cometidas entre as 5 orações diárias.

Que concessões deveriam ser dadas aos jihadistas do Estado Islâmico? Deixar que eles controlem um território menor em troca de uma trégua? Anistia? Salvo conduto? Empréstimo do Banco Mundial? Que concessões podem ser dadas para criminosos?

Ou será que a culpa para todas estas atrocidades seria nossa? Seria por causa da invasão do Iraque em 2003? Quer dizer que os cristãos e os yazidis foram quase totalmente exterminados mesmo não tendo nada com isso? Seria por causa da existência de Israel? Devemos então destruir o único país progressista e democrático no Oriente Médio para instituir mais um país falido governado pela Sharia? Seria porque somos infiéis e rejeitamos Alá? O que fazer então? Vamos todos nos tornar muçulmanos para que eles fiquem felizes e o mundo seja todo de Alá?

A Presidente Dilma irá abrir a Assembléia Geral das Nações Unidas, uma prerrogativa que o Brasil possui. Vamos torcer para que ela tenha tido a oportunidade de conversar com diplomatas do Itamarati de modo a que ela fale a linguagem da Diplomacia.

Presidente, lembre-se  que o modo pelo qual o Brasil é visto no exterior também depende da sua política exterior.

PS. O discurso da Presidente Dilma na Assembléia Geral da ONU foi vago na questão no tocante ao Estado Islâmico (fonte).


Compilação de vídeos mostrando as contradições da Presidente Rousseff, 
ou talvez, onde o seu coração reside

Um outro vídeo que explora a mesma questão

Atualização:
Um pouco das charges que vem sido divulgadas no Facebook sobre a entrevista na qual a Presidente Dilma dá apoio a ISIS.














domingo, 21 de setembro de 2014

Síria: Mulheres em cativeiro agrupadas e vendidas em mercado de escravos


Por Raymond Ibrahim julho em 17, 2014



 A foto acima apareceu recentemente em vários meios de comunicação social árabes e websites. O subtítulo diz: "primeiro mercado de escravos do sexo feminino em Deir ez-Zur," uma região da Síria que é 20 por cento cristã e atualmente é ocupada pelo Estado Islâmico do Iraque e da Síria.

Independentemente de sua origem ou autenticidade, o verdadeiro significado é que ele perfeitamente transmite o que sabemos está acontecendo na Síria - a partir de fatwas que permitem que os homens estuprem mulheres, a fatwas chamando as mulheres para se engajar na jihad do sexo, inclusive contra sua vontade.

Os jihadistas estão exigindo satisfação sexual e recompensas para os seus sacrifícios, e eles estão conseguindo.

Este é um lembrete de que Abu Ishaq al-Huwaini, um pregador salafista popular no Egito, disse na Hikma TV em 2011 ele explicou que após conquistas jihadistas, as propriedades e as pessoas de habitantes "infiéis" devem ser apreendidos como Ghanima, ou "despojos de guerra", distribuídas entre os jihadistas muçulmanos ou levadas para "o mercado de escravos, onde escravas e concubinas são vendidas."

Huwaini referiu a essas escravas sexuais pela denominação desumanizante que o Alcorão as dá: ma malakat aymanukum, que significa "o que [não quem] a sua mão direita possui", ou seja, escravas sexuais: "Você vai ao mercado e a compra, e ela se torna como a sua companheira, muito embora sem um contrato, um tutor, ou qualquer uma dessas coisas, e isso é acordado pela ulemas. Em outras palavras, quando eu quero uma escrava sexual, eu vou ao mercado e escolho qualquer mulher que eu desejo e a compro. "


Mas é claro que essa noção não se origina com Huwaini. No Alcorão 4:3 Alá ordena aos homens muçulmanos que se “casem com essas mulheres como aparenta ser bom para você, duas, três e quatro ... ou o que a sua mão direita possui." Como Huwaini aponta, a ulema do Islã, ou "estudiosos", são concordam unanimemente que "o que sua mão direita possui" é simplesmente uma escrava sexual tomada durante uma incursão jihad. Evidência lingüística sugere ainda que uma escrava sexual é vista mais como um animal ou uma possessão do que como um ser humano, daí seu tratamento desumano, como bens a serem comprados e vendidos (e como foi recentemente confirmado por um importante salafista egípcio).


sábado, 20 de setembro de 2014

Em breve, mesquita e um centro de "cultura islâmica" em Canoas, Rio Grande do Sul



O Rio Grande do Sul parece estar atraindo a atenção dos sauditas, em termos de investimentos, e, claro, em termos de propagação do islamismo.

Uma notícia publicada no site da Prefeitura de Canoas menciona o interesse de investimentos árabes no Rio Grande do Sul, e a construção de uma mesquita e de um centro de "cultura islâmica" em Canoas. Aparentemente, o projeto para esta mesquita já existe a mais de um ano (fonte):


Investimentos econômicos de grupos islâmicos são sempre associados a construção de mesquitas e madrassas, mesmo que não existam muçulmanos na região que justifiquem tal construção. Mas eles consideram mesquitas e madrassas como uma ponta-de-lança no esforço de islamização e propaganda. Isto se chama de Sharia Financeira.

A notícia completa abaixo.
Prefeitura Municipal de Canoas
Prefeito apresenta a empresários árabes alternativas de áreas para empreeendimento
O prefeito Jairo Jorge e o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico, Valmor Ávila, se reuniram, nesta tarde, com o diretor-geral da Makseb Holding, com sede em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, Ahmed El Helw, e o diretor-geral da Egyptian Belgian Co. For Industrial Investiments, sediada no Egito, Maged Al Nadi.
Os empresários chegaram ao Rio Grande do Sul no último fim de semana para avaliar condições para instalação de um centro de distribuição de fertilizantes, visando ao mercado interno brasileiro. O preço deverá ser competitivo, para atender pequenos produtores. Eles revelaram que a intenção é de futuramente, instalar uma indústria do produto. Ontem, Jairo acompanhou os executivos em reunião com a governadora Yeda Crusius, em Porto Alegre.
No encontro de hoje, no gabinete, o prefeito apresentou alternativas de áreas para o empreendimento, localizadas à beira do rio Gravataí, já que os fertilizantes deverão ser transportados por hidrovias. Também mostrou as alternativas de transporte rodoviário e ferroviário.
El Helw e Al Nadi solicitaram que a Prefeitura formalize as condições oferecidas para a instalação da empresa e encaminhe informações sobre empresas de construção civil e cooperativas com quem poderão negociar. Eles viajam hoje à noite e anunciaram que retornarão em setembro. Os empresários também iniciaram tratativas para construir uma mesquita e um centro de cultura islâmica em Canoas.
Eloá da Rosa
O prefeito de Canoas, Jairo Jorge da Silva, é filiado ao Partido dos Trabalhadores.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Será que este Cardeal aposentado se converteu para o islão, ficou senil ou é apenas um idiota útil?


O problema que nós temos frente ao islamismo é POLÍTICO, ou seja, a implementação vagarosa e crescente da lei islâmica (Sharia) no mundo ocidental, inclusive no Brasil, e o que é pior, com autoridades ocidentais (de governos, igrejas, ONGs, etc.) sendo coniventes ou mesmo promotoras da Sharia, seja para satisfazer interesses ecônomicos pessoais ou de grupos (capitalistas e governantes), para satisfazer a ideologia particular (esquerda), ou simplesmente numa tentativa de se provar que são "tolerantes" (a analogia que eu geralmente uso seria uma mulher que se deixa estuprar para provar o quanto tolerante ela é -- no caso em questão, é de um religioso que nega os fundamentos da sua religião para se passar por tolerante).  
Este artigo mostra mais um exemplo desta "traição", exatamente de onde deveria existir a maior resistência, de dentro da igreja. 
A pior coisa que existe é quando alguém faz um gol contra pensando que está fazendo um gol à favor. Veja o que disse o cardeal católico McCarrick durante um encontro inter-religioso promovido pelo Conselho de Assuntos Públicos Muçulmanos, em Washington, capital dos EUA.

Cardeal McCarrick é aposentado devido a idade (ele tem 84 anos).

Ele abriu o encontro dizendo: "Em nome de Deus, o Misericordioso e Compassivo." Isso é como o Alcorão chama Alá na abertura de todos os capítulos do Alcorão, exceto o capítulo 9 (o que ordena os muçulmanos a fazerem guerra contra os cristãos). Esta frase corresponde aos cristãos dizerem, "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo." Só que muçulmano algum irá dizer isso, mesmo durante algum "diálogo inter-religioso." Nunca.

O Cardeal disse que o islamismo e o catolicismo compartilham os mesmo ensinamentos sociais, baseados na dignidade do ser humano,  e que "ao estudar o Alcorão, ao estudar o Islão, basicamente, é isso que o profeta Maomé, que a paz esteja sobre ele, estava ensinando. "...

Dois problemas aqui.
(1) O cardeal chamou Maomé de profeta (quando o correto seria chamá-lo de "profeta islâmico");
(2) Ele usou a frase "que a paz esteja sobre ele" para se referir a Maomé, do mesmo jeito que todo o muçulmano devoto faz. Os católicos não se referem a figuras religiosas deste jeito.

Porque o cardeal quer se expressar como um muçulmano? Quando uma pessoa age como muçulmano é sinal que ou a pessoa é muçulmana ou a pessoa é um idiota útil fazendo papel de palhaço.

Mas o problema maior é que ao falar deste jeito o cardeal está legitimando Maomé como profeta. E ao fazer isso ele está negando os fundamentos do cristianismo.

Existe a uma questão fundamental que separa o cristianismo com o islamismo, qual seja, o islamismo nega a divindade de Jesus. Ou seja, Maomé profetiza que Jesus não é Deus. Do ponto de vista teológico não poderia haver nada mais contraditório do que isso.

Pois bem, vejamos então o que a teologia cristã diz:
João 8:57 Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU.
Êxodo 3:14 Respondeu Deus a Moisés: Eu sou o que eu sou. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.
Mateus 7:15-16 Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?
1 João 2:22-23 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho. Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai.
Estes versos nos dizem duas coisas: (1) Jesus é Deus; (2) Aquele que nega a divindade de Jesus é (você pode escolher) falso profeta, mentiroso ou anticristo.

Agora, vejamos o que a teologia islâmica diz:
Alcorão 5:72 Descrentes são aqueles que dizem que Alá é o Messias, filho de Maria.
Alcorão 23:91 Alá não escolheu nenhum filho, e nem existe nenhum outro deus junto com ele.
Alcorão 4:157 Jesus, filho de Maria, é apenas um mensageiro de Alá.
Alcorão 5:116 Jesus não disse, tome a mim e a Maria como deuses, junto com Alá. 
Estes versos nos dizem duas coisas: (1) Jesus não é Deus; (2) Maomé nega a divindade de Jesus.

Podem existir conceitos mais contraditórios do que estes?

Então, Cardeal McCarrick, do ponto-de-vista cristão, Maomé é um falso profeta. Não dá para satisfazer os dois lados neste assunto.  

Um outro problema é quanto à afirmação de que o islão compartilha dos mesmo ensinamentos sociais baseados na dignidade do ser humano. Ora, se olharmos apenas como os muçulmanos e os não-muçulmanos são considerados no Alcorão, esta afirmação vai por água abaixo. Vejamos
Alcorão 3:10 Muçulmanos são o melhor povo.
Alcorão 98:6 Os não-muçulmanos são as criaturas mais perversas.
Alcorão 48:29  Maomé é o apóstolo de Alá. Aqueles que o seguem são misericordiosos uns com os outros, e implacáveis para com os incrédulos. 
Lembre-se, Cardeal McCarrick, o que o arcebispo de Mosul disse recentemente. Ele afirmou: "Vocês acham que todos os homens são iguais, mas isso não é verdade. Islão não quer dizer que todos os homens são iguais. Seus valores não são os nossos valores. Se vocês não entenderem isso em breve vocês vão se tornar vítimas do inimigo que vocês acolheram em suas casas."


PS. Eu não estou aqui advogando nenhuma teoria conspiratória ou alianças secretas. Eu estou apenas fazendo uma análise baseada em fatos.

Mas de qualquer modo, antes que digam que Roma é a Babilônia, reflitam sobre o seguinte: Meca também tem 7 colinas.

fonte: Jihad Watch


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Opiniões de personalidades históricas sobre o islão - Teddy Roosevelt


"As seguintes passagens foram escritas em 1916 no livro de Teddy Roosevelt, "Temei a Deus e leve a sua própria parte", reproduzido em "O que cada americano precisa de saber sobre o Alcorão", de William Federer.

Estas palavras são relevantes hoje, porque o conflito histórico entre o islamismo e o cristianismo, que começou cerca de 1400 anos atrás, ainda está em curso. O resultado final dessa luta não é clara.
O cristianismo não é o credo da Ásia e da África, neste momento, apenas porque os cristãos da Ásia e da África do sétimo século, tinham-se treinado para não lutar, enquanto que os muçulmanos eram treinados para lutar. 
O cristianismo foi salvo na Europa apenas porque os povos da Europa lutaram. 
Se os povos da Europa nos séculos VII e VIII, até, e incluindo, o século XVII, não tivessem possuído uma igualdade militar, e gradualmente, uma superioridade crescente sobre os muçulmanos que invadiram a Europa, a Europa neste momento seria muçulmana e a religião cristã teria sido exterminada. 
Onde quer que os muçulmanos tiveram controle completo, onde quer que os cristãos tenham sido incapazes de resistir a eles pela espada, o cristianismo desapareceu.
Desde o martelo de Charles Martel até a espada de Sobieski, o cristianismo deve sua segurança na Europa pelo fato de que ele foi capaz de mostrar que poderia e iria lutar, tão bem como o agressor muçulmano.
..... 
A civilização da Europa, Américas e Austrália, existem hoje epor causa das vitórias do homem civilizado sobre os inimigos da civilização; por causa das vitórias ao longo dos séculos de Charles Martel, no século VIII, e as de João Sobieski, no século XVII. 
Durante os mil anos, que incluiu a carreira do soldado franco e a do rei polonês, os cristãos da Ásia e da África se mostraram incapazes de travar uma guerra bem-sucedida contra os conquistadores muçulmanos; e em conseqüência, o cristianismo praticamente desapareceu dos dois continentes; e, hoje, ninguém pode encontrá-los em qualquer "valores sociais" que seja, no sentido em que usamos as palavras, tanto quanto a esfera de influências maometanos estejam em curso. 
Existem "valores sociais" hoje na Europa, Américas e Austrália, só porque durante esses mil anos, os cristãos da Europa possuiam o poder bélico para fazer o que os cristãos da Ásia e da África não tinha conseguido fazer - ou seja, para rebater o invasor muçulmano. 
-- Teddy Roosevelt

Texto oriundo de Pamela Geller


domingo, 14 de setembro de 2014

Ex-muçulmano explica ao Presidente Obama que o 'Estado Islâmico' é 'Islâmico'

Um ex-muçulmano, conhecido como Irmão Rashid, explica ao Presidente Obama que o Estado Islâmico é Islão, e que Islão é o Estado Islâmico. 
Nos EUA, o presidente Obama insiste que o auto-declarado Estado Islâmico não representa o islamismo. Mas será que ele está certo? 

O Estado Islâmico (ISIL) é o Islão em sua verdadeira forma (salafismo*). Irmão Rashid é um ex-muçulmano, e como tal jurado à morte. E ainda pior, ele prega cristianismo para os muçulmanos, um crime sob a lei islâmica (Sharia).  De modo que a Sharia quer ele morto duas vezes.

(* O salafismo é a forma de islamismo como praticado pela Irmandade Muçulmana e pelos wahabis sauditas, os mesmos que ajudam a financiar mesquitas no Brasil)

Mas, não se procupe, afinal, o islão é a religião da paz. (sarcasmo)

Neste breve vídeo, irmão Rashid explica ISIL ao Presidente Obama, mostrando o porque ISIL é Islão. O texto do vídeo segue abaixo.



Mensagem para o Presidente Obama, de um ex-muçulmano (com respeito ao Estado Islâmico - ISIL)

Prezado Senhor Presidente

com todo o respeito, você está errado com respeito ao ISIL.

Você diz que o ISIL fala em nome de religião alguma.

Eu sou ex-muçulmano. Meu pai é um imã.

Eu estudei Islão por mais de 20 anos.

Eu tenho Bacharelado em Estudos Religiosos.

Eu estou terminando meu Mestrado em Estudo de Terrorismo.

Eu posso afirmar que ISIL fala em nome do Islão.

Permita-me corrigi-lo. ISIL é uma organização muçulmana.

O seu nome é "Estado Islâmico."

O nome sugere ser um movimento islâmico. O seu líder,

Abu Bakr al-Bagdhadi, é Ph.D. em estudos islâmicos.

Eu duvido você sabe mais Islão do que ele.

Ele foi o pregador e líder religioso em uma mesquita em Bagdá.

Todos os 10 mil membros do ISIL são muçulmanos.

Nenhum membro é de qualquer outra religião.

Eles vem de países diferentes com um único denominador comum: Islão.

Eles imitam o profeta Maomé em todos os aspectos.

Imitam ao crescer as barbas e raspar os bigodes

e como se vestem.

Eles se diferenciam do infiél

ao usarem relógios no pulso da mão direita.

Eles implementam Sharia em todo território conquistado.

Eles rezam 5 vezes por dia.

Clamam pelo Califado, doutrina central no Islão sunita,

e desejam morrer pela religão deles.

Eles seguem os passos do profeta Maomé ao pé-da-letra.

A propósito, se você deseja entender o ISIL, leia a biografia de Maomé escrita por ibn Hisham.

Este é o seu modelo de ação.

Você acha que ISIL não representa o Islão porque eles degolaram um americano

e matam quem eles chamam "infiél."

Do mesmo modo, o profeta Maomé degolou, eu um dia,

entre 600 e 900 homens de uma tribo judáica, os Banu Quraiza.

Na verdade, degolar é recomendado pelo Alcorão,

surata 47, verso 4:

"Ao encontrar os descrentes, lute, e golpeie os seus pescoços."

Curioso, esta surata chama-se "A Surata de Maomé."

Matar prisioneiros é também uma ordem de Alá para Maomé e para todos os muçulmanos.

"Não é para um profeta fazer prisioneiros até que ele tenha massacrado os inimigos de Alá."

"Não é para um profeta fazer prisioneiros até que ele tenha massacrado os inimigos de Alá."

Alcorão 8:67.

A propósito, 3 das esposas de Maomé foram judias que ele sequestrou durante suas incursões contra minorias religiosas.

A propósito, 3 das esposas de Maomé foram judias que ele sequestrou durante suas incursões contra minorias religiosas.

Exatamente como ISIL faz hoje.

Presidente, eu crescí no Marrocos, um país considerado como moderado,

mas ainda pequeno eu aprendí a odiar os inimigos de Alá,

principalmente cristãos e judeus,

hoje representados por Israel e o Ocidente, principalmente o "grande satã", os EUA.

Eu rezava 5 vezes por dia, repetindo a al-Fatiha (Capítulo 1 do Alcorão) pedindo Alá

para não me conduzir no caminho dos que foram extraviados e dos que têm a ira de Alá sobre eles.

Todos nós sabíamos que são os cristãos e os judeus.

Nós sofremos lavagem cerebral para odiar todos vocês, nos nossos livros sagrados,

nas nossas orações, nos sermões de sexta-feira, nas escolas.

Nós estávamos prontos para nos juntar a qualquer grupo que lutasse contra vocês e os destruisse

e fizesse o Islão a religião de todo o mundo, como o Alcorão diz.

Isso é o que eu, e milhões, são ensinados.

Presidente, este é um fato irrevogável.

Felizmente, ao crescer eu deixei o Islão e me tornei cristão,

porque eu creio que Deus é amor.

Outros também deixaram, e deixam todos os dias, buscando rumos diferentes para as suas vidas.

Todos eles sofrem, porque, de novo, o profeta do islão disse:

"Quem deixar a religião, mate-o."

Eu deixei o Marrocos sendo perseguido. Tive sorte.

Outros, ao redor do mundo muçulmano, não têm a mesma oportunidade,

eles pagam um preço alto, de modos diferentes, para ganharem sua liberdade algum dia.

Presidente, eu peço para você deixar de ser politicamente correto e chame as coisas pelo seu nome correto:

ISIL, Al Qaeda, Boko Haram, Al Shabab na Somália, o Talebão, e suas filiais, são todos feitos no Islão.

A não ser que o mundo islâmico lide com o Islão e separe Religião e Estado, este ciclo nunca será quebrado.

A não ser que o mundo islâmico lide com o Islão e separe Religião e Estado, este ciclo nunca será quebrado.

Enquanto não se lidar com a raiz do problema, apenas os sintomas podem ser tratados.

ISIL é apenas um sintoma.

Se desaparecer, outros ISILs irão aparecer com outros nomes.

Pode-se perguntar, porque ISIL mata outros muçulmanos?

A resposta é, eles os consideram infiéis, não muçulmanos.

Você sabia que as 4 Escolas do Islão pregam que se um muçulmano deixar de rezar deve-se pedir que ele se arrependa, caso contrário, ele deve ser morto?

Você sabia que Maomé tentou queimar os seus próprios companheiros quando eles deixaram de rezar?

De modo que qualquer coisa que qualifique um muçulmano como sendo um infiel é motivo para matá-lo, inclusive deixar de rezar.

De modo que qualquer coisa que qualifique um muçulmano como sendo um infiel é motivo para matá-lo, inclusive deixar de rezar.

Se o Islão não é o problema, então porque existem milhões de cristãos no Oriente Médio

mas nenhum se explodiu para se tornar um mártir,

muito embora eles vivem sob as mesmas condições políticas e econômicas, ou ainda pior.

Porque muitos muçulmanos no ocidente se juntaram ao ISIL se o Islão não é o motivo?

Porque até mesmo recém-conversos do Islão se tornam terroristas?

Presidente, se você deseja realmente lutar contra o terrorismo, então lute a raiz.

Quantos Xeiques sauditas estão pregando ódio?

Quantos canais islâmicos estão doutrinando e pregando violencia do Alcorão e da tradição de Maomé?

Quanto sermões de sexta-feira são feitos contra: o Ocidente, liberdade e Democracia?

Quantas escolas estão produzindo gerações de estudantes e professores, que acreditam em Jihad, martírio e lutar contra os infiéis?

Quantas escolas estão produzindo gerações de estudantes e professores, que acreditam em Jihad, martírio e lutar contra os infiéis?

E, finalmente, quantas websites são financiadas por governos, seus alidados,

onde Xeiques têm editados fatwas contra direitos humanos básicos.

Se você deseja lutar contra terrorismo, começe por aí.

A propósito, eu não digo o meu verdadeiro nome, porque o Islão é uma "religião da paz."

Eu sou conhecido ao redor do mundo como Irmão Rashid

E eu imploro que você tome uma posição em favor dos direitos humanos internacionais

e do futuro da democracia, e diga a verdade sobre a verdadeira ameaça que nos está confrontando.

Cumprimentos, Irmão Rashid.

link do vídeo sem legendas: http://youtu.be/GsF5onDXUNg
link do vídeo com as legendas: http://youtu.be/jNHGi0UTINo







quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Mensagem ao Papa Francisco frente à perseguição dos cristãos ao redor do mundo, e no Oriente Médio, e sobre o “diálogo inter-religioso” com o islamismo



Assista o vídeo (texto transcrito abaixo)



Santo Padre, aqui é José Atento.

O seu mandato como Sumo Pontífice tem sido alardeado pela imprensa como algo positivo. As suas decisões de fazer o papel de uma pessoa humilde tem sido motivo de elogios, a tal ponto da Revista Time tê-lo eleito de A Personalidade do Ano de 2013. Parabéns!

Você foi considerado o Papa do Povo, afinal, você prefere a simplicidade ao luxo, almoça no bandejão do Vaticano, e lava o pé de presidiários, mesmo eles não sendo católicos. Tudo muito bom.

Você também disse com muita propriedade:

“Eu prefiro uma Igreja machucada, sangrando e suja, porque foi às ruas, do que uma igreja doente, confinada ao apego da sua própria segurança.”

Contudo, eu acho intrigange a sua posição frente ao islamismo e sua ação aparentemente tênue frente ao extermínio sistemático dos cristãos, em curso no Oriente Médio, e a perseguição dos cristãos ao redor do mundo.

E o que é pior, Santo Padre, o senhor se fez vítima do chamado “Diálogo Inter-religioso.” Para começar, o senhor, com a melhor das intenções, eu tenho certeza, emitiu a Declaração Papal “Evangelii Gaudium” (que significa “Alegria do Evangelho”), onde você disse:

“o nosso respeito para os verdadeiros seguidores do Islão deve nos levar a evitar generalizações de ódio, pois o autêntico Islão, e a leitura adequada do Alcorão, se opõem a toda forma de violência.”

Santo Padre, você como Papa é infalível em assuntos de doutrina cristã ... mas não em assuntos de doutrina islâmica, como nós veremos em seguida.

Acontece, Santo Padre, que para conhecermos o “verdadeiro islão” nós precisamos ler textos escritos por muçulmanos que sejam reconhecidos pela comunidade muçulmana como especialistas no tema, e que tenham sido escritos para um público muçulmano. Se você não fizer isso, você não está fazendo o seu trabalho direito."

Por exemplo, vejamos o manual de lei islâmica Umdat al-salik wa al-nasik, geralmente chamado de The Reliance of the Traveller, ou A Confiança do Viajante. Este manual é uma fonte oficial de lei islâmica (sunita) por ser certificado pela Universidade Al-Azhar, do Cairo, Egito. A Universidade Al-Azhar é a mais alta autoridade da doutrina islâmica sunita, sendo uma espécia de “Vaticano do Islão.”
Lei islâmica o9.0: Jihad significa guerra contra não-muçulmanos, e é etimologicamente derivada da palavra mujahada que significa guerra para estabelecer a religião. Esta é a jihad menor. Quanto à jihad maior, esta é a guerra espiritual contra o eu interior.
As escrituras islâmicas que dão base  para a jihad, antes do consenso acadêmico ter sido atingido, são  versos do Alcorão, tais como: 
Alcorão 2:216 Você é ordenado para lutar, muito embora você não goste disto.
Alcorão 4:89 Mate-os onde quer que você os encontre
Alcorão 09:36 Lute de forma completa e total contra os idólatras
Lei islâmica o9.8 Objetivos da Jihad 
o9.8 O califa faz guerra contra os judeus, cristãos e zoroastrianos (Primeiro, ele os convida a se tornarem muçulmanos. Se eles não aceitarem o convite, o califa os convida para entrarem na ordem social do Islã, pagando o imposto dos não-muçulmanos (jizya). A guerra continua até que se tornem muçulmanos ou então paguem o imposto dos não-muçulmanos.). 
o9.9 O califa faz guerra contra todos os outros até que eles se tornem muçulmanos.

Mas porque precisamos ouvir o que os especialistas em lei islâmica dizem para o público muçulmano? Porque quando eles falam ao mundo não-muçulmano eles adoçam a sua mensagem, chegando até mesmo a mentir.

Isso mesmo, no islamismo mentir é permitido, e isso se chama taquia.

Taquia: é permitido mentir se a mentira ajudar a propagação do islão.
Lei islâmica r8.2 Esta é uma declaração explícita de que mentir às vezes é possível para se atingir um determinado interesse ... Quando se é possível alcançar tal objetivo mentindo, é permitido mentir se a meta for permitida (N: ou seja, quando o propósito da mentira é para contornar alguém que o está impedindo de fazer algo permitido), e é obrigatório mentir se o objetivo for obrigatório.

Propagar o islamismo é uma obrigação de todo o muçulmano.

Uma vez que esta meta é obrigatória, também é obrigatório para o muçulmano devoto que ele minta para cristãos e judeus sobre o que sua religião significa, e sobre as suas reais intenções, se tais mentiras ajudarem o Islão alcançar a conquista final. É por isso que é perigoso tomar os porta-vozes muçulmanos ao pé-da-letra quando eles descrevem as possíveis intenções pacíficas do Islã.

Um outro evento que você promoveu foi um encontro inter-religioso, envolvendo orações de sacerdotes cristãos, um rabino judeu, e um imã muçulmano, nos Jardins do Vaticano, no dia 8 de junho deste ano (2014), Domingo de Pentecostes. A intenção era promover a paz entre palestinos e israelenses, e contou com a presença do Presidente Shimon Peres (Israel) e Mahmoud Abbas (Autoridade Palestina).  

O imã, no entanto, foi além do roteiro que tinha sido entregue ao Vaticano com antecedência. Ele incluiu na sua oração cantada, os versículos 284-286 da Sura 2 do Alcorão, a última parte na qual se pede a Alá para conceder a vitória sobre os infiéis. Suas palavras foram transmitidas ao vivo para uma audiência televisiva mundial, mas elas estavam em árabe, e os telespectadores, a maioria não muçulmanos, não tinha idéia do que ele tinha dito.

Mas para os muçulmanos, isso soou como uma vitória de Alá, na qual o islão estava tomando posse do Vaticano.

De modo, Santo Padre, eu lamento informá-lo que você foi mais uma vítima do “diálogo inter-religioso” que muitos clérigos cristãos, sejam padres, bispos ou pastores, tentam fazer, sem ter a menor idéia da ideologia que rege o islamismo. Estes diálogos inter-religiosos ocorrem sempre em igrejas e templos cristãos, nunca em mesquitas, e expõe o islamismo aos cristãos, nunca o cristianismo aos muçulmanos.

Agora, a sua última ação neste seu “diálogo inter-religioso” é que você está promovendo um jogo de futebol para provar que existem muçulmanos que são bons seres humanos.
Sim, Santo Padre, existem muçulmanos bons, mas eles são bons apenas quando conseguem se manter alheios da influência do islão (ou seja, quando eles não são “muçulmanos de verdade.”). Veja bem, Papa Francisco, o problema não é o homem, mas sim o pecado. O problema não são os muçulmanos, mas a ideologia islâmica. A rigor, os muçulmanos são as maiores vítimas do islamismo.

E que tal nós ajudarmos os muçulmanos FALANDO A VERDADE a eles?

Agora eu entendo quando você vive pedindo para que as pessoas rezem por você.

Santo Padre, eu peço a Deus para que você não confunda santidade com politicamente correto.

Agora, quanto ao genocídio dos cristãos no Oriente Médio, notadamente o que vem ocorrendo na Síria e no Iraque. Porque a sua reação tem sido tão tímida? Será que você está com medo de ofender os muçulmanos em detrimento de proteger os cristãos?

A situação é seríssima. Mosul, a bíblica Nínive, Qaraqosh, e tantas outras cidades que tinham a presença cristã por 2 mil anos estão desertas de cristãos. Centenas de milhares de cristãos foram expulsos, todos os seus pertences roubados, forçados a andar no deserto descalços, sem água e sem comida, mulheres estupradas, mulheres sequestradas e vendidas como escravas sexuais, crianças cristãs de 7, 8, 9 anos raptadas e forçadas a se casarem com jihadistas ou vendidas por eles, execuções em massa daqueles que não tiveram tempo para fugir e se recusaram a se converter ao islamismo, cristãos sendo crucificados. Igrejas destruídas ou convertidas em mesquitas. Todas estas ações são consistentes com o que Maomé fez durante a sua vida e com o que o “Alcorão de Medina” advoga.

Maomé, além de um falso profeta, foi um dos maiores criminosos da história. Mas este seu diálogo inter-religioso serve para legitimizar Maomé.

Eu achava que pela gravidade da situação, você iria “ocupar as Nações Unidas”, acampar na porta, apenas sair de lá depois que algo concreto fosse feito.

O que acontece no Iraque e na Síria aconteceu, e acontece, no Sudão, na Nigéria, em Serra Leoa, na República Centro Africana, na Líbia, no Egito, no Irã, no Paquistão, na Indonésia, nas Filipinas. E vai acontecer em outros lugares, certamente na Europa, devido ao aumento da população muçulmana.

Santo Padre, você já pensou em usar uma pequena porção do dinheiro do Banco do Vaticano para contratar agências de segurança para proteger as populações cristãs e propriedades da igreja em áreas de conflito? Os jihadistas em geral são covardes. Ao menor sinal de resistência eles correm. Os jihadistas são mais cruéis com quem menos resiste.

Muitas vezes, rezar apenas não é suficiente. Mostrar uma crucifixo, jogar água benta ou usar um colar de alho não vai espantar os jihadistas. 

Mas você continua a sua vida santa dentro do Vaticano. Sua Santidade, talvez comer no bandeijão do Vaticano não seja o suficiente.


Esta mensagem foi dirigida ao Papa Francisco. Mas ela é válida para todas as pessoas que tenham algum tipo de liderança. Se vocês estão parados, vocês são cúmplices. 


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Um africano faz considerações sobre o escravismo islâmico infligido aos africanos


pdf disponível em:  https://drive.google.com/file/d/0B29FzH0EG92RalE5SGpXQmJUYjQ/edit?usp=sharing

I. AS PRESUNÇÕES DO ISLÃ

Nos dias de hoje há abundância de afro-caribenhos e afro-americanos
que se convertem ao islamismo. Segundo as pesquisas, estes novos
islâmicos se converteram primeiramente porque tinham a idéia de
que o Islã fosse uma religião de “irmandade” e de igualdade. Muitos
deles criam que no Islã não existisse problemas raciais e que ele não
estivesse envolvido com o comércio de escravos, como muitos estados
ocidentais europeus.

‘Abd-al-Aziz’ Abd-al-Zadir Kamal diz no seu escrito “O Islã e a
questão racial”: “No Islã, a humanidade constrói uma só grande família
criada (com)... diversidade de cores e peles... (por isso)... adorando
a Deus todos os homens são iguais, e um árabe não tem precedência
sobre um não árabe... Todos os seres humanos são... iguais... e os
casamentos são feitos sem qualquer reserva quanto à cor da pele”. Ele
afrma, portanto, que no Islã exista uma harmonia racial e que todos,
independentemente da cor, tenham “os mesmos direitos sociais...
obrigações legais... oportunidades de trabalho e... a proteção de suas
pessoas” (página 64).

Mas é verdade? Estas presunções são válidas à luz da história?
Observemos por exemplo a questão da escravidão no Islã.

II. AS FONTES ISLÂMICAS CONFIRMAM ESSAS
PRESUNÇÕES?

Desafortunadamente há muitas pessoas de pele negra que crêem
que o ataque furioso dos árabes ao ocidente coincida com a causa
africana. É um erro fatal. Os primeiros escritores muçulmanos das
tradições islâmicas (que foram redigidos muito tardiamente, isto é,
entre o nono e o décimo século d.C.) admitem que já ao tempo de
Maomé se havia tornado normal propagar as suas idéias através de
conquistas militares. O seu objetivo principal era o controle político e
militar; por isso não nos surpreende que segundo a tradição ele tenha
dito: “O ato mais merecedor... e a melhor fonte de rendas é a guerra”
(Mishkat II, página 340).

Quando os primeiros líderes da conquista árabe (isto é Abu Nakr
Umar e outros) invadiam os países, a história demonstra que o
habitantes inocentes podiam ser dominados por eles ou então “aceita
a morte pela espada” (Dictionary of Islam, página 24).

O mesmo Alcorão ordena aos muçulmanos: “...matai os idólatras
onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os...” (sura
9:5). Além disso recomenda aos muçulmanos de possuir escravos
escravas (sura 4:24-25).

Segundo a tradição islâmica o general Abu Ubaidah, durante o
assédio de Jerusalém, deu a opção aos habitantes de “aceitar o Islã ou
prepararem-se para serem mortos com a espada” (Rau Zatu, volume
II, página 241).

Os compiladores muçulmanos do tardio nono século admitem
francamente que Maomé tenha sido um líder militar. Enquanto a
primeiras descrições da vida de Maomé dizem pouco sobre sua
atividade profética, abundam de relatos sobre suas batalhas. Al-Waqid
(morto em 820) estima que Maomé tenha se envolvido pessoalmente em
19 das 26 batalhas (Al-Waqidi 1966:144). Ibn Athir diz que o número
era 35 (Ibn Athir, página 116), enquanto que Ibn Hisham (morto em 833)
avalia serem 27 (Ibn Hisham, página 78).

O conselho bélico de Maomé aos seus seguidores foi este: “Lutem comigo
depressa para invadir a Síria, talvez vocês possuirão as flhas de Al Asfar”
(Al-Waqidi 1966:144). Faz-se necessário observar que Al Asfar era um
LIVRE homem de negócios africano com flhas belíssimas, a tal ponto que
“a beleza delas tornou-se proverbial” (Al-Waqidi 1966:144).

De conseqüência, os pobres discípulos de Maomé não fcaram pobres
por muito tempo. Tornaram-se ultra ricos com os despojos de guerra, e
acumularam muitos animais e ESCRAVOS, além de muito ouro (Mishkat,
volume II, páginas 251, 253, 405-406).

Não há do que maravilhar-se quanto ao fato de que Ali Ibn Abu Talib se
gabava dizendo: “As nossas fores são a espada e o punhal. Narcisos e murtas
nada valem; a nossa bebida é o sangue dos nossos inimigos, o nosso cálice é
o crânio deles após tê-los combatido” (Tarikh-ul Khulafa, páginas 66-67).
Não surpreende que o Alcorão ecoa esta idéia dizendo: “E quando vos
enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até
que os tenhais dominado...” (sura 47:4) e “Combatei aqueles que não crêem
em Deus..., e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam
o Livro...” (sura 9:29).

III. A HISTÓRIA CONFIRMA ESTAS PRESUNÇÕES?

O general muçulmano Amr Ibn Al‘As invadiu o Egito de 639 até 642
(Williams 1974:147-160). O Egito não lhe bastou e por isso procurou
colonizar a Makuria, um reino cristão independente. O rei Kalydossas
porém desvendou as suas maquinações em 643. Al‘As procurou novamente
subjugar a Makuria em 651, mas faliu e foi constrangido a assinar um tratado
de paz (Williams 1974:142-145).

Em 745 o general Omar, o então novo governador do Egito,
intensifcou a perseguição dos cristão, mas o rei Cyriacus da Makuria
conseguiu frear este novo ataque (Williams 1974:142-145). Em 831
o rei Zakaria, o novo manarca de Makuria, se alarmou por causa dos
caçadores muçulmanos de escravos que estavam invadindo o seu
país (o atual Sudão). Ele mandou uma delegação internacional ao
califa de Bagdad (Bagdá) com a fnalidade de que estas violações do
tratado de paz parassem, mas não recebeu alguma ajuda (Williams
1974:142-145).

O sultão Balbar do Egito continuou a violar o tratado de 651 (veja
sura 9:1-4). Mais tarde, em 1275, os muçulmanos, do subjugado Egito,
começaram a colonizar e destruir Alwa, Makuria e Nobatia, os três
reinos cristãos antigos na África. Os povos destas nações, que outrora
foram independentes e esplêndidas, foram vendidos com escravos.

Enquanto o Islã e a cultura árabe alargavam-se pela África,
difundiam-se também o escravismo e o genocídio cultural. Iniciava-se
a fazer guerras para obter escravos africanos. Kumbi Kumbi, a capital
do Gana, foi destruída pelos invasores muçulmanos em 1076. O Mali
abrigava um “mafa” muçulmana que “encorajava” os reis africanos
de Mali a abraçar o Islã. Esta “mafa” controlava os importantíssimos
caravaneiros e os portos comerciais da África. Os muçulmanos
conseguiram tomar posse dos postos mais importantes no governo e
começaram a mudar a história antiga de Mali de modo que os adventos
pré-islâmicos fossem cancelados. Por razoes de segurança o governo
ganense dos Mossi, que era consciente do poder dos comerciantes
muçulmanos, instituiu um departamento governativo para controlar a
espionagem muçulmana (Davidson, Wills e Williams).

A rota islâmica dos escravos se desenvolvia também em torno do
Lago de Ciad nos estados muçulmanos de Bagirmi, Wadai e Darfur
(O’Fahley e Trimmingham 196:218-219). No Congo, os negreiros
Jallaba comercializavam com os Kreish e com os Azande, um povo
do norte (Barth e Roome). Igualmente freqüentada era a rota que
seguia o separa-águas entre o Nilo e o rio Congo, onde os negreiros
arabo-muçulmanos (por exemplo Tippu Tip do Zanzibar) chegavam das
regiões orientais da África (Roome 1916, e Sanderson 1965).

Na África oriental, os promotores do comércio dos escravos eram
os povos Yao, Fipa,  Sangu e Bungu, que eram todos muçulmanos
(Trimmingham 1969 e Gray 1961). À margem do Lago Nyasa
(hoje chamado Lago de Malawi) foi instituído em 1846 o sultanato
muçulmano de  Jumbe com propósito preciso favorecer o comércio
dos escravos (Barth 1857 e Trimmingham 1969). Em 1894 o governo
britânico avaliou que 30 por cento da população de Hausaland fosse
constituída de ex-escravos. Era assim também na África ocidental
francesa entre 1903 e 1905 (Mason 1973, Madall e Bennett, e Boutillier
1968).

IV. O ISLÃ HOJE
A . SÃO VÁLIDAS ESTAS PRESUNÇÕES?

Os africanos modernos tem praticado por muito tempo a amnésia
seletiva no que diz respeito ao escravismo islâmico. Os de cor
colocaram justamente a ênfase sobre o impacto destrutivo do
colonialismo europeu e do comércio transatlântico dos escravos, mas
estranhamente ignoraram a muito mais duradoura e devastante rota
comercial árabo-muçulmana dos escravos na África.

Quase nunca se ouve falar dos africanos que eram obrigados a migrar
por causa das incursões dos negreiros muçulmanos de leste a oeste e
do norte da África depois do sétimo século. Os escravos africanos,
transportados de navio de Zanzibar, Lamu e outros portos do leste
africano, não eram levados para o ocidente (como muitos muçulmanos
querem fazer-nos acreditar), mas terminavam na Arábia, na Índia e em
outros estados muçulmanos na Ásia (Hunwick 1976, e Ofosu-Appiah
1973:57-63). Relatórios não ofciais avaliam que mais de 20 milhões
de africanos foram vendidos como escravos por muçulmanos entre 650
e 1905 (Wills 1985:7)! É interessante notar que a maioria destes 20
milhões de escravos não era constituída de homens, mas de mulheres
e crianças que são mais vulneráveis (Wills 1976:7). É lógico, visto que
a população feminina no Alcorão sempre foi inferior à masculina (sura
2:224; 4:11,34,176).

Os teólogos muçulmanos, como o famoso Ahmad Baba (1556 –
1627), sustentavam que “...a razão da escravidão imposta aos sudaneses
é a recusa deles em crer... (por isso) é legal empossar-se de todo aquele
que for capturado como incrédulo... Maomé, o profeta, reduziu em
escravidão as pessoas porque eram Kuffar... (é portanto) legal possuir
os etíopes...” (Baba páginas 2-10).

Hamid Mohomad (alias “Tippu Tip”), que foi morto em 1905, era um
dos mais atarefados negreiros de Zanzibar. Cada ano vendia mais de
30.000 africanos (Lewis páginas 174-193 e Ofosu-Appiah 1973:8). É
importante recordar-se que a rota dos escravos em Zanzibar continuou
até o ano 1964! De fato, na Mauritânia a rota não foi ofcialmente
declarada ilegal antes do ano 1981, enquanto que no Sudão continua
até os dias de hoje segundo um relatório da ONU de 1994 (veja também
Ofosu-Appiah 1973:57-63; “The Times” de 25 de agosto de 1995;
Darley 1935; MacMichael 1922 e Wills 1985). Todos estes exemplos
falam de um escravismo exclusivamente islâmico.

B. É NECESSÁRIO ACEITAR ESTAS PRESUNÇÕES?

Os fatos sopra nominados são geralmente ignorados, saltados
ou esquecidos na literatura de hoje, simplesmente porque não é
“politicamente correto” falar deles. Sendo eu mesmo um africano, digo
honestamente que devemos reavaliar a função do imperialismo europeu
do século XIX reconhecendo que este, malgrado a “malvada imprensa”
da qual goza, foi uma das poucas forças que estagnaram o imperialismo
árabo-muçulmano no continente africano. Os árabo-muçulmanos de
hoje difamam o imperialismo ocidental do passado sem considerar ou
discutir o argumento da sua própria sórdida história no continente.

CONCLUSÕES

Este foi um breve resumo da escravidão islâmica na África. Os
compiladores do Alcorão e os posteriores escritores islâmicos admitem
que a guerra e o comércio de escravos fossem os meios mais efcazes
para apoderarem-se de novos e independentes países na África. Esta
teologia danifcou gravemente não apenas a vida familiar africana, mas
também a antiga herança cristã na África e o desenvolvimento econômico
até os dias atuais. O Islã atacou deliberadamente primeiro as mulheres e as
crianças, a parte mais frágil e importante da população africana. Os homens
que não foram vendidos como escravos foram simplesmente mortos. A
colonização e a escravatura islâmica iniciaram-se mais de 1000 anos antes da
mais recente e breve rota européia e transatlântica (Hughes 1922:49). Muitas
culturas africanas, seja pagãs ou cristãs, foram destruídas. Por quê?

Além disso, por que os muçulmanos não protestam contra a escravatura
imposta aos africanos no Sudão atual, e por que não a interrompem? O
silêncio deles é muito eloqüente! Enquanto os escravos nos países ocidentais
foram libertos há séculos atrás, os africanos perguntam-se por quanto tempo
a escravidão ainda durará no continente africano.

O Senhor Jesus Cristo disse: “...ide, fazei discípulos de todas as nações...”,
inclusive da África (Mateus 28:19). Não nos pediu para fazer guerra ou para
reduzir os povos à escravidão. Pelo contrário, quando o Filho de Deus o
libertar você será realmente livre. De fato, a Bíblia condena todo tipo de
imperialismo, seja árabe, europeu, asiático ou africano (veja Êxodo 23:4-5;
Levítico 19:15; Deuteronômio 27:17; Provérbios 10:2-4; Isaías 5:20; Mateus
5:13-16; 38-48; 15:19; João 18:36-37; Romanos 1:16; 3:20; Hebreus 11:8-
16 e Tiago 4-5). Jesus disse também: “Por seus frutos os conhecereis...”
(Mateus 7:16). Os brancos cristãos moravos da Alemanha deliberadamente
vendiam a si próprios como escravos para poder pregar o Evangelho aos
escravos negros nas Índias ocidentais! Os árabes muçulmanos alguma vez
fzeram algo similar pelos negros? A boa árvore de Cristo dá bons frutos.
A árvore má do Islã produziu maus frutos na África de 639 em diante, e
continua a fazê-lo até os dias atuais. Cabe a você fazer a comparação e
posicionar-se.

Irmão Banda Malta Official

*Este tratado é realizado por um grupo de cristãos evangélicos com o propósito de
difundir de maneira efcaz a verdade de Jesus, o Mesias, aos muçulmanos.
T13.P.1201
99 Trattati della Verità*
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