sábado, 26 de setembro de 2015

Petição: o Brasil só deve receber como refugidado ou imigrante aqueles que não desejam alterar as nossas leis e costumes



Assine e compartilhe esta petição, endereça ao Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, solicitando que sejam apenas acolhidos refugiados ou imigrantes, cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, condenados à morte pela lei Sharia. Estes são os reais necessitados pois são perseguidos pelo islão. Além disso, estes grupos se integram mais facilmente nas nossas leis e costumes, ao passo que os muçulmanos lutam pela implementação da Sharia onde quer que eles vivam.

O link para a petição é: http://www.citizengo.org/en/30051-refugiados-acolha-apenas-os-reais-necessitados-cristaos-homossexuais-e-apostatas-do-isla?tc=ty&tcid=16296744

A petição solicita:
  1. Que o governo brasileiro estabeleça uma cota limite para imigrantes e exilados.
  2. Que esta cota seja preenchida pelos mais necessitados, perseguidos e dispostos a se integrar na sociedade brasileira sem querer modificá-la, a saber, os cristãos, os homossexuais e os apóstatas do Islã.
  3. Que o governo federal institua um consulado extraordinário e itinerante que trabalhe junto com indivíduos, organizações de caridades e igrejas para atender a demanda dos cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, permitindo acesso a estes grupos, que são os mais perseguidos e necessitados.
  4. Que o governo federal, junto ao Congresso Nacional, desenvolva uma legislação específica contra o terrorismo, em geral, e contra o terrorismo islâmico em particular.
A justificativa da petição:

O governo brasileiro decidiu prorrogar, por dois anos, a medida que flexibiliza o ingresso de refugiados no Brasil, facilitando a concessão de visto e pedido de refúgio ao entrar no território nacional. A medida foi justificada em função da crise migratória que se agravou na Europa. A princípio, a medida visa os refugiados sírios, sendo que o Brasil acolhe mais sírios que países na rota européia de refugiados. Mas não existe impedimento que outros, além de sírios, se beneficiem com tal medida, como vem acontecendo.  O número aumenta exponencialmente a cada ano.

A vontade de ajudar os mais necessitados é louvável, em que pese não ser função de governo algum fazer caridade com o dinheiro do contribuinte. É dever sim do governo governar em prol dos cidadãos do país que o elegeu. E neste caso, a prioridade do governo deveria ser em ajudar os brasileiros que passam por necessidades, situação que se agrava progressiva e diariamente com a crise econômica e política. Como se diz, a verdadeira caridade começa em casa.

Mas, se for para ajudar, que se ajude primeiro os mais necessitados. E se for para abrigar exilados, que venham aqueles que se adaptem mais facilmente à cultura e às leis do Brasil, sem o desejo de as alterarem. E no caso da situação do Oriente Médio, os mais necessitados, bem como aqueles mais facilmente adaptáveis à nossa cultura, são os cristãos, os homossexuais e os apóstatas (ex-muçulmanos, e condenados à morte pela Lei Islâmica Sharia).

Os cristãos da Síria e do Iraque são os mais perseguidos, maltrados e esquecidos dentre todos. Eles são vítimas de uma perseguição sistemática, que visa não apenas os expurgar de onde eles moram, mas, principalmente, eliminar a sua cultura milenar ao destruir todo o vestígio do que resta de cristianismo no local. Eles são vítimas de um genocídio étnico e religioso, acontecendo sob os nossos olhos.

Os cristãos são perseguidos, simplesmente, por serem cristãos. Como amplamente noticiado na mídia internacional, eles têm sido expulsos de suas casas, com a roupa do corpo, além de seus pertences roubados e seu modo de subsistência dilacerado. Aqueles que ficaram são obrigados a pagar o imposto islâmico da extorsão (Jizya) e, aqueles que não possuem as vultosas somas em dinheiro para pagar a Jizya, a eles só lhes resta 2 opções: serem torturados para deixar a sua fé e se tornarem muçulmanos ou a morte. As mulheres e meninas que não conseguiram escapar ou que são sequestradas, estão sujeitas a estupro e são vendidas com escravas sexuais. Mas o pior é que a perseguição aos cristãos continua mesmo dentro dos acampamentos de refugiados, através de grupos islamistas que operam dentro dos acampamentos. Isso leva-os a buscarem refúgio em prédios de igrejas e na caridade anônima.

Estes cristãos, os autênticos refugiados, por serem obrigados a fugir inclusive dos campos de refugiados, não têm acesso ao serviços da União Européia, ou dos EUA, e nem aos serviços consulares do Brasil. O pior é que quando os cristãos conseguem este acesso, os seus processos são indeferidos ou postergados sob a ingerência de funcionários muçulmanos sunitas, como relatado nesta notícia, bem como denunciado anteriormente pela Irmã Hatune. O Brasil precisa estabelecer um consulado extraordinário e itinerante, e trabalhar junto com indivíduos, caridades e igrejas para atender a demanda dos cristãos, esquecidos e ignorados.

O Brasil não deve fazer como a Inglaterra, a França e os EUA que vem discriminando refugiados cristãos, exatamente o grupo que mais necessita de acolhimento.

Os homossexuais e ex-muçulmanos são perseguidos de forma sistemática dentro de um contexto mais amplo nas sociedades islâmicas. A título de ilustração, a punição para o homossexualismo varia entre  atirar o homossexual do alto de um prédio, apedrejá-lo em praça pública até a morte, ou o queimá-lo vivo.  Quanto aos ex-muçulmanos, a punição prevista pela Lei Islâmica para quem deixa de ser muçulmano é a morte. Quando isso não ocorre, eles são condenados ao ostracismo pela família e amigos, são banidos do convívio social.

Outro fator a ser considerado é o sexo de quem pede asilo. Assiste-se hoje ao escândalo de que 75% dos “refugiados” são homens. Em geral, durante conflitos, os homens lutam enquanto que as mulheres, crianças e idosos fogem. Nesta crise no Oriente Médio, são os homens fogem, deixando as mulheres, crianças e idosos para trás. Os homens fogem para a Europa para viverem às custas dos serviços de bem-estar social e buscarem novas esposas. A coisa é tão escancarada, que um Imã chegou a pedir aos muçulmanos do sexo masculino que gerem filhos com as européias de modo a conquistarem a Europa.  O Brasil não pode se deixar cair neste engodo.

Mas, e quanto a se adaptar à cultura e as leis do Brasil? Isso é fácil de explicar. O Brasil, apesar de ser um país laico, tem suas bases culturais e legais construídas sob uma base cristã. Deste modo, refugiados cristãos, ateus e homossexuais teriam mais facilidade de adaptação. O mesmo não ocorre com os muçulmanos. Muçulmanos desejam a implantação da Lei Islâmica Sharia onde quer que eles se estabeleçam, como demonstrado por diversas pesquisas de opinião. Eles querem que as sociedades onde eles moram se curvem aos ditames da Sharia. E o que isso pode trazer de pernicioso para a nossa sociedade? Basta olhar o que a Lei Islâmica legisla, e como ela se choca com as nossas leis e costumes, bem como com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Ranu Stoenescu, filósofo francês especialista em islamismo, resumiu a questão em duas frases: "Não importa quantos eles sejam. O problema é que as pessoas que seguem o Islã, de uma maneira ou de outra, fazem parte de algo semelhante a um partido político que possui uma agenda política, que significa, basicamente, implementar a Sharia e construir um Estado Islâmico."

Isso já se vê acontecendo no Brasil. A página do Facebook da Mesquita Brasil, de autoria declarada de Antônio Ahmed Andrade, disse que Brasil será governado pela Sharia em 50 anos. Eles deletaram esta declaração feita , mas não rápido o suficiente pois tal declaração foi copiada. Porém, em discurso recente, um líder da mesma mesquita confirmou este objetivo. O que é mais sério é que reuniões para discutir a estratégia da islamização do Brasil têm sido feitas no exterior, e existem indícios que dinheiro estrangeiro tem sido usado na construção de mesquitas.

Trabalhar para substituir a Constituição pela Lei Sharia similar a crime de sedição.

De modo que o problema passa a ser mais sério: quanto maior o número de muçulmanos maior a chance de que existam demandas para que a sociedade brasileira se curve às normas da Sharia. Na Europa o que se vê é que junto com a imigração islâmica começam a existir casos de casamentos de crianças, poligamia, mutilação do clítoris das mulheres (EUA, Inglaterra), abuso de mulheres islâmicas dentro de suas comunidades não são mais relatados para a polícia e aumento do número de estupros de nativas (Inglaterra, Suécia, Alemanha), estabelecimento de “patrulhas da virtude” para impedir, por exemplo, a venda de bebidas alcoólicas, e a criação de tribunais da Sharia (tribunais paralelos ao sistema judiciário oficial do país), dentre outros.

A  presidente Dilma recentemente disse desejar combater a xenofobia,a homofobia,o racismo e a violência contra as mulheres. Mas como este combate pode ser feito importando-se pessoas adeptas a uma ideologia político-religiosa que defende e pratica todos esses crimes?

Na Europa, os muçulmanos mais perigosos e mais radicais se segregam da sociedade, se agrupando em guetos, em torno de mesquitas construídas e mantidas com financiamento saudita, que esposa a mais perniciosa vertente do islamismo, o wahabismo e o salafismo, a mesma vertente que rege grupos notórios como a Irmandade Muçulmana e o Hamas. Fenômeno semelhante começa a ocorrer no Brasil, é preciso evitar isso.

Recentemente, reportagens da imprensa brasileira relataram que a Polícia Federal descobriu as garras do terrorismo islâmico no Brasil.

Na Europa, o tsunami de refugiados que presenciamos (apenas 20% deles são sírios), traz consigo milhares de jihadistas do Estado Islâmico. Seria ingenuidade acreditar que o mesmo não acontecerá no Brasil.

Um bom exemplo disso, é o famoso caso da repórter húngara que desequilibrou um refugiado. O refugiado em questão obteve refúgio na Espanha e, recentemente, foi reconhecido como um membro do grupo jihadista Nusra Front.

É preciso monitorar quem pede asilo. É preciso processar os pedidos de asilo feitos. Não se deve permitir a entrada no Brasil sem visto, pois isso favorece que os imigrantes peçam asilo ao chegar, fato que torna a negação de asilo mais difícil. Não devemos ter uma política de “portas escancaradas.” É importante lembrar que não existe legislação contra terrorismo no Brasil, e ignorar o terrorismo islâmico que está a todo vapor ao redor do mundo é ingenuidade e irresponsabilidade.

Como o Brasil pode impedir que refugiados muçulmanos sejam manipulados pelos islamistas que já se encontram ao nosso redor?

E existe ainda a questão dos alimentos halal. A exemplo do judaísmo, o Islã exige que animais sejam abatidos de modo ritualístico (e desumano). Porém, apenas muçulmanos podem fazer este abate. Contudo, diferentemente dos judeus, os muçulmanos querem que todo o abate seja halal (ou seja, impor a Sharia) e que toda a população coma carne deste tipo. Não só isso. Segundo eles, toda a indústria de alimentos deve ser halal, e grande parte da indústria de alimentos do Brasil está se certificando como halal e começando a vender alimentos halal no mercado interno, sem o conhecimento da população. O grande problema é que apenas muçulmanos podem trabalhar com alimentos halal, criando-se uma reserva de mercado apenas para muçulmanos. Isto é discriminação baseada em religião, um crime segundo a nossa Constituição. Leia mais sobre a industria halal aqui.

É aceitável que refugiados de qualquer nação e crença venham para o Brasil, mas o ponto é que isto é imigração em massa e em um curto período de tempo, e as consequências desta “crise migratória” é a interferência nos valores da sociedade que acolhe os imigrados, pois estes tentarão impor o seu estilo de vida, transformando lentamente a cultura da localidade. Basta ver o que aconteceu (e continua a acontecer) na Europa. Há lugares na Europa, onde um governo islâmico paralelo foi estabelecido, com jurisdição e legislação próprios, e que age de acordo com a Lei Islâmica Sharia, fazendo “concorrência” com o governo oficial e democraticamente eleito do país. Estas localidades se tornaram guetos islâmicos (“no-go zones”), de onde os europeus nativos foram expulsos pelas comunidades islâmicas, tornando os cidadãos nativos europeus reféns dentro de seu próprio país, completamente acuados.

É preciso também notar o modo escandaloso com o qual o mundo islâmico trata a crise de refugiados. Muitos países islâmicos, muitos deles riquíssimos, como a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait, se recusam a receber refugiados e imigrantes muçulmanos (apenas como mão-de-obra temporária). Inclusive, um funcionário do governo do Kuwait teve a audácia de dizer que estes países não poderiam aceitar refugiados sírios por que eles são “ diferentes “. Porém, estes países não medem esforços e nem recursos para subsidiar a migração islâmica para outros países não muçulmanos, exportando  deste modo o wahabismo e o salafismo. Um bom exemplo disso, é a oferta da Arábia Saudita de construir 200 mesquitas para os novos “refugiados sírios” na Europa (Alemanha).

Outros países islâmicos que também poderiam ajudar, como a Indonésia, o Marrocos e o Paquistão, nada fazem. O Brasil daria uma grande contribuição ao mundo se advogasse junto a estes países islâmicos para que abrissem as suas portas para os seus “irmãos muçulmanos.”

Por que o Brasil precisa receber os excedentes populacionais islâmicos quando os próprios países islâmicos os rejeitam?

Deixe que os países islâmicos cuidem dos seus “irmãos muçulmanos.” É mais salutar da nossa parte ajudar quem realmente precisa de ajuda, ou seja, cristãos, ex-muçulmanos e homossexuais.

Leitura complementar:

Islamização da Europa. Pode o mesmo acontecer no Brasil?

Por que as nações ocidentais devem aceitar somente refugiados cristãos

Bispo do Iraque adverte que o Ocidente será logo outra vítima do islamismo


Expulsos das suas casas e dos acampamentos de refugiados por militantes islâmicos, os cristãos do Oriente Médio se aglutinam em igrejas e dependem da caridade anônima. Por não poderem ficar nos campos de refugiados eles não tem acesso ao centros de captação de refugiados dos diversos países, inclusive do Brasil.


Muçulmanos refugiados estão indo para cidades do interior, notadamente no Paraná, onde já começam a exigir tratamento diferenciado, inclusive tendo acesso exclusivo a empregos na indústria alimentícia. 


Xeique Muhammad Ayed prega na Mesquita Al-Aqsa (Jerusalém) dizendo que os muçulmanos do sexo masculino irão gerar filhos com as européias de modo a conquistarem a Europa. (Conquistar a Europa? Mas o islão não a religião da paz e tolerância?)


domingo, 20 de setembro de 2015

EUA: Aluno muçulmano finge ter uma bomba na escola para se fazer passar por "perseguido"



Esta história mostra bem o nível de manipulação que existe na grande imprensa dos EUA, e como o próprio Obama é um manipulador (será que ele pratica taqiyya?). Crianças nas escolas americanas são detidas ou expulsas das escolas por motivos diversos, por exemplo, usar uma camisa com a bandeira dos EUA, ter uma Bíblia na bolsa, um menino beijar a mão de uma menina. A grande imprensa não está nem aí (veja mais exemplos abaixo). O Obama não convidou nenhuma destas crianças para visitá-lo na Casa Branca. Contudo, quando um incidente FORJADO acontece, tanto a imprensa como o Obama fazem um estardalhaço por que ele pode ser usado para promover a mantra de que os muçulmanos são perseguidos.

E o que foi este incidente? Um menino de 14 anos, Ahmed Mohamed, desmontou um relógio digital, e o remontou dentro de uma valise (ele disse que ele inventou este relógio, mas isso não é verdade).  Olhando para o "relógio", ele parece mesmo uma bomba. Na aula de inglês, a valise começou a fazer barulho e, na ausência de explicação por parte de Ahmed, a professora chamou a segurança e o menino acabou detido. Porém, bastava ele explicar que era um relógio. Ele não fez isso. Queria era criar uma comoção para ser explorada.

Outra coisa importante é que este relógio não fez parte de nunhum projeto escolar. Ele disse ter feito isso para impressionar positivamente o seu professor de física ... mostrando um relógio que ele não fez, como se fosse dele.

Foto do relógio inventado por Ahmed. O site Artvoice fez uma engenharia inversa e
mostrou que ele não inventou este relógio, e que ele nem o construiu

Abaixo, eu transcrevo um resumo do que aconteceu, passo a passo, compilado por Alexandre Borges:
"Menino muçulmano preso por criar um relógio e levar para a escola". Vamos aos fatos que a imprensa não vai te contar e que tornam a história toda mal contada e estranha:

- Ahmed Mohamed, 14 anos, muçulmano filho de sudaneses e morador da cidade de Irving, no Texas, apareceu na escola, sem avisar ninguém, com uma mala preta. Dentro da mala, uma placa-mãe, fios e outras peças eletrônicas que, para um não-especialista, poderiam perfeitamente ser confundidos com uma bomba.

- O adolescente leva a mala para o professor de eletrônica, que pede para ele não ficar circulando com a mala pela escola. Ele desobedece o professor e leva a mala-relógio para a aula de inglês. O trabalho não foi solicitado por ninguém, o aluno fez o relógio sem avisar o professor ou pedir qualquer assistência, não era feira de ciências, nada.

- Durante a aula de inglês, a mala começa a fazer sons e a professora se assusta, quer entender o que está acontecendo mas o rapaz não esclarece. A professora então chama a segurança da escola, que aciona a polícia.

- Ao interrogar o estudante, a polícia relata que ele estava agressivo e não esclareceu que a mala era um relógio, o motivo de ter levado a mala para a escola ou que já havia mostrado ao professor de eletrônica. Os policiais disseram que conversaram com Ahmed e que ele se recusou a dar qualquer explicação sobre o que seriam os dispositivos dentro da mala. O rapaz acabou sendo levado para a delegacia.

- No Texas, fingir que está carregando uma bomba é crime previsto em lei. Qualquer cidadão que causar medo, constrangimento ou pânico ao portar uma bomba falsa está cometendo um crime. A única desconfiança dos policiais, o tempo todo, era que o rapaz estivesse querendo fazer uma pegadinha ou causar pânico com uma bomba falsa. Na delegacia, simplesmente liberaram o rapaz, que acabou não sendo acusado de nada.

- Barack Obama adorou a história e publicamente convidou o jovem muçulmano para fazer uma visita à Casa Branca. Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, publicou um texto dando apoio ao rapaz, assim como a NASA e Hillary Clinton. O Twitter ofereceu um estágio para ele. Sua resposta foi que estava surpreendido por não acreditar que as pessoas se importassem com um jovem muçulmano. Certo.

- A imprensa e a esquerda estão fazendo um carnaval sobre a suposta "islamofobia". Nesse caso, todos os elementos de uma ação publicitária de marketing de guerrilha estão lá: o menino inofensivo, com jeito de nerd e amante das ciências e do saber, contra os texanos brancos, racistas, broncos, cristãos e inimigos da ciência e do conhecimento, junto com a polícia truculenta e preconceituosa.

- Alguns fanáticos por eletrônica resolveram olhar a foto do interior da tal mala e há uma desconfiança que nem seja um relógio feito por ele. Tudo indica que é um kit pré-fabricado, dos anos 70, que se compra com facilidade pelo eBay. Nada de genial ou revolucionário. Veja mais detalhes aqui: http://bit.ly/1iXpY53

- O pai de Ahmed, Mohamed Elhassan Mohamed, é um imigrante sudanês que fez o sonho americano. Chegou na América sem nada e hoje é um próspero empresário, dono de vários negócios, inclusive uma assistência técnica de computadores. A imprensa resolveu, por motivos ainda não perfeitamente esclarecidos, não falar praticamente nada dele, mas ele é um elemento-chave na história.

- Mohamed Elhassan Mohamed é um ativista muçulmano que está sempre tentando chamar a atenção da imprensa sobre supostos casos de islamofobia, já tendo até participado de debates públicos sobre o assunto. Ele se candidatou duas vezes à presidente no Sudão, se auto-intituta um “sheik” e diz ter milhares de seguidores no seu país de origem, o que fontes locais negam. Ele também se diz um líder espiritual da sua região no Texas, o que as próprias autoridades muçulmanas dos EUA não reconhecem.

- O pai de Ahmed é também ligado à CAIR (Council on American–Islamic Relations), principal grupo de lobby muçulmano nos EUA, cuja função é exatamente influenciar a opinião pública sobre temas relativos à comunidade islâmica. O CAIR tem ligações com a Irmandade Muçulmana e com o Hamas. Seus críticos dizem que a especialidade do CAIR é “vitimologia”, fabricar casos de “islamofobia” para sensibilizar a imprensa e os formadores de opinião.

Tudo é muito nebuloso e é inegável que a possibilidade de ter sido uma ação de marketing de guerrilha não pode ser descartada no momento. No tempo em que havia imprensa, é provável que a história fosse devidamente investigada, mas infelizmente hoje só a versão oficial será repetida pelos palhaços que lêem o NYT de manhã e acham que seus resumos na TV são qualquer coisa parecida com jornalismo.

O pai de Ahmed, Mohamed Elhassan Mohamed, foi candidato a 
presidente do Sudão em 2010 e é um ativista islâmico 

CAIR
Nesta foto, Ahmed posa junto com funcionários da CAIR, uma organização islamista dos EUA,
que protege, defende e promove os interesses da jihad global nos EUA 

The case against Ahmed has been closed and dropped but he remains suspended from the school
A CAIR e grupos de esquerda, incluindo o presidente Obama, 
usam o inciente forjado para promover a causa islâmica nos EUA


Agora, vejam exemplos de estudantes nos EUA presos injustamente. Nenhum destes casos ganhou espaço na imprensa. 
  1. Uma aluna do jardim de infância da Pensilvânia foi suspenso por falar sobre dar um tiro com a sua arma bolhinha de sabão Hello Kitty enquanto esperava na fila para o ônibus em janeiro de 2013. De acordo com relatos, a arma da bolha não estava com ele no momento. Quando pressionado para explicar por que ela trouxe a arma, a menina disse a um conselheiro profissional que um de seus amigos gosta de Hello Kitty. Devido à sua tenra idade, a suspensão da menina foi reduzido para dois dias. 
  2. Em setembro de 2014, um menino de 11 anos foi suspenso da sua escola na Virginia por 364 dias depois de ter uma folha que se assemelhava a maconha em sua mochila. Como o Daily Signal informou anteriormente, a escola sabia que a folha não era de maconha, mas ainda suspedeu o menino. Ele foi acusado de posse de maconha em um tribunal juvenil. Meses após o fato, as acusações foram retiradas depois que três testes provaram não ser folha maconha. 
  3. Um garoto de 15 anos de idade, foi condenado por conduta desordeira, um passo próximo a uma acusações de crime de escuta telefônica, após a gravação de sete minutos de áudio em seu iPad em 2014, durante uma aula de matemática. Ele queria usar a gravação como prova de que ele estava sendo intimidado na escola. Os supostos agressores (bullies) não foram investigados, enquanto o menino foi expulso de sua aula de matemática. 
  4. Dezoito anos de idade, Jordan Wiser passou 13 dias na cadeia e enfrentou acusações criminais por posse de uma arma por transportar uma faca de bolso em um colete EMT que foi armazenado em um carro estacionado na propriedade da escola em Ohio. A faca foi dita estar em violação da política da escola. Um socorrista e operador certificado veículo de emergência, Wiser tinha a faca em seu colete no caso de que ele precisasse para cortar os cintos de segurança no cumprimento do dever.
  5. Estudante da décima séria Da'von Shaw de Ohio tinha planejado conduzir uma demonstração de café da manhã saudável para sua classe colocando uvas, uma maçã e uma faca para cortar a maçã em seu saco de escola. Mas ao ver a faca, o professor de Shaw imediatamente confiscou o utensílio. Shaw foi suspenso da escola por cinco dias e recebeu uma carta de suspensão que lhe acusou de levar uma arma para a escola.
  6. No Texas, menino de nove anos de idade, Aiden Steward foi suspenso acusado de  fazer uma ameaça terrorista ao levar um anel na aula dizendo a um outro menino que o anel "mágico" pode fazê-lo desaparecer. Como se viu, o garoto tinha acabado de ver o filme "O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos"
  7. Alex Evans,de sete anos de idade, do Colorado, foi suspenso da escola depois de atirar uma granada em uma sandbox imaginário fingindo estarem cheias com as forças do mal. O aluno disse que ele estava tentando ser um herói para "salvar o mundo" de bandidos de faz de conta .
  8. Em Maryland, uma criança de sete anos de idade, da segunda série, foi suspensa depois de comer um pastel na forma de uma arma. Foi relatado que ele havia dito: "Olha, eu fiz uma arma."
  9. Menino de treze anos Kyle Bradford enfrentou detenção por compartilhar seu almoço na escola na Califórnia. Depois de ver um amigo infeliz com o seu próprio sanduíche de queijo, Bradford deu o seu colega seu burrito de frango. A escola tinha uma política no lugar para evitar que os alunos troquem as refeições. "Eu só queria dar o meu para ele, porque eu não estava realmente com fome e o dele estava indo para ir para o lixo", disse Bradford ao notíciário local da KRCR-TV.


The Real Story of #IStandwithAhmed, Ben Shapiro, Breibart's Big Government

Reverse Engineering, Ahmed Mohammed Clock's ... and ourselves, Anthony, Artvoice

Ahmed Mohamed Wasn’t the First: 9 Other Times Schools Treated Students Like Criminals, Leah Jessen, The Daily Signal

O apresentador Bill Maher discute o assunto e expõe a fraude (em inglês)


Veja como Ahmed "inventou" o relógio


E mais explicação sobre como ele montou o relógio




O Capitão Picard pergunta: qual o idiota que constrói um relógio dentro de uma valise?




sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Padre do rito Siríaco Católico, de Belo Horizonte, ajuda cristãos da Síria no Brasil



Eu sou 100% a favor de ajudar refugiados cristãos do Oriente Médio ou de outras partes do mundo, inclusive trazendo-os para cá. A nossa civilização brasileira ("tupiniquim") tem alicerces cristãos e refugiados cristãos tem mais facilidade para se integrar a ela. O mesmo não pode ser dito sobre refugiados muçulmanos que, em se mantendo muçulmanos, vão reinvindicar a implementação lei islâmica onde vivem (isso sem falar no risco de ter membros do Estado Islâmico ou algum outro grupo jihadista metido no meio dos refugiados). 

Se for para dar o nosso quinhão para a questão dos refugiados dentro do concerto das nações, que sejam refugiados cristãos.

Agora, vem algo que eu desconhecia. O Padre George Massis, pároco da Igreja Sagrado Coração de Jesus, no bairro Santa Efigênia, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, organizou o acolhimento de mais de 70 jovens sírios que fugiram da guerra civil. Este padre, do rito Siríaco Católico, é natural de Homs, a cidade onde começou guerra civil na Síria. Ele se tornou referência para os refugiados sírios em Belo Horizonte. O texto abaixo é do G1
George Rateb Massis organiza o acolhimento de 77 conterrâneos, a maior parte deles jovens de 21 a 34 anos que fugiram do conflito na terra natal. E o número cresce aos poucos dia a dia.
Com ajuda da Arquidiocese de Belo Horizonte e de doações - sobretudo da comunidade síria em BH, estimada em até 75 mil pessoas -, Massis coordena uma casa matriz onde os imigrantes são recebidos.
A maioria dos refugiados sírios em BH são cristãos - grupo que representa apenas 10% da população do país de maioria muçulmana. Muitos vêm de famílias de classe média e possuem educação superior, e deixaram o país para evitar se envolver no conflito.
Padre George diz não ter restrições a ninguém - lembra que chegou a receber um muçulmano que acabou não se adaptando e voltou, e que é natural que a comunidade cristã recorra a ele como uma referência no Brasil: "Temos (cristãos e muçulmanos) uma longa história de vida juntos (na Síria)."
Segundo o Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), do Ministério da Justiça, 2.077 sírios receberam asilo do governo brasileiro de 2011 até agosto deste ano. É a nacionalidade com mais refugiados reconhecidos no Brasil, à frente da angolana e da congolesa. 
Contudo, reportagem do The Economist desta semana diz que, apenas em 2014, o Brasil acolheu 1.700 refugiados sírios.

 Padre George Massis ao lado de refugiados sírios na Igreja Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte; religioso se tornou referência para conterrâneos em fuga da guerra  (Foto: Arquivo Pessoal)
Padre George Massis ao lado de refugiados sírios na Igreja Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte; religioso se tornou referência para conterrâneos em fuga da guerra (Foto: Arquivo Pessoal)

Este esforço está dentro da Campanha Juntos pela Síria, da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Eu acho que esta é uma iniciativa que vale a pena apoiar. Se você tem a consciência em ajudar o próximo, sendo um próximo que quer a sua ajuda sem querer te impor nada mais tarde, eis a sua oportunidade. 

O link da Campanha Juntos pela Síria tem mais detalhes sobre como ajudar. 





quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Invasão da Europa: blogueiro polonês relata da frente de batalha


O Blogueiro polonês Kamil Bulonis, que escreve sobre viagem e turismo, estava na fronteira entre a Itália e a Áustria no dia 5 de setembro de 2015. Ele presenciou quando uma quantidade enorme de "migrantes" tentava cruzar a fronteira para invadirem a Áustria e a Alemanha. O que segue abaixo é uma tradução vinda direto da sua página em polonês.

"Meia hora atrás, na fronteira entre a Itália e a Áustria, eu vi com meus próprios olhos um grande número de imigrantes ...

Mesmo considerando toda a solidariedade que pessoas em circunstâncias difíceis merecem, o que tenho a dizer sobre o que eu vi desperta horror ... Esta enorme massa de pessoas - Desculpe, que eu vou escrever isso - mas eles são selvagens absolutos ... vulgares, atirando garrafas, gritando "Queremos ir para a Alemanha! "- e a Alemanha se tornou um paraíso agora?

Eu vi como eles cercaram o carro de uma mulher italiana idosa, puxando-a pelos cabelos para fora do carro, com a intenção de levarem o carro. Eles tentaram derrubar o ônibus em que eu viajava com um grupo de outros. Eles estavam jogando fezes sobre nós, batendo nas portas para forçar o motorista a abri-las, cuspindo no pára-brisas ... Eu pergunto, com que finalidade? Como essa selvageria irá assimilar na Alemanha?

Senti-me por um momento como em uma guerra ... Eu realmente sinto muito por essas pessoas, mas se eles chegarem na Polônia - eu não acho que eles iriam receber nenhuma compaixão de nós ... Ficamos na fronteira à espera por três horas, e no fim não podiamos atravessar.

Todo o nosso grupo foi levado de volta para a Itália cercado pela polícia. O ônibus está danificado, coberto de fezes, arranhado, com janelas quebradas. E isto se supõe ser algo bom para a demografia? Essas grandes hordas poderosas de selvagens?

Entre eles praticamente não haviam mulheres e nem crianças - a grande maioria era formada por homens jovens agressivos ... Ainda ontem, ao ler sobre eles em todos os sites, eu inconscientemente senti compaixão, preocupado com o seu destino, Mas hoje, depois do que eu ví, eu apenas tenho medo, e ainda estou feliz por eles não escolherem o nosso país como destino. Nós, poloneses, simplesmente não estamos prontos para aceitar essas pessoas - nem culturalmente nem financeiramente.

Eu não sei se alguém está pronto. Para a União Européia, uma patologia está marchando que ainda não teve a chance ser vista, e eu sinto muito se alguém é ofendido por sua entrada ...

Posso acrescentar que carros com ajuda humanitária chegavam, trazendo principalmente comida e água, estavam apenas sendo virados de cabeça para baixo ...

Os austríacos usaram megafones para anunciar que havia permissão para eles cruzarem a fronteira -  eles queriam registrá-los e deixá-los ir - mas eles não entenderam estas mensagens. Eles não entenderam nada.

E este foi o maior horror ... Pois dentre aquelas mil e poucas pessoas ninguém entendia italiano ou inglês, ou alemão, ou russo, ou espanhol ... O que importava era a lei da força ... Eles lutaram pela permissão para seguir em frente e eles tinham esta permissão mas eles não perceberam isso!

Eles abriram as escotilhas de bagagem de um ônibus francês e tudo o que estava dentro foi roubado dentro de pouco tempo, algumas coisas abandonadas no chão ...

Nunca na minha vida curta eu tive a oportunidade de ver tais cenas, e eu sinto que isto é apenas o começo.

Uma palavra final. Vale a pena ajudar. Mas não a qualquer preço."



segunda-feira, 7 de setembro de 2015

7 de setembro de 1955: A destruição final da civilização grega de Constantinopla



O dia sete de setembro marca uma outra data, mas esta muito triste. Em 1955, o governo da Turquia fomentou motins populares contra os gregos que ainda residiam em Istanbul. O resultado foi morte e destruição de propriedade privada, igrejas cristãs ortodoxas e cemitérios da população grega, com a consequente expulsão do restante da população grega de Istanbul, estimada em 60 mil naquele ano. 
Não existia islão na Anatólia, região formada pela atual Turquia. Os turcos, convertidos aos islão, saíram da Ásia Central como "migrantes", se instalaram na Anatólia, e após alguns séculos expulsaram ou mataram todos os não muçulmanos (kufar) de lá, fossem gregos, armênios, judeus, ou de outras minorias. O único vestígio do cristianismo na Anatólia de hoje são igrejas bizantinas e armênias que foram convertidas em mesquitas ou que viraram destroços, lápides de mármore de cemitérios cristãos que se tornaram degrau de escadas de turcos ricos, e narrativas históricas distorcidas de guias turísticos turcos para visitantes idiotas que acham que a história da Turquia é tão bela, milenar e pacífica. 
O mesmo irá acontecer na Europa, pois a mesma ideologia supremacista que levou os turcos a exterminarem a cultura nativa na Anatólia, é compartilhada pelos "migrantes" vindos de toda a parta do "mundo islâmico." A única diferença é que as desta vez a transição irá ser mais veloz, pois os cristãos gregos a armênios ainda resistiram alguns séculos, mas os europeus ocidentais de hoje não têm como resistir, pois a maioria deles perderam a sua alma e o seu rumo. 

Na virada da noite 6 a 7 de setembro de 1955 a comunidade grega de Istambul (antiga Constantinopla) foi violentamente atingida ao longo toda a extensão da metrópole mais importante da Turquia. Em poucas horas, empresas, residências, e até mesmo as igrejas dos gregos estavam em ruínas, com a imprensa britânica cálculando o dano em 100 milhões de libras esterlinas. Era o começo do fim para os descendentes étnicos dos fundadores da cidade, que se estabeleceram pela primeira vez este extremo oriental da Europa ao longo de dois milênios e meio antes.

Este evento é narrado no livro "O Pogrom de Istambul", escrito por Speros Vryonis, Jr.

Os motins, masssacres e destruição que ocorreram foram desencadeados sob um falso pretexto (uma bomba plantada por um agente do serviço secreto turco na casa onde Ataturk nasceu, em Tessalônica). Na verdade, os motins foram bem preparados, e o seu alvo era o de atingir a população nativa da cidade, os cristãos gregos, bem os cristãos armênios, judeus e outras minorias. A organização foi feita pelo Grupo de Mobilização Tática, uma unidade de forças especiais clandestina. O material utilizado na destruição foi fornecido pelo próprio governo turco [1].
Caminhões municipais e governamentais foram colocados em pontos estratégicos por toda a cidade para distribuir as ferramentas de destruição (pás, picaretas, pés de cabra, barras de ferro e gasolina), enquanto que 4.000 táxis foram requisitados pelo Sindicato das Associações dos Motoristas e Trabalhadores de Veículos Motorizados para o transporte dos perpetradores. Além disso, bandeiras tinha sido preparadas pelo Sindicato dos Trabalhadores têxteis."

Para não serem atacadas com porretes e mortas, pessoas tinham que provar que eram muçulmanas. Para tal, os homens tinha que provar terem sido circuncizados (ou seja, separaram os muçulmanos dos não muçulmanos).

Uma das fotos históricas existentes, mostrando os amotinados em ação

População grega em Istambul e percentagens da população da cidade (1844-1997). 
As políticas turcas, depois de 1923, levou praticamente à eliminação da comunidade grega. [1]  

Este é mais um exemplo clássico dos frutos do islão, onde reina a intolerância, a destruição e o derramamento de sangue. A História nos mostra o mesmo padrão repetidamente.

Os motins de 1955 foram o último prego no caixão para a antiga população cristã indígena de Anatólia. Os motins, assim como muitas outras ações cometidas pelo governo turco ao longo da história são inspiradoras para ações de extremistas de todo o mundo islâmico, como a Al Qaeda e ISIS.

O mais triste e espantoso é que governos de vários paises democráticos, tais como o governo dos Estados Unidos, elogiem a Turquia, um país manchado de sangue e uma nação intolerante. Mas talvez isso não seja surpresa, considerando patrocínio americano aos extremistas islâmicos na Síria, Egito e Iraque.

O primeiro-ministro turco Erdogan disse que não existe tal coisa como "islão moderado." No mesmo discurso ele criticou a liberdade de expressão e meios de comunicação no Ocidente. Na Turquia moderna, ser muçulmano passou a ser sinônimo de ser turco, e o conceito de Jihad se mistura com a defesa da Turquia.  Quase nada mudou na Turquia.

A mesma mentalidade existe nos imigrantes e refugiados islâmicos de hoje. É de se esperar que os nativos europeus encontrem o mesmo destino dos gregos da Anatólia, com a diferença que os gregos daquela época foram conquistados militarmente, ao passo que os europeus de hoje estão convidando e recebendo os seus futuros senhores com os braços abertos.


The Mechanism of Catastrophe: The Turkish Pogrom Of September 6 - 7, 1955, And The Destruction Of The Greek Community Of Istanbul


[1] Istanbul Pogrom.Wikipedia, Acessado em 6 de setembro de 2015.


Mais fotos abaixo














terça-feira, 1 de setembro de 2015

Atualizações em agosto de 2015

Veja o que entrou de novo no blog em agosto de 2015


Arábia Saudita: o grande hipócrita do mundo
A Arábia Saudita é o Reino do Abuso dos Direitos Humanos. Ela porém exorta o Ocidente "a enfrentar a intolerância étnica, religiosa e cultural." O maior violador dos Direitos Humanos ... mesmo assim paparicado pelos governos do mundo, que se embebedam com o seu vinho negro. Artigo externo.

Maomé e Estado Islâmico torturam e matam em busca de tesouros
Leia o artigo e assista o vídeo no link.

Maomé no 'Inferno de Dante' (A Divina Comédia)
Leia o artigo no link.


Estado Islâmico aplica Sharia e mata 6 ex-muçulmanos
Um vídeo do ISIS mostra a execução destes 6 heróis que se reconquitaram a razão e foram mortos por isso (fonte).




Dubai: Pai deixa que filha se afogue ao impedir que dois salva-vidas do sexo masculino a tocassem
A reportagem em questão fala que o homem não identificado é de origem asiática e o motivo para deixá-la morrer foi a crença dele. Já se percebe qual é a crença desse homem. Uma variante do crime de honra. (ara.tv)

Portugal: Xeique Munir acusado pela esposa de violência doméstica
Violência doméstica é algo sério. Mas como lidar um sistema político-ideológico que não só a permite mas a incentiva? (Sol.pt)

Irã: Mulher quer ser surrada apenas uma vez por semana
Ele fez o pedido no tribunal da Sharia. O marido diz que se ele bater nela apenas uma vez por semana ela vai se rebelar contra ele. (ex-muçulmanos)

Estado Islâmico oferece meninas escravas como prêmio de competição do Alcorão
E nós ainde ouvimos muçulmanos e apologistas dizerem: "O Islão valoriza as mulheres" (Globo)

Kayla Mueller foi estuprada sistematicamente pelo Califa Al-Bagdhadi antes de ser morta. Ela havia se tornado propriedade dele
Em maio deste ano eu comentei sobre esta jovem sorridente, Kayla Mueller, americana e ativista do ISM (Movimento de Solidaridade Internacional), um braço da Jihad Global. Apesar de ser "ativista"  ela acabou sendo morta por aqueles que ela defendia. Agora vem a notícia que, antes de ser executada, ela se tornou propriedade do Califa Al-Bagdhadi. Ele a visitava junto com o tunisiano Sayyaf, estuprando-a sistematicamente. As fontes da inteligência americana souberam disso através do depoimento de duas escravas sexuais iazides presas no mesmo prédio que Kayla, bem como do depoimento da esposa de Sayyaf, que foi capturada após uma incursão de comandos dos EUA.

Essa notícia é triste e revoltante, mas é consistente com tudo aquilo que Maomé fez durante a sua vida, sob as bençãos de Alá, ações estas consolidades na Sharia e imitadas pelos bons muçulmanos ao longo dos séculos. Não foi o islão quem inventou o estupro. Mas o islão o consolidou como algo halal (permitido) se feito sobre as mulheres káfir (não muçulmanas).

Alcorão 4:3 se refere às "mulheres que a sua mão direita possuir"; Alcorão 4:24 proibe o homem muçulmano de ter sexo com uma mulher já casada, exceto aquelas que a sua "mão direita possuir"; Alcorão 33:50 diz claramente quem são as "mulheres que a sua mão direita possuir": elas são aquelas conquistadas como espólio de guerra.

O casamento pedófilo legalizado por países islâmicos é uma homenagem ao Profeta que já passara dos 50 anos quando transformou em esposa uma menina com menos de 10 anos
Artigo analisa video tratando da pedofilia no islamismo (fonte).

Arábia Saudita: juiz anula casamento porque esposos foram amamentados pela mesma mulher
A justiça da Arábia Saudita anulou um casamento de 25 anos e 7 filhos porque o casal, quando bebê, amamentou da mesma mulher, o que, segundo o juiz, os tornou irmãos, mesmo tendo tido pais diferentes. (Fonte) Isso lembra o caso do clérigo da Al Azhar (Egito) que havia dito que as trabalhadoras deveriam "amamentar" seus colegas de trabalho, a fim de poderem trabalhar na companhia um do outro, como membros da mesma família.

Reino Unido: Muçulmanos se juntam ao ISIS para fazer sexo durante a Jihad
Um imã disse que muitos muçulmanos se juntam ao Estado Islâmico por sexo, pela facilidade de estuprarem mulheres a cada nova cidade conquistada (fonte). Pois é, estuprar ainda é crime na Grã Bretanha, enquanto que é algo halal (permitido) no Califado Islâmico.

Suécia: homem espera obter cidadania para poder sair estuprando, por saber que não existe mais o risco de ser extraditado
O muçulmano do curdistão ameaçou a vítima dizendo que ele já matou 10 pessoas. Ele também disse que estuprou a vítima por ela ter ajudado as suas filhas a se tornarem independentes. O curioso é que o filho do estuprador está preso acusado de ligações com terrorismo na Síria. Aqui vemos vários dois problemas ligados à Sharia: a permissão de estuprar káfir (não muçulmana), e a mulher como propriedade do homem. (fonte)

Arábia Saudita: juiz anula casamento porque esposos foram amamentados pela mesma mulher
"Para se tornar membro da uma família basta "mamar" no seio de uma mulher adulta daquela família." (fonte)

Prêmio Nobel da Paz, iraniana Shirin Ebadi, fala sobre direitos da mulher no Irã
Ela explica que o acordo recém-assinado com o Irã é um prêmio para o regime teocrático dos aitolás iranianos. Segundo ela, as potências perderam chance de pressionar Teerã por mais respeito aos direitos humanos. Por exemplo, com respeito aos direitos das mulheres, ela diz que "uma mulher pode fazer doutorado na universidade, pode também ser ministra, mas assim mesmo ela continua valendo menos do que um homem perante a lei, mesmo que seja uma comparação com um homem analfabeto. Um homem pode ter quatro mulheres, mas uma mulher que quer se separar não tem nenhum direito. Perde automaticamente a guarda dos filhos. Eu, mesmo como advogada, tenho diante da lei apenas a metade do valor que tem um homem." (O Globo)

Mulher deve sempre atender (sexualmente) o marido; sexo contra vontade da esposa não é estupro 
Muçulmanos e apologistas irão te dizer que o islão valoriza das mulheres  (https://youtu.be/FOISpCSCdwg)

O problema das mulheres se casarem com muçulmanos
Este artigo externo relata muitos dos problemas inerentes a casamentos de "mulheres infiéis" com muçulmanos. Para ler clique aqui.


Menino Iazide aprende em madrassa como degolar sua mãe
A notícia do Daily Mail diz que o menino de 4 anos foi doutrinado no Alcorão e na Sharia, que os iazides são káfirs (descrentes) que devem ser mortos, e treinado a degolar. A família havia sido capturada pelos psicopatas islâmicos do Estado Islâmico e vendidos como escravos. A doutrinação de pessoas normais em psicopatas ocorre nas madrassas ao redor do mundo. E isso afeta tanto crianças quando adultos.

EUA: Dois jovens presos quando rumavam para o Oriente Médio para se juntarem ao Califado Islâmico 
Ele para matar o morrer por Alá; ela, para parir e parir por Alá. Os dois tinham ligação com a Irmandade Muçulmana. (fonte)

Inglaterra: bateram no menino por recitar mal o Alcorão
Doutrinação e falta de respeito para o próximo. (fonte)

Syed Choudhury nasceu na Inglaterra, tendo tudo para crescer uma pessoa boa e produtiva para a sociedade
Ao invés disso, ele acabou corrompido pelo fundamentalismo islâmico, desejando a implantação da lei islâmica Sharia na Inglaterra e matar homossexuais. Agora, aos 19 anos de idade, ele está preso por tentar ir para a Síria se juntar ao Estado Islâmico para matar pelo amor de Alá. (fonte)




Marrocos: transexual apanha de multidão
Dezenas de muçulmanos se juntam para agredir brutalmente uma transexual no supostamente moderado Marrocos, que, por sinal, é sempre retratado como tolerante e moderno em reportagens turísticas na CNN.



Parada Gay na Suécia: gays passam por área muçulmana e são chamados de racistas
Ativistas da Esquerda gritavam: "Chega de racismo nas nossas ruas." Mas eles não gritavam isso contra os muçulmanos, mas sim contra os homossexuais e os heterossexuais e que desfilavam as bandeiras com as cores do arco iris. 

Lembre-se disso: no islão não existe o conceito do "viva e deixe viver." Sob o islão é obrigação de todos, muçulmanos ou não, de obedecerem a "lei de Alá", a Sharia. 


Estado Islâmico executa mais 9 homossexuais 
Eles foram atirados do alto de um prédio em Mosul, Síria, depois que uma corte islâmica os condenou por perversão sexual. (fonte) Isso é lei islâmica em ação! E lembre-se que a maioria dos muçulmanos desejam Sharia.

Halal - Boicote Halal 

Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.

História (Arte e Jahiliyya)

Jahiliyya: ignorância pré-islâmica, e o ódio islâmico às artes, religiões e culturas dos outros - Exemplos
Leia o artigo no link.


Jihadistas adoram Hitler ... também aqui




A crise migratória da Europa se agrava e a invasão islâmica se amplia
Leia o artigo no link.

EUA: Louis Farrakhan, líder do grupo Nação do Islão, cita o Alcorão e diz para seus correligionários materem os seus inimigos
O contexto é a campanha do atual governo americano de Obama de dividir os EUA por vias raciais. Farrakhan pega carona de um modo islâmico. O islamismo nos EUA tenta a todo modo converter os negros americanos. Farrakhan não clama por calma e reconciliação. Nada disso, a exemplo de Maomé, ele pede por sangue. (fonte com vídeo, fonte)

Suécia: existem áreas onde a lei sueca não existe mais
Enclave islâmico de Rosengård, na cidade de Malmö, é um deles (fonte).

EUA: governo subsidia comida halal
O governo de Barack Hussein Obama está mais preocupado em dar subsídios para a comida Halal nas escolas públicas de pelo menos três distritos. E uma observação gritante: gasta-se mais com esse tipo de comida do que com a que os kafirs (ou não-muçulmanos, como preferir) comem. (fonte)
 

Índia: muçulmanos atacam e sitiam estação policial gritando "Allahu-Akbar" em 11 horas de tiroteio em Punjab
Os três terroristas foram mortos 11 horas depois que eles invadiram uma delegacia de polícia no distrito de Gurdaspur, no Punjab, e travaram uma intensa troca de tiros com as forças de segurança na segunda-feira.
Seis pessoas, incluindo um policial sênior, dois guardas privadas e três civis, foram mortos no ataque.
A Índia nunca invadiu ou ocupou um único país muçulmano, mas mesmo assim, os muçulmanos não param de atacar a nação e o povo hindú. Pelo contrário, os muçulmanos roubaram mais de 30% da área territorial da Índia através de violência e exigências em menos de 100 anos. E isso sem contar com os 1300 anos de jihad islâmica contra a Índia. (fonte)

Rússia: atentado no aeroporto de Moscou 
Em janeiro de 2011, o aeroporto de Moscou foi alvo de um ataque jihadista, que provocou a morte de 35 pessoas. O mujahadin covarde explodiu a bomba no setor de desembarque, junto a uma multidão que espera a chegada de parentes e amigos. (fonte)

Acaso evita chacina islâmica em trem internacional na França
Uma pessoa, no caso uma pessoa de "origem marroquina", entrou no trem que vai de Paris para Amsterdã portando umo fuzil de assalto Kalishnikov (o famoso AK-47). Para azar dele, três americanos o viram e o atacaram, imobilizando-o. Um dos americanos foi baleado e um outro foi esfaqueado, mas a chacina foi evitada. O marroquino reclamou pedindo para devolverem a sua Kalishnikov. Ele era um jihadista conhecido pela polícia francesa, que mesmo assim o deixou entrar no país. (fonte)
Atualização: Um dos heróis que evitaram a chacina, o aeronauta americano Spencer Stone foi esfaqueado quatro vezes no peito por uma dupla de homens "asiáticos" (a mídia americana está seguindo a receita de bolo dos britânicos ao se referir a muçulmanos, com o intuito de não ofendê-los) na cidade de Sacramento, Califórnia. (fonte)


Quem disse que Maomé era negro deve ser morto
Vejam esta citação interessante, do livro Muhammad Messenger of Allah, Ash-Shifa of Qadi ‘Iyad, Qadi ‘Iyad Musa al-Yahsubi, traduzido por Aisha Abdarrahman Bewley, Madinah Press Inverness, Scotland, 2004:
Ahmad ibn Abi Sulayman, o companheiro de Sahnun, disse: "Qualquer um que diz que o profeta era negro deve ser morto." (P. 375)
Ahmad ibn Abi Sulayman, companheiro de Sahnun, disse que quem diz que o profeta era negro é morto. O Profeta não era negro. (p 387)
Veja bem, não é Maomé quem está dizendo isso, mas sim um companheiro dele. O que gente aprende com esta citação, com uma conotação clara de um racismo latente, é a confirmação de que qualquer afirmação ou comentário que um muçulmano considere como ofensivo a Maomé deve ser retaliado, neste caso com a morte.

A figura de Maomé é fundamental no islão. Sem Maomé não haveria islão. E Maomé nao foi flor que se cheire. Ele assaltou caravanas, roubou os bens dos káfirs (não muçulamanos), sequestrou káfirs por resgate, permitiu o estupro de mulheres káfirs (e ele próprio estuprou algumas), torturou prisioneiros, degolou prisioneiros, praticou pedofilia, praticou incesto, manteve um harém com dezenas de mulheres entre esposas, concubinas e escravas sexuais, praticou o escravagismo ... tudo isso narrado pelas próprias fontes islâmicas. Será que Alá não sabia que todas estas ações não constituiam crime?
Mas vá você falar isso para um muçulmano, principalmente em algum país onde o islamismo seja a maioria, e você irá para a prisão ou para a cova rasa.

O pior crime no islamismo é não aceitar Maomé como o mensageiro de Alá e como o exemplo de conduta a ser emulado em todos os aspectos.


Detroit, EUA: cristãos refugiados do Oriente Médio protestam contra a construção de uma mesquita
Eles têm o apoio de estadunidenses patriotas. Eles sabem, melhor do que ninguém, o que uma mesquita atraí para junto de sí. (fonte)


50 muçulmanos "moderados" se manifestam contra o Estado Islâmico
Isso mesmo, 50 (cinquenta). Cinco, zero. 50 muçulmanos moderados. Isso aconteceu em Dublin. Agora, compare isso com o meio milhão de muçulmanos chechenos que se manifestaram em apoio do assassinato dos jornalistas do Charlie Hebdo, e compreende-se bem o tamanho do problema.
http://www.rte.ie/news/2015/0726/717314-is-rally/

Perseguição aos Ateus

Bangladesh: Mais um blogueiro ateísta assassinado por supremacistas islâmicos
Ele é o quarto já morto este ano. Ele era família hindu como dois dos demais. (BBC)


Suécia: refugiados cristãos da Síria são forçados a fugir de abrigo devido a ameaças dos refugiados muçulmanos
Os refugiados muçulmanos exigiram que as duas famílias cristãs escondessem suas cruzes e proibiu-os de usarem áreas comuns do complexo habitacional que eles compartilhavam.
"Eles não se arriscam a ficar. A atmosfera tornou-se muito intimidante. E eles não tem nenhuma ajuda", o representante da agência de migração do governo sueco disse a um jornal. (Blaze)

Paquistão: Mulher Cristã é vítima de ataque com ácido por usar uma cruz
Quando um homem muçulmano viu Julie Aftab, uma jovem de 16 anos, com uma cruz à volta do seu pescoço, ele tornou-se abusivo, gritando para ela que ela vivia na sarjeta e que iria para o inferno por desprezar o islão. Ele foi-se embora mas regressou uma hora e meia mais tarde, agarrado a uma garrafa de ácido de bateria que ele selvagelmente atirou para cima da sua cabeça. À medida que ela corria pela porta fora, um segundo homem agarrou-a pelo cabelo e forçou mais ácido para dentro da sua garganta, queimando o seu esófago. À medida que ela desesperadamente pedia ajuda, dentes caíram da sua boca, cambaleando pela estrada. Uma mulher ouviu o seu clamor e trouxe-a para casa, despejando água sobre a sua cabeça e levando-a para o hospital. Inicialmente, os médicos recusaram-se a tratá-la visto que ela era Cristã. "Todos eles viraram-se contra mim....até as pessoas que me levaram para o hospital. Eles disseram ao médico que iriam atear fogo ao hospital se eles me tratassem." (fonte) Hoje, aos 26 anos, ela conseguiu fugir do Paquistão com a ajuda de um grupo cristão. Tudo isto só porque ela estava a usar uma cruz.

Iraque: arcebispo diz "somos odiados por sermos cristãos"
Em quem acreditar: nos bispos e pastores na Europa e nas Américas que vivem puxando o saco do islão ou nos bispos e pastores que sentem a realidade na carne? (fonte)

Cristãos: a minoria mais perseguida no mundo

O Socorro humanitário de uma freira aos perseguidos pelo Estado Islâmico 
https://www.youtube.com/watch?v=EIJ2sYjp6ak

Tortura e violações na Líbia antes da chegada ao inferno do Mediterrâneo
"Em Maio, a Anistia Internacional (AI) chamou a atenção para "uma onda de raptos, tortura e violações em grupo" na Líbia, que atinge em particular os cristãos da Nigéria, da Eritreia, do Egito e da Etiópia... "A Líbia está cheia de crueldade". (fonte)

Estado Islâmico destrói antigo mosteiro católico na Síria, construido 150 anos antes da criação do islão
Os "soldados de Alá" destruíram o mosteiro católico sob o pretexto de que o monumento é usado para adorar outros que não a Alá. Ué, mas cadê a tal "tolerância islâmica"? (fonte)

Paquistão: homem cristão se casa com muçulmana, e é assassinado pela família dela
Ela também foi baleada e está em estado crítico (fonte). Ela cometeu três crimes segundo a Sharia: 1. se casou sem a permissão do pai; 2. Se casou com um homem não muçulmano; 3. Ela deixou de ser muçulmana.

Cristão devem fingir não serem cristãos para salvar suas vidas durante a Jihad?
A perseguição aos cristãos é tamanha que teólogos africanos e árabes estão discutindo se é válido que cristãos se finjam de muçulmanos para salvarem as suas vidas durante um ataque de Jihad. (fonte)

Egito: cristão preso por dar Bíblia de presente para um muçulmano
Medhat Ishak, de 35 anos de idade, foi acusado de blasfêmia e pode pegar prisão perpétua. Isso está acontecendo no "tolerante Egito." (fonte)

EUA: Cristão e ativista do estado do Maine foi espancado até a morte por refugiados muçulmanos
Freddy Akoa, um assistente social, foi morto por refugiados da Somália. O Departamento de Estado dos EUA, em cooperação com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, enviou 1.379 refugiados somalis para o Maine desde 2002. (fonte)

Paquistão: cristãos vítimas de inundação são forçados a se converterem ao Islão, tornaram escravos dos muçulmanos ou morrem de fome
As inundações torrenciais em várias regiões do Paquistão neste verão levou milhares de pessoas a ficarem sem casas. Os cristãos em Kasur não receberam quase nenhuma ajuda humanitária e foram deixados para morrerem de fome. Para eles receberem alguma comida eles são forçados se converterem ao Islão ou se tornarem escravos dos tempos modernos, a fim de receberem ajuda de muçulmanos ou do governo. (fonte)


Autor palestino discorre sobre o padrão-duplo da liderança palestina
"Nós palestinos não ensinamos ao nosso povo os princípios da tolerância e da paz. Preferimos avalizar e aplaudir o terrorismo, principalmente quando direcionado contra judeus. Queremos que o mundo condene o terrorismo somente quando ele ceifa a vida de palestinos." (Gatestone)

Grã-Bretanha: polícia registra aumento de crimes contra os judeus
Correlacionados com o crescimento da população muçulmana. As maiores forças policiais no país estão registrando aumento do número de crimes contra as pessoas judaicas e propriedade. Crimes incluem agressão, assédio, incêndio e danos criminais (fonte).

Espanha: cantor judeu-americano expulso de festival de música
Jihad contra os judeus. O cantor Matisyahu não é israelense. A sua música não tem nada de israelense. Mesmo assim, os organizadores do festival de música Rototom Sunsplash o expulsaram porque ele se recusou a emitir uma declaração endossando um estado palestino. Porém, nenhum outro dos músicos participantes teve que fazer o mesmo.
Os organizadores do festival responderam a pressão dos membros locais do movimento que busca um boicote a Israel (BDS). A questão é que o cantor não é israelense. Ele foi expulso por ser judeu! Isso torna evidente que o alvo da pressão do movimento BDS são os judeus, independente da sua nacionalidade (Fonte).
Atualização: O ministro das relações exteriores da Espanha interviu no caso, e Matisyahu cantou no festival. Na noite da sua apresentação, uma multidão de palestinos radicais e promotores do boicote a Israel foram ao teatro, com capacidade para 20 mil pessoas. Além deles terem pago o ingresso, que ajudou a pagar o cachê do cantor, eles levaram bandeiras e cantavam slogans. De modo que Matisyahu fez a performance da sua vida à frente de uma audiência hostil. O vídeo da sua música JERUSALÉM, está neste link do YouTube: https://youtu.be/4QY8Ya9BQVQ

Os palestinos são nativos da Palestina? 
O ministro do Hamas responde.


Grã-Bretanha: polícia registra aumento de crimes contra os judeus ... correlacionados com o crescimento da população muçulmana
Um número das maiores forças policiais no país estão registrando aumento do número de crimes contra as pessoas judaicas e propriedade, números das forças policiais mostram. Em Londres e Greater Manchester total mais do que duplicou em um ano, enquanto houve também aumento em Merseyside, West Midlands e West Yorkshire. Crimes incluem agressão, assédio, incêndio e danos criminais (Telegraph).

Perseguição outras religiões

Tailândia: Preso jihadista que explodiu bomba em templo
Trata-se de um turco. O que é que levou um turco a sair da Turquia para explodir uma bomba em um templo hindú na Tailândia? (fonte)
Atualização: o segundo jihadista foi preso. Ele é chinês uigur. O que eles têm em comum? O islão e a vontade de executarem a jihad armada (matar pelo amor de Alá). (fonte)

Punições Islâmicas (sob a lei islâmica)

Irã: Homem é condenado a ter os olhos arrancados após danificar a visão de outro homem em briga de rua
Esse é um exemplo da insanidade da Sharia. O correto seria fazer com que o homem que cegou o outro fosse obrigado a fornecer algum tipo de apoio à família da vítima, ou algo que fosse positivo. Qual o benefício para a sociedade ter mais um cego? (fonte; fonte original)

Palmira: Estudioso de 80 anos foi decapitado por se recusar a revelar a localização de objetos de valor
Semana passada, os valorosos soldados de Alá, do Estado Islâmico, decapitaram Khaled al-Asaad, um renomado estudioso do mundo antigo de 83 anos, pendurando-o em uma coluna romana nas ruínas de Palmira, na Síria. Exatamente como Maomé fez com Kinana, após o ataque traiçoeiro ao Oásis de Kaibar. (Fonte) Leia mais no artigo Maomé e Estado Islâmico torturam e matam em busca de tesouros.

Matar pisoteado ou partido no meio por cavalos ou camelos
Segundo o jornal inglês Daily Mail, o Estado Islâmico anuncia um novo método para matar as pessoas: serem pisoteadas por cavalos. Isso segue o exemplo de Maomé que mandou matar Umm Qirfa. Ela foi assassinada tendo suas pernas amarradas em dois camelos, e puxadas para os lados até que seu corpo se partisse em dois (leia sobre isso aqui). E também Umar, companheiro de Maomé e segundo califa, matou Sara (uma ex-escrava que cantava canções dizendo a verdade sobre Maomé) pisando sobre ela com o seu cavalo.