quinta-feira, 30 de junho de 2016

Passo Fundo se torna núcleo da islamização, centrada na "indústria halal"


O Brasil vem recendo a sua leva de imigrantes e refugiados oriundos do oeste da África. Os muçulmanos são atraídos, dentre outros motivos, pela expansão veloz da "indústria halal" que impõe o abate de aves e bovinos seguindo o rito islâmico, no qual apenas muçulmanos podem fazer o abate, e, a rigor, manipular o processo. Esta expansão é apoiada por grandes grupos econômicos ligados ao mercado muçulmano internacional.
É natural que estes muçulmanos se agrupem. E é também natural que a nossa boa índole nos leve a ajuda-los. Contudo, é importante que aprendamos as lições da Europa Ocidental, que vem sofrendo com uma islamização desenfreada, e por grupos que desejam impor sobre a Europa os mesmos padrões de comportamento que os levaram a deixar os seus países de origem. 
Duas reportagens da emissora de TV da Universidade de Passo Fundo tratam deste assunto. A primeira, versa sobre a importância do abate halal no processo de islamização, e como nós acabamos alterando nosso padrão de comportamento, e não o contrário. A segunda reportagem mostra com bastante clareza como uma sociedade pluralista, como a brasileira, pode ser facilmente manobrada para acomodar uma ideologia monocultural (o islamismo). 
O último vídeo é uma reportagem da TV Al Jazeera sobre o tráfico de refugiados para o Brasil. Quando o Brasil, como qualquer outro país, aceita refugiados trazidos por traficantes, ele aceita que a sua política migratória seja definida por criminosos.   
Um entendimento completo do contexto requer uma leitura sobre a certificação halal, algo discutido no nosso artigo Boicote Produtos Halal, que recomendamos que seja lido. 
A emissora de TV da Universidade de Passo Fundo (UPF TV) fez duas reportagens sobre o impacto dos imigrantes senegaleses em Passo Fundo e arredores.

O primeiro vídeo, intitulado "Senegaleses em Passo Fundo", diz que existe um número estimado de 750 senegaleses vivendo em Passo Fundo e arredores, incluindo as cidades de Marau, Carazinho e Tapejara, todas dentro de um raio de 60 quilômetros. Esta é a segunda maior concentração de senegaleses no Rio Grande do Sul.

A cidade de Passo Fundo fica a 300 km de Porto Alegre 
e a 600 km de Foz do Iguaçú

Segundo a reportagem, os senegaleses começaram a chegar em Passo Fundo a partir de 2008, aparentmente como refugiados econômicos, pois muitos remetem dinheiro para as suas famílias no Senegal. A reportagem entrevistou João Carlos Tedesco, professor de História da UPF, e que se especializou no fluxo migratório senegalês para o Brasil. Ele diz que a demanda deste contingente migratório é gerada pelos interesses de grandes grupos econômicos ligados aos países islâmicos e o mercado muçulmano. Estes senegaleses são levados a trabalharem em um dos 10 frigoríficos, adaptados para o abate halal de aves.  

A reportagem mostra, então, o trabalho dentro de um frigorífico. Um total de 18% dos empregados no frigorífico são muçulmanos e 17% da produção de aves abatidas é voltada para a exportação para países islâmicos. O mais interessante foi a entrevista com uma funcionária que disse:
... com o pessoal do Senegal nós temos que nos adaptar a uma forma totalmente diferente, a uma cultura diferente. São pessoas diferentes, uma língua diferente. A gente tem que tentar se adaptar com eles da melhor forma possível.
Aparentemente, o frigorífico está no Senegal, pois são os brasileiros que precisam se adaptar.

Esta mesma funcionária diz (minuto 7:01) que, muito embora apenas 17% da produção precisa ser halal, visando a exportação, toda ela é halal, para minimizar os custos de produção. Ou seja, toda a produção do frigorífico que visa o mercado interno (ou talvez exportação para mercados não islâmicos) faz parte da certificação halal. Repetimos: TODA A PRODUÇÃO É HALAL. A funcionária não menciona se existe algum selo que identifique o produto vendido no mercado interno como sendo halal, possibilitando ao consumidor escolher o tipo de carne que ele deseja consumir.

Um dos problemas da "indústria halal" é que apenas muçulmanos podem trabalhar nela porque os infiéis são impuros e tiram a pureza dos alimentos. Isso resulta no controle da indústria alimentícia, bem como cria-se uma reserva de mercado de empregos que apenas muçulmanos podem ocupar (algo inconstitucional, pois discrimina-se com base religiosa). O outro problema é que o abate halal é desumano. No abate humano, o animal é atordoado, sem sentir a dor do corte e da sangria. No abate halal (desumano) o animal não pode ser atordoado, sofrendo pelo corte e agonizando durante a sangria.

O preocupante é que a reportagem mostrou isso como algo normal, e não como algo a se questionado.

Algo que também não é mencionado na reportagem é como os senegaleses vieram parar no Brasil? Eles vieram por conta própria, foram financiados ou tiveram que pagar algum traficante para os trazer? Eles são imigrantes ou refugiados? E, sendo refugiados, em que base legal eles foram aceitos no país?

Outra indagação interessante que a reportagem não aborda é sobre a religião dos refugiados. Considerando que 4.2% da população do Senegal é cristã (95% são muçulmanos sunitas) é de se esperar que aproximadamente 30 dos 750 senegaleses em Passo Fundo sejam cristãos. Se isso não ocorre, por que?  E, por que cristãos ou ateus da África Negra não migram para o Brasil de outros países e na mesma proporção?

https://youtu.be/WnfvsyjzsxA OK

Senegaleses em Passo Fundo

A segunda reportagem da TV da Universidade de Passo Fundo (UPF) tem o título Práticas Religiosas Muçulmanas. A rigor, ela trata de uma parceria da UPF visando expandir o islamismo na região, através de uma nova mesquita.

No começo da reportagem, a repórter, tendo ao fundo os muçulmanos rezando, diz "o idioma é diferente, não interpretamos, mas sabemos que há muito a nos dizer." É verdade. Vejamos alguns exemplos do "muito a nos dizer":
09:29 : "Combata aqueles que não crêm em Alá."
2:191-193: " E matai-os onde quer os encontreis, [ ...] Combata-os, até que não exista perseguição e a religião seja a de Alá".
05:33 : "Este é a castigo para aqueles que lutam contra Alá e Seu Mensageiro, [ ...]: eles serão mortos violentamente, ou crucificados, ou suas mãos e pés devem ser decepados, alternadamente; ou serão banidos da terra."
A reportagem também menciona que os muçulmanos trazem normas culturais novas, e as imagens mostram uma delas, a segregação entre os sexos: os homens na frente, e as mulheres atrás, dentro de uma jaula, chamada de purdah. Aceitar isso é um retrocesso! Mas parece que a reportagem acha isso muito bacana.

A Purdah, uma prática medieval, sendo importada para o Brasil. Triste.

E, claro, a maravilha do conceito de que a mulher menstruada não pode rezar. Um conceito bastante progressista. 

A parceria com a UPF, através de um escritório modelo de arquitetura, foi feita dentro de um programa chamado Projeto de Extensão da Educação das Relações Étnico-Raciais. O vídeo dá a entender que o parceiro islâmico é o ILAEI, o Instituto Latino-Americano de Estudos Islâmicos, que é uma organização internacional, com filiais em diversos países do mundo e diversas cidades brasileiras.  Alguém está preocupado com a linha salafista seguida por este instituto?

Seria salutar que existisse mais questionamento no que acontece ao redor do mundo. É isso que se espera de uma universidade. Mais questionamento e menos festa. A pergunta básica é a seguinte: o que o Brasil ganha se tornando mais islâmico? Olhar o que acontece no resto do mundo já ajudaria bastante.

Outras questões interessantes que mereceriam ser levantadas são:
  1. O escritório modelo de arquitetura é composto por mulheres. Elas ficariam satisfeitas, como mulheres, sabendo que estão prestando um serviço para uma "comunidade" que defende que, por exemplo, para uma mulher provar que foi estuprada ela precisa do testemunho de quatro homens, caso contrário, ela é culpada de sexo ilícito, podendo ser apedrejada? Leia mais em Direitos das Mulheres sob o Islão.   
  2. Qual a postura dos muçulmanos senegaleses quanto a lei islâmica Sharia? Eles querem viver sob ela ou desejam aceitar a Constituição do Brasil? Eles desejam "direitos especiais" por serem muçulmanos? Pesquisas das mais diversas indicam que a maioria dos muçulmanos desejam a Sharia. Os muçulmanos senegaleses (bem como os de outras origens, bem como os brasileiros) não desejam a Sharia?
Ficam aqui as sugestões para um jornalismo mais investigativo e ousado e menos água-com-açucar.

https://youtu.be/KeatlVTc9t8 OK

Práticas Religiosas do Islão

O terceiro vídeo é uma reportagem da Al Jazeera que mostra que o Brasil está definitivamente na rota dos traficantes de refugiados. Talvez a UPF TV pudesse fazer jornalismo investigativo para saber se este é o caso dos senegaleses de Passo Fundo. 



Leitura Complementar:
Conheça o que a lei islâmica estabelece para você, não muçulmano, bem como para as mulheres, homossexuais e apóstatas (ex-muçulmanos ou muçulmanos considerados como "muçulmanos falsos"), neste livro Sharia, Lei Islâmica para os não muçulmanos.


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Papa Francisco não se intimida frente a ameaças turcas quanto ao Genocídio Armênio


José Atento
Os leitores deste blog sabem que nós somos críticos quanto a postura do Papa Francisco frente ao islamismo. É nossa opinião que ele não denuncia de modo contundente a perseguição que os cristãos são vítimas no mundo de hoje (a maior da história). Apesar dele fazer referência a perseguição, ele perdeu oportunidades de chamar a atenção disso em forums internacionais, por exemplo, o seu discurso nas Nações Unidas e no Congresso dos EUA, sob os holofotes da imprensa internacional.
Contudo, merece elogios deste blog a postura do Papa Francisco com respeito ao Genocídio Armênio, ainda mais pelo fato dele não ter se curvado frente as pressões da Turquia. 
O Papa Francisco terminou uma visita de três dias a Armênia. A Armênia, assim como Grécia e Pérsia, é um daqueles nomes que surgem ao se estudar a Antiguidade. O Reino da Armênia foi o primeiro reino a adotar o cristianismo na história, ano 301, quando o Rei Tiridates se converteu, sob a influência de São Gregório, o Iluminador. Os armênios foram também os primeiros a pegarem em armas para defenderem o seu direito de serem cristãos, menos de 10 anos após adotarem o cristianismo, ao serem atacados pelo Império Romano (naquela época, ainda pagão).

A Armênia, e os armênios, sofreram os efeitos contínuos da jihad islâmica, por parte dos árabes, persas e turcos, sendo contínuamente atacados e ocupados, e, mais recentemente, sofreram o Genocídio Armênio efetuado pelos turcos-otomanos. 

Posição relativa da Armênia Histórica e da atual República da Armênia

Coroação do Rei Tiridates por São Gregório, o Iluminador

Pois bem, o Papa Francisco na sua viagem a Armênia se referiu ao Genocídio Armênio, colocando-o dentro do contexto do genocídio cristão que acontece na atualidade. E ele também fez referência a outros genocídios, o Holocausto, em Ruanda, em Cambodia. Além do mais, é política oficial do Vaticano, como Estado, reconhecer o Genocídio Armênio. De modo que não existe nada novo na declaração do Papa.

O governo turco ficou furioso, e chamou o embaixador da Turquia no Vaticano e pediu explicações ao Núncio Apostólico (como o Vaticano chama seus embaixadores) residente na Turquia. O governo turco, através do seu Primeiro Ministro Nurettin Canikli chegou a usar de uma vocabulário, diria eu, Jihadista (Hurriyet): 
Infelizmente, é possível ver todas as reflexões e os vestígios de uma mentalidade cruzada nas ações do papado e do papa.
A reação do Vaticano foi imediata. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, disse (Reuters):
O papa não está em uma cruzada. Ele não está tentando organizar guerras ou construir paredes. Ele quer construir pontes. Ele não disse uma palavra contra o povo turco.
E, o próprio Papa Francisco, repetiu a sua afirmação após o incidente diplomático, mostrando que ele não está disposto a esconder a verdade. 

Muito bem, Papa!

Papa Francisco e Patriarca Karekin II 

O fato é que a Turquia está isolada. A postura islamista do presidente Erdogan, a repressão do seu governo internamente contra jornalistas e opositores, a ajuda ao Estado Islâmico e aos rebeldes jihadistas na Síria que lutam contra o presidente Assad, a derrubada do caça russo, a tentativa de extorção da Europa por conta da crise de refugiados, e os ataques contra civis curdos, tudo isso manchou uma imagem que já não era lá esta coisa. E a indústria do turismo turco está sendo tremendamente afetada pela falta de turistas. 

A coisa está tão mal para a Turquia, que legisladores alemães indiciaram o presidente turco Erdogan por crimes contra a humanidade devido a ação militar contra os curdos (The Local).

E agora, Erdogan se volta a dois inimigos, Israel e Rússia, no caso deste último, chegando a pedir perdão e oferencedo retribuição pelo caça abatido (RT).


O Império da Armênia, século I AC, sob o Imperador Tirgranes, o Grande, 
marcou a expansão máxima da Armênia

Armênia

domingo, 26 de junho de 2016

Gays sob o islão - Teologia e Exemplos


O direito dos homossexuais sob a lei islâmica? A morte, mas não existe consenso com respeito ao modo de matar.

O que diz o Alcorão
Na verdade, você se aproxima de homens com o desejo, em vez de mulheres. Em vez disso, você é um povo transgressor. (7:81)
E desencadeamos sobre eles uma chuva [de pedras]. Em seguida, veja como foi o fim dos criminosos. (7:84)
Em seguida, o Alcorão diz aos seus seguidores:
Se dois homens entre vocês é culpado de lascívia, puna-os ambos. Se eles se arrependerem e alterarem, deixelos sozinhos; porque Alá é Remissório Misericordiosíssimo. (4:16)
E a Tradição de Maomé (Suna):
O profeta (a paz esteja com ele) disse: "Se encontrardes alguém fazendo como o povo de Ló fez, matai aquele que faz e aquele a quem a coisa é feita." (Hadice Abu Dawood 38:4447) -- PS. O "povo de Ló" são os homens que aparecem na Bíblia querendo fazer sexo com os homens que se hospedaram na casa de Ló (Gênese 19:4-5) 
O que estabelece a Sharia. Manual The Reliance of the Traveller:
p17.0: SODOMIA E LESBIANISMO
p17.1: Em mais de um momento no Alcorão Sagrado, Alá nos conta a história do povo de Ló, e como Ele o destruiu devido a sua prática perversa. Há consenso tanto entre muçulmanos e quanto entre seguidores de todas as outras religiões de que a sodomia é uma gravidade. Ela é ainda mais vil e horrível do que o adultério.
p17.2: Alá Altíssimo diz: “Dentre as criaturas, achais de vos acercar dos varões, deixando de lado o que vosso Senhor criou para vós, para serem vossas esposas? Em verdade, sois um povo depravado!” (Alcorão 26:165-66).
p17.3: O Profeta (Alá o abençoe e lhe dê paz) disse:
“Mate aquele que sodomiza e aquele que permite que seja feito consigo.”
“Que Alá amaldiçoe aquele que faz o que fazia o povo de Ló.”
“Lesbianismo por mulheres é adultério entre elas.”
O Xeique Yusuf al-Qaradawi é provavelmente o mais influente jurista do sunismo vivo. Aqui, conforme reportado pelo Middle East Forum, está o ensinamento de Qaradawi sobre a homossexualidade:
Devemos estar conscientes de que, ao regular o impulso sexual, o islã proibiu não apenas relações sexuais ilícitas e tudo o que leva a elas, mas também o desvio sexual conhecido como homossexualidade. Esse ato pervertido é uma inversão da ordem natural, uma corrupção da sexualidade humana e um crime contra o direito das mulheres. (O mesmo igualmente se aplica no caso do lesbianismo.)
A disseminação dessa prática depravada em uma sociedade perturba seu padrão de vida natural e faz daqueles que a praticam escravos de sua luxúria, privando-os de gosto decente, morais decentes e um modo de vida decente. A história do povo do profeta Ló, a paz esteja com ele, conforme narrada no Alcorão, deveria nos bastar. O povo do profeta Ló era viciado nessa desavergonhada depravação, abandonando relações naturais, puras e corretas com as mulheres em busca dessa prática não natural, imunda e ilícita. É por isso que o profeta Ló, a paz esteja com ele, lhes disse: “Dentre as criaturas, achais de vos acercar dos varões, deixando de lado o que vosso Senhor criou para vós, para serem vossas esposas? Em verdade, sois um povo depravado!” (Alcorão 26:165-166)
A mais estranha expressão da perversão de natureza desse povo, sua falta de orientação, depravação de morais e aberração de gosto foi sua atitude para com os convidados do profeta Ló, a paz esteja com ele.
Os juristas muçulmanos sustentaram diferentes opiniões a respeito da punição a essa prática abominável. Deveria ser a mesma punição que ocorre para a fornicação? Deveria tanto o participante ativo quanto o passivo serem condenados à morte? Tais punições podem parecer cruéis, mas foram sugeridas para manter a pureza da sociedade islâmica e mantê-la livre de elementos pervertidos.
O famoso site Islam Question and Answer, coordenado pelo Xeique Muhammad Saalih al-Munajjid, diz o seguinte sobre a punição para a homossexualidade: (https://islamqa.info/en/38622)
Os Sahaabah (companheiros de Maomé) concordaram por unanimidade na execução de homossexuais, mas divergiram quanto à forma como eles deveriam ser executados.
Alguns deles eram da opinião de que os homossexuais devem ser queimados pelo fogo, o que foi o ponto de vista de 'Ali (que alá esteja satisfeito com ele), e também de Abu Bakr (que Alá esteja satisfeito com ele), como veremos a seguir. E alguns outros pensaram que os homossexuais deveriam ser jogados para baixo de um lugar alto, e, em seguida, ter pedras jogadas neles. Essa era a visão de Ibn 'Abbaas (que Alá esteja satisfeito com ele).
Alguns deles pensavam que os homossexuais deveriam ser apedrejados até a morte, o que foi narrado a partir de ambos 'Ali e Ibn' Abbaas (que Alá esteja satisfeito com eles).
Após os Sahaabah, os fuqaha' (juristas islâmicos) diferem quanto ao assunto. Alguns deles disseram que o homossexual deve ser executado não importa qual seja a sua situação, se ele for casado ou não.
Alguns deles disseram que ele deve ser punido da mesma forma que um adúltero, então ele deveria ser apedrejado se ele for casado e açoitado se ele não for casado.
Alguns deles disseram que uma punição severa deve ser realizada sobre ele, como o juiz decidir.
Aitolá Ali Sistani, Irã, uma das mais influentes autoridades xiitas em sharia que se pode imaginar. Respondendo a pergunta “qual é o julgamento islâmico para a sodomia e o lesbianismo?”, Sistani respondeu:
É proibido. Aqueles envolvidos em tais atos devem ser punidos. Em verdade, os sodomitas devem ser mortos da pior maneira possível.
Países muçulmanos onde a homossexualidade pode ser punida com a morte: Iêmen, Irã, Mauritânia, Nigéria, Qatar, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Emirados Árabes Unidos e Iraque (Washington Post). Deve-se incluir a Indonésia, onde a homossexualidade é ilegal na Província de Achem, Província de Sumatra do Sul e cidade de Palembang).



Exemplos da lei islâmica em ação no tocante aos homossexuais:

setembro de 2017

Alemanha: com o aumento da violência dos "muçulmanos extremistas", homossexuais se voltam para partidos de Direita nas eleições
Os homossexuais estão deixando o Partido Verde e apoiando o Alternativa para a Alemanha (AfD). Em caso de dúvidas, o Partido Verde, bem como os demais partidos mais para a Esquerda, escolhem sempre os muçulmanos em detrimento dos homossexuais (theoldcontinent). 

Chechênia: lésbicas narram sua vida sufocante sob o islamismo 
Não são apenas o gays que são perseguidos na Chechênia. As lésbicas também. (rferl)

Indonésia: petição pede que gays e namorados, inclusive turistas, sejam presos
A petição, apresentada à Corte Constitucional da Indonésia, solicita a criminalização do sexo pré-marital bem como a de qualquer relacionamento homossexual.
Muitos casais de namorados e gays australianos (incluisve gays casados) fazem turismo no paraíso tropical de Bali. Com esta lei, é claro, quem irá sofrer é o setor turístico. Um tiro no próprio pé. Mas para os radicais (e os moderados que os apoiam) apenas a Sharia faz sentido. (news.aus)

-----

Bangladesh: 27 homens presos por suspeita de serem gays
O Batalhão de Ação Rápida, uma tropa policial de elite prendeu estudantes em posse de drogas e camisinhas. Eles são acuados de homossoxualidade e tráfico de drogas. Homossexualidade é crime em Bangladesh, um país majoritariamente muçulmano (Independent).

Líbano: evento "anti-homofobia" cancelado após ameaças dos salafitas
O evento "Beirute Pride 2017" recebeu ameaças. Autoridades disseram que seria melhor cancelar o evento ao invés de prender os salafitas que fizeram as ameaças. O salafitas são muçulmanos radicais. Os moderados permaneceram calados. (Middle East Eye)

Indonésia: polícia prende 1410 homens acusados de participarem de uma "festa de sauna gay"
E isso aconteceu na capital, Jakarta! Ah, a Indonésia é tão moderada (Guardian).

Mais gays sendo executados pelo modo preconizado pela Sharia: eles são lançados de cima de um prédio e apedrejados após cairem
Execução feita pelo Estado Islâmico (Breitbart).


Alemanha: muçulmanos protestam contra professor gay em pré-escola
Eles ameaçam boicotar ou mesmo tirar seus filhos da escola se o professor gay não for demitido (RT)

Rússia (Chechênia): campanha anti-gay, 3 mortos, mais de 100 presos
A República Russa da Chechênia é um enclave islâmico ao sul da Rússia. O jornal russo Novaya Gazeta e ativistas dos direitos humanos acusam o governo chechêno de promoverem uma "campanha anti-gay."  O porta-voz do governo respondeu dizendo que não existem gays na Chechênia (Guardian). A República Russa da Chechênia é um enclave islâmico ao sul da Rússia

Rússia (Chechênia): aberto primeiro campo de concentração para homossexuais desde Hitler
Acusações de que homossexuais estão sendo torturados com choques elétricos e espancados até a morte.  (Daily Mail). Foi também noticiado que o presidente da Chechênia, Ramzan Kradyrov, havia prometido acabar com os gays antes do começo do Ramadã (pinknews).

Indonésia: gays presos em casa e condenados a 100 chibatadas
Justiceiros muçulmanos forçaram sua entrada em uma casa onde dois gays estavam juntos. Um vídeo gravado pelos próprios invasores mostram os gays sendo violentamente espancados e retirados à força da casa. Os gays foram presos. Os criminosos que  forçaram a sua entrada em uma casa, claro, são heróis. Agora, os gays estão presos pelo governo da província de Achem e serão punidos por serem homossexuais (Daily Mail). Atualização.  O casal foi condenado a 85 chicotadas em praça pública (UOL). Atualização.  O chicoteamento se deu em praca em praça pública (Público).

Arábia Saudita: Dois paquistaneses transgêneros torturados até a morte pela polícia
Dois transexuais, ambos nativos de Khyber-Pakhtunkhwa (K-P), morreram nesta terça-feira após terem sido submetidos a tortura por parte da polícia saudita em Riade por se vestirem como mulheres em público. Outras trinta e cinco pessoas transgênero foram presas por uma agência de aplicação da lei pelo mesmo motivo, algo considerado como crime no "reino das duas mesquitas sagradas." (Tribune Pakistan)

Rússia: pai muçulmano esquarteja filho trans-sexual
Uma jovem trans muçulmana foi morta por esquartejamento na Rússia dias após se casar com um homem e ver seu pai ir a uma emissora de TV para pedir: "Tragam meu filho aqui e matem-no na minha frente". (Extra)

Os gays islâmicos não trocam de posição na cama?
Aparentemente, não. Os ativos em geral são homens mais velhos e casados. Os passivos têm menos de 16 anos e fazem sexo a contragosto ou por dinheiro. (Veja)

Xeique muçulmano ensina como matar gays
O xeique xiíta Hamza Sodagar, que se auto-intitula como sendo um modelo para os jovens muçulmanos ao redor do mundo, explica as cinco maneiras de como os gays devem ser mortos segundo o islamismo.
O xeique Hamza Sodagar, é um clérigo xiíta. Ele é original do Irã, tendo crescido nos EUA. Ele é formado na Hawza* de Qom, Irã. (Hawza – escola preparatória para clérigos muçulmanos xiítas, uma espécie de “seminário” xiíta).
https://youtu.be/jRXNjjzuyh4 OK



Muçulmanos dizem o que pensam dos gays: morte
Pensamentos variados. Devem ser mortos, apunhalados, entregues ao ISIS, degolados,  são ateus, não acreditam em Alá e no Alcorão, são animais, são desumanos,  são ignorantes, são infiéis, são mentirosos, não têm honra, não tem cérebro.
https://youtu.be/u8atU8x2d94 OK

A "Esquerda" abadonou os gays em favor dos muçulmanos 
O Marxismo Cultural separa as pessoas em grupos de "oprimidos" e "opressores." Mas, mesmo entre os "oprimidos" existe uma hieraquia. Os "muçulmanos" ocupam o lugar mais alto da pirâmide. Na ótica tortuosa do Marxismo Cultural, nenhum grupo é mais "oprimido" do que os muçulmanos ... os homossexuais que se lasquem.
https://youtu.be/ZcdbHtWGnAY OK


Turquia: gay estuprado por grupo, degolado e mutilado
Muhammad Wisam Sankary, um gay sírio, um refugiado de verdade, fugindo da mão-de-ferro do islão. Assassinado na Turquia muçulmana tentando fugir do islão. (Speisa)

Suécia: mesquita convida xeique que quer matar os gays
Farrokh Sekaleshfar ficou famoso pelo seu discurso na mesquita do jihadista que matou 49 gays na boate em Orlando na Flórida. O cara é uma sumidade entre os muçulmanos (FriaTider).

"Tolerante" Malásia: LGBT perseguidos, presos e castigados pela polícia religiosa islâmica
Vídeo mostra a "Patrulha Religiosa Islâmica" aplicando a Lei Sharia na Malásia. Até quem faz sexo pré-marital pode pegar 2 anos de cadeia
https://youtu.be/K-XfBxPI_Jo OK

EUA: "O ataque em Orlando e a negação do óbvio"
Artigo externo que trata da negação das lideranças LGBT quanto ao ódio islâmico contra os gays: este fato não condiz com a ideologia que estas lideranças esposam.  (Gatestone)

Carnificina no Ramadã: "gay muçulmano" mata gays para garantir o paraiso
Leia sobre a jihad que matou 49 gays em Orlando, EUA

EUA: clérigo, "matar homossexuais é um ato de compaixão"
Uma semana antes do ataque jihadista contra a boate gay de Orlando, que resultou em mais de 50 homossexuais mortos e 53 feridos, O Dr. Farrokh Sekaleshfar deu uma palestra no Centro Islâmico Husseini, em Sanford, Flórida, no qual ele defendia o assassinato de homossexuais. "A morte é a frase. Sabemos que não há nada para se envergonhar disso, a morte é a pena devida aos homossexuais. Nós temos que nos livrar dos homossexuais, vamos nos livrar deles agora."A liderança do Centro Islâmico concordou com o assassinato de gays - o silêncio é o seu consentimento.
https://youtu.be/HVJvygEI554 OK



Turquia: grupo Associação Juvenil Muçulmana da Anatólia promete atacar homossexuais
Eles são chamados de LGBT imorais. Eles prometer atacar a parada gay sendo planejada. (hurriyetdailynews)

Grã-Bretanha: muçulmanos discutem como jogar gays dos prédios
Eles faziam planos por saberem que o islão irá dominar o mundo (dailymail)

EUA: imame da Flórida diz que Bob Esponja torna muçulmanos em gays
Abu Taubah, nome adotado deste americano convertido, foi liberado da prisão ano passado, após radicalizar 36 presos. Ele foi o líder de uma gangue e assaltante de banco antes de se tornar imame em Orlando. (breitbart)

Bélgica: gay trans esfaqueado por homens simpáticos ao Estado Islâmico
A vítima era um gay da Tunísia (breitbart).

GB: "Matem os gays onde quer que eles estejam"
Em entrevista, o famoso clérigo britânico Anjem Choudary disse que os gays que praticam o homossexualismo devem ser mortos onde quer que eles estejam. (Breitbart)

Turquia: gays reclamam contra cancelamento da Parada Gay. Polícia responde com gás lacrimogênio 
A Parada Gay de Istanbul ocorre desde 2003. Mas foi proibida esta ano depois de incidentes ano passado. (Turkish)

EUA: gay, ex-muçulmano, diz que Obama é um apologista do islamismo
Ele cresceu no Paquistão e apanhava constantemente por ser gay. (fonte)

Tunísia: gays devem ser apedrejados e atirados do alto
Religioso tunisiano prega abertamente que homossexuais deveriam ser apedrejados e jogados de um lugar alto. Isso é consistente com a Sharia. MEMRI VIDEO.

Muçulmanos barram LGBT de conferência sobre AIDS
OIC, a Organização Cooperação Islâmica, grupo de 57 países islâmicos, baniu representantes dos homossexuais em uma conferência internacional para discutir temas relacionados a AIDS! Mas, não existem lideranças e ativistias LGBT que defendem o islão? Sim, existem. E apenas a própria comunidade LGBT pode "limpar a sua casa."  (Yahoo, G1). Isso me lembra a Conferência Islâmica sobre o papel da mulher, onde apenas homens participaram.

Vídeo de propaganda do Estado Islâmico mostra execuções de homossexuais
Jornalista denuncia ações do movimento gay contra críticos do jihadismo (Diário da Insurgência).

França: Comissários de bordo gays se recusam a trabalharem em vôos para o Irã
A Air France começou a voar para Teerã. (The Local).

O vídeo mostra um dos métodos que o islamismo recomenda deve ser usado para matar os homossexuais
ok 


Milo Yiannopoulos, gays, e cultura islâmica no Ocidente 
OK

Holanda: perseguição islâmica torna vida de refugiados gays em um inferno
No islamismo, homossexual bom é homossexual morto. Até mesmo na Europa (G1).

Berlim abre primeiro grande centro de refugiados gay da Alemanha
O abrigo tem espaço para mais de 120 pessoas, e foi feito para proteger requerentes de asilo homossexuais que vêm de países onde a sua orientação sexual "é considerada um crime." Mesmo na Alemanha ele tem sido vítimas de discriminação, com violência verbal e física. A associação de gays e lésbicas de Berlim e Brandenburg disse que recebeu 95 relatos de ataques contra imigrantes gays e lésbicas na capital e estado circundante de Brandeburgo entre agosto e dezembro de 2015 (The Local)

Alemanha: Travestis são apedrejadas em Dortmunt
Árabes refugiados quiseram dar uma cantada nas donzelas. Mas ái, perceberam que eram travestís. Então, ele tiveram a sua honra afetada e começaram a tacar pedras nos travestís. Por sorte, a polícia estava passando a impediu que a lei islâmica fosse aplicada à luz do dia, no coração da Europa (fonte). 
saved

Suécia: homossexual espancado até a morte
De acordo com um relatório no jornal sueco Expressen, dois marroquinos, refugiados e jovens (um deles de 16 anos) foram presos por terem espancado até a morte um homossexual que se vestia com vestidos. Isso aconteceu em Bergsjön, no leste de Gothenburg. (fonte)

2015

Gays sendo perseguidos nos campos de refugiados da Europa
Casos de violência contra homossexuais vem sendo registrados nos campos de refugiados, perpetrados por muçulmanos. O Washington Post relata que tem havido tantos casos que os homossexuais tem que ser retirados dos campos para evitar que o pior aconteça com eles.
todas as escolas de jurisprudência islâmica concordam que os gays devem ser mortos. Elas diferem no tocante ao tipo de excução.

Refugiados homosexuais estão sendo perseguidos pelos outros refugiados
Reportagem do Washinghton Post relata o drama de refugiados gays que chegaram na Alemanha, fugindo dentre outras coisas da perseguição que eles sofriam no seu pais de origem (Irã) por serem gays. Ao serem colocados para compartilharem apartamentos com outros refugiados eles se tornaram presa maior de abuso físico, inclusive sexual (do mesmo jeito que as mulheres, os gays não querem ser estuprados). A Federação de Gays e Lésbicas de Berlim e Brandemburgo sabe que até 6 casos ocorrem a cada semana.

Hungria: clérigo diz que homossexuais são as criaturas de Alá mais imundas
Não é a toa que os húngaros não os querem lá em quantidade. (Tião Cazeiro)

Marrocos: transexual apanha de multidão
Dezenas de muçulmanos se juntam para agredir brutalmente uma transexual no supostamente moderado Marrocos, que, por sinal, é sempre retratado como tolerante e moderno em reportagens turísticas na CNN.



Parada Gay na Suécia: gays passam por área muçulmana e são chamados de racistas
Ativistas da Esquerda gritavam: "Chega de racismo nas nossas ruas." Mas eles não gritavam isso contra os muçulmanos, mas sim contra os homossexuais e os heterossexuais e que desfilavam as bandeiras com as cores do arco iris. 

Lembre-se disso: no islão não existe o conceito do "viva e deixe viver." Sob o islão é obrigação de todos, muçulmanos ou não, de obedecerem a "lei de Alá", a Sharia. 


Estado Islâmico executa mais 9 homossexuais 
Eles foram atirados do alto de um prédio em Mosul, Síria, depois que uma corte islâmica os condenou por perversão sexual. (fonte) Isso é lei islâmica em ação! E lembre-se que a maioria dos muçulmanos desejam Sharia.

Gana: Imã diz que sharia prescreve execução dos homossexuais
Ele disse que o islao sancionou que pessoas que se entregam a pessoas do mesmo sexo devem ser mortos, explicando "como uma pessoa deve ser lançada  um edifício de pelo menos dez andares, e enquanto ele está caindo ele também deve ser apedrejado." (ganaweb) É exatamente isso o que o Estado Islâmico do ISIS faz quando executa homssexuais.

Iraquiano gay relata como escapou de ser atirado de prédio pelo Estado Islâmico
"Na nossa sociedade (iraquiana), ser gay é igual a uma sentença de morte. Quando o 'EI' mata gays, muitos ficam felizes porque pensam que somos doentes. (UOL)

Como já expusemos aqui e muitos não acreditam, há uma parcela dos gays que defende os muçulmanos. Sim, isso existe e é muito contraditório. É isso que o marxismo cultural faz.


Síria: jihadistas se fingem de homosexuais para expo-los e matá-los
Dentro de uma campanha para erradicar o homosexualismo, o Estado Islâmico montou um grupo que se faz passar por homens gays de modo a expo-los, e em seguida matá-los. (fonte)

Grã-Bretanha: Escolas em bairros com maioria muçulmana ameaçadas por ensinarem tolerância aos homosexuais
Animais degolados foram encontrados nos pátios, e ameaças concretas feitas, tipo, "pare ou você vai conhecer o calibre da minha espingarda."
É importante que os gays do Brasil abram os seus olhos para o que acontece ao redor do mundo!


"Se o pai estiver fantasiando durante o sexo com a sua esposa e ela ficar grávida, o filho vai nascer homosexual."
Isto foi o que disse o Ayatollah Hossein Dehnavi, uma celebridade no Irã, e que dá conselhos sexuais na televisão estatal. Dentre outas pérolas deste zeloso seguidor de Alá, se encontram:
- A mulher que não usar o hijab corretamente estará levando os homens para a homosexualidade.
- A mulher deve prover sexo para o marido a qualquer hora, e que buscar gratificação sexual é um pecado.
- Mulher branca deve usar calcinha preta, e mulher negra deve usar calcinha branca, para excitar o marido.
(Fonte)



Justiça de Berlim multa familiares de jovem gay por tentarem casá-lo à força
Pai e tios de Nasser El-a tentaram sequestrá-lo para levá-lo ao Líbano, onde seria celebrado o matrimônio com uma ‘linda moça’ (fonte). Pelo menos na Alemanha ele teve proteção do Estado, mas se fosse em um país do Oriente Médio, bem, ele teria sido preso, humilhado pela família ou no pior dos casos, morto.

Gays sendo atirados do alto de prédios, e o que resta de vida após a queda tirado com apedrejamento
Que eu saiba, isso aconteceu duas vezes, na primeira em janeiro deste ano, em Mosul, dois gays foram as vítimas [Fonte-1]. Agora, no final de fevereiro um outro evento ocorreu em Tel Abiad [Fonte-2]. Isso é lei islâmica em ação. E lembre-se que gays são executados pelo governo em outros "paraísos islâmicos", como no Irã e Arábia Saudita. E essas execuções são públicas, inclusive na frente de crianças.



Inglaterra: A Drag Queen muçulmana Asif Quraishi sofre ameaças de morte 
Ela se apresenta em shows de casas noturnas e diz sofrer ameaças de muçulmanos (bbc).

2014

Homosexual que apoia o islão é suicída e burro!
Estado Islâmico atira homossexual de cima de prédio, e o apedreja até morrer. (Terra)

O Egito não proíbe a prática homossexual, mas condena os praticantes por deboche (que normalmente é aplicada em prostitutas)
A pena anterior era de três anos de prisão, mas ela foi reduzida para um ano.
Ainda sim, condenar esse pessoal por um motivo desses não deixa de ser uma idiotice sem tamanho. E agora eu pergunto: Cadê os militantes de causa gay, as feministas doentes e a ONU para fazer algo a respeito? Pois pegar o menino Jesus do presépio na Europa é mole.
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/egito-reduz-pena-para-convidados-de-casamento-gay

Três homosexuais são queimados vivos por Alá

Homosexuais devem ser queimados vivos

Os funcionários da escola primária muçulmana são pegos pela câmera descrevendo "como os homossexuais devem ser apedrejados até a morte." Eles dizem também que "bater palmas é satânico, e que música na escola é anti-islâmico." Filmagem foi obtida para um documentário do Canal 4 no Olive School - uma escola primária muçulmana para 600 alunos em Blackburn, administrada pelo Tauheedul Islam Fé, Educação e Comunidade Trust. (Daily Mail)  

Brunei: lei que condena gays a apedrejamento vai ser implementada em fases

O sultão de Brunei confirmou que uma lei exigindo homossexuais a serem apedrejados até a morte vai ser implementada em fases a partir de amanhã.

A lei, baseada na Sharia, foi anunciada no início deste mês, e substitui a pena de prisão máxima de dez anos para a homossexualidade com a morte por apedrejamento.

A primeira fase da lei implementação da lei vai aumentar multas e penas de prisão por vários crimes.

A segunda fase, que restaura os castigos corporais, incluindo amputações de membros de condenados, entrará em vigor dentro de 12 meses, e a terceira fase, que introduz a pena de morte, entrará em vigor no prazo de 24 meses.

Segundo a nova lei (baseada na Sharia), a pena de morte pode ser aplicada por estupro, adultério, sodomia, relações sexuais extraconjugais para os muçulmanos, insultar qualquer versículo do Alcorão e Hadith, blasfêmia, declarando-se um profeta, deixar de ser muçulmano, e assassinato. (Pink News)

Motoristas muçulmanos no aeroporto de Cleveland se recusam a conduzir táxis com publicidade dos Gay Games
Cerca de 25 motoristas muçulmanos que servem o Cleveland Hopkins International Airport estão se recusando a conduzir táxis adornados com publicidade para os próximos Gay Games da região, citando motivos religiosos. (Fox NewsE pensar que o deputado federal Jean Wyllys propõs um projeto de lei visando o ensino obrigatório do islamismo no ensino fundamental. Porque?

Quênia: muçulmano MP diz que a homossexualidade "tão grave quanto o terrorismo"
Aden Duale, cuja zebiba é bastante impressionante, articula mais uma vez o desprezo e nojo do Islã para os homossexuais, algo que não é temperado como é a declaração do cristianismo de que a atividade homossexual é pecado, por uma exigência da caridade universal e um reconhecimento da dignidade de cada pessoa humana . Em todas as escolas de jurisprudência islâmica, a atividade homossexual carrega a pena de morte. (Capital News

 Nigéria - Quatro jovens foram condenados por sexo gay e chicoteados publicamente como punição na quinta-feira em um tribunal islâmico no norte da Nigéria, disse um ativista de direitos humanos. Os quatro estavam entre dezenas de capturados em uma onda de prisões depois da Nigéria reforçou as suas sanções penais para a homossexualidade com a nova Lei de Proibição do Same Sex Marriage em janeiro. O norte da Nigéria é governado pela Sharia (CTV News).

Arábia Saudita
Três prisioneiros, incluindo o imã (clérigo muçulmano) da prisão, estupraram um outro preso em uma prisão central na Arábia Saudita, depois de tê-lo drogado (Emirates).


Centro Islâmico em Edmonton, Canadá, promove imans anti-gays 
Abu Usamah At-Thahabi disse, dentre outras coisas, que os gays deveriam ser jogados em um precipício ou esfaqueados nas gengivas por dentistas muçulmanos. Abdul Hakeem Quick, que também apoa a pena de morte para os homossexuais. Ele diz que a posição islâmica sobre a homossexualidade é "morte". Ustadh Murtazah Khan é um outro pregador que defende a violência contra gays e listado como um paletrante. Ele foi filmado atacando mulheres por usar perfume, em apoio dos valores da sharia, e falando sobre as práticas agressivas da Sharia, como açoitamento (GayStarNews). Eu posso até entender aqueles que discutem “estilo-de-vida.” Mas eu não aceito essa história de punir pessoas por causa disso. Mas é isso o que a Sharia defende.


Clérigo islâmico no Canadá diz que gays devem ser apedrejados, e que isso seria algo bom para eles.
O clérigo explicou que um muçulmano que é sentenciado à morte por apedrejamento sob a lei islâmica, na verdade, se beneficia com essa terrível punição pois a sua alma está sendo purificada com as pedras que caem sobre sua cabeça pecaminosa (Sun News Network).




sábado, 25 de junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)



José Atento
Você já se perguntou o que levou as populações cristãs no Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual cristãos e judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei islâmica Sharia. Apenas o cristãos e judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos muçulmanos opressores, tornando-se um deles. 
Durante as suas guerras de conquista (jihad islâmica), Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos judeus e cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". 
É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a este verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os muçulmanos.

Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os cristãos ou judeus deixam de ser "protegidos" (tendo como escolha se converterem ao islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é árabe e significa "protegido." Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um "infiél" que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um "imposto de proteção." A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores árabes muçulmanos deram para as populações não-muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos turcos-otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias cristãs, regime este conhecido como devshirme (do turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) "não existe compulsão na religião." Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora egípcia e britânica Bat Ye'or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os judeus e cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.


O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se "sentirem bem." 

Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda

O vídeo abaixo, de 2.5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei islâmica.


Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.


Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.



Veja também este outro vídeo, que mostra um imame britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye'or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye'or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye'or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002) 
  4. Bat Ye'or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses 
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Batalha de Badr: Maomé foi um assaltante de caravanas


José Atento
O dia 13 de março é um dia importante na jihad islâmica. Neste dia, no ano de 624 (2 anos depois da Hériga), travou-se a "Batalha de Badr." Bem, na verdade, este evento foi nada mais do que mais tentativa de assalto a uma caravana feito por Maomé. Contudo, muçulmanos festejam isso como o acontecimento que estabeleceu a religião de Alá.
É importante ressaltar que, no calendário islâmico, este dia caiu no 17o dia do Ramadã, o que torna este dia do Ramadã um dia perigoso para o káfirs (todos os não muçulmanos). Por exemplo, em 2015, o 17o dia do Ramadã coincidiu com o 4 de julho, Dia da Independência dos EUA. O FBI conseguiu desbaratar o planejamento de um ataque jihad, programado para este dia, prendendo 10 "simpatizantes" do Estado Islâmico (ibtimes, NY Times, reuters, itv).
Hoje é o 17o dia do Ramadã.
Datas são importantes para os supremacistas islâmicos. Por exemplo, o dia 11 de setembro foi o primeiro dia da Batalha de Vienna (de 1683). Outro exemplo. O dia do ataque dos árabes contra Israel, no que conhecemos como Guerra do Yom Kippur, foi o nono dia do Ramadã, motivo pelo qual os muçulmanos chamam esta guerra de Guerra do Ramadã, recebendo o codinome "Operação Badr" pelo exército egípcio. 
Ao se mudar de Meca para Yathrib (atual Medina), Maomé formou uma milícia e tornou-se um senhor da guerra. Maomé poderia ter escolhido viver em paz, mostrando com suas ações que o islão era uma religião da paz. Como o islamismo seria diferente se ele tivesse vivido em paz! Mas ele era vingativo. Ele queria acertar as contas com os habitantes de Meca, que não o aceitaram como profeta, notadamente os membros da sua tribo, os Coraixitas, independente do fato dos Coraixitas não estarem incomodando Maomé. Mas Maomé não perdoava quem o contrariasse. E Alá apoiou e aprovou a violência de Maomé!

Maomé comandou seus milicianos a assaltarem as caravanas que ligavam Meca à Síria. Após seis tentativas fracassadas, três delas comandadas pelo próprio Maomé, os proto-jihadistas encontraram uma caravana dos Coraixitas. Eles mataram quem a dirigia e roubaram toda a carga. O pior, isso foi feito no "mês sagrado" quando era acordado entre as tribos que nenhuma violência poderia ocorrer. Maomé quebrou com a tradição dos árabes! Isso aconteceu no ano 623.

Vamos para o começo do ano 624, quando Maomé ouve dizer que Abu Sufyan, um mercador de Meca, estava vindo da Síria com uma caravana contendo dinheiro e mercadorias, acompanhado de 40 homens (Ibn Ishaq, 428).

Apologistas tentam justificar este assalto dizendo que as mercadorias pertenciam a Maomé. Mas, como isso seria possível se a caravana estava vindo da Síria na direção de Meca? (Além do mais, Maomé saiu emprobrecido de Meca por ter "torrado" todo o dinheiro que sua primeira esposa, Kadija, possuia.)

Muitos dos seguidores de Maomé não queriam assaltar esta caravana pois seria o mesmo que declarar guerra. Maomé respondeu com uma "revelação", na qual Alá chamou de hipócritas os muçulmanos que se recusavam a lutar por ele na jihad, e que eles deveriam ser punidos e iriam direto para o inferno (Alcorão 66:9). PS. Isso é importante: deixar de lutar na jihad é como deixar de ser muçulmano!

Alá e Maomé amam os psicopatas assassinos.

Maomé deixou Medina e liderou seus 313 jihadistas pelo deserto a fim de emboscar a caravana.

Ao saber deste ataque imininente, Abu Sufyan alterou a sua rota, e pediu reforços a Meca. Um total de 900 árabes de Meca se puseram a caminho para ajudá-lo contra agressão de Maomé, porém a maior parte deles eram cidadãos comuns (ibn Ishaq, 433 a 443). Esta alteração de rota salvou a caravana, mas uma parte do contingente que veio ajudá-la rumou para os poços de Badr, local de festa árabe, onde eles pretendiam passar alguns dias, abater alguns camelos, comer, beber vinho, e ter algumas meninas tocando para eles (ibn Ishaq 295-296).

Mas Maomé conseguiu bloquear o caminho, e, mais importante, ocupou o acesso aos poços de água localizados em Badr. Alguns membros do grupo de Meca tentaram se aproximar do poço de água, mas foram degolados ou desmembrados por jihadistas, sendo um citado por sua ferocidade, Hamza (ibn Ishaq 443).

Vendo que as suas vítimas estavam exaustas, apesar de estarem em maior número, Maomé deu ordens para um ataque frontal. A vitória de 313 jihadistas, descansados, fortemente armados e preparados para a guerra,  contra um número incerto de mecanos sedentos e cansados, compostos de mercadores, cidadãos comuns que tinham vindo para ajudar e algumas dezenas de seguranças (eu não encontrei menção a um número na fontes primárias).

Um dos mecanos disse, "Assim que fomos confrontados pelo grupo de ataque, viramos as costas e eles começaram a nos matar e nos capturar ao seu bel prazer. Alguns dos nossos homens viraram as costas humilhados" (ibn Ishaq 310).

O Alcorão 8:11-18 diz como Alá enviou as suas bênçãos para a chacina, preparando os muçulmanos antes da batalha, e enviando anjos para lutarem junto com os jihadistas (mas apenas Maomé os viu). É neste momento que Alá ordena os muçulmanos a matarem os prisioneiros de guerra (Alcorão 8:67). É também após esta batalha que Alá determina que roubar é bom e justo. E o modo de dividir a pilhagem foi também estabelecido. O oitavo capítulo do Alcorão é chamado (pelo nome sugestivo) de Os Espólios de Guerra.

O local da "Batalha de Badr" nos dias de hoje

Ao final de tudo, 70 mecanos foram mortos e outros 70 tomados como reféns, ao passo que apenas 14 jihadistas pereceram. Os reféns foram resgatados por suas famílias através de “fiança,” criando um precedente islâmico que é seguido até hoje.

O interessante é que muitos deles eram parentes: Maomé continuava o processo de destruição da base tradicional e familiar dos árabes. Um dos comerciantes de Meca, se referindo aos muçulmanos, disse "Eu me pergunto sobre estes homens tolos que  cantam levianamente e em vão sobre os mortos em Badr. Isto não foi nada mais do que um crime ímpio e odioso. Homens lutaram contra os seus irmãos, pais e filhos. Qualquer um com discernimento e compreensão reconhece o mal que foi feito em Badr" (ibn Ishaq 342).

Os corpos dos mecanos mortos foram atirados em um fosso (ibn Ishaq 306), atitude imitada pelo Estado Islâmico nos dias de hoje.

A Batalha de Badr joga por terra qualquer argumento de muçulmanos de que a jihad é auto-defesa: Maomé e seus homens deixaram Medina e andaram 100 quilômetros pelo deserto com o único intuito de emboscarem a caravana dos Coraixitas de Meca, e tomar posse do dinheiro e das mercadorias.

Outra coisa interessante é que, como dito acima, a Batalha de Badr ocorreu durante o Ramadã. Ora, os muçulmanos não deviam estar fazendo jejum e rezando? Por que eles sairam para pilhar uma caravana? Será que a pilhagem e o assalto são mais importantes do que rezar?

E veja também que este fato, sair para lutar no Ramadã, é algo que justifica o aumento da atividade jihadista durante esta época do ano. Este é o exemplo de Maomé, o homem considerado perfeito pelos muçulmanos.

Para os muçulmanos, a chacina que ocorreu em Badr é um acontecimento maravilhoso. Quer um exemplo? O site Mártires de Badr diz:
A batalha de Badr é a batalha mais importante de toda a história humana, uma vez que estabeleceu firmemente o Islã como a única religião verdadeira para toda a humanidade até o fim dos tempos.
Repare o aspecto belicista da religião, onde o que a estabelece é uma batalha, e não uma oração, ou um ato de generosidade.

Um muçulmano, se referindo aos "filhos de Ismael", disse: "Em paz vocês são asnos selvagens - ásperos e grosseiros. E na guerra, vocês são como mulheres vestindo espartilhos. Mas eu não me importo, desde que minha mão possa agarrar minha lâmina de confiança" (ibn Ishaq 316).


Ler mais sobre a emboscada em Badr em Mito: a Batalha de Badr foi em legítima defesa.


Referência: Sirat Rasul Allah, ibn Ishaq, tradução de A. Guilaume, Oxford University Press. 


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Como ganhar a guerra contra a Jihad (Dr. Bill Warner)


Dr. Bill Warner, do Centro de Estudos do Islão Político, comenta sobre a chacina na boate gay Pulse, em Orlando, Flórida. O que levou um muçulmano e se tornar jihadista, matar 50 gays e ferir outros 50, alguns mortalmente?

No vídeo, ele também diz porque estamos perdendo a guerra contra a Jihad e o que fazer para reverter o quadro.



Vivenciamos o desfecho da Jihad no clube gay em Orlando.

Agora, vamos rever rapidamente porque os homossexuais foram escolhidos pelo jihadista muçulmano, a fim de serem mortos. Em seguida, vamos lidar com a questão do porquê estamos perdendo a guerra jihad, porque neste ataque jihad haviam 50 káfirs (não muçulmanos) mortos e a morte de apenas 1 muçulmano, que é uma relação de 50 para 1. Isso chama-se "perder a batalha."

Primeiro, o Alcorão condena a homossexualidade, chama-os "sodomitas", mas realmente não define uma punição. Mas quando vamos para o Hadice, as tradições de Maomé, o muçulmano perfeito, encontramos que há motivos de sobra para matar homossexuais. "Se você encontrar alguém fazendo o que o Povo de Ló fez, sendo homossexuais, mate aquele que faz e aquele no qual é feito." Outra Hadice, de Dawood,  "se um homem que não for casado for visto cometendo sodomia, ele deve ser apedrejado até a morte."

Então, agora chegamos à Sharia, a codificação da lei islâmica. Manual "Confiança do Viajante": "mate aquele que sodomiza e aquele que deixa ser feito." "Que Alá amaldiçoe quem faz o que o Povo de Ló fez." Portanto, temos aqui o fato de que os textos islâmicos que embasam a lei prescrevem o assassinato de homossexuais. Essa é uma razão para homossexuais serem mortos.

Agora, vamos lidar com a pergunta "por que estamos perdendo esta guerra?"

Por que estamos perdendo a guerra? Basta olhar para o que falamos após um ataque jihadista.

Este homem foi chamado de "lobo solitário." Mas este jihadista não era um lobo solitário, ele tem seus companheiros, Maomé e Alá. Maomé foi o jihadista perfeito. Ele esteve envolvido em exatamente cem eventos de jihad, e Alá ordena jihad inúmeras vezes no Alcorão. Mesmo que ele estivesse trabalhando por si mesmo, ele tem a orientação de Alá, a orientação de Maomé, e de 14 séculos de história. Por isso, no Islã, não existe isso de "lobo solitário."

Então, temos a estupidez do "se você vê algo, diga algo." Eu vejo isso toda vez que eu vou para o aeroporto.  E eu sei que não é  como funciona. O que acontece é:  "não veja, e não diga." Porque, estamos vendo após a chacina, este evento de jihad, há pessoas que trabalharam com ele e disseram que ele falou muito sobre coisas odiosas, mas por que ele nunca foi chamado atenção? Porque ele é um muçulmano. Nós não criticamos os muçulmanos. Eles são uma classe protegida.

Outra razão que estamos perdendo esta guerra é a nossa recusa em aceitar a Sharia pelo que ela é. A Sharia é a lei islâmica, e ele recebe um passe livre porque se diz "oh, a Sharia é como a lei judáica, ou como o Direito Canônico católico." Não! A Sharia ordena o assassinato de homossexuais, A Sharia ordena a punição por jihad contra o káfir (não-muçulmano) e diz que os kafirs não devem participar do sistema jurídico pois ele não tem voz. A Sharia é ruim em parte e no todo. Devemos condenar a Sharia como sendo um documento de ódio.

Então, tem a outra: "puxa, isso é extremismo." Jihad não é ato de extremismo, pois 24% do Alcorão escrito em Medina trata da jihad. Como podemos chamar de extremismo algo que é parte da doutrina principal? Jihad não é extremismo, jihad é normativa. É a forma que Maomé usou para subir ao poder.

Existe ainda a alegação de imames extremistas. Tem este imame, e isto está na Internet, que advoga o assassinato de homossexuais diz que isso é um ato de compaixão. Este homem não é um imame extremista porque já vimos que o Hadice ordena o assassinato de homossexuais, e os textos da Sharia também ordenam pela morte. Então, não existem imames extremistas, simplesmente Imames que ensinam a totalidade do Alcorão

Outra razão que estamos perdendo é que nós estamos esperando o Islã se reformar. Como você reforma algo que é perfeito? O Alcorão é perfeito, completo, universal e eterno.  Como você reforma isso?  Você adiciona ou remove algo? Ou você modifica? Mas lembre-se que ele é perfeito. Então, como você pode reformar algo que é perfeito? A Sunna (tradições) de Maomé também são perfeitas.

Deste modo, não pode haver reforma do islamismo, e nós estamos nos enganando dizendo "o Islã vai ficar bem, assim que tiver uma Reforma." O Islã não vai melhorar com uma Reforma porque isso significa voltar aos documentos primários,  como feito pelo Talibã, Estado Islâmico, Boko Haram e muitos outros. Então, não existe uma Reforma que vá acontecer com o Islã.

Nós precisamos ser claros aqui. Os muçulmanos não são o alvo.  Não precisamos implicar com os muçulmanos, ou trata-los como detestáveis. Mas nós precisamos fazê-los responsáveis por aquilo que a doutrina islâmica diz.

Então, vem a outra ... "mas é religião deles" ... "e nós não criticamos religião." Na verdade, nós criticamos religião desde que seja o cristianismo. Mas, o Islã é uma religião e um sistema político. Nós não precisamos criticar a religião. Nós temos que criticar o sistema político.  O sistema político é como se lida com um descrente.

Outra razão que estamos perdendo a guerra contra a jihad são os políticos.  Os políticos criaram um sistema de aplicação da lei que não permite o treinamento sobre a doutrina da jihad dentro dos órgãos de segurança.  Entao, os nossos órgãos de segurança estão voando às cegas, porque eles não estão autorizados a estudar e se educarem sobre o problema que é a doutrina islâmica da jihad.

Então temos o clero patético.  Pessoas doces, boazinhas e cheias de compaixão, mas fracas e silenciosas em face da perseguição diária contínua de cristãos da África e do Oriente Médio. Existem mais de 50 pessoas que foram mortas, chamados cristãos,  na África, mas o nosso clero nunca os menciona porque eles não querem ser "intolerantes."

Então temos os meios de comunicação. Precisamos gastar tempo sobre isso porque a mídia está começando a ser envolvida em um processo de censura generalizada. A mídia só apresenta um lado e um ponto. Ela nunca liga os pontos, portanto, cada evento jihad, grande o suficiente, vem com um "Ó Meu Deus, olha pra isso." Não fique chocado e surpreso, este foi como o anterior.

Outro motivo pelo qual estamos perdendo a guerra é porque as universidades não permitem o debate sobre o assunto Islã. Elas não ensinam a verdadeira história do Islã. Tudo sobre o Islã apresentado nas nossas universidades é sempre maravilhoso. Então, as nossas universidades estão nos vendendo.

Agora uma das coisas que nos impede de ver que isto é jihad, é chamar crime um "crime de ódio." Mas matar os káfirs (não muçulmanos) não é um crime de ódio.

Como eu sei disso? Porque Maomé matou káfirs. Ele matou judeus, matou pagãos, ele matou cristãos. Portanto, matar káfirs não é um crime de ódio, mas uma doutrina normativa.

Agora, qual é a solução para tudo isso? E, existe uma solução?

Aqui está uma solução como um autocolante no vidro traseiro: é o Islã, estúpido.

Temos de encarar o fato de que o Islã tem um doutrina de perseguição dos não-muçulmanos. Precisamos ensinar esta doutrina em nossas escolas e educar a nossa força policial com ela. Precisamos responsabilizar os muçulmanos ​​pelo Islã.  Todo mundo conhece um bom muçulmano no trabalho ou algum equivalente, mas nós discutimos os atos de jihad com ele?

Nós discutimos o fato de que Hadice diz para matar gays? Não, não, não, nós não mencionamos qualquer uma dessa coisas ruins sobre o Islã, porque não queremos ofender um muçulmano. Mas cada muçulmano deve ser responsabilizado por toda a doutrina do Islã. Todo muçulmano sem exceção acredita que não há deus senão Alá e Maomé é seu profeta. Precisamos responsabiliza-lo por aquilo que Alá tem no Alcorão.  Precisamos responsabilizá-los pelo que Maomé fez.

A outra coisa que precisamos fazer é perceber que esta é uma guerra política e de informação. Esta não é uma guerra a ser vencida com balas e bombas. Vamos derrotar o Islã não com F15, não com mísseis guiados, mas vamos derrotar o Islã pela maneira simples de derrotar outros sistemas políticos.

Estamos no meio de uma campanha presidencial. Eu posso criticar Hillary eu posso criticar Obama, eu posso criticar Trump. Precisamos criticar Maomé da mesma forma. Precisamos ridicularizá-lo, usar humor e crítica de um sistema político. Precisamos usar ferramentas políticas contra o sistema político.

Nós não precisamos matar pessoas, não precisamos mentir. Só precisamos dizer a verdade sobre a doutrina islâmica.  Isso é o que precisamos fazer.

É o Islã, estúpido. Obrigado.