quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Poloneses acusados de islamofobia por rezarem o terço


Centenas de milhares de poloneses católicos deixaram suas casas em um dia frio de outono e se agruparam ao longo da fronteira da Polônia (3.200 km), em cerca de 4.000 localidades, envolvendo 320 igrejas de 22 dioceses. Eles tinham como objetivo rezar o Rosário pedindo, em suas orações, pela proteção da Polônia, a salvação da Europa e paz no mundo.

Pontos de encontro ao longo da fronteira da Polônia

Eles formaram uma corrente humana exatamente no aniversário da Batalha de Lepanto, ocorrida em 7 de outubro de 1571, quando uma frota composta por uma coligação entre Espanha, Veneza e Áustria, aniquilou a poderosa esquadra turco-otomana, estancando a sua expansão que buscava controlar a navegação no Mar Mediterrâneo. A vitória desta coligação cristã contra os poderosos muçulmanos foi creditada pelo Papa Pio V a Nossa Senhora, tornando-se um dia santo celebrado até hoje, celebração de Nossa Senhora do Rosário.

A fundação Solo Dios Basta, que organizou o evento, atribuiu a vitória em Lepanto à reza do rosário "que salvou a Europa da islamização."

O ativista católico Marcin Dybowski disse à AFP que "uma guerra religiosa entre o cristianismo e o islamismo está novamente em andamento na Europa, como no passado".

"A Polônia está em perigo. Precisamos proteger nossas famílias, nossas casas, nosso país de todos os tipos de ameaças, incluindo a descristianização da nossa sociedade, que os liberais da União Européia querem nos impor", ele afirmou. (Breitbart)

A junção destes fatos históricos, de ontem e de hoje, levou a imprensa internacional, braço atuante do globalismo, de acusar a reza do terço como islamofobia.

Por exemplo,  a Associated Press disse que "alguns viram este evento com tonalidades anti-muçulmanas." No mesmo artigo um "especialista em xenofobia" chamou o evento de "expressão problemática da islamofobia."

(Leia mais sobre islamofobia neste link)

Mas não foi apenas ao longo da fronteira que os poloneses rezaram. Os poloneses também oravam em capelas em aeroportos, vistos como portas de entrada para o país, enquanto os soldados poloneses estacionados no Afeganistão rezavam no aeroporto de Bagram, informou a TVN.

"É uma coisa realmente séria para nós", disse Basia Sibinska, que viajou com sua filha Kasia de Kalisz, no centro da Polônia. "Os Rosários na Fronteira significam que queremos orar pelo nosso país. Esse foi o principal motivo para que viessemos aqui. Queremos rezar pela paz, queremos rezar pela nossa segurança. Claro, todos vêm aqui com uma motivação diferente. Mas o mais importante é criar algo como um círculo de uma oração ao longo de toda a fronteira, intensa e apaixonada."

A minha linha de pensamento é a seguinte. Não existe condições de resistir ao avanço do islamismo sem abraçarmos a nossa herança cultural, que é cristã. Não é preciso se tornar um cristão crente para tal. Basta valorizar e celebrar a nossa cultura e herança. É uma questão de civilização.


Uma adoradora empunha uma bandeira nacional polonesa durante uma oração do rosário na praia do Mar Báltico em Gdansk, na Polônia, no sábado, 7 de outubro de 2017. Centenas de milhares de fieis católicos polones rezaram o terço ao redor da fronteira da Polônia, com 3.500 quilômetros buscando a proteção de Deus contra várias ameaças. (AP Photo / Alik Keplicz)

Os devotos rezam enquanto atravessam uma floresta em Szklarska Poreba, fronteira República Tcheca-Polônia, sábado, 7 de outubro de 2017. (AP Photo / Petr David Josek)

As pessoas participam de uma oração em massa no Santuário em Koden, no leste da Polônia, no sábado, 7 de outubro de 2017, nas margens do rio Bug-Border entre a Polônia e a Bielorrússia. (AP Photo / Czarek Sokolowski)

As pessoas participam de uma oração em massa do rosário, implorando a Deus "salvar a Polônia e o mundo" dos perigos que enfrentam, no Santuário de Koden, no leste da Polônia, nas margens do Bug - um rio fronteiriço entre a Polônia e a Bielorrússia em 7 de outubro de 2017 .
 (Foto de WOJTEK RADWANSKI / AFP / Getty Images)

Os devotos rezam enquanto atravessam uma floresta em Szklarska Poreba, fronteira República Tcheca-Polônia, sábado, 7 de outubro de 2017. (AP Photo / Petr David Josek)

As pessoas participam de uma oração em massa do rosário, implorando a Deus "salvar a Polônia e o mundo" dos perigos que enfrentam, no Santuário de Koden, no leste da Polônia, nas margens do Bug - um rio fronteiriço entre a Polônia e a Bielorrússia em 7 de outubro de 2017 .
(Foto de WOJTEK RADWANSKI / AFP / Getty Images)

Um sacerdote católico e devotos participam de uma oração de rosário na praia do Báltico em Gdansk, Polônia, sábado, 7 de outubro de 2017. (AP Photo / Alik Keplicz)





Opinião de Theodore Roosevelt sobre o islão


Theodore Roosevelt Jr (1858-1919), foi um estadista americano, autor, explorador, soldado, naturalista e reformador. Ele foi o 26º presidente dos Estados Unidos, de 1901 a 1909.

Ele escreveu um livro chamado "Tema a Deus e faça sua parte" (Fear God and Take Your Own Part), em 1916. Neste livro ele diz:
O cristianismo não é o credo da Ásia e da África neste momento apenas porque os cristãos do século VII da Ásia e da África se treinaram para não lutar, enquanto os muçulmanos foram treinados para lutar.
O cristianismo foi salvo na Europa apenas porque os povos da Europa lutaram. Se os povos da Europa nos séculos 7 e 8 e, até o século XVII inclusive, não possuíssem uma igualdade militar e, gradualmente, uma crescente superioridade sobre os muçulmanos que invadiram a Europa, a Europa seria neste momento muçulmana e a religião cristã teria sido exterminada.
Ele disse isso 101 anos atrás. Hoje, 101 anos depois, a Europa age como se tivesse perdido o seu instinto de preservação, e desejasse a própria morte.



terça-feira, 3 de outubro de 2017

A resposta dos Cossacos da Zoporójia ao Sultão Maomé IV


Em 1675, os cossacos zaporójios – da Zoporójia, região semiautônoma do centro da Ucrânia – derrotaram as forças do sultão Mehmed IV em batalha. Em vez de se resignar com a derrota, o líder otomano mandou a eles um ultimato, exigindo que se rendessem e o aceitassem como seu monarca. Os cossacos, com seu agudo senso de independência, responderam com uma das cartas mais grosseiras da história, se não a mais grosseira de todas. Essa resposta deu origem à obra "A Resposta dos Cossacos", do artista Ilya Repin, concluída no final do século XIX.

Resposta dos Cossacos zaporójios ao Sultão (1928), de Paul Porfirov, 
no Museu de Arte de Cincinnati (wikimedia Commons)

Carta 1: Carta de Mehmed IV aos cossacos

Como o sultão; filho de Maomé; irmão do sol e a lua; neto e vice-rei de Alá; governante dos reinos da Macedônia, Babilônia, Jerusalém, Alto e Baixo Egito; imperador dos imperadores; soberano dos soberanos; cavaleiro extraordinário, nunca derrotado; guardião incansável da tumba de Jesus Cristo; delegado escolhido por Aláem pessoa; a esperança e conforto dos muçulmanos; cofundador e grande defensor dos cristãos – Eu ordeno a vocês, os cossacos zaporójios, que se submetam a mim voluntariamente e sem qualquer resistência, e que desistam de me perturbar com seus ataques.

Carta 2: Resposta dos cossacos

Cossacos zaporójios ao sultão turco!

Oh sultão, demônio turco e maldito, amigo e parente do diabo, secretário do próprio Lúcifer. Que diabos de cavaleiro é você, que não pode matar um porco-espinho com seu traseiro pelado? O diabo excreta e seu exército come. Não ireis, filho de uma cadela, fazer de súditos os filhos dos cristãos; nós não temos medo de seu exército, por terra e mar iremos combater a ti, e que se dane sua mãe.

Sois um serviçal babilônico, fazedor de rodas macedônico, cervejeiro de Jerusalém, come-cabras de Alexandria, criador de porcos do Alto e Baixo Egito, porco da Armênia, ladrão podoliano, pederasta passivo do Tártaro, carrasco de Kamyanets, e bobo da corte de todo o mundo e submundo, um idiota perante Deus e neto da Serpente, câimbra de nosso falo. Nariz de porco, rabo de égua, vira-latas de abatedouro, testa sem crisma, que se ferre você e sua mãe!

Assim os zaporogianos declaram, oh fracassado. Não irás nem mesmo criar porcos para os cristãos. E agora concluímos, pois não sabemos a data e não temos calendário; a lua está no céu, o ano está com o Senhor, o dia é o mesmo aqui que aí, e por isso beije nossa bunda!

Koshovyi Otaman* Ivan Sirko, com toda a comitiva zaporójia.

PS. Mais informações na wikipedia.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Atualizações em setembro de 2017

Veja o que entrou de novo no blog em setembro de 2017, exemplificando a aplicação da lei islâmica Sharia ao redor do mundo, seja por governos de países com maioria muçulmana, grupos islâmicos ou mesmo ações individuais.

OMS afirma: beber urina de camelo faz mal à saúde!
Leia o artigo neste link.




Alemanha: ex-muçulmano apanha por usar uma cruz no pescoço
O homem, um refugiado afegão deixou o islamismo e adotou o cristianismo, foi agredido por "islâmicos" em Neukölln (Sputinik News)

Australia: ex-muçulmanos contam em reportagem como é viver com medo de serem mortos por terem deixado a fé islâmica
Mesmo vivendo na Austrália, ex-muçulmanos têm receio de represálias. "O pior que pode acontecer comigo é ser morto" disse um deles. (News.au)


Direitos das Mulheres sob o Islão: Parte 3Parte 2Parte 1
A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais igualmente sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
Organização Internacional do Trabalho: pelo menos 13 milhões de mulheres forçadas a se casarem contra a sua vontade 
Dentro deste número, 44% foram forçadas a se casarem antes de completar 15 anos. Casamento forçado leva muitas das vítimas a perderem  da liberdade sexual bem como a se sujeitarem a trabalho forçado (ILO; Relatório da ILO; Resumo ExtendidoReuters

Irã: aiatolás furiosos com programa feminino transmitido de Londres
As apresentadoras são mulheres iranianas que se vestem fora dos padrões islâmicos e os temas envolvem assuntos dos mais diversos, desde política a crítica a fatwas ridículas passando por moda. Uma das apresentadoras é filha de um aiatolá (Marie Claire)

Tunísia: presidente deseja dar direitos às mulheres, mas muçulmanos dizem que isso é anti-islâmico

O presidente de 90 anos Beji Caid Essebsi deseja dar às mulheres os mesmos direitos de herança que os homens, permitir que muçulmanas casem com homens de outras religiões ou ateus. Ele criou uma comissão presidida por uma advogada. Mas os clérigos islâmicos de toda a parte estão reclamando, inclusive da universidade Al Azhar (que é o principal centro islâmico do mundo sunita), pois as propostas contradizem o Alcorão e a lei islâmica Sharia  (Breitbart).  

Paquistão: namorados adolescentes são eletrocutados em um "crime de honra"

O casal de namorados foi morto por membros da família que seguiram a orientação de uma corte islâmica em Karachi (Arabnews).

Paquistão: mulher submetida a estupro grupal para pagar o casamento temporário do irmão
O irmão havia se casado temporáriamente com a filha do senhorio sem ter pago a conta.(Nation)

Paquistão: duas irmãs mortas pelo pai em "crime de honra"
Peshawar. Elas tinham 20 e 10 anos de idade, respectivamente. O pai estava envergonhado pois as duas saiam de casa a qualquer hora (NDTV)

Índia: Patrulhas da Dawa caçam adolescentes indianas, que são convertidas e exploradas
Isso acontece em Kerala, um dos locais de concentração muçulmana na Índia, segundo um relatório da Agência de Segurança Nacional da Índia. Patrulhas de Dawa (dawa significa converter os outros ao islão) assediam meninas hindus de cabeça mais fraca. A mentora do grupo é uma muçulmana membro do grupo radical Frente Popular da Índia (Times Now)

Índia: xeiques árabes presos por tráfico de meninas
Cinco deles são do Omã e outros três são do Catar. Eles estavam tentando se casar com meninas e traficá-las para o Oriente Médio (step feed).

Austrália: devoto mata sua esposa, mutila seu corpo e tira seus olhos fora 
Este devoto, dizia aos seus parentes que queria se juntar ao Estado Islâmico. Ele tornou a vida da sua esposa, mãe de 3 filhos, em um inferno, forçando-a a usar a burca até mesmo no quintal da casa. A polícia encontrou outras marcas no corpo da mulher, sinal que ele batia nela sistematicamente (Herald Sun via Pamela Geller)

Afeganistão: menina de 10 anos estuprada por 7 homens, e depois degolada
Isso ocorreu na província de Helmland (RawaNews)

Áustria: refugiado afegão mata sua irmã de 14 anos de idade em "defesa da honra"
O crime ocorreu em Viena e a polícia trata o caso como "crime de honra." (Breitbart)

Itália: Turista alemã de 57 anos é estuprada e amarrada em poste em Roma
Ela foi estuprada por um "estrangeiro." O líder do partido de extrema-direita Liga Norte, Matteo Salvini, criticou a situação da Itália e afirmou que o país sofre uma "epidemia" de estupros." (Band)

Finlândia: livro ensina refugiados a como se casarem com mulheres finlandesas
Eles não escondem as suas intenções. A capa parece mais com "como estuprar uma finlandesa no dia do seu casamento."






Muçulmano australiano do Estado Islâmico convoca muçulmanos para lutarem nas Filipinas
Ele usa os versos usuais, tais como "Mate-os onde quer que os encontrais". Ele diz que é dever dos muçulmanos tornarem a terra dos cruzados (se referindo aos países que não são governados pela Sharia) um campo de batalha. "Eles são as fronteiras da guerra", diz ele.
"Se você for um comerciante, use uma pistola de pregos. Se você for um motorista de caminhão, atropele-os até que as ruas estejam cobertas com o seu sangue imundo. Ou derrame gasolina sobre as suas casas enquanto eles dormem e as envolva com as chamas."
Vejam bem, as Filipinas quase não tem muçulmanos e mesmo assim os jihadistas querem a tornar em um campo de batalha.(asiancorrespondent)

EUA: mais uma "jihad pela causa de Alá" descoberta à tempo
Desta vez foi no estado da Virgínia. O recém-converso Leonel Williams se tornou simpatizante do Estado Islâmico e já tinha adquirido um rifle. (Daily Signal)

Grã-Bretanha: professores de escola islâmica batem em aluno até arrancar seu cabelo
Os dois criminosos, Mohammed Sidique (60 anos) e Mohammed Waqar (23) foram presos após espancarem violentamente menino de 10 anos. Motivo do espancamento: o aluno não tinha memorizado o Alcorão. Esta escola islâmica faz parte da Mesquita Jamia, em Birmingham (Express).

Grã-Bretanha: homem mostra filme de degolamento para crianças e diz o Estado Islâmico é formado por boas pessoas
O nome do cidadão é Zameer Ghumra, de 38 anos, e está sendo julgado por disseminar propaganda terrorista (BBC).

Suécia: livro infantil tenta normalizar a poligamia e a burca
Dois livros para crianças a partir de 3 anos de idade visam influenciá-las a aceitarem os preceitos islâmicos. Um deles tem o título "Vovô tem 4 esposas." O outro, "Vovó não é um fantasma", tem na capa uma mulher coberta da cabeça aos pés. (Fria Tider)





Irã: filme mostra como era o Irã ante da revolução islâmica, que reintroduziu a Sharia


O profeta (a paz esteja com ele) disse: "Se encontrardes alguém fazendo como o povo de Lot fez, matai aquele que faz e aquele a quem a coisa é feita." (Hadice Abu Dawood 38:4447) -- PS. O "povo de Lot" são os homens que aparecem na Bíblia querendo fazer sexo com os homens que se hospedaram na casa de Lot (Gênese 19:4-5)
Alemanha: com o aumento da violência dos "muçulmanos extremistas", homossexuais se voltam para partidos de Direita nas eleições
Os homossexuais estão deixando o Partido Verde e apoiando o Alternativa para a Alemanha (AfD). Em caso de dúvidas, o Partido Verde, bem como os demais partidos mais para a Esquerda, escolhem sempre os muçulmanos em detrimento dos homossexuais (theoldcontinent). 

Chechênia: lésbicas narram sua vida sufocante sob o islamismo 
Não são apenas o gays que são perseguidos na Chechênia. As lésbicas também. (rferl)

Indonésia: petição pede que gays e namorados, inclusive turistas, sejam presos
A petição, apresentada à Corte Constitucional da Indonésia, solicita a criminalização do sexo pré-marital bem como a de qualquer relacionamento homossexual.
Muitos casais de namorados e gays australianos (incluisve gays casados) fazem turismo no paraíso tropical de Bali. Com esta lei, é claro, quem irá sofrer é o setor turístico. Um tiro no próprio pé. Mas para os radicais (e os moderados que os apoiam) apenas a Sharia faz sentido. (news.aus)


Halal - Boicote Halal 

Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.



História (Arte e Jahiliyya)

Verdadeiros 'Historiadores das Cruzadas' e Karen Armstrong
Leia o artigo neste link.


O Irã ilusório que Glória Maria (Rede Globo) mostrou e a realidade dos fatos
Leia o artigo neste link.

Banco Santander abriga exposição que promove pedofilia, sexualização precoce das crianças e denigre o cristianismo
Boicotem o Banco Santander. Destruir as bases da nossa civilização é uma forma de facilitar a penetração do islamismo. E, claro, o Santander NUNCA abrigaria uma exposição que uma análise crítica do Islã. (Facebook)

Muçulmana ameaça processar o grupo Ecoando a Vóz dos Mártires por denunciar a perseguição dos cristãos no mundo islâmico
Isso aí é aplicação do Alcorão 8:60 : "Preparai para eles toda a força que você puder, em armas e cavalos de guerra,  para aterrorizar o inimigo de Alá e seu inimigo."
É claro que processar por citar fatos que ocorrem em outras partes do mundo é perda de tempo, e ela sabe disso.
O curioso foi ela ter citado o "Sher Rodrigo." Será que ela se refere ao xeique Rodrigo Rodrigues, da Mesquita do Parí, que estudou na Arábia Saudita e é amigo do wahabista Al-Arifi? E que ele fez comentários deselegantes contra a líder do grupo? Mas, neste caso, quem deveria ser processado?



Algumas reflexões sobre as eleições na Alemanha: AfD fica em segundo lugar na antiga Alemanha Oriental
As eleições gerais enfraqueceram a Chanceler Angela Merkel, mas ela permanece no poder.

Alemanha: 745 mil pedidos de asilo registrados em 2016, a maioria homens entre 18 e 30 anos de idade 
Este é um recorde absoluto que ultrapassou os 476 mil pedidos de asilo registrados em 2015.  A maioria esmagadora (2/3) são homens. A maioria dos homens tem idade entre 18 e 30 anos de idade. O segundo número é de crianças menores de 4 anos de idade. (The Local)

Alemanha: rede de supermercado remove a cruz de uma igreja grega do rótulo de um produto para "não ofender"
A Lidl, uma cadeia de supermercados com a sua própria marca de produtos alimentícios retirou do rótulo dos seus produtos gregos a cruz da igreja da ilha de Santorini, uma imagem que é um ícone grego. A Lidl alega que, ao retirar a cruz da foto, ela está sendo "inclusiva" e não deseja ofender "os outros." Mas não se pode ser "inclusivo" excluindo os outros! (keeptalkinggreece) Sabe quem destrói cruzes das igrejas? O Estado Islâmico, a Turquia nas terras ocupadas (na Anatólia e em Chipre). Para quem a Lidl está se curvando?

Alemanha: quatro jihadistas sírios "refugiados" sendo julgados 
Eles são acusados de executarem 26 pessoas na cidade de Tabqa, em 2013 (Breitbart)

Áustria: estátua do Rei Sobieski é vandalizada em Viena por radicais da ANTIFA
Sobieski é o herói que liderou a maior carga de cavalaria na história da Europa para liberar Viena do cerco turco-otomano (em 1683). Existe um monumento e uma igreja celebrando o feito na colina de Kalenberg. Com a celebração do 334 aniversário da Batalha de Viena, o "movimento identidário" (jovens que defendem a civilização européia) e a ANTIFA (grupo financiado por George Soros que deseja a destruição da civilização ocidental) planejaram manifestações, e a polícia começou a policiar o local (tarde demais, diria eu). (rmf24.plgatesofviennareddit)

Grã-Bretanha: aluno de universidade acusado de "crime de ódio contra minorias" por ridicularizar o ISIS no Facebook
Uma colega feminista achou que o seu comentário era "islamofobia" e uma ameaça à segurança das minorias. A universidade acatou a queixa e investiga. (Daily Mail)

Arábia Saudita lucra 12 bilhões de dólares com a peregrinação a Meca
Isso inclui a peregrinação obrigatória (Hajj, que ocorre em uma época específica) bem como a peregrinação do restante do ano (a Umrah).
Arregimentar muçulmanos é lucrativo para a Arábia Saudita. Não é a toa que este país investe bilhões de dólares na construção de mesquitas ao redor do mundo (sem qualquer impedimento por parte dos demais governos). (halalfocus)

Suécia: mais assassinatos com armas de fogo do que Alemanha e Noruega
Autoridades não conseguem explicar o motivo do rápido aumento deste tipo de crime (The Local)

Suécia: "refugiada" recebe dinheiro de 3 países diferentes
A mulher da Somália pediu asilo a Suécia, Finlância e Norugega, e recebia bolsa de assistência social de todos eles (SavemySweeden)

Itália: 70% de italianos deseja líder forte para defender povo contra imigração demasiada 
A Esquerda dá um tiro no seu pé ao defender o fim das fronteiras nacionais (Breitbart)


Polônia: bispos pedem que 1 milhão de poloneses rezem na fronteira celebrando vitória sobre o islã
Eles conclamam os católicos a rezarem o terço para celebrar a vitória na Batalha de Lepanto, e também para pedir pela salvação do seu país (Breitbart).




EUA: muçulmanos desejam a morte das vítimas do furacão Irma
Este desejo foi veiculado nas diversas páginas no Facebook e outras mídias. Por exemplo: "Que Alá afogue os inimigos do islão e os obrigue a se ajoelharem submissos e humiliados, derrotados e dispersos." (Daily Mail)
"Que Alá afogue os inimigos do islão e os obrigue a se ajoelharem submissos e humilhados, derrotados e dispersos."

EUA: imigrante sudanês mata mulher e fere outros nove em igreja no Tennessee
Na cidade de Antióquia. O assassino é um sudanês, Emanuel Kigeda Samson, que possui histórico de postar propaganda pró-islâmica na Internet (Tennessean, gotnews)

Iraque: 84 mortos em restaurante; explosão provocada por jihadistas do Estado Islâmico 
Além dos mortos, outros 93 ficaram feridos neste ataque em Nasyriya, em um restaurante frequentado por muçulmanos xiítas. O Estado Islâmico na Síria e no Iraque pode estar sendo derrotado militarmente. Mas a ideologia islâmica que o anima continua motivando jihadistas ao redor do mundo. (Bangkok Post)

Grã-Bretanha: jihad no metrô de Londres deixa 30 feridos
Bomba caseira explodiu no metrô de Londres, na estação Parsons Green. (CNN). Para sorte de todos, uma falha no detonador do explosivo evitou uma catástrofe ainda maior (Publico). Um dos jihadistas é Yahyah Farroukh, um refugiado sírio que havia sido acolhido por uma família britânica. O outro jihadista, Ahmed Hassan, havia sido preso em Dover, tentando fugir de barco para a França (Sapo). Um sétimo homem, também refugiado, foi preso em Cardiff. Todos os presos são imigrantes ou refugiados, e todos acompanham a "religião da paz" (Mail)

Suécia: carro com explosivos detido em Malmö 
Um carro cheio de explosivos foi parado pela polícia na rodovia E6 e o condutor era um homem de 45 anos, cuja identidade não foi revelada. (Geller)

França: soldado atacado a facadas aos gritos de Allahu Akbar
Paris - Soldado da "Operação Sentinela" foi atacado por trás por um terrorista com uma faca, que estava aos gritos de Allahu Akbar, mas o soldado conseguiu imobilizá-lo, sem ter sofrido algum ferimento. (Geller)

França: jihad da facada em Marselha deixa duas jovens mortas
Um homem armado por uma faca foi abatido por serviços de segurança na estação de trem de Saint Charles em Marselha há instantes, após esfaquear 2 mulheres, matando-as. Enquanto esfaqueava as vítimas o homem gritava "Allahu Akbar" (Alá é maior). (Sun)

Estas são as vítimas do jihadista ensandecido de amor a Alá

Rússia: duas muçulmanas presas por planejarem ataques suicidas
Elas foram condenadas a 23,5 anos de prisão (as penas das duas somadas) por planejar explodir um shopping center na Rússia. O plano só falhou pelo fato da mulher que foi recrutada pela dupla ter sido cercada pelos lojistas. As duas se pautaram pelas ideias do ISIS e da organização terrorista Emirado Cáucaso. (Daily Mail)

Canadá: facadas e atropelamento pela causa de Alá em Edmonton
O esfaqueamento de um policial, e uma perseguição em alta velocidade subseqüente, resultou em vários pedestres atropelados e gravemente feridos. O Chefe de Polícia disse que evidências e ações do suspeito indicam ser um ataque terrorista islâmico, pois o terrorista portava uma bandeira do ISIS. (Edmonton Journal) O jihadista é um refugiado da Somália (VladTepes) que teve ordem de deportação dos EUA um ano antes de ser recebido como refugiado no Canadá (WSJ)



Grã-Bretanha: líder islamico receia preconceito anti-islâmico apos condenação da rede de estupradores paquistaneses
O problema é que o islamismo permite o estupro e escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas. Seria bom que estes líderes reconhecessem isso, o que facilitaria que isso fosse combatido. Ao invés disso, eles dizem que eles não precisam condenar nada pois "a comunidade branca não condenou os crimes de Jimmy Saville."  (Jimmy Saville era um apresentador da BBC e foi acusado de diversos crimes sexuais - ele morreu durante os processos contra ele). (jihadwatch)



Paquistão: cristão condenado à morte por mensagem no WhatsApp
Nadeem James foi acusado por um conhecido de ter enviado uma mensagem criticando Maomé e outras figuras religiosas. Uma corte de justiça o condenou à morte pelo crime de blasfêmia. O advogado alega que ele está sendo condenado por uma acusação falsa já que quem o acusou estava revoltado pelo fato de Nadeem, um cristãos, estar namorando uma mulher muçulmana. (Tribune)



Grécia: mesquitas sendo investigada por conexão com Estado Islâmico
As mesquitas operam ilegalmente pois não tem registro, e surgiram com o aumento vertiginoso de muçulmanos entrando na Grécia como imigrantes ilegais (Greek reporter).



Indonésia: estudioso alerta sobre a ligação entre a ortodoxia islâmica e o fundamentalismo
Há uma ligação muito clara entre o fundamentalismo, terror e pressupostos básicos da ortodoxia islâmica "diz Kyai Haji Yahya Cholil Staquf, secretário-geral da maior organização muçulmana na Indonésia, em uma entrevista com o" Frankfurter Allgemeine Zeitung "(edição de sábado de 19 de Agosto).
"Muitos muçulmanos vêem a civilização, a coexistência pacífica entre pessoas de diferentes credos, como algo que deve ser combatido", disse Yahya Cholil Staquf. O medo crescente do Ocidente ante ao Islã é, portanto, bastante compreensível.
E fala claramente: "O Ocidente deve parar para refletir sobre a questão islamofobia".
"No Ocidente, entende-se absolutamente de forma errada as definições e normas tradicionais da lei islâmica. Os valores religiosos e a realidade social devem corresponder. E deve ficar bem claro que as leis têm precedência ", disse o estudioso islâmico em uma entrevista com o Frankfurter Allgemeine.
"Há uma ligação muito clara entre o fundamentalismo, terror e pressupostos básicos da ortodoxia islâmica", diz Kyai Haji Yahya Cholil Staquf.
Kyai Haji Yahya Cholil Staquf vem de uma família sunita de estudiosos. Ele é secretário-geral do Conselho Supremo de Nahdlatul Ulama, a maior associação muçulmana da Indonésia, que é o país com a maior população muçulmana do mundo.
A Comunidade Nahdlatul Ulama é sua associação com cinquenta milhões e é vista, pelo menos em parte, como moderada.
Kyai Haji Yahya Cholil Staquf pertence à ala orientada espiritualmente da organização. (Frankfurter Allgemeine)


Suécia: partido islâmico controlado por "radicais" (ou seja, eles apenas desejam a implementação da lei islâmica, a Sharia)
A agência do governo sueco que controla as eleições (o tribunal eleitoral deles) rejeitou o registro do Partido Janin para participar das próximas eleições.
Controlado por "radicais"? Pode ser, mas a maioria dos "moderados" iriam votar neste partido. (Breitbart)

Suécia: principal organização islâmica do país acusada de apoiar a Al-Qaeda e outros grupos islâmicos
O Conselho Islâmico Central da Suíca (Islamic Central Council of Switzerland - ICCS) foi acusado pelo promotor-geral de dar apoio a Al-Qaeda, Estado Islâmico e outros grupos islâmicos.  O que todos eles têm em comum? Todos desejam implantar a Sharia, o que varia são as táticas para atingir este objetivo (SwissInfo).


Perseguição Cristãos: Parte 1Parte 2
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Itália: Muçulmanos cospem sobre hóstia consagrada e quebram crucifixo em igrejas de Veneza
  • Um jovem magrebino entrou no último dia 12 de julho na igreja de São Jeremias e se pendurou em um crucifixo, do qual quebrou o braço. 
  • Quatro mulheres muçulmanas que entraram na igreja com o rosto tampado com um véu, aproximaram-se do crucifixo e cuspiram nele. Em seguida, explicou que saíram do local sagrado escondendo-se entre os turistas presentes na igreja.
  • Dois jovens árabes que, depois de participar da celebração da Santa Missa presidida pelo pároco, aproximaram-se do altar para receber a comunhão e quando o sacerdote lhes deu a Hóstia Sagrada, cuspiram nela e fugiram do templo.
  • Dois muçulmanos entraram no templo, estenderam um tapete e começaram a rezar. O sacristão da igreja se aproximou deles para dizer-lhes que esse não era o local apropriado para rezar a Alá, mas eles responderam: “Podemos fazê-lo, o Papa nos deu permissão”. (ACIDigital)
Irã: aiatolás alarmados com o crescimento do cristianismo prometem repressão
Jovens se disiludem com o islão e abraçam o cristianismo, participando de igrejas domésticas às escondidas para não serem presos ou mortos (Mohabat).

Irã: crianças cristãs ameaçadas de expulsão de escola
O governo diz que as crianças das famílias que compõem uma das maiores igrejas domésticas do país devem estudar o Alcorão e os ensinamentos do islão xiíta ou serem expulsas das escolas. Segundo testemunhas, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, deseja mostrar que é um bom muçulmano perseguindo os cristãos (Bosnewslife).

Crianças cristãs "obrigadas a recitar orações islâmicas" para receberem comida nos campos de refugiados do Sudão
Crianças cristãs em campos de refugiados no Sudão apenas recebem comida se elas recitarem a orações islâmicas, de acordo com relatórios recebidos por fontes próximas da principal instituição de caridade católica Aid to the Church in Need (ACN). Os cristãos do sul do Sudão estão "em uma situação terrível" nos campos de refugiados no Sudão. A ACN estima que 700.000 cristãos do sul do Sudão são refugiados no Sudão. A fonte da ACN acrescentou: "A maioria é deixada em campos de refugiados, alguns em uma situação muito terrível. Eles estão confinados nesses lugares. Não tem permissão para ir mais para o norte, para as cidades." (Christianity Today)

Paquistão: cristão torturado até a morte por se recusar a abandonar Cristo
Indaryas Ghulam havia sido preso pela polícia após "ativistas islâmicos" terem incendiado duas igrejas em Younahanabad, um bairro pobre cristão perto de Lahore. Ele estava protegendo as igrejas e os demais cristãos para não serem linchados  (Claro, os "ativistas islâmicos" nunca foram presos).
(bosnewslife)

Paquistão: adolescente cristão morto por seus colegas muçulmanos por beber água do mesmo copo
Este é Sharoon Masih, o adolescente cristão espancado até a morte por colegas de turma muçulmanos no Paquistão, depois de beber água do mesmo copo que um muçulmano.
Enquanto que os muçulmanos em países como EUA, Canadá, e mesmo o Brasil, praticamente fantasiam sobre "crimes de ódio", a brutal realidade sofrida pelas minorias religiosas nos países islâmicos é simplesmente ignorada. (inews)


Paquistão: polícia protege estupradores de menino cristão 
O menino foi atacado estuprado por uma gangue de 7 homens (todos muçulmanos). O pai do menino registrou queixa na polícia, que se recusa a tomar atitude contra os estupradores. (Christians in Pakistan)

Quênia: cinco cristãos degolados 
Al-Shabab, o grupo terrorista islâmico sediado na Somália, assumiu a autoria de dois ataques na região de Lamu County (Newsweek).   

Itália: "estrangeiro" quebra símbolos religiosos e ameaça pessoas em duas paróquias (de Santo Simone e Judas Tadeu)
Por dois dias este estrangeiro criou terror em Torre Ângela. Os cidadãos dizem que eles não se sentem seguros. Ele foi preso e levado para testes mentais ... claro, mais um "louco" ... (Roma Today)

Irã: casal cristão preso por enterro cristão
Eles foram vistos rezando como cristãos durante um enterro e denunciados à polícia (NRC)

"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Israel: crianças palestinas brincando de atirar nas costas dos soldados israelenses que fazem a segurança no Monte do Templo
A esplanada do Monte do Templo é onde se encontra a mesquita de Al Aqsa, considerado um local sagrado (tão sagrado que as crianças são ensinadas a odiar, sob os olhares orgulhosos de uma aduta - mãe ou avó).
Os muçulmanos matam para "defender" a Al Aqsa, alegando que Maomé subiu ao paraíso islâmico a partir deste local, algo que não consta do Alcorão. A rigor, Maomé NUNCA pos os pés neste lugar. Aliás, Jerusalém NUNCA foi citada no Alcorão. Matam por causa de uma mentira.

2017 Criancas palestinas brincam de atirar nos soldados de Israel.mp4

Jihad contra Israel nas Nações Unidas
Veja a cara-de-pau dos países que  mais desrespeitam os Direitos Humanos atacando Israel, e como eles são desmoralizados por uma única pessoa.

O patético Conselho de Direitos Humanos da ONU

Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, mate os idólatras onde quer que você os encontre, e capturai-os, e cerque-os, e arme ciladas para eles usando de todos os estratagemas (da guerra); mas caso eles se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [ou seja, se tornem muçulmanos], abra o caminho para eles. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo. (Alcorão 9:5)
Myanmar: corpos de 28 hindús encontrados em uma cova comum em área Rohingya
Fontes do exército se resguardaram em dizer que eles foram mortos por militantes muçulmanos. (Bangkok Post).

                                                                                                                     

Foto em jornal diz erroneamente que muçulmanos rohingya foram queimados vivos
Na verdade, a foto mostra no jornal The Times Headline é do Congo, o os corpos carbonizados são de congoleses. (India Today) Parece que a imprensa internacional está fazendo de tudo para criar simpatias para os muçulmanos em Myanmar.



Arábia Saudita: governo proíbe celebração de aniversário
Proibição é devido ao fato do islamismo não promover este tipo de celebração. Em outros países, fatwas fazem proibições semelhantes. (O Globo)

Itália: casal atacado próximo à Mesquita de Roma por se beijarem
Um cidadão da Malásia foi preso ao agredir um casal que passavam de mãos dadas e se beijando em frente à Mesquita de Roma. Ele disse que eles não podiam se beijar alí. Quando a polícia chegou ele feriu um policial antes de ser preso. (ANSA)

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sábado, 30 de setembro de 2017

Algumas reflexões sobre as eleições na Alemanha: AfD fica em segundo lugar na antiga Alemanha Oriental


Bem, já faz uma semana das eleições na Alemanha e já é possível falar algo com a poeira um pouco assentada.

Como todos sabem, o CDU, o partido da Chanceler Merkel, a Louca, venceu as eleições. Contudo, existe muita coisa interessante a ser evidenciada que vai além de uma simples visão fria de um resultado eleitoral.

O CDU é a União Democrática Cristã (os famosos "democratas-cristãos", que já faz tempo afogaram o que ainda poderia existir de cristianismo no partido) vem se mantendo no poder por mais de 11 anos, sob o comando da Merkel. O CDU tem se alternado no poder desde a Segunda Guerra Mundial, com o Partido Social Democrata (SPD), exceto os 9 dias em 1974 quando o Partido Democratico Livre (FDP) esteve no poder. O CDU é de uma linha centrista, enquanto que o SPD é centro-esquerda. E, nos últimos 4 anos, o CDU e o SPD tinham uma coligação.

As eleições gerais de domingo passado foram, de certo modo, um plebiscito sobre a decisão unilateral da Merkel de abrir as fronteiras para mais de um milhão de pessoas que diziam serem refugiados fugindo da guerra civil na Síria, mas que, na verdade, eram na sua maioria pessoas que fugiam do Oriente Médio, Ásia e África por motivos dos mais diversos, notadamente buscando usufruir do generoso sistema de bem-estar social da Alemanha.

As reações contra a decisão da Merkel são bastante conhecidas e variaram desde um apoio inicial por parte de uma parcela da população que, influenciados por propaganda propagada pela grande imprensa, desejava ajudar o "mais necessitados", a uma reação crítica por parte daqueles que compreendiam a real extensão dos problemas sociais e econômicos que este volume de refugiados, entrando na Alemanha em tão curto espaço de tempo, iria causar.

A maioria dos "refugiados" não se integra à cultura alemã, aliás, a odeiam por não ser islâmica.

Em termos políticos, os partidos da coligação de governo, o CDU e o SPD, bem como os partidos mais voltados para a Esquerda do espectro político davam suporte a invasão em curso. Do outro lado, os partidos mais de centro-direita adotaram uma postura mais crítica. Mas, notadamente, um novo grupamento político que havia surgido quando da crise econômica do euro em 2013, tomou uma posição bastante forte contra Merkel, o partido Alternativa para a Alemanha (AfD, sigla do alemão Alternative für Deutschland). Este partido se tornou o centro da oposição contrária à política de fronteiras abertas do governo alemão.

Então vem as eleições de domingo passado e os resultados foram supreendentes. Apesar de ter obtido o maior percentual de votos (33%), o CDU obteve o pior resultado eleitoral da sua história. Do mesmo modo, o SPD obteve apenas 20% de votos, algo também considerado um fracasso. Enquanto isso, o AfD obteve 13% dos votos: 1,1 milhão de votos do CDU migraram para o AFD!

Deve ser dito que 1,3 milhões de eleitores do CDU migraram para o partido Democratas Livres (FDP), que defende a liberdade de mercado, algo que o CDU deixou de incentivar no âmbito das últimas crises da União Européia.

É importante também notar que 970 mil eleitores alinhados com a Esquerda (o partido verde, GRÜNE, e o partido da esquerda, DIE LINKE) mudaram seu voto para a Direita! Ou seja, a migração de eleitores para partidos contrários às políticas da Merkel foi de 3,3 milhões de votos!

Mas a performance do AfD foi mais surpreendente ainda. Considerando-se o resultado na região compreendida pela antiga Alemanha Oriental, o AfD ficou em segundo lugar, apenas 5% de votos atrás do partido da Merkel, o CDU. E, se for considerado apenas o voto masculino, o AfD ficou em primeiro!

Na antiga Alemanha Oriental, o AfD obteve 21,5% dos votos, ficando em segundo lugar

As consequências são várias. O SPD, desmoralizado, vai tentar se afastar do CDU da Merkel e irá fazer oposição, já pensando nas próximas eleições. Deste modo, a Merkel para formar um governo terá que se coligar com o FDP e com o Partido Verde, um coligação sendo chamada de "Jamaica" devido às cores destes partidos: preto, verde e amarelo. O problema é que o FDP é liberal (no sentido clássico da palavra) e o Verde é socialista. E os verdes dizem que não irão participar desta coalizão, certamente no desejo de conseguirem puxar o governo mais para a esquerda. A governabilidade vai ficar prejudicada.

Apoiadores do AfD em Hamburgo, em 2015

Merkel promete recuperar estes votos. Mas como? A rigor, se ela continuar com a mesma política de fronteiras abertas e impondo ao povo alemão políticas que inibem o livre mercado, a tendência será ela, e seu partido, perderem mais terreno.

Mas quatro anos é muito tempo, e o dano que suas políticas vêm causando para o tecido social alemão, que já têm sido tremendas, serão ainda maiores, e ainda mais difíceis de serem reparadas.


Distribuição de votos do AfD pelas regiões da Alemanha: a distinção entre Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental são bastante nítidas


Distribuição dos votos entre a ex Alemanha Ocidental (à esquerda) e a ex Alemanha Oriental (à direita) 



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

OMS afirma: beber urina de camelo faz mal à saúde!


Esse aviso parece brincadeira, mas não é. Muitos muçulmanos bebem urina de camelo por ser algo "islâmico."

Artigo no US News começa com a pergunta irônica: "Afinal, quem não teve o desejo de tomar um copo de água gelada de camelo de vez em quando?"
Mas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, isso pode ser mortal.
Você vê, há uma situação MERS. MERS - oficialmente chamada Síndrome Respiratório do Oriente Médio Coronavírus - provoca febre, problemas respiratórios, pneumonia, insuficiência renal e outras complicações mortais.
De acordo com um comunicado de imprensa, cerca de 64 casos da doença foram documentados na Coréia do Sul, incluindo cinco mortes.
E, como você pode ter adivinhado, isso é passado por camelos.
Por mais assustador que pareça, algumas pessoas em países muçulmanos acreditam que beber urina de camelo irá curar doenças.
Por precaução, a OMS pede às pessoas que "evitem beber leite cru de camelo ou urina de camelo".
[Texto do comunicado da OMS diz: "Devem ser observadas práticas de higiene alimentar. As pessoas devem evitar beber leite cru de camelo ou urina de camelo, ou comer carne que não tenha sido devidamente cozida.]
Enquanto o surto persistir, a OMS está aconselhando as pessoas a seguirem o senso comum básico em matéria de higiene. E, como regra geral, ficar longe dos camelos.
"As pessoas devem evitar o contato próximo com os animais, especialmente os camelos, ao visitar fazendas, mercados ou áreas de celeiro onde sabe-se que o vírus está potencialmente circulando", aconselha a OMS. "Devem ser cumpridas as medidas gerais de higiene, como a lavagem regular das mãos antes e depois de tocar os animais e evitar o contato com animais doentes".
Pois é, Maomé estava errado. Mais uma vez.

Você acha que eles não pensam que beber urina de camelo é saudável? Veja o que este artigo sobre os benefícios de se beber urina de camelo (do Islam Q&A) diz.

Leia também A urina de Maomé e a urina de camelos são medicinais.

"O profeta mandou-os ir até a manada de camelos e beber de seu leite e urina" 









https://youtu.be/ae8Qz_i0Z7g

https://youtu.be/BYqrzCH_GgU

sábado, 23 de setembro de 2017

Verdadeiros 'Historiadores das Cruzadas' e Karen Armstrong

Neste artigo, o historiador Andrew Holt fala sobre a distinção entre os historiadores profissionais especializados na história das cruzadas e os curiosos que se passam por historiadores. Enquanto que os primeiros tratam das cruzadas como um evento histórico, com causas e consequências, os últimos se valem de uma narrativa falsa e errada. Dentro deste grupo de historiadores falsos se encontra a escritora Karen Armstrong. 
Historiadores das Cruzadas e Karen Armstrong

Andrew Holt, Ph.D.
1/6/2016. Fonte.

Karen Armstrong é uma antiga freira que escreve amplamente sobre questões políticas e religiosas, incluindo cruzadas e islamismo. Como uma bem conhecida crítica das atitudes modernas do Ocidente em relação ao Islã, Armstrong muitas vezes procurou chamar a atenção para o que ela vê como injustiças históricas cometidas pelos ocidentais no Oriente. Ela lista as cruzadas entre essas injustiças. Por exemplo, em seu trabalho, Islam: A Short History, ela escreve:
Foi, por exemplo, durante as Cruzadas, quando eram cristãos que haviam instigado uma série de guerras sagradas brutais contra o mundo muçulmano, o islamismo foi descrito pelos sábios eruditos-monges da Europa como uma fé intrinsecamente violenta e intolerante, que tinha só conseguido estabelecer-se pela espada. O mito da suposta intolerância fanática do Islã tornou-se uma das ideias recebidas do Ocidente. [pág. 179-180]
De todos aqueles que atualmente escrevem sobre as cruzadas, seu trabalho provavelmente está entre os mais populares e bem conhecidos do público em geral. No meu caso, eu tive casos de estudantes que leram seus livros em outras circunstâncias, e me questionaram sobre contradições aparentes entre o que eles estavam aprendendo nas minhas aulas e o que eles leram em seu livro. Eu também tive uma vez o caso de uma pessoa, que nunca tinha sido meu aluno, depois de ler um artigo que escrevi como convidado para o jornal Florida Times Union, me enviou um e-mail pelo mesmo motivo, buscando esclarecimentos. O motivo dessas contradições é porque eu fui treinado como historiador medieval e trabalho dentro da atual historiografia dominante das Cruzadas, muitas das quais estão decididamente em desacordo com algumas das alegações que Armstrong faz em suas obras.

O historiador das cruzadas  mais influente, e ainda vivo, é inquestionavelmente o professor aposentado da Universidade de Cambridge, Jonathan Riley-Smith. Seu trabalho nos últimos quarenta anos, incluindo mais de uma dúzia de livros, revolucionou, em muitos aspectos, nosso entendimento das cruzadas. Em contraste com a sugestão de Armstrong mencionada acima (para usar apenas um exemplo) de que os cruzados "instigaram" o conflito através da chamada às Cruzadas, Riley-Smith ressalta que "a justificativa original para a cruzada foi a agressão muçulmana".

O que explica essa diferença de opiniões entre Jonathan Riley-Smith, talvez o principal estudioso mundial das cruzadas, e Karen Armstrong, uma das autoras mais populares do mundo sobre o assunto?

Vamos desempacotar esse embrulho.

Do meu ponto de vista, a ideia de que as cruzadas representavam um caso de guerras instigadas pelos cristãos medievais contra os muçulmanos parece sugerir falsamente que um conflito sério entre muçulmanos e cristãos só começou com as cruzadas. Isso ignora um quadro inteiramente diferente daquele que os historiadores das cruzadas frequentemente trabalham quando se considera as origens do movimento das Cruzadas. O historiador especialista nas Cruzadas, Paul F. Crawford, em pelo menos dois ensaios, delineou a história do conflito entre cristãos e muçulmanos logo após a morte de Maomé até os anos cruciais antes da chamada da Primeira Cruzada. Durante o período da Conquista Árabe, dos séculos sétimo ao oitavo, os exércitos muçulmanos conquistaram mais terras (da costa do Portugal moderno ao Hindu Kush) do que o Exército Romano conseguiu no seu auge e talvez dois terços do mundo cristão, incluindo grande parte do Império Bizantino, o Levante, a África do Norte, a Espanha, e até mesmo entrando na França durante o século VIII. O conflito contínuo entre cristãos e muçulmanos ocorreu desde o século oitavo até o final do século XI, e viu o estabelecimento do Emirado da Sicília, ataques à Itália (e duas vezes à própria cidade de Roma) e um encolhimento global significante dos territórios cristãos bizantinos.

No entanto, os eventos do final do século XI são os mais imediatamente relevantes, começando com a derrota dos bizantinos em Manzikert, em 1071. Como resultado dos eventos de Manzikert, os exércitos muçulmanos conquistaram grande parte da Asia-Menor cristã e as áreas vizinhas nos anos  seguintes. As antigas cidades cristãs de Nicéia e Antioquia, entre outros, caíram sob o domínio dos exércitos muçulmanos em 1081 e 1084, com muitos cristãos escravizados ou submetidos ao status de dhimmi (status de 3ª classe concedido a judeus e cristão) como resultado.

Já em 1074, em resposta aos pedidos de ajuda por parte dos bizantinas, na sequência da sua derrota em Manzikert, o Papa Gregório VII propôs liderar pessoalmente uma força de 50 mil cavaleiros ocidentais (europeus) para auxiliar os cristãos do Oriente, mas seus conflitos com o imperador do Sacro Império Romano impediram que isso ocorresse. A controvérsia das investiduras e outras questões no Ocidente retardaram qualquer resposta significativa, mas certamente os cristãos ocidentais estavam bem cientes da situação de deterioração para os cristãos no Oriente, já que os papas e os membros da nobreza ocidental recebiam não apenas a correspondência dos bizantinos, detalhando as atrocidades que ocorriam, mas também relatórios semelhantes e perturbadores de peregrinos e outros viajantes ocidentais (destinados à Terra Santa).

Demorou-se 11 anos, até se chegar ao Concílo de Placência (Piacenza), em 1095, quando os embaixadores bizantinos puderam finalmente chegar a um acordo com o papado recentemente estabilizado de Urbano II para ajudar o Império Bizantino, resultando na convocação da Primeira Cruzada, ao final desse ano, no Concílio de Clermont (Clermont-Ferrand). A Primeira Cruzada resultaria na efetiva restauração do território cristão recentemente perdido, incluindo a cidade de Nicéia e grande parte da Ásia Menor restiruidos para o controle bizantino, com Antioquia e outras regiões sob o controle dos recém-criados estados cruzados.

Voltando a Jonathan Riley-Smith, seu trabalho sobre as cruzadas demonstrou que muitos dos participantes da Primeira Cruzada citavam preocupações sobre o sofrimento dos cristãos no Oriente Médio, e a profanação de lugares sagrados cristãos, ao explicar suas razões para participarem dela. Em seu livro altamente considerado The First Crusade and the Idea of Crusading, Riley-Smith destaca (ver páginas 23-24) a carta de dois irmãos, por exemplo, escrita pouco antes de embarcarem na Primeira Cruzada. Eles contaram que estavam indo na cruzada, em parte, "... para acabar com a corrupção dos pagãos e a imoderada loucura através da qual inúmeros cristãos já foram oprimidos, feitos cativos e mortos com fúria bárbara".

Jonathan Riley-Smith é o mais importante historiador das cruzadas ainda vivo

Na verdade, de acordo com a versão da convocação do Papa Urbano II para a Primeira Cruzada escrita por Robert, o monge, que afirma fornecer um relato de testemunhas do Conselho de Clermont, Urbano II descreveu a profanação da Igreja do Santo Sepulcro e, em detalhes gráficos, a violação e tortura de cristãos nas mãos de seus perseguidores muçulmanos. Peter Frankopan argumenta de forma convincente que esses relatos se originaram da correspondência do Imperador Bizantino Alexios e não foram uma invenção do Papa Urbano II. Além disso, esses relatos de sofrimento cristão nas mãos dos turcos seljúcidas são muitas vezes confirmados em fontes muçulmanas. Assim, os primeiros cruzados viram a Primeira Cruzada, durante a qual pereceram cerca de 1/3 dos cavaleiros que participaram dela, como uma guerra defensiva. Para eles, a Cruzada não foi combatida apenas em defesa do patrimônio de Cristo ou de lugares sagrados cristãos, mas também por causa do sofrimento e humilhações dos cristãos orientais. Este é um componente importante na explicação do nascimento, pelo menos, do movimento das cruzadas.

À luz dessas questões, a sugestão de que a Primeira Cruzada representou uma "instigação" das hostilidades contra o mundo muçulmano pode ser frustrante para um historiador obcecado pela verdade.

Embora seja comum encontrar referências às cruzadas em suas muitas entrevistas e escritos, seu comentário mais extenso vem de seu livro bem conhecido, Holy War: The Crusades and Their Impact on Today’s World (Guerra Santa: as Cruzadas e seu Impacto no Mundo de Hoje). O trabalho tornou-se um exemplar comum em bibliotecas universitárias nos Estados Unidos e na Europa, mas não conheço nenhum historiador, cuja pesquisa se concentra principalmente nas cruzadas (por exemplo, historiadores das cruzadas), que o recomende em seus cursos. Talvez algum algum lugar o faça, mas, de todo modo, não é algo típico.

Capa do livro de Karen Armstrong

Para que o leitor não pense que estou sozinho em expressar preocupações, muitos outros historiadores das cruzadas comentaram publicamente sobre o trabalho de Armstrong. Um erudito, o Dr. Thomas Madden, professor e ex-presidente do Departamento de História da Universidade de St. Louis e um dos principais estudiosos das cruzadas nos EUA, referiu-se com caridade à Guerra Sagrada de Armstrong como "bem redigida, mas não familiarizada com as atuais pesquisas ou fontes medievais". Em outra ocasião, o Dr. Madden descreveu o trabalho de Armstrong em termos mais fortes, quando notou:
Originalmente escrito em 1988, este livro foi relançado em 1991 na sequência da Guerra do Golfo e agora fez outra aparição desde os ataques de 11 de setembro. Pobremente pesquisado e escrito, este livro é em grande parte um exercício na retórica moderna da esquerda sobre sensibilidade, tolerância e os males da civilização ocidental. Sua "visão tripla" é borrada por uma abordagem equivocada do islamismo e do judaísmo e uma hostilidade absoluta ao catolicismo.
O altamente respeitado e atual estudioso das cruzadas Dr. James Powell (professor emérito da Universidade de Siracusa) fez comentários semelhantes sobre a qualidade da erudição de Karen Armstrong em múltiplas ocasiões. Em 1995, ele escreveu:
Recentemente, a escritora popular Karen Armstrong voltou-se para a cruzada na Guerra Santa: as cruzadas e seu impacto no mundo de hoje (Nova York, 1991). Embora ela saliente que seus próprios antecedentes e interesses estão no campo da religião, a maior parte do livro é dedicada a comparações jornalísticas da situação do Oriente Próximo moderno e do Oriente Médio com o momento das cruzadas. Como muitas dessas obras, ela argumenta por um tipo de continuidade histórica que tem pouca semelhança com o estado atual das coisas nessas regiões. O que é de particular interesse para este ensaio, no entanto, é o grau em que ela mantém a visão de  fanatismo religioso subjacente às cruzadas. Sua visão é meramente a versão do final do século XX, pós-moderna e um pouco gnóstica, de muitas críticas anteriores dos ocidentais como fanáticos e os muçulmanos como tolerantes ... Tudo isso é entrelacado com a leitura de algumas das melhores literaturas recentes sobre o assunto que dificilmente apoia suas opiniões.
Para adicionar à análise de Powell aqui, gostaria de notar que muitos grupos terroristas islâmicos modernos, incluindo o Estado islâmico e a Al Qaeda, há muito referenciam as cruzadas medievais na sua propaganda para argumentar que os esforços modernos no Oriente Médio representam a continuação de tal histórico de agressão. Armstrong ao argumentar que há continuidade entre as cruzadas e eventos medievais no Oriente Médio moderno, idéia que Powell e outros historiadores das cruzadas rejeitam, ou sugerir que a história das hostilidades entre cristãos e muçulmanos foi instigada pelos cristãos durante as cruzadas, alimenta de forma irresponsável e imprecisa a propaganda extremista moderna e serve apenas para inflamar ainda mais as tensões modernas.

Então, em 1999, Powell comentou ainda ...
Alguns de vocês leram o artigo em uma revista recente do New York Times intitulada "The Crusades Even Now". O autor é uma escritora popular bem conhecida sobre temas religiosos, Karen Armstrong. Esse artigo resume as tensões, os preconceitos e a bagagem emocional que cercam a ideia da Cruzada. Como história, é infelizmente menos bem sucedido. Com a intenção de ressaltar "lições" do passado, sua mensagem segue mais a tradição de um sermão moral do que um esforço para entender o passado.
Um líder no estudo das Cruzadas, Alfred J. Andrea (Professor emérito da Universidade de Vermont e ex-Presidente da Associação de História Mundial) também comentou sobre a (falta de) erudição da Armstrong.
Karen Armstrong, Guerra Santa: as cruzadas e seu impacto no mundo de hoje (New York, Doubleday, 1991) argumenta que "as Cruzadas foram uma das causas diretas do conflito no Oriente Médio de hoje" (p. Xiii). Seja cuidadoso. O livro é altamente partidário, considera apenas o pensamento atual, e contém inúmeros erros factuais, alguns escandalosos.
Também perguntei a outros historiadores das cruzadas sobre seus pontos de vista sobre o trabalho de Armstrong sobre as cruzadas. Eles incluíram o Dr. Dan Franke do Richard Bland College, o Dr. Paul F. Crawford da Universidade Califórnia da Pensilvânia e o Dr. Vincent Ryan da Faculdade Aquinas. Aqui estão os seus pontos de vista expressos em correspondência privada e citados com a sua permissão.

Perguntei a Dan se ele cita Armstrong em qualquer uma das aulas ele respondeu:
Não, porque tenho livros melhores para os meus propósitos. A introdução muito curta de Christopher Tyerman, a nova história concisa de Thomas Madden ou a curta história de Helen J. Nicholson fornecem um ponto de entrada igualmente acessível para as cruzadas e são muito mais confiáveis.
Quando perguntei a Paul sobre sua opinião sobre o trabalho de Armstrong, ele disse:
Karen Armstrong é uma historiadora do pop, cujas obras, embora legíveis e atraentes, são fracas quanto à fundamentação factual em fontes históricas atuais, já que demonstram  preconceito anti-católico. Quando ela lida com as cruzadas, seu desdém e desprezo por esse assunto são evidentes, e é muito difícil tratar um assunto histórico com objetividade e nuance adequados quando se traz esse tipo de atitude à pesquisa. Que o resultado do seu trabalho é infeliz e inútil demais talvez não seja surpreendente.
E Vincent, abordando argumentos particulares feitos por Armstrong, observou:
Para alguém que pensa com frequência sobre o assunto, a ignorância de Karen Armstrong sobre as Cruzadas é impressionante. No entanto, nada pode superar o argumento que ela faz na Guerra Sagrada atribuindo às Cruzadas uma influência decisiva no conflito no Oriente Médio moderno. No cerne desta tese é o apoio dos EUA ao estado de Israel, que ela consegue ligar de volta às Cruzadas, porque os cruzados eram peregrinos e as pessoas que desempenharam um papel fundamental no início da colonização inglesa da América do Norte se chamavam "peregrinos" (!). De acordo com Armstrong, isso demonstra "que um entusiasmo cruzado não está apenas inserido profundamente na identidade americana e crucialmente formativo na história americana, mas também que existe uma afinidade americana natural com o sionismo" (p. 472). Essa análise pseudo-histórica parece mais útil para um romance potencial de Dan Brown do que para oferecer qualquer visão legítima sobre as Cruzadas e seu impacto real.
Embora muitos historiadores das cruzadas encontrem problemas com o comentário de Armstrong sobre as cruzadas, a voz da ex-freira parece ter um impacto maior nas compreensões populares. Tenho certeza de que os leitores e fãs de seu trabalho podem encontrar esta postagem no blog e argumentem que seu trabalho sobre a religião em geral, ou o Islã em particular, seja útil de muitas outras maneiras. Eu não tenho tempo ou energia para entrar nesses tópicos aqui, mas à luz dos inquéritos que às vezes recebo sobre seus vários comentários relacionados às cruzadas, os leitores devem saber que os historiadores das cruzadas, têm, pelo menos, muitas preocupações sobre a qualidade do trabalho dela.

Dr. Andrew Holt é Professor de História no Florida State College em Jacksonville. Ele também ensina história para cursos de pós-graduação online para o Norwich University - The Military College of Vermont. (Leia mais)