domingo, 19 de fevereiro de 2017

Quatro estágios da conquista islâmica


Compilado por Clivius Defendus, com dicas de Kali Politus

Vídeo (em inglês) de LSA e versão em PDF. Leia a compartilhe.
Observação: existem outros artigos no blog relevantes com o que é tratado aqui, e servem como referência complementar: Lei dos Números, Hégira, bem como os links fornecidos ao longo do artigo.

ETAPA 1: INFILTRAÇÃO

Os muçulmanos começam a se mudar para países não-muçulmanos em números crescentes e o início de conflitos culturais são visíveis, embora muitas vezes sutis.
  • Primeira onda de migração para o país "anfitrião" não-muçulmano.
  • Apelo à tolerância humanitária da sociedade de acolhimento.
  • Tentativas de retratar o Islã como uma religião de paz e muçulmanos como vítimas de mal-entendidos e racismo (embora o Islã não seja uma "raça").
  • Alta taxa de natalidade muçulmana no país de acolhimento faz aumentar a população muçulmana.
  • As mesquitas costumam espalhar o islã e não gostam do país anfitrião e da sua cultura.
  • Solicita-se criminalizar a "islamofobia" como um crime de ódio.
  • Ações judiciais ameaçadas por discriminação subjetiva.
  • Ofertas de "diálogo inter-religioso" para doutrinar os não-muçulmanos.
Quantas nações sofrem de infiltração islâmica? Uma? Uma mão-cheia? Quase todas as nações? A "liderança" islâmica da Irmandade Muçulmana e outros grupos desejam dissolver a soberania de cada nação e substituí-la pela imposição global da lei islâmica da sharia. A lei da Sharia, baseada no Alcorão, Sira e hadices, condena a liberdade e proíbe a igualdade e é inconsistente com as leis de todas as nações ocidentais. Como o autor e historiador Serge Trifkovic afirma:
"A recusa da classe de elite ocidental em proteger suas nações da infiltração jihadista é a maior traição na história".

ETAPA 2: CONSOLIDAÇÃO DO PODER

Os imigrantes muçulmanos e os convertidos do país de acolhimento continuam a exigir acomodação em termos de emprego, educação, serviços sociais, financiamento e tribunais.
  • A proselitização aumenta; estabelecimento e recrutamento de células jihadistas.
  • Esforços para converter segmentos alienados da população para o Islã.
  • Esforços revisionistas para islamizar a história.
  • Esforços para destruir evidências históricas que revelam o verdadeiro islamismo.
  • Aumento da propaganda anti-ocidental e da guerra psicológica.
  • Esforços para recrutar aliados que compartilham objetivos semelhantes (comunistas, socialistas, anarquistas).
  • Tentativas de doutrinar as crianças para o ponto-de-vista islâmico.
  • Aumento dos esforços para intimidar, silenciar e eliminar os não-muçulmanos.
  • Esforços para introduzir leis de blasfêmia e ódio para silenciar críticos.
  • Foco contínuo na ampliação da população muçulmana, aumentando os nascimentos e a imigração muçulmana.
  • Uso de instituições de caridade para recrutar apoiantes e financiar a jihad.
  • Esforços encobertos para provocar a destruição da sociedade de acolhimento a partir de dentro.
  • Desenvolvimento da base política muçulmana na sociedade anfitriã não-muçulmana.
  • As redes financeiras islâmicas financiam o crescimento político, a aquisição de terras, indústria e comércio.
  • Assassinato visível de críticos visavando intimidar a oposição.
  • A tolerância aos não-muçulmanos diminui.
  • Maiores exigências para adotar uma conduta islâmica rígida.
  • Acúmulo clandestino de armas e explosivos em locais ocultos.
  • Desrespeito aberto / rejeição do sistema jurídico da sociedade não-muçulmana, e da sua cultura.
  • Esforços para minar e destruir a base de poder de religiões não-muçulmanas, incluindo especialmente judeus e cristãos.
Existe um padrão aqui? Theo van Gogh foi assassinado na Holanda por "insultar" o Islã; A Organização da Conferência Islâmica exige leis contra a blasfémia através das Nações Unidas; A França é incendiada regularmente por "jovens" (leia-se, muçulmanos); O crescimento dos "crimes de honra" ... a negação do holocausto ... o anti-semitismo ... o acobertamento dos dogmas do Islã; Ódio contra cristãos, judeus, hindus, budistas, ateus. O padrão para todos é o surgimento da intolerância islâmica e a jihad secreta / cultural para tornar as sociedades que os acolhem em mundos compatíveis com a sharia - para remover a soberania do país anfitrião e substituí-la pela lei islâmica da sharia. A lei da Sharia que condena a liberdade terrena e a liberdade individual, que proíbe a igualdade entre as religiões e entre os sexos, que rejeita o conceito de nação fora da dar al-Islam, a casa global do Islã.


FASE 3: GUERRA ABERTA COM LIDERANÇA E CULTURA

Violência aberta para impor a Sharia e restrições culturais associadas; Rejeição do governo do país de acolhimento, e subjugação de outras religiões e costumes.
  • Esforços intencionais para minar o governo anfitrião e a sua cultura.
  • Atos de barbaridade para intimidar os cidadãos e promover o medo e a submissão.
  • Esforços abertos e encobertos para causar o colapso econômico da sociedade.
  • Toda oposição é desafiada, erradicada ou silenciada.
  • Execução em massa de não-muçulmanos.
  • Difundida limpeza étnica por milícias islâmicas.
  • Rejeição e desafio das leis seculares ou cultura da sociedade de acolhimento.
  • Assassinato de intelectuais muçulmanos "moderados" que não apoiam a islamização.
  • Destruição de igrejas, sinagogas e outras instituições não-muçulmanas. 
  • As mulheres tem suas liberdades cada mais restringidas de acordo com o que estabelece a lei Sharia. 
  • Destruição em grande escala da população, assassinatos, bombardeamentos. 
  • Derrubada do governo e usurpação do poder político. 
  • Imposição da Sharia. 
O site www.thereligionofpeace.com mantém o registro do número de ataques violentos da jihad da melhor forma possível. O site lista mais de 30 mil ataques desde setembro de 2001 (até a data de hoje). Vale a pena visitar. O que está ocorrendo, no entanto, é provávelmente difícil de estimar ​​os eventos em que os muçulmanos são intimidados por outros muçulmanos por não serem "muçulmanos o suficiente", onde os não-muçulmanos são intimidados a fazer ou não fazer o que desejam, onde as populações remanescentes estejam em uma espiral de morte simplesmente por não serem muçulmanos em uma área predominantemente muçulmana. Os cristãos, os judeus, os hindus, os budistas, os animistas e os ateus encontram-se com a morte, a destruição da propriedade ou sua confiscação, a conversão forçada, a violação, a tributação excessiva (a jizya), a escravidão, as multidões desenfreadas e várias outras formas de "justiça" islâmica na mão de muçulmanos no Sudão, nas Filipinas, no Quênia, na Malásia, na Índia, etc. E não esqueçamos a "morte aos apóstatas" no mundo inteiro.


ETAPA 4: A "TEOCRACIA" ISLÂMICA TOTALITÁRIA

O islamismo torna-se a única ideologia religioso-político-judicial-cultural.
  • A Sharia torna-se a "lei da terra."
  • Todos os direitos humanos não-islâmicos são cancelados.
  • Escravização e genocídio da população não-muçulmana.
  • Liberdade de expressão e imprensa erradicadas.
  • Todas as religiões que não o Islã são proibidas e destruídas.
  • Destruição de todas as evidências de cultura não-muçulmana, populações e símbolos no país (Budas, casas de culto, arte, etc).
A Casa do Islã ("paz"), dar al-Islam, inclui as nações que se submeteram ao domínio islâmico, à expiação da alma, à liberdade de condenação e preceitos discriminatórios da Sharia. O resto do mundo é a Casa da Guerra, dar al-harb, porque não se submeteu à Sharia, e existe em estado de rebelião ou guerra com a vontade de Alá. Nenhum Estado não-muçulmano ou seus cidadãos são "inocentes" e permanecem alvos viáveis ​​de guerra por não acreditarem em 'Alá'. Os povos cristãos, judeus, coptas, hindus e zoroastrianos do mundo sofreram sob a subjugação por séculos. Os dhimmis são proibidos de construir casas de culto ou reparar as existentes, economicamente aleijados pela pesada jizya (impostos), socialmente humilhados, legalmente discriminados, alvo de ações criminosas e geralmente mantidos em permanente estado de fraqueza pelos governos islâmicos.

Note-se que as conversões forçadas (Egito) e a escravidão (Sudão) ainda acontecem. Homossexuais são pendurados em praça pública no Irã. As meninas são casadas com velhos. Os apóstatas são ameaçados de morte. Os "crimes de honra" são rotina. As mulheres são legalmente cidadãs de segunda classe, embora os homens muçulmanos insistam em dizer que elas são "tratadas melhor" do que as mulheres no Ocidente. Essas manifestações mais óbvias podem ofuscar outras menos óbvias, como a falta de investigação intelectual na ciência, reduzida produção literária, arte e música inexistentes, uso e abuso sexual de jovens e mulheres e o desprezo pela realização pessoal, alegria e beleza. Olhe nos olhos de uma menina de 12 anos de idade recentemente casada para ver a consequência da privação moral espalhada pelo Islão.

Os 4 estágios da conquista islâmica também estão disponível em formato pdf para facilitar o compartilhamento como parte de "Liberty vs Sharia" (em inglês).





Prefeitura de São Paulo se abre ao capital islâmico (e qual seria a contrapartida? A construção de mesquitas no Brasil?)


Como o artigo está criando polêmica, eu desejo fazer uma afirmação inicial. O problema não está na implementação da plataforma de governo que levou João Dória a ser eleito prefeito, que inclui privatizações. O problema está em se buscar investimento islâmico que não apenas busca o lucro, mas que também busca a islamização, através da mudança das leis, cultura, costumes e história do Brasil. Leia, por exemplo, Zakat (dízimo islâmico), Certificação Halal, e o financiamento da Jihad. Vejam como era Londres, Paris e Bruxelas a 20 anos atrás e veja como estão hoje. 
Vai haver licitação para a venda destes '55 projetos'? 
O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), encerrou uma visita de vários dias aos tremendamente ricos países do Golfo Pérsico, Emirados Árabes Unidos e Catar. Ele visitou as cidades de Abu Dabi, Dubai e Doha. Segundo suas próprias palavras no seu Facebook:
O dinheiro do mundo está aqui. O dinheiro árabe. Dinheiro dos principais fundos. Nós visitamos 6 fundos, dos quais 5 estão entre os 10 mais importantes, mais poderosos do mundo. Visitamos também 6 bancos investidores, 4 grupos privados de investimentos, 2 dos Emirados e 2 do Catar. 
Missões já organizadas e previstas para março e maio, ao Brasil, e vocês terão notícia disso.
A minha missão, minha função, e ser acima de tudo é de ser brasileiro, mais do que prefeito de São Paulo, eu sou uma pessoa que torce e trabalha pelo Brasil. 
Segundo informações em diversas mensagens no seu Facebook, o prefeito afirma ter firmado parceria com Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways para revitalizar marginais de São Paulo, com Al Ameri Al Tareq, presidente da Abu Dhabi Motosports para trazer o modelo do autódromo da cidade para Interlagos, atraído o interesse de Khalid Al Thani, dono de uma fortuna de 20 bilhões de dólares. Também a Investment Corporation do Dubai e a Dubai Chamber (uma câmara do Comercio e Indústria, que virão ao Brasil em março.

O Facebook do prefeito também mostra um vídeo que básicamente coloca a cidade de São Paulo à venda. Eu não vou esconder que o meu viés político é nacionalista e não é muito chegado a privatizações, notadamente quando se transfere propriedade para grupos estrangeiros. Mas o problema maior neste caso são os grupos estrangeiros que o prefeito está namorando. São grupos islâmicos, oriundos de uma região onde o radicalismo do salafismo e do wahabismo é a norma. (Leia um resumo sobre a Lei Islâmica Sharia aqui)

https://youtu.be/otTrRbOeYNs OK

Este é o vídeo com o qual a Prefeitura de São Paulo se põe à venda para o capital islâmico. Ela oferece o Autódromo de Interlagos, o Centro de Convenções do Anhenbí, o Estádio do Pacaembú, o Parque do Ibirapuera, o Mercado Central de São Paulo, os terminais de ônibus, o sistema de venda de bilhetes de transporte público, os serviços funerários (22 cemitérios, 18 casas funerárias e 1 crematória), a iluminação pública (600 mil pontos de luz), bens municipais imobiliários em áreas estratégicas da cidade, e apoio preferencial aos investidores estrangeiros (fast track)  

É importante compreender que para os muçulmanos, em geral, e os salafistas e wahabistas em particular, a propagação do islamismo é um dever. O investimento islâmico virá com um aumento da imigração (hégira), uma ampliação do controle da indústria alimentícia pela "certificação halal" (e consequentes doações para a jihad global), um aumento da construção de mesquitas e madrassas e um aumento do proselitismo islâmico em todos os níveis. O que o Brasil ganha com uma ideologia monocultural crescendo no seu seio? O islamismo não traz nada de bom, basta olhar como é a vida das minorias nos países de maioria populacional islâmica, incluindo-se aí os ateus, os homossexuais, as mulheres, os ex-muçulmanos, os cristãos, e demais religiões.

O ganho econômico aparente irá desaparecer por completo com a deterioração das relações sociais que surgem associadas ao crescimento de uma população islâmica!

Se fosse para privatizar para grupos que estejam apenas interessados em auferir lucro, ainda vai. Mas se deixar compar por grupos que, além do lucro, desejam alterar a lei, a cultura e a história do Brasil? Isso não é boa governança.

(Leia depois: Emirados Árabes Unidos financia a islamização do Brasil)

O que vemos são modos diferentes de apoio ao islamismo, seja por segmentos de uma Esquerda pró-islâmica (como foi o caso do ex-prefeito Hadad), seja por capitalistas globalistas que só vêm o lucro à sua frente (como é o caso do atual prefeito João Dória). (E o último está sendo preparado pelo PSDB como candidato a presidência da república.)

É possível ser esquerda sem ser pró-islâmico.
É possível ser capitalista sem ser pró-islâmico.
Basta um pouquinho mais de amor ao Brasil.

Mais do que o lucro, o que o investimento islâmico almeja é a conquista da própria alma do Brasil e da América Latina


São Paulo sendo posta à venda para o pior tipo de investidor




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

EUA: professor universitário defende estupro e escravidão sob a Sharia


O professor Jonathan Brown, um muçulmano convertido do International Institute for Islamic Thought, uma organização ligada à Irmandade Muçulmana e que funciona dentro da (outrora católica) Universidade Georgetown, deu uma aula na qual ele fez afirmações que o levariam à demissão, se os tempos fossem outros. Ele defendeu a escravidão e o estupro, dentro da lei islâmica. A sua aula é um exemplo de como muçulmanos precisam distorcer a lógica e o bom-senso para justificar a "lei de Alá." 
Tradução do artigo Georgetown Professor Condones Rape And Slavery Under Sharia, de Meira Svirsky, publicado no The Clarion Project, 12 de dezembro de 2017


Um professor de estudos islâmicos da Georgetown enviou ondas de choque através do mundo acadêmico e secular devido a uma palestra que ele deu, essencialmente, uma apologia a escravidão islâmica e ao sexo não consensual (jargão acadêmico para "estupro").

Esta teria sido a frase de abertura para o comentário sobre essa palestra se nós vivêssemos em tempos normais, o que não é o caso. A palestra em questão na verdade chamou pouca atenção, nem na universidade onde ele trabalha e nem outros lugares, com a excessão de alguns blogs muito astutos (veja aqui e aqui) que destruiram a surpreendente capacidade do professor na arte de ofuscar.

Em uma palestra (ver abaixo), no Instituto Internacional de Pensamento Islâmico (um grupo ligado a Irmandade Muçulmana), e nas perguntas e respostas após o seu discurso, o professor de estudos islâmicos da Georgetown, Jonathan Brown, um convertido ao Islã, declarou:
"Não é imoral que um humano possua um outro ser humano."
Ele apresenta a vida de um escravo sob a lei Sharia como algo poético (ao contrário da escravidão sob homens brancos no Sul dos EUA), sem definir como era a vida dos escravos sob a Sharia. Talvez, como Projeto Clarion fez, eu deveria receber informações de uma menina iázide do Iraque.

Brown diz que a escravidão não é problemática, uma vez que o "Profeta de Alá [Maomé] tinha escravos ... Não há como negar isso. Foi ele - você se considera moralmente mais maduro que o Profeta de Alá? Não, você não é."

Pelo contrário, "O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de monitoramento e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém porque nós possuímos muitas pessoas ao redor de nós, e nós somos propriedade de pessoas."

Brown menciona exemplos, como um empregador e um empregado, levatando a uma hipoteca, e até mesmo seu próprio casamento, já que sua esposa possui certos direitos sobre ele. De alguma forma, o fcto de uma pessoa participa dessas atividades pelo seu próprio livre arbítrio e têm a capacidade de encerrar tais relações passou desapercebido pelo professor, ou ele optou por ignorar.

Brown disse para a sua audiência que a era escravidão islâmica foi fundamentalmente melhor do que a escravidão praticada nos EUA, uma vez que não teve motivos racials. Como isso a torna melhor está além do meu compasso moral, mas pode-se simplesmente olhar para a história bem documentada do comércio de escravos africanos pelos árabe para se disputar isso.

Muito embora muitos brancos tenham também sido escravizados pelos árabes muçulmanos, estima-se que entre 10 a 20 milhões de negros africanos foram escravizados entre 650 e 1900 por comerciantes de escravos árabes. Muitos deles foram violentamente castrados para servirem como eunucos que guardavam os vastos haréns de escravas pertencentes aos governantes. Escravos muçulmanos negros ainda existem hoje, por exemplo, na Mauritânia e Sudão. Os negros sofrem discriminação na Arábia Saudita, onde a escravidão só foi abolida em 1962.

A palavra abeed, é uma injúria racial e significa escravos em árabe, ainda é usada para descrever pessoas negras.

O professor, então, em um emaranhado de erudição, utiliza de relativismo moral acadêmico, dizendo:
"Não existe tal coisa como escravidão, como uma categoria, como a que existe uma categoria conceitual que existe durante o espaço e tempo trans-historicamente."
"A escravidão não pode apenas ser tratada como um mal moral em si porque escravidão não significa cada."
Quanto à admissibilidade de relações sexuais com um escravo, Brown diz: "consentimento não é necessário para o sexo lícito" e ataca o exagerado conceito de autonomia sobre o próprio corpo, dizendo a nossa sociedade é "obcecada com a noção de autonomia e consentimento."

Quando perguntado se ter relações sexuais não consensuais com uma mulher escrava, ou qualquer outra mulher, é errado, Brown pergunta se existe realmente alguma diferença entre uma menina vendida em um mercado de escravos em Istanbul e a filha de um pobre padeiro que se casa com o filho de um pobre padeiro por falta de outras opções:
"[O dono da menina em Istambul], a propósito, pode tratá-la mal, pode tratá-la incrivelmente bem ... o filho do padeiro pode tratá-la bem. Ele pode trá-la horrivelmente. A diferença entre essas duas pessoas não é tão grande. Nós vemos a diferença como enorme porque nós estamos obcecados com a noção de autonomia e consentimento, seria minha primeira resposta. Não é uma solução para o problema. Eu acho que não ajuda moldá-lo."
"Moldando o problema" ou não, existe uma enorme diferença entre as duas situações, e seria suficiente uma simples resposta dizendo que o consentimento não é um conceito relativista quando estamos a falar de uma violação de mulheres.

O fato de que um professor universitário pode passar incólume com esta visão apologética com respeito a tais questões morais sérias a cerca do pensamento islâmico - questões que populações inteiras que foram conquistadas pelo Estado Islâmico estão enfrentando com consequências terríveis - é verdadeiramente impressionante.

https://youtu.be/MpFatRwdPm0 OK


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Atualizações em janeiro de 2017

Veja o que entrou de novo no blog em janeiro de 2017, exemplificando a aplicação da lei islâmica Sharia ao redor do mundo, seja por governos de países com maioria muçulmana, grupos islâmicos ou mesmo ações individuais.

A origem do termo "Allah"
Este artigo discuto a origem da palavra "Alá", utilizada pelos muçulmanos para se referirem à sua divindade. O artigo deixa claro que a palavra Alá já era utilizada muito antes de Maomé ter inventado o islamismo. Na verdade, Alá se referia a uma "divindade" dentro de um universo politeista.


A difícil vida de Zinab El Rhazoui
Artigo resume a vida da jornalista e humanista ex-muçulmana marroquina. Esta mulher compreendeu o que é o islão e quem foi Maomé. Ela começou a escrever sobre o tratamento das minorias no Marrocos, sendo presa 3 vezes (uma delas, por estar comendo de dia durante o Ramadã). Ela se refugiou na França onde trabalhou no jornal Charlie Hebdo. Zinab é constantemente chamada de “islamofóbica”, mas luta contra o Islã com toda sua força, advertindo as pessoas sobre os perigos dessa religião. (ex-muçulmanos)

Documentário mostra o sofrimento de ser ex-muçulmano

Direitos das Mulheres sob o Islão: Parte 1Parte 2, Parte 3
A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais igualmente sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
França: TV 2 mostra que mulheres estão abandonando as ruas em bairros islâmicos
Reportagem da TV 2 francesa, mostra que as mulheres estão literalmente desaparecendo de cafés e bares em determinados subúrbios predominantemente muçulmanos na França. Enquanto que as mulheres francesas reagem, as mulheres muçulmans acham isso algo normal. Leia mais no artigo "Europa: O Caso do Desaparecimento de Mulheres" do Gatestone Institute. (video: Vlad Tepes).

https://www.bitchute.com/video/4sSRkvENMMgO/ OK

EUA: casamentos forçados também ocorrende entre os imigrantes ou cidadãos oriundos do Paquistão, Afeganistão, Egito, ... 
Entre 2009 e 2011, pelo menos 3.000 meninas e mulheres jovens de 47 estados dos EUA foram forçadas a se casar - incluindo muitas com idade inferior a 18 anos. Os dados provêm de uma pesquisa realizada pelo Tahirih Justice Center, uma organização não-governamental que oferece serviços de advocacia gratuito para mulheres e meninas imigrantes e abusadas nos Estados Unidos. (Truthdig)

Afeganistão: mulher é degolada por ir às compras sem o marido
Segundo a lei islâmica (Sharia) a mulher precisa de permissão do homem para sair de casa, e precisa de um acompanhante. (NoticiasaoMinuto)

Síria: maridos se divorciam das esposas que trabalham
Com a guerra civil, e o maior envolvimento masculino no exército, houve uma falta de mão-de-obra sendo ocupada pelas mulheres. Mas muitos maridos não concordam que as esposas trabalham e as estão divorciando. (Clarion Project)

Espanha: rainha se recusa a visitar a Arábia Saudita
“Letizia nunca visitaria um país que proíbe as mulheres de conduzir, em que as mulheres casadas não podem viajar sozinhas e têm de ser acompanhadas por alguém da família do marido; um país onde 150 pessoas foram executadas nos últimos anos, por decapitação na sua maioria, por se oporem aos governantes; um país que subsidia milhares de mesquitas em todo o mundo; um país onde as mulheres divorciadas não podem entrar em locais públicos por serem consideradas adúlteras (…)”.. (Observador)

Canadá: muçulmano ataca sexual motorista de ônibus enquanto ela dirigia
Mohammed Sahib, é um imigrante muçulmano já conhecido pela polícia de Vancouver, no Canadá. Ele atacou sexualmente, metendo a mão por dentro da calça da motorista, enquanto ela dirigia. Felizmente, ela conseguiu se manter calma, mantendo controle do ônibus. Ele acabou preso.
É claro que existem tarados. Mas neste caso, deve-se questionar até que ponto a pregação islâmica, que defende que mulheres que não se cobrem são como "carne exposta", não o está estimulando a fazer aquilo que lhe foi ensinado. (CBC)

Mais relatos sobre o extermínio do povo iazide e a escravidão sexual de suas mulheres
Mas as feministas americanas e canadenses não estão nem aí. Elas têm previlégios e não se interessam pelas outras mulheres. Elas apena se interessam é em usar "direitos das mulheres" como pretexto para avançar a sua ideologia criminosa. (Independent)

Irã: Fisiculturista iraniana é presa por postar fotos mostrando corpo sarado em rede social
Ela mostrou o cabelo, os braços e a calça que mostra o contorno das suas pernas! Isso é a lei islâmica em ação sendo praticada pelo GOVERNO do Irã. (extra)

Arábia Saudita: mãe oferece filha como presente ao policial que agiu como herói.
Ela disse que não se importa se sua filha se torna a segunda ou até terceira esposa de Awaji e disse que sua oferta era genuína e sincera. Ela disse que não quer o mahr (preço da noiva) e vai pagar as despesas do casamento. O pai concordou. (Ecoando a Voz dos Mártires)

"Um homem nunca será perguntado sobre o motivo que o levou a bater na sua esposa" 
Hadice de Abu Dawud, Volume 2, Capítulo 41/42, 2147
(Este capítulo tem como título: "Com respeito a bater na mulher.")

Suécia: estupro mostrado ao vivo pela Internet. Quem são os 3 estupradores? 
O estupro coletivo de uma mulher sueca foi mostrado em live stream. O nome ou a origem dos estupradores não foi revelada, mas as fotos indicam que eles não são suecos. Seriam refugiados? (blastinnews, ultimo segundo)




Estado Islâmico continua treinando crianças para serem jihadistas assassinos
Crianças são retiradas de um parque de diversão para executar prisioneiros, incluindo degolando-os. Esta é a nova geração de jihadistas. Matéria do Clarion Project contém um vídeo gráfico.

O retorno das "crianças-soldados" do islão
Um artigo de Raymond Ibrahim, traduzido pelo blog Tião Cazeiro.

Franca: ex-cantor de igreja vira muçulmano, e se torna um dos jihadistas mais procurados do mundo
Kevin G, de 24 anos, cantava em coral de igreja quando menino. Há 10 anos ele se converteu ao islamismo e resolveu imitar Maomé fundamentalmente. Ele se tornou recrutador de jihadistas e mais tarde ele próprio foi para a Síria matar pela causa de Alá. Ele foi preso na Turquia ao tentar retornar para a França com as suas quatro esposas e seis filhos. Ele está preso na França, alegando ser um "muçulmano reformado." As autoridades estão estudando o que fazer com ele. (France24)



Maomé: o profeta branco com escravos negros
https://youtu.be/JDTTcgB7Xus OK


História (Arte e Jahiliyya)

Egito: Grão-Mufti condena a exposição pública de estátuas
Uma notícia de 2006, porém importante e representativa da ideologia islâmica. Ali Goma, a autoridade islâmica mais importante to Egito, editou uma fatwa (decreto religioso) condenando a exposição pública de estátuas. Ele se referiu às tradições de Maomé, através de um hadice que declara que "escultores serão muito atormentados no Dia do Julgamento." Críticos acusaram a fatwa incentiva os muçulmanos militantes a atacarem as milhares de estátuas do Egito, fundamentais para a indústria de turismo. (National Geographic)

Síria: Estado Islâmico destrói metade do anfiteatro de Palmira
A jihad contra a história e a arte continua. Palmira, que contém prédios greco-romanos, tinha sido reconquistada pelo exército sírio. Mas, como a retomada de Alepo era mais importante, o ISIS acabou reocupando Palmira. Eles então continuaram com a sua luta para obliterar o passado pré-islâmico da Síria e detonaram metade do anfiteatro romano. Para não perder o ensejo, eles degolaram 12 pessoas. (PJMedia)



BRF cria a (Sadia-Halal) OneFoods, sediada em Dubai, em busca investimento islâmico
Mesmo que a produção halal seja toda voltada para o mercado externo, ela contribui para o processo de islamização do Brasil. Leia o artigo clicando aqui.

Magia Negra islâmica na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro
Pedindo ao demônio para cortar o braço de um desafeto. Leia o artigo clicando aqui.

Site denunciado pela Lava Jato tenta assassinar a reputação de um professor universitário por críticas ao islamismo
A incrível aliança entre a Esquerda e o islamismo também no Brasil. Leia o artigo clicando aqui.

Condomínio apenas para muçulmanos. Segregacão islâmica também no Brasil (?)
Leia o artigo todo clicando aqui.

Página islâmica faz campanha contra o nosso Facebook 
E mostra sua "tolerância" ao retirar todos os comentários daqueles que nos defendem.


Três pessoas ficam feridas com suposto atentado com ônibus na Dutra em Cruzeiro; notebook encontrado com diversos artigos do Estado Islâmico
Aparentemente, apenas mais um louco, de posse de literatura islâmica. (Mixvale)

Polícia prende terroristas em Jataí-Go. Eles iriam explodir a igreja
Equipes da Polícia Militar (PM) foram acionadas via copom para atender uma ocorrência na rodoviária de Jataí, onde terroristas desembarcaram na cidade com o intuito de explodir a catedral de Jataí. As equipes fizeram o cerco para abordarem os mesmos onde foi constatada a veracidade. Os mesmos se encontram recolhidos na Polícia Federal (PF) de Jataí. (Radar Santa Maria)




Trump, o "banimento de muçulmanos", e a hipocrisia da Esquerda e da grande imprensa dos EUA
Leia o artigo todo clicando aqui.

Feminismo politizado da "Marcha das Mulheres contra Trump" promove a Sharia e trai as mulheres
Leia o artigo clicando aqui.

Obama criou e alimentou o Estado Islâmico e outros grupos jihadistas
Leia o artigo clicando aqui.

Celebrações de Ano Novo na "Nova Europa"
Alemanha: assaltos sexuais, ataques contra a polícia e incêndio em igreja histórica na noite de Ano Novo   Crimes cometidos por "imigrantes" (sírios, afegãos, iraquianos, eritreus) ... aos gritos de Allahu Akbar. Mesmo com policiamento reforçado. Em Hamburgo, 14 mulheres vítimas de ataques sexuais, e polícia atacada com fogos de artifício. Incidentes semelhantes ocorreram em Augsburgo. Em Dortmunt, um grupo de mil "imigrantes" começaram a atirar fogos de artifício contra a multidão e contra o telhado da Igreja de Santo Reinald, a mais antiga da Alemanha. O telhado pegou fogo. (Express, Breitbart, Breitbart)
França: mil carros incendiados na noite de Ano Novo Incendiar carros no ano novo tornou-se uma tradição em "bairos de imigrantes."  Mais de mil carros foram incendiados. Autoridades tentam minimizar os incidentes. (Breitbart)
Áustria: ataques sexuais e violência marcam a noite de Ano Novo Múltiplos registros de mulheres sendo atacadas por "imigrantes" em Salzburgo, na região do Tyrol, e em Graz.  Na capital, Viena, a polícia distribuiu 6 mil "alarmes contra estupro." (Breitbart)
Alemanha: estado totalitário 
https://pt.gatestoneinstitute.org/9834/alemanha-departamento-propaganda

Alemanha: governo alemão sendo denunciado por rejeitar "quase todos" os pedidos de asilo feito por cristãos
A denúncia foi feita pelo pastor Dr. Gottfried Martens,da Igreja Luterana Trinity, em Berlin.
Nos EUA, o ex-presidente Obama fazia o mesmo. Agora, a Alemanha da Chanceler Merkel, se mostra mais preocupada em fazer uma re-engenharia da sociedade alemã, importanto exatamente aqueles que não irão aceitar a cultura alemã, mas ao invés disso irão lutar (jihad) pela implementação da lei islâmica (Sharia). (Christiantoday)

França, desintegrando-se diante de nossos olhos
Mais um artigo no Gatestone Institute versando sobre a situação na França.

França: TV 2 mostra que mulheres estão abandonando as ruas em bairros islâmicos
Reportagem da TV 2 francesa, mostra que as mulheres estão literalmente desaparecendo de cafés e bares em determinados subúrbios predominantemente muçulmanos na França, de acordo com recentes filmagens tomadas por uma câmera escondida. (Gatestone Institute)

Suécia: mulheres aterrorizadas por islâmicos tornarem shopping em zona-proibida
A polícia de Gotemburgo admite que o centro comercial Nordstan se tornou um caos sem lei, enquanto jovens imigrantes intimidavam a polícia, assediavam meninas e traficavam drogas abertamente. As trabalhadoras do shopping dizem que vivem em constante medo e assédio. (Express)

Suíça: Os migrantes em benefícios usam dinheiro para viajar de férias para as nações que dizem estar fugindo 
Os migrantes da Eritreia que pedem asilo na Suíça estão a utilizar os seus benefícios sociais para viajar de volta para as zonas de perigo que anteriormente fugiram para tirar férias. (Express)

Itália: imãs terão aula sobre tolerância, liberdade de expressão e pluralismo
O governo irá oferecer cursos em 6 universidades  para líderes religiosos que venham trabalhar na Itália oriundos de países fora da UE. Estes cursos visam os grupos que nao se integram aos valores da sociedade italiana. O islamismo não é uma religião reconhecida na Itália, pois não tem os seus princípios alinhados com a Constituição da Itália e seus fundamentos cristãos e humanistas. (Breitbart)

EUA: Muçulmana, que mentiu para a imigração, toma possa na Assembléia de Minnesota jurando sobre um Alcorão gigante
Nele, está escrito em letras gigantes que "os muçulmanos não devem ter os judeus e nem os cristãos como amigos" (Alcorão 5:52). O interessante é que esta mulher, Ilhan Omar, se casou com o seu irmão para burlar a lei de imigração dos EUA e trazê-lo para o país. Mas o governo Obama simplesmente ignorou o fato. (Creeping Sharia)

EUA: Obama liberou 221 milhões de dólares aos palestinos ao apagar das luzes do seu governo. Trump congela a doação
Esta não foi a primeira vez que Obama liberou centenas de milhões de dólares para a Autoridade Palestina. Parte dos recursos será usada para premiar a família dos mártires (aqueles que morreram matando israelenses), bem como dos terroristas presos em Israel, com dinheiro. (Tião Cazeiro). Porém, o novo presidente Trump congelou a doação à tempo (Independent).

EUA: Partido Democrata expulsa candidato por criticar o tratamento de homossexuais pelo islão
Vincent Tolliver esta concorrendo a liderança do partido. Ele criticou Keith Ellison, um muçulmano também candidato, dizendo que os membros do Partido Democrata não deveriam votar em Ellison exatamente por ele ser muçulmano. Ele disse "muçulmanos discriminam contra os gays, a lei islâmica é clara quanto a isso, e ser gay é uma violação desta lei. Em alguns países muçulmanos ser gay é crime capital."
O partido Democrata dos EUA está se tornando em um "partido islâmico."
http://thehill.com/homenews/campaign/317248-dnc-boots-candidate-from-chairmans-race-for-criticizing-ellisons-islamic

Casa Branca considera a possibilidade de declarar a Irmandade Muçulmana como organização criminosa
Isso é uma boa notícia. Se isso for feito irá criar problemas entre os EUA e o Canadá, já que o governo canadense do primeiro-ministro Justin Trudeau está na cama com a Irmandade, a exemplo do ex-presidente Obama. (Clarion)

Hamas ameaça Trump sobre mudança de embaixada americana para Jerusalém
A Autoridade Palestina se desespera frente a possibilidade dos EUA instalarem a sua embaixada em Jerusalém. Será em Jerusalém Ocidental, mas mesmo assim eles não aceitam este fato: eles simplesmente querem varrer Israel do mapa. (Estadão)

Canadá: cidadão preso acusado de islamofobia
Antonio Padula, de 45 anos, foi preso na sua casa, em Kirkland, um bairro de Montreal. Ele foi acusado de "crime de ódio" contra muçulmanos. A polícia de Quebec contratou 50 pessoas com o propósito de monitorar a mídia social. O interessante é que o ódio espumado pelos promotores da Sharia não está sendo flagrado pela polícia. (CBC) O Canadá está afundando cada vez mais para o totalitarismo.

Canadá: governo abre as suas fronteiras
A luz da decisão de banir refugiados de 7 países do Oriente Médio e África por parte do governo do presidente Trump, o Primeiro-Ministro (pró-islamista) Justin Trudeau emitiu uma mensagem (twitter) mostrada abaixo.
Isso é propaganda. Sob Trudeau, o Canadá já recebeu mais de 30 mil "refugiados", sendo que os regufiados trazidos pelo governo são muçulmanos sunitas. Cristãos dependem da ação individual de grupos e são muito poucos. O governo canadense discrimina com base em religião, e os muçulmanos sunitas encontram nele todo o apoio.


Canadá: Secretário do governo sugere que país ofereça asilo a 5 milhões de palestinos
Esta sugestão vem do coração do governo canadense, que usaria a decisão do governo dos EUA de suspender por 90 dias a entrada de refugiados como desculpa para trazer 5 milhões de palestinos em dois anos. Isso seria o fim do Canadá, um país de 30 milhões de habitantes e terrívelmente corrompido pelo Politicamente Correto (Marxismo Cultural).
A taxa de natalidade canadense é baixíssima, aliada ao fato do governo incentivar as mulheres ao aborto. (cijnews)



Escócia: versos que negam divindade de Cristo lidos em igreja anglicana
Liderança da igreja convidou muçulmana para ler o Alcorão, o que por sí só já é uma traição (Gospel Prime, BBC). Os fiéis que reclamaram estão sendo investigados pela polícia por "discurso de ódio (Christian Today).

Grã-Bretanha: capelão real que criticou a leitura do Alcorão que nega a divindade de Cristo em igreja é forçado a se demitir
O Reverendo Canon Ashenden se demitiu após uma conversa instigada pelo Palácio de Buckingham. (Express)

Italia: arcebispo alerta "seremos todos muçulmanos por causa da nossa idiotice"
Arcebispo Carlo Liberati disse que a decadência moral e religiosa favorece o islão, criticando a igreja por apoiar demais os imigrantes muçulmanos esquecendo dos cristãos. (Gospel Prime, Express)

Líderes cristãos de várias seitas se manifestaram contra o plano do presidente dos EUA, Donald Trump, de dar preferência às minorias religiosas ao aceitar refugiados
(Sinceramente, é difícil de aceitar isso!)
Entre os que se opõem estão a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos eo Serviço Mundial de Igrejas multidenominacional.
Embora claramente motivados por um admirável senso de igualdade, suas objeções não fazem sentido à luz da realidade enfrentada pelos cristãos em todo o Oriente Médio, mas na Síria e no Iraque em particular.
Em março de 2016, o Departamento de Estado dos Estados Unidos declarou que os ataques do ISIS contra os cristãos constituem genocídio. Não houve qualquer mudança para alterar essa classificação e os valores de direitos humanos concordam que as populações cristã e yazidi, em particular, estão em maior nível de risco por causa da perseguição contra eles devido à sua fé.
Dos refugiados admitidos oriundos da Síria em 2016, 99% eram muçulmanos e apenas 1% eram cristãos.
(Clarion)


EUA: terrorista do aeroporto de Fort Lauderdale lutou pelo Estado Islâmico
Segundo a CBS, Esteban Santiago-Ruiz, o terrorista que matou 5 e feriou mortalmente outros 8, relatou ao FBI do Alasca que ele havia sido forçado a lutar pelo Estado Islâmico. Na foto da esquerda, ele faz o usual sinal sunita com o polegar direito levantado, que significa que Alá é único e o maior de todos (IBT). Ele confessou ao FBI que o seu ato foi jihad (CNN ).


Austrália: mais um muçulmano, gritando Allahu Akbar, atropela e mata inocentes
Em Melbourne. Três mortos e 12 feridos. A polícia está tentando abafar o caso para não parecer ser mais evento de "terrorismo islâmico." (Jihadwatch)

Grã-Bretanha: afegão, que degolou na Holanda, tem permissão para entrar na Inglaterra e ataca policiais com martelo
Jamshid Piruz assassinou uma mulher na Holanda em 2006 após assistir a vídeos do Telebã. Ele foi condenado e solto em 2014. Agora, ele entrou na Grã-Bretanha, sem controle da polícia, e, dias depois, atacou dois policiais com um martelo (Mirror).

Turquia: jihadista que matou 39 em boate era ligado ao Estado Islâmico
Abdulgadir Masharipov, original do Uzbequistão, matou 39 pessoas e feriu dezenas, a maioria mulheres, quando celebravam o Ano Novo na Boate Reina, em Istanbul (Reuters).

Alemanha: muçulmano mata a "infiél" proprietária da casa onde ele morava, e escreve verso do Alcorão na parede
Abubaker C., 27 anos, paquistanês, um muçulmano que pede asilo na Alemanha, matou Maria M., 70, na cidade de Bad Friedrichshall, por que ela era uma infiél. Ele a estrangulou com o fio do telefone. A polícia encontrou frases em árabe escritas na parede, com versos do Alcorão. (Express)



Áustria: muçulmana de 14 anos inventa ataque
A polícia descobriu que Sinem, de 14 anos, fabricou a história. Ela havia alegado que tinha sido chamada de terrorista e atacada em uma estação de trem, atirada na linha férrea e quase atropelada por um trem (Breitbart,  Kronem Zeitung)

Jihad Stealth – financeira, cultural, (para montar)

Marrocos bane a burca
Esta medida foi tomada por questões ligadas à segurança, já que bandidos estavam se usando do traje para seus crimes. A maioria das muçulmanas que cobrem a cabeça no Marrocos usam o hijab (que deixa o rosto à mostra). (Breitbart)


Paquistão: muçulmano acusado de blasfêmia por criticar lei da blasfêmia
Shaan Taseer é um muçulmano paquistanês de uma família proeminente. No Natal, ele enviou uma mensagem na qual criticou a infame "lei de blasfêmia" do Paquistão, usada para perseguir os cristãos, bem como desejar um Feliz Natal. Em resposta, os muçulmanos agora estão dizendo que ele cometeu "blasfêmia" e "apostasia" e precisa ser executado. (Pakistan Today)
Logo infundirei o terror nos corações dos descrentes; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! (Alcorão 8:12)
Paquistão: lei da blasfêmia usada para perseguir progressistas
Cinco ativistas paquistaneses, que se opõem a intolerância religiosa, desapareceram misteriosamente. Ao mesmo tempo, muçulmanos linha-dura estão acusando-os de blasfêmia, pedindo para que o governo os execute (Yahoo). 

Perseguição Cristãos: Parte 1Parte 2
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Clérigo islâmico: "Maomé irá tirar a virgindade de Maria, Mãe de Deus, no paraíso islâmico"
Leia este artigo clicando aqui

Paquistão: pastor preso por desejar construir igreja
Um grupo de cristãos, liderados pelo pastor Babu Shehbaz, tem tentado construir uma igreja em Lahore, mas fanáticos muçulmanos têm tentado detê-los. De repente, esses mesmos muçulmanos "encontraram" um Alcorão com o nome do pastor Shehbaz escrito nele. Em resposta, os muçulmanos chamaram as autoridades e usando a infame "lei de blasfêmia" do Paquistão, e o Pastor Shehbaz foi preso por "desrespeitar o Alcorão. (Pakistan Today)

Uganda: mulher cristã, recém-conversa, forçada a beber veneno pelos seus parentes muçulmanos
A mulher muçulmana havia se tornado um cristã. Sua família não aceitou isso e a faz comer veneno e a amarrou à uma árvore para que ela morresse. Eles ainda caçoavam dela dizendo "sua Bíblia diz que Jesus a protegerá do veneno assim nós veremos se ele realmente faz isso". Felizmente, um vizinho cristão ouviu a mulher gritando de dor e levou-a para o hospital onde ela passa bem. (Morning Star News)

Faixa de Gaza: perseguição contra os cristãos aumenta  
Em Gaza, os últimos anos "testemunharam um aumento crítico contra os cristãos", disse um relatório em língua árabe publicado em outubro. As autoridades locais teriam abandonado a pequena minoria cristã - 2.500 pessoas cercadas por aproximadamente 1.5 milhões de muçulmanos - à sua própria sorte. "Às vezes ouvimos falar do bombardeamento de uma livraria cristã e ataques a igrejas e outras instituições cristãs; Outras vezes ouvimos falar do seqüestro de cristãos e da coerção deles para abraçar a religião de Maomé", observa o relatório.
Cristãos em Gaza lideraram um protesto, pedindo o retorno de seus filhos seqüestrados e de seus entes queridos. O bispo Alexios "confirmou que os cristãos que se converteram ao islamismo o fizeram sob ameaças, coerção, compulsão e força". Sua igreja também apresentou uma petição formal ao governador da região, Ismail Haniyeh, convidando-o a investigar assuntos , Mas não recebeu resposta. O relatório acrescenta que os cristãos de Gaza estão chamando o mundo cristão para intervir. O bispo disse que está tentando comunicar tudo isso ao Vaticano, às Nações Unidas e aos Estados Unidos. (Raymond Ibrahim)

Egito: muçulmano degola cristão por vender bebida alcólica
Adel Suleiman, de 48 anos, cortou a garganta do cristão copta Joseph Lam'i, de 45 anos, que possuía uma loja que vendia álcool. O assassino é um salafista, um daqueles muçulmanos que seguem de perto o estilo de vida e os ensinamentos do profeta muçulmano Maomé e seus companheiros originais. Tanto sua aparência (a tradicional barba salafista com bigode cortado) como suas ações ("defender" o Islã das influências "corruptoras" de "infiéis") testificam desse fato. (Raymond Ibrahim) O crime ocorreu em Alexandria, na noite de 3 de janeiro.

Egito: cristãos coptas assasinados em casa, sem ter sido assalto
Dois casos de cristãos coptas assassinados em casa, com requinte de crueldade, sem que nada tenha sido roubado. Dia 6 de janeiro: um casal cristão idoso foi degolado dentro da dua casa . Nada foi roubado. Dia 13 de janeiro: um homem jovem, recém graduado em medicina, foi degolado dentro de sua casa. (Raymond Ibrahim)

França: ataques contra cristãos aumentaram 38%
O Observatoire de Christianophobie disse que os casos de ataques "cristófobos" na França passaram de 273 em 2015 para 376 em 2016, com um número significativo ocorrendo em dezembro. Estes incluem ataques a igrejas, outros locais de culto e ameaças em mídias sociais. Exemplos incluem graffiti blasfemo no interior de uma igreja e um ataque à figura de Cristo em um memorial aos católicos mortos na Primeira Guerra Mundial na cidade de Fournes-en-Weppes, e um ataque a um presépio em Saint-Etienne. O ataque anti-cristão mais notório foi o martírio do Pe. Jacques Hamel nas mãos de dois jihadistas islâmicos, enquanto celebrava a missa em sua igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray. (Breitbart)

Alemanha: tradutores muçulmanos mentem durante audiência de conceção de asilo, prejudicando refugiados cristãos
A denúncia foi feita pelo pastor Dr. Gottfried Martens,da Igreja Luterana Trinity, em Berlin. Ele acusa os tradutores muçulmanos, a quase totalidade deles, de mentirem durante audiência de conceção de asilo, fazendo que a conversão dos cristãos pareça ser fabricada. Os cristãos têm mais chance de obterem asilo se provarem que serão perseguidos ao retornarem para seus países islâmicos de origem.  (Christiantoday)

Sudão: o missionário tcheco Petr Jasek, 52 anos, foi condenado a 20 anos de prisão por um tribunal
Eles dizem que eles foi condenado por espionagem e incitamento ao ódio. Mas na verdade eles o condenaram por ser cristão e tentar ajudar outros cristãos contra a repressão do governo.
Ao lado dele, também foram condenados a um total de 12 anos cada, o reverendo sudanês Hassan Abduraheem e Abdulmonem Abdumawla por ajudar Petr Jasek. (CitizenGo)

"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Israel: jihad com caminhão; assassino é "mártir de Alá"
Palestino de 28 anos de idade atropelou 20 israelenses, matando 5. A Autoridade Palestina se manifestou dizendo que o assassino é um "mártir de Alá" e que o seu ataque é sancionado pelo islão. (Clarion Project)

Palestinos na Síria: um ano de assassinatos e tortura
O sofrimento dos palestinos em "terras islâmicas" que muito poucos sabem ocorrer, por ser um assunto escondido do grande público. (Gastetone)

Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, mate os idólatras onde quer que você os encontre, e capturai-os, e cerque-os, e arme ciladas para eles usando de todos os estratagemas (da guerra); mas caso eles se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [ou seja, se tornem muçulmanos], abra o caminho para eles. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo. (Alcorão 9:5)
Irã: Bahai, proibidos de irem para a universidade 
Reportagem da BBC ilustra a difícil vida dos Bahai no Irã. Eles são perseguidos de vários modos, incluindo a proibição deles ingressarem nas universidades. (BBC)


Ultraje Eterno

"Jogar xadrez é pior do que jogar e comer carne de porco."
Disse o evangelista turco Ahmet Mahmut Ünlü, popularmente conhecido como "Cübbeli" Ahmet Hoca. Ele acrescentou que "as pessoas que jogam xadrez são mais propensas a mentir do que outras pessoas que jogam xadrez não pode dizer a shahada enquanto estão morrendo" (Hurriyet Daily)


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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Israel é o ocupante legal da Cisjordânia, diz o Tribunal de Recursos de Versalhes, França


Escrito por Jean-Patrick Grumberg, 13 de janeiro de 2017

Traduzido por José Atento de Dreuz.info, 7 de fevereiro de 2017

Em um julgamento histórico cuidadosamente "esquecido" pela imprensa, a 3ª Câmara do Tribunal de Apelação de Versalhes declara que Israel é o ocupante legal da Cisjordânia*.

Quando soube pela primeira vez que o Tribunal de Recurso de Versalhes decidiu que os assentamentos na Cisjordânia e a ocupação da Judéia Samaria por Israel é inequivocamente legal sob o direito internacional, em um processo movido pela Autoridade Palestina contra os trilhos ligeiros construídos pelas empresas francesas Alstom e Veolia, que não recebeu cobertura mediática, resolvi colocar em prática os meus anos de estudos de Direito na França, e analisei meticulosamente a decisão do Tribunal.

Para minha surpresa, a mídia pró-israelense também não a cobriu. Os poucos que mencionaram o caso não tinham nenhuma base jurídica na lei francesa para entender a enorme importância da decisão e, como alguns sites israelenses de língua inglesa de esquerda informaram, eles pensaram que era uma decisão estritamente pertinente ao sistema de transporte de trem urbano de Jerusalém. Não é.

Para ter certeza de que não superestimava minhas habilidades legais e que não estava otimista demais - como de costume -, enviei minha análise e os documentos do Tribunal a um dos mais destacados advogados franceses, Gilles-William Goldnadel, presidente do Advogados Sem Fronteiras, para receber sua opinião legal. Certamente ele validou minha descoberta. Então eu decidi traduzi-lo ao inglês, e logo será submetido a Benjamin Netanyahu através de um amigo mútuo.

Em primeiro lugar, o Tribunal de Apelações de Versalhes tinha de determinar os direitos legais dos palestinos e israelenses na Cisjordânia. Sua conclusão: os palestinos não têm nenhum direito - no sentido jurídico internacional - para a região, ao contrário de Israel, que legitimamente tem o direito de ocupar toda a terra além da linha 67.

O contexto:

Em 1990, Israel ofereceu para a construção do trilho leve de Jerusalém. O concurso foi adjudicado pelas empresas francesas Veolia e Alstom. O trilho leve foi concluído em 2011, e atravessa Jerusalém todo o caminho para o lado leste e os "territórios ocupados" (mais sobre este termo mais tarde).

Em seguida, a OLP apresentou uma queixa ao Tribunal de Grande Instância de Versalhes França, contra a Alstom ea Veolia, porque segundo a OLP, "a construção do eléctrico é ilegal uma vez que a ONU, a UE, Os governos consideram que "Israel ocupa ilegalmente territórios palestinianos".

A busca pela Legislação Internacional para estabelecer os direitos de cada parte.

Para decidir se a construção do caminho-de-ferro era legal ou não, o tribunal teve de procurar os textos do direito internacional, para examinar os tratados internacionais, a fim de estabelecer os respectivos direitos dos palestinos e dos israelenses.

E, do meu conhecimento, esta é a primeira vez que um tribunal não israelense foi levado a decidir sobre o estatuto da Cisjordânia.

Por que isso é uma decisão histórica: é o primeiro caso internacional desde a declaração do Estado de Israel em 1948

É a primeira vez desde a criação do Estado de Israel em 1948 que um tribunal independente e não israelense tem sido chamado a examinar o estatuto jurídico dos territórios da Cisjordânia segundo o direito internacional, para além das reivindicações políticas das partes.

Tenha em mente, no entanto, que as constatações do Tribunal não têm efeito no direito internacional. O que eles fazem, e é de extrema importância, é esclarecer a realidade jurídica.

As conclusões do Tribunal de Apelações de Versalhes são tão retumbantes quanto o silêncio em que foram recebidas na mídia: Israel tem direitos reais nos territórios, sua decisão de construir um trilho leve na Cisjordânia ou qualquer outra coisa na área é legal e Os juízes rejeitaram todos os argumentos apresentados pelos palestinos.

Os argumentos palestinos
  • A OLP denuncia a deportação da população palestiniana e a destruição de propriedades em violação dos regulamentos internacionais. Baseando-se nas Convenções de Genebra e Haia e nas resoluções da ONU, considera que o Estado de Israel está ocupando ilegalmente o território palestino e está a perseguir a colonização judia ilegal. Assim, a construção do trilho ligeiro é ela própria ilegal (1).
  • A OLP acrescenta que a construção do caminho-de-ferro leve resultou na destruição de edifícios e casas palestinianas, a destruição quase total da estrada 60, que é vital para os palestinos e seus bens, e conduziu muitas expropriações ilegais. Por conseguinte, foram violadas várias cláusulas do Regulamento anexo à Convenção de Haia de 18 de Outubro de 1907 (2).
  • Finalmente, a OLP alega que Israel viola as disposições relativas à "proteção dos bens culturais" previstas no artigo 4 da Convenção de Haia de 14 de maio de 1954, no artigo 27 do Regulamento de Haia de 1907, no artigo 5 da Convenção de Haia IX De 1907, e do artigo 53 do Protocolo Adicional No. 1 às Convenções de Genebra.
O Tribunal de Recurso não nega a ocupação, mas destrói um após outro todos os argumentos palestinos

Referindo-se aos textos em que se baseia a alegação da OLP, a Corte de Apelação considera que Israel tem o direito de garantir a ordem e a vida pública na Cisjordânia, portanto Israel tem o direito de construir um trilho leve, infra-estrutura e moradias.

O artigo 43 da Quarta Convenção da Haia de 1907 estipula que: "A autoridade do poder legítimo que tenha efectivamente passado às mãos do ocupante, tomará todas as medidas ao seu alcance para restaurar e assegurar, na medida do possível, ordem pública e segurança."

A ocupação israelense não viola nenhuma lei internacional
"A Autoridade Palestiniana interpretou mal os documentos, não se aplicam à ocupação"
O Tribunal explica que a Autoridade Palestiniana interpreta mal os textos e não se aplicam à ocupação:
  • Em primeiro lugar, todos os instrumentos internacionais apresentados pela OLP são actos assinados entre Estados e as obrigações ou proibições nele contidas são relevantes para os Estados. Nem a Autoridade Palestiniana nem a OLP são Estados, portanto, nenhum desses documentos jurídicos se aplica.
  • Em segundo lugar, disse o Tribunal, estes textos vinculam apenas os signatários, designadamente as «partes contratantes». Mas nem a OLP nem a Autoridade Palestiniana assinaram esses textos.
Propaganda não é lei internacional

O Tribunal, bastante irritado com os argumentos apresentados, afirmou corajosamente que a lei "não pode basear-se unicamente na avaliação de uma situação política ou social por parte da OLP."

O direito humanitário não foi violado
A OLP se refere equivocadamente ao documento jurídico errado porque a Convenção de Haia se aplica em caso de bombardeio. E ... "Jerusalém não é bombardeada."
A OLP invoca a violação do direito humanitário constante das Convenções de Genebra e de Haia.
  • Mas, por um lado, dizem os juízes do Tribunal de Apelação, as convenções internacionais aplicam-se entre os Estados e a OLP não é um Estado: "a Corte Internacional de Justiça indicou que [as Convenções] contêm apenas obrigações para os Estados e que indivíduo não tem direito a reclamar o benefício dessas obrigações para si."
  • Em seguida, o Tribunal afirma que apenas as partes contratantes estão vinculadas por convenções internacionais e nem a OLP nem a Autoridade Palestiniana assinaram nenhuma delas.
  • O Tribunal conclui que a OLP se refere equivocadamente ao documento jurídico errado porque a Convenção de Haia se aplica em caso de bombardeamento. E ... "Jerusalém não é bombardeada."
A OLP e os palestinos foram repudiados

A OLP não pode invocar nenhuma dessas convenções internacionais, disse o Tribunal.

"Essas normas e tratados internacionais" não dão ao "povo palestino que a OLP diz que representa, o direito de invocá-los perante um tribunal".

O Tribunal de Recurso condenou a PLO (e a Associação France Palestine Solidarité AFPS, co-recorrente) a pagar 30.000 euros (32.000 dólares) à Alstom, 30.000 euros à Alstom Transport e 30.000 euros à Veolia Transport.

Nem a OLP, nem a Autoridade Palestiniana, nem a AFPS recorreram ao Supremo Tribunal, pelo que o acórdão tornou-se definitivo.

Esta é a primeira vez que um Tribunal destruiu legalmente toda a alegação legal palestina de que a ocupação de Israel é ilegal

A reimpressão ou redistribuição deste material protegido por direitos de autor é permitida com a seguinte atribuição e ligação: © Jean-Patrick Grumberg para www.Dreuz.info

(1) A OLP se baseia no artigo 49 da Quarta Convenção de Genebra, de 12 de agosto de 1949, segundo a qual "o poder ocupante não pode deportar ou transferir parte de sua própria população civil no Território que ocupa" e o artigo 53, que declara que "é proibida à potência ocupante a destruição de bens móveis ou imóveis pertencentes individual ou colectivamente a particulares, ao Estado ou às autoridades públicas ou organizações sociais ou cooperativas, salvo nos casos em que essa destruição seja absolutamente necessária para operações militares.".

(2) A OLP refere-se à Quarta Convenção de Genebra de 12 de agosto de 1949:
  • O Artigo 23 (g), que proíbe "a destruição ou apreensão de propriedades inimigas, exceto nos casos em que tal destruição ou apreensão são imperativamente ordenadas para as necessidades de guerra.
  • Artigo 27, segundo o qual "nos assédios e bombardeios, devem ser tomadas todas as medidas necessárias para poupar o mais possível os edifícios dedicados ao culto, às artes, às ciências, às instituições de caridade, aos monumentos históricos e aos hospitais ..."
  • O artigo 46.° dispõe que "a propriedade privada não pode ser confiscada".



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Orações Islâmicas: supremacismo e ódio contra os não muçulmanos


A gente pensa em oração como algo que seja uma súplica ou adoração a uma divindade. A gente pensa em pedir pela proteção de entes queridos, ou pedindo para que algo bom ocorra, ou agradecendo quando algo de bom tenha acontecido. Ou mesmo, rezar pelo bem daqueles que nos fazem mal. Isso faz sentido. Se uma divindade é boa, é claro que as orações apenas irão envolver coisas boas.

Mas, é claro, que nós sabemos de exemplos onde isso não ocorre, quando se amaldiçoa os outros, pedindo o mal. Neste caso, nós tendemos a imaginar a divindade para a qual se reza como algo maligno. Um exemplo que me vem à memória era o culto dos Aztecas, que involvia sacrifício humano.

Adoração ao deus Tezcatlipoca

Agora vem a novidade que talvez você não sabia: o islamismo contém orações de ódio dirigidas aos não muçulmanos. Nós iremos apresentar algumas delas abaixo bem como alguns vídeos como exemplo. Um não-muçulmano faz parte integral da oração islâmica, diáriamente. É interessante você saber disso. Muçulmanos rezam 5 vezes por dia, e isso é um dos 5 "pilares do islão." E você é mencionado, como algo ruim.

Veja exemplos disso em vídeos ao final deste artigo.

O primeiro capítulo do Alcorão, considerado o mais exaltado de todos os capítulos, é uma oração dirigida a Alá pedindo-lhe para manter os muçulmanos longe do caminho equivocado de judeus e cristãos. Este capítulo é uma parte necessária das cinco orações diárias obrigatórias, e é recitado não uma vez, mas em qualquer lugar de 17 a 100 vezes por dia por muçulmanos devotos (ou em um sentido mais amplo, 6200 a 36.500 vezes por ano).

Repetição inculca a noção de superioridade sobre não-muçulmanos na mente de todos os muçulmanos, instilando uma profunda desconfiança dos não-muçulmanos. Esta oração diz:
"Guie-nos pelo caminho certo, o caminho daqueles que você favorece (referindo-se a muçulmanos), e não o caminho daqueles que ganharam a sua ira (referindo-se aos judeus), ou daqueles que se desviaram (referindo-se aos cristãos). 
O islamismo considera-se a religião mãe do judaísmo e do cristianismo, que existia antes dessas duas falsas religiões que se afastaram do caminho do monoteísmo estrito. Elas se tornaram corruptas e ignorantes até Maomé ser enviado por Alá como um dom para definir as coisas em linha reta e converter todos de volta ao Islã ou "a religião da verdadeira natureza intocada", como escrito na Declaração dos Direitos Humanos no Islã.

As orações de sexta-feira incluem também a recitação dos capítulos corânicos 62 e 63, onde judeus que rejeitam os mandamentos de Alá na Torá são detestados e "semelhantes a um jumento que carrega livros, mas não os entende." Os judeus são ordenados desejarem a morte se eles fingirem serem os favoritos de Alá. Os incrédulos são condenados a um estado de erro até que Maomé seja enviado por Alá para purificá-los da imundície da descrença e do politeísmo com seus versos ou revelações de Alá. "Hipócritas" ou os apóstatas do Islã são considerados inimigos, "então, cuidado com eles, que Alá os destrua!" Não é de admirar porque muitos muçulmanos são proibidos de serem amigos com judeus e cristãos. O Alcorão os condena ao inferno (que derrete suas peles e barrigas) em quase 500 versos por não acreditarem em Maomé e por não se converterem ao Islã.

Tais são as orações que são recitadas repetidamente nas mesquitas, e agora em algumas igrejas e sinagoga em todo o mundo (até mesmo no Vaticano!) como mais comunidades muçulmanas continuam a crescer e expandir. Os ignorantes anfitriões judeus e cristãos, que o Alcorão retrata como filhos de macacos e porcos e como a pior das criaturas, não sabem de nada.

O Dr. Bill Warner, do Centro de Estudos do Islão Político, apresenta em um vídeo algumas destas orações. Elas são reproduzidas abaixo (o vídeo vem em seguida). Káfir (plural kufar) é uma palavra estremamente ofensiva que se refere ao "não muçulmano."
“Ó Alá, pedimos a sua ajuda, buscamos seu perdão, cremos em você e confiamos em você. Nós o elogiamos do melhor modo, e agradecemos, e nunca somos ingratos, e nós evitamos e rejeitamos o káfir."
Existem nada menos que 12 versos no Alcorão que dizem que muçulmanos nunca devem ser amigos de verdade de um káfir. Podem ser amistosos mas nunca amigos. E a oração os lembra disso.
“Ó Alá, nós o adoramos, rezamos e nos prostramos corremos para você e o servimos, esperando receber sua misericórida, e tememos o seu castigo. Certamente, o káfir irá receber o seu castigo."
Novamente, a menção ao káfir, que vai sofrer ... no inferno. O Alcorão está cheio de descrições detalhadas do inferno. Existem mais que 100 menções ao inferno, mas não são apenas menções.
Elas descrevem com detalhes, por exemplo, uma dela diz que "a sua pele irá queimar toda e uma pele nova irá crescer para que o sofrimento continue." Essa oração é para que não se esqueçam disso.

Segunda oração:
''Ó Alá, verdadeiramente buscamos a sua ajuda. Nós cremos em você, o elogiamos, confiamos e não somos ingratos. Ó Alá, nós adoramos apenas a você, oramos e nos prostramos. Nos esforçamos por seu amor e misericórdia e por temer a sua punição, pois a sua punição irá certamente atingir o káfir."
"Ó Alá, puna o káfir, do Povo do Livro, pois eles impedem outros de o seguirem."
Esta referência significa que os cristãos impedem outros de seguirem o islão,

As referências contra os não-muçulmanos são todas negativas, sem exceção. Elas pedem que eles sofram. Mas isso não é uma surpresa, porque o Alcorão está cheio de sofrimento que deve se abater sobre o káfir. Toda a menção ao káfir no Alcorão, na Sira e Hadice, ou seja, na biografia e tradições de Maomé, são negativas e de sofrimento, e as orações refletem isso.

Então, os muçulmanos incluem o káfir nas suas orações 5 vezes por dia. Elas dizem que o káfir deve sofrer porque ele está tão errado. Ele deve ser punido. O káfir deve sofrer porque ele está tão errado. Ele deve ser punido.


Este ódio contra o não-muçulmano é inculcado nos recém-conversos. Veja a oração que o cantor inglês recém-converso Cat Steven (Yusuf Islam) canta (ouça no vídeo):
O que você diz? O que você diz? Eu rezo para Alá para ele nos dar VITÓRIA SOBRE O KUFAR (não-muçulmanos). Porque ele estará onde os bons muçulmanos estão, aqueles que se viram para Alá.
Os "bons muçulmanos" rezam pela "vitória sobre os não muçulmanos."

Os tempos finais islâmicos, segundo Bukhari, o mais autêntico de todas as coleções hadith, ocorre quando Jesus, considerado o último profeta muçulmano no Islã, retorna à Terra para destruir o cristianismo ("quebrar a cruz") e forçar todos a converter ou morrer. Mas até esse momento, os "bons muçulmanos" devem continuar lutando a sua jihad contra os cristãos e judeus, que devem pagar um imposto islâmico chamado jizya, ou mesmo pagar um imposto indireto ao consumir produtos halal, cuja parte é usada para apoiar a jihad global.

Pense sobre isso antes de compartilhar a sua igreja ou sinagoga para que fiéis muçulmanos rezem nelas. É essas orações que eles irão rezar.

E se pergunte se os muçulmanos permitem que judeus ou cristãos usem uma mesquita para as suas orações.

Exemplos adicionais são apresentados abaixo.

1. Imã amaldiçoa cristãos e judeus durante o serviço ecumênico de posse do presidente Trump
Os idiotas presentes acham que o imã está desejando algo bom para os Estados Unidos. O imã pratica taquia.

https://youtu.be/cK1oaUjEAKw OK

2. Imãs de mesquita no Canadá continuam a orar a Alá pela vitória dos muçulmanos sobre os 'Kufar,' ou seja, não-muçulmanos
“Ó Alá, dê a vitória aos nossos irmãos, os muçulmanos, os oprimidos, os que sofrem tirania e os ‘mujahidin’ [aqueles que guerreiam na jihad] ao redor do mundo.
“Ó Alá, derrame paciência, sobre os muçulmanos, fortaleça os seus pés, e dê-lhes vitória sobre os não-muçulmanos (qawn el Kafiroon).” 
-- Abdool Hamid
Imã treinado pelos sauditas
Associação Muçulmana do Canadá (MAC)
Sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
(Tarek Fatah)



3. Sermões Típicos das Mesquitas Egípcias Idênticos ao “Não Islâmico” Estado Islâmico
Artigo de Raymond Ibrahim, traduzido por Tião Cazeiro

4. Islão Permite Orações para a Aniquilação de Cristãos e Judeus

https://youtu.be/8IjzH2mRPRE OK


5. Segmento do sermão pregado por Sa'ad Ateeq al-Ateeq na Grande Mesquita Imam Muhammad ibn Abd al-Wahhab, em Doha. 30 de janeiro de 2015

6. Canadá: oração islâmica na Mesquita Masjid, em Toronto, amaldiçoa judeus
A oração também amaldiçoa os politeístas (que incluem os cristãos, devido ao conceito da Trindade).

https://youtu.be/an27UGsuBDQ OK
 

7. Oração proferida pelo Imã da Grande Mesquita de Meca (Mesquita Sagrada) que rodeia a Caaba
E o comentário de apresentador da TV egípcia.

A oração foi a seguinte:
"Ó Alá, conceda vitória, dignidade e poder aos nossos irmãos mujahadin (jihadistas) no Iêmen
Em Sham (Síria) e Iraque
e em todo o lugar, Ó Senhor dos Mundos
Conceda-os vitória sobre os Rafidah (xiítas) ateus,
Conceda-os vitória sobre os traiçoeiros judeus
e sobre os malévolos cristãos
e sobre os não confiáveis hipócritas
Ó Alá, conceda-os vitória, ajuda e força"

https://youtu.be/b7pXJWfC8KE OK

8. Oração na Mesquita Sagrada de Meca

Alá, caia sobre os cristãos opressores
e sobre os judeus criminosos
e sobre seus irmãos tiranos.
Alá dê-lhes miséria e dor em seus caminhos
Alá  dê-lhes miséria e dor em seus caminhos.
Alá, os cubra com sofrimento
e com roupas de luto
e os repreenda com dor e enfermidade.
Alá, dê-lhes sofrimento e dor para as suas vidas,
e lhes prepare uma morte violenta.
Alá, dê-lhes castigo, martírio e angústia
aos cristãos opressores
e aos judeus criminosos.
Alá, tome nossa súplica e dê o que eles merecem.